Benfica participa no torneio sub-19 de Durban

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A equipa de sub-19 de futebol do Benfica vai jogar um torneio em Durban, na África do Sul, entre 31 de julho e 09 de agosto, anunciou hoje o clube da Luz.

Além do Benfica, vão participar na nova competição sul-africana, hoje apresentada, a seleção sub-19 da África dos Sul e a equipa da academia local, o Everton, da Liga Inglesa, os italianos da AS Roma, os holandeses do Feyenoord, o Boca Juniors argentino e o Santos, do Brasil.

O torneio de Durban vai disputar-se entre 31 de julho e 09 de agosto, num modelo de 16 jogos para apurar o campeão.

 

Nuno Gomes: "Não podem estar a falar de um assunto que nada tem a ver com o jogo"

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Nuno Gomes evitou, esta sexta-feira, alongar-se em comentários sobre o gesto de Jorge Jesus em White Hart Lane, após o terceiro golo do Benfica frente ao Tottenham.

Na altura, o técnico do Benfica dirigiu-se ao treinador dos 'spurs' e mostrou-lhe três dedos, o que irritou profundamente Tim Sherwood.

Para o antigo capitão dos encarnados, "é normal os ingleses falarem sobre isso. Mas foi uma excelente exibição e uma grande vitória. E também não podem estar a falar de um assunto que nada tem a ver com o que se passou dentro das quatro linhas. O Benfica ganhou e muito bem", atirou Nuno Gomes, considerando que as águias fizeram "um jogo perfeito".

Mas, perante esta exibição, o Benfica pode ter um dilema em relação às prioridades para esta temporada? Nuno Gomes defende que, tendo o "título como principal objectivo", o "Benfica também não pode deixar de pensar na Liga Europa", na corrente época.

Confrontado, por fim, ao inicio da noite, com o clássico deste domingo entre Sporting e FC Porto, o antigo internacional português é da opinião que passa pelo jogo entre leões e dragões a possibilidade de o "Benfica ficar mais confortável" na frente do campeonato. Mas não só. Também "o jogo da Madeira [Nacional-Benfica, na segunda-feira] é importante", concluiu.

Nuno Gomes falava em Lisboa, à margem de uma iniciativa do Governo Regional dos Açores, na Bolsa de Turismo que decorre na FIL, na capital portuguesa. O ex-ponta-de-lança é o patrono da edição de 2014 de um torneio juvenil, marcado para o Arquipélago, e agora apresentado.

«1, 2, 3... my name is... André»

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“One, two, three... my name is André!” que é como quem diz, “um, dois, três... o meu nome é André!”. Esta foi a frase que esteve na origem do “bate-boca” entre Jorge Jesus e Tim Sherwood. Para que o destinatário da mensagem a entendesse bem, o treinador do Benfica pronunciou-a em inglês, alto e bom som (e com três dedos esticados), segundos depois de Luisão ter marcado o terceiro golo ao Tottenham. Com este gesto, o técnico dos encarnados quis “acertar contas” publicamente com homem que no mês de dezembro terá tido papel determinante no despedimento de André Villas-Boas, de quem JJ se aproximou bastante devido aos momentos de saudável convívio nos fóruns da UEFA.

Este Benfica, uma máquina de defender

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Desde 15 de dezembro que o Benfica não sofre um golo de bola corrida. É curioso que assim seja, porque o jogo do algarve só sublinhou a má fase que a equipa atravessava. Por essa altura, Jesus via Artur deslocar-se ao fundo da baliza em praticamente todos os jogos.

Do Algarve para cá, 17 jogos e apenas dois golos sofridos. Em Barcelos, no seguimento de um canto. Em Londres, de livre direto.

Os quatro defesas têm oscilado um pouco. Sílvio, de vez em quando, até Jardel.

As grandes alterações aconteceram atrás, com a entrada de Oblak, e à frente, com a titularidade regular de Fejsa, sobretudo depois de Matic ter rumado ao Chelsea.

As duas alterações têm peso.

Na baliza, Artur estava a ser um foco de instabilidade. Além dos golos em que teve responsabilidade direta, somou falhas em número incomum no guarda-redes de um grande. Oblak, sem ainda ter feito uma exbição notável, passa calma e tranquilidade. E isso ajuda sempre.

À frente da defesa, Fejsa passou a ser um jogador mais presente.

Ao contrário de Matic, que procurava outros terrenos e gostava de ter a bola, Fejsa é sobretudo um médio que gosta de defender. Sabe posicionar-se e compreende que a sua tarefa é, antes de qualquer outra, ajudar a equilibrar a equipa.

