Atletismo: Benfica sagra-se Bicampeão Nacional em corta-mato curto

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O Sport Lisboa e Benfica revalidou este sábado, em Portalegre, o título nacional de Corta-Mato Curto, fazendo história no Atletismo Nacional.

 

Foi uma equipa forte, unida e muito solidária aquela que se apresentou em Portalegre. O objectivo era claro: revalidar o título… o que foi conseguido na perfeição.

 

Para a vitória colectiva, foram determinantes os atletas Rui Pedro Silva, Ricardo Ribas, Alberto Paulo e Rui Pinto, que não deram hipótese à concorrência.

 

Referir que Manuel Damião venceu a prova individualmente.

 

Com mais esta vitória, o Sport Lisboa e Benfica faz história no Atletismo Nacional, ao tornar-se o único clube a vencer, em dois anos consecutivos, o Campeonato Nacional de Estrada, o Corta-Mato Longo e o Corta-Mato Curto.

Scolari atento a Luisão

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Luiz Felipe Scolari está atento à grande época que Luisão está a realizar e a chamada do capitão do Benfica para integrar a seleção brasileira no Campeonato do Mundo não está totalmente colocada de parte. Com David Luiz e Thiago Silva certos no eixo da defesa e Dante como terceira opção, existem cinco vagas em aberto para o lugar, já que serão chamados quatro defesas-centrais. Além de Luisão, concorrem pelo lugar Marquinhos, Miranda, Alex e Dedé. A esperança é remota mas existe.
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Hélder quer «abrir novo ciclo de vitórias»

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A derrota com o Tondela interrompeu uma série de seis jogos sem perder na Liga 2, sequência que o treinador do Benfica B quer retomar já no próximo encontro com o Sporting da Covilhã. O Benfica B vai receber, este sábado, no Caixa Futebol Campus, o 13.º classificado da II Liga, o SC Covilhã. O técnico, Hélder Cristóvão, antevê uma partida complicada, contudo revela muita vontade no regresso às conquistas. «O nosso objetivo é abrir novo ciclo de vitórias. Nesta Liga 2 não há adversários fáceis. Conhecemos bem o Sporting da Covilhã, é uma equipa com processos muito simples mas bem definidos, assenta o seu jogo nos três homens da frente. O meio-campo é forte, sabe estar e sabe jogar. Mas o jogo deles depende muito dos três homens do ataque, têm transições muito assertivas e temos que estar muito concentrados para que essas não aconteçam», destacou Hélder Cristóvão em declarações à Benfica TV. O Benfica – SC Covilhã é o único encontro da 34.ª jornada agendado para este sábado e está agendado para as 16 horas no Seixal.

João Aurélio recomenda "cuidados" ao Benfica

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sapo

O médio João Aurélio, do Nacional, recomendou, na quinta-feira, ao Benfica "alguns cuidados" quando defrontar na segunda-feira a sua equipa, na Choupana, em jogo da 23.ª jornada da I Liga de futebol.

"Tenho a dizer-lhes que tenham cuidado, porque não somos uns coitadinhos, nem seremos os bombos festa", afirmou o jogador do Nacional, à margem de uma visita a um estabecimento de ensino em Câmara de Lobos.

Apesar do recado deixado aos "encarnados", João Aurélio reconhece que a partida será "naturalmente muito difícil, frente a um Benfica muito forte", mas alega que o Nacional poderá vencer, bastando para tal que a equipa "seja solidária em campo", pois, se assim for, tem a certeza de que conseguirá pontuar.

Para o médio dos "alvinegros", vencer o Benfica não pode ser considerado "uma surpresa", uma vez que, no seu entender, o Nacional tem "uma grande equipa e está a demonstrá-lo com o quinto lugar que ocupa" na tabela.

Para o habitual titular, ganhar o Benfica "dará motivação para os jogos que seguem", assim como para o Nacional conseguir o seu objetivo", mas considera que o Benfica da época passada é algo diferente do atual.

"São benficas diferentes. No ano passado já tinham uma grande equipa, eram orientados na mesma por Jorge Jesus, mas não conseguiram ser campeões, este ano estão muito bem lançados e a jogar bom futebol", considerou.

João Aurélio garantiu ainda que a derrota (2-1), em Braga, na útima jornada, "não vai influenciar em nada o rendimento, porque a equipa sabe o seu valor".

O Nacional, quinto classsificado com 34 pontos, recebe, pelas 20h00 de segunda-feira, o líder Benfica, com 55, em jogo relativo à 23.ª jornada da I Liga, que será arbitrado pelo bracarense Manuel Mota.

 

Benfica participa no torneio sub-19 de Durban

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sapo

A equipa de sub-19 de futebol do Benfica vai jogar um torneio em Durban, na África do Sul, entre 31 de julho e 09 de agosto, anunciou hoje o clube da Luz.