Isso faz-se protegendo o centro do terreno, o que lhe permite estar sempre presente quando é preciso dobrar alguém num flanco ou, muito relevante, reforçar a zona central. Hoje em dia, o Benfica colocou portagens em todoas as portagens e autoestradas.

Os principais beneficiados com esta forma diferente de colocar o meio campo são os defesas, sobretudo os centrais. E é por aqui que chegamos a Luisão.  É verdade que somou dois golos ao que tinha marcado ao Estoril. Todos eles de enorme importância, particularmente impressionante o 3-1 em Londres. Paremos um pouco, precisamente aí.

O golo não foi só um bom movimento de Luisão, um gesto de oportunidade. Ali, o que impressiona é a potência do remate e a colocação. Só um jogador a viver uma fase de incrível confiança escolheria aquela opção. Luisão é esse jogador. Dez depois do primeiro dia na Luz, está a assinar a melhor época.

De máquina temível de futebol ofensivo, o Benfica montou uma máquina de defender, sem perder a capacidade para incomodar e chegar perto da baliza do adversário. Para que isto sucedesse, diversos jogadores tiveram de acreditar que é tão importante reagir à perda de bola como levá-la para a frente.

De todos os futebolistas, Gaitan talvez tenha sido o que mais mudou. É hoje um extremo competitivo, como por exemplo já era Salvio. Como Markovic aprendeu depressa o que é preciso para jogar ao mais alto nível, o Benfica consegue utilizar quatro jogadores de ataque sem se desequilibrar quando tem a bola. Boa atitude mental, saúde física, concentração e conhecimentos táticos são os ingredientes. Como se percebe, não é fácil garantir tudo isto junto. Para já, está em marcha há três meses. Com sucesso inegável. O Tottenham foi o último a compreendê-lo.

Depois de várias épocas a apostar na vertigem do ataque, e para isso levando os jogadores ao esgotamento, não deixaria de ser irónico se o sucesso chegasse no ano em que Jesus mais reparou na necessária capacidade para defender.

Clésio Baúque emprestado ao Harrisburg City Islanders

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O avançado moçambicano do Sport Lisboa e Benfica, Clésio Baúque, foi cedido a título de empréstimo ao Harrisburg City Islanders, dos Estados Unidos da América.

O jovem de 19 anos iniciou a sua carreira em Moçambique, no Ferroviário de Maputo, tendo chegado à Luz em 2012/2013. Apesar da ainda curta carreira, o avançado já actuou por duas vezes ao serviço da selecção principal de Moçambique, em jogos de qualificação para o Mundial 2014, onde apontou um golo.

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Águias a uma vitória do recorde na Liga Europa

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A vitória em White Hart Lane foi a 22.ª alcançada pelo Benfica na Liga Europa, apenas menos uma que o atual recordista: o Atlético Madrid, que conquistou a prova em 2010 e 2012. Os comandados de Jorge Jesus, contudo, alcançaram já o emblema colchonero num outro número da competição: os golos marcados. O Benfica passou a contar com 61 golos desde a criação da Liga Europa, na época 2009/2010, tantos como o Atlético Madrid, menos três que o recordista PSV Eindhoven. Outro dado estatístico de relevo: nenhuma outra equipa tem tantas presenças nos quartos de final da competição (três). E a vitória de ontem frente ao Tottenham deixou bem encaminhada para que este recorde seja aumentado.

Jorge Jesus: "Eliminatória não está decidida"

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Jorge Jesus ainda não vê o Benfica nos quartos-de-final da Liga Europa.

Os encarnados triunfaram, por 3-1, no terreno do Tottenham, na 1ª mão dos "oitavos" da prova.

O treinador do Benfica reconhece que a vitória em White Hart Lane deixa as águias em posição privilegiada, mas mostra-se cauteloso.

"Mantenho a mesma ideia [a eliminatória não fica decidida na 1ª mão], mas não podemos ignorar que vamos para o segundo jogo em melhor posição. O Tottenham é muito mais forte a jogar fora, tem jogadores muito rápidos como Lennon, Adebayor e Townsend, que não jogou hoje. São fortes no contra-golpe. Mas é melhor ir para o segundo jogo com vantagem de dois golos", afirmou Jesus, à SIC, depois de terminado o encontro da capital inglesa.

Do lado dos jogadores, Rúben Amorim alinha pelo mesmo tom. O médio benfiquista considerou, igualmente após a partida desta quinta-feira, que o desfecho da 1ª mão encerra alguns perigos.

"É um resultado ainda perigoso. O Tottenham tem excelentes jogadores, que podem fazer na Luz aquilo que fizemos aqui. Um dos nossos pontos fortes é a saída para o ataque. Conseguimos fazer três golos, que é sempre importante em jogos fora", disse Amorim, também à SIC.