Além do Benfica, vão participar na nova competição sul-africana, hoje apresentada, a seleção sub-19 da África dos Sul e a equipa da academia local, o Everton, da Liga Inglesa, os italianos da AS Roma, os holandeses do Feyenoord, o Boca Juniors argentino e o Santos, do Brasil.

O torneio de Durban vai disputar-se entre 31 de julho e 09 de agosto, num modelo de 16 jogos para apurar o campeão.

 

Nuno Gomes: "Não podem estar a falar de um assunto que nada tem a ver com o jogo"

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Nuno Gomes evitou, esta sexta-feira, alongar-se em comentários sobre o gesto de Jorge Jesus em White Hart Lane, após o terceiro golo do Benfica frente ao Tottenham.

Na altura, o técnico do Benfica dirigiu-se ao treinador dos 'spurs' e mostrou-lhe três dedos, o que irritou profundamente Tim Sherwood.

Para o antigo capitão dos encarnados, "é normal os ingleses falarem sobre isso. Mas foi uma excelente exibição e uma grande vitória. E também não podem estar a falar de um assunto que nada tem a ver com o que se passou dentro das quatro linhas. O Benfica ganhou e muito bem", atirou Nuno Gomes, considerando que as águias fizeram "um jogo perfeito".

Mas, perante esta exibição, o Benfica pode ter um dilema em relação às prioridades para esta temporada? Nuno Gomes defende que, tendo o "título como principal objectivo", o "Benfica também não pode deixar de pensar na Liga Europa", na corrente época.

Confrontado, por fim, ao inicio da noite, com o clássico deste domingo entre Sporting e FC Porto, o antigo internacional português é da opinião que passa pelo jogo entre leões e dragões a possibilidade de o "Benfica ficar mais confortável" na frente do campeonato. Mas não só. Também "o jogo da Madeira [Nacional-Benfica, na segunda-feira] é importante", concluiu.

Nuno Gomes falava em Lisboa, à margem de uma iniciativa do Governo Regional dos Açores, na Bolsa de Turismo que decorre na FIL, na capital portuguesa. O ex-ponta-de-lança é o patrono da edição de 2014 de um torneio juvenil, marcado para o Arquipélago, e agora apresentado.

«1, 2, 3... my name is... André»

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“One, two, three... my name is André!” que é como quem diz, “um, dois, três... o meu nome é André!”. Esta foi a frase que esteve na origem do “bate-boca” entre Jorge Jesus e Tim Sherwood. Para que o destinatário da mensagem a entendesse bem, o treinador do Benfica pronunciou-a em inglês, alto e bom som (e com três dedos esticados), segundos depois de Luisão ter marcado o terceiro golo ao Tottenham. Com este gesto, o técnico dos encarnados quis “acertar contas” publicamente com homem que no mês de dezembro terá tido papel determinante no despedimento de André Villas-Boas, de quem JJ se aproximou bastante devido aos momentos de saudável convívio nos fóruns da UEFA.

Este Benfica, uma máquina de defender

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Desde 15 de dezembro que o Benfica não sofre um golo de bola corrida. É curioso que assim seja, porque o jogo do algarve só sublinhou a má fase que a equipa atravessava. Por essa altura, Jesus via Artur deslocar-se ao fundo da baliza em praticamente todos os jogos.

Do Algarve para cá, 17 jogos e apenas dois golos sofridos. Em Barcelos, no seguimento de um canto. Em Londres, de livre direto.

Os quatro defesas têm oscilado um pouco. Sílvio, de vez em quando, até Jardel.

As grandes alterações aconteceram atrás, com a entrada de Oblak, e à frente, com a titularidade regular de Fejsa, sobretudo depois de Matic ter rumado ao Chelsea.

As duas alterações têm peso.

Na baliza, Artur estava a ser um foco de instabilidade. Além dos golos em que teve responsabilidade direta, somou falhas em número incomum no guarda-redes de um grande. Oblak, sem ainda ter feito uma exbição notável, passa calma e tranquilidade. E isso ajuda sempre.

À frente da defesa, Fejsa passou a ser um jogador mais presente.

Ao contrário de Matic, que procurava outros terrenos e gostava de ter a bola, Fejsa é sobretudo um médio que gosta de defender. Sabe posicionar-se e compreende que a sua tarefa é, antes de qualquer outra, ajudar a equilibrar a equipa.

Isso faz-se protegendo o centro do terreno, o que lhe permite estar sempre presente quando é preciso dobrar alguém num flanco ou, muito relevante, reforçar a zona central. Hoje em dia, o Benfica colocou portagens em todoas as portagens e autoestradas.

Os principais beneficiados com esta forma diferente de colocar o meio campo são os defesas, sobretudo os centrais. E é por aqui que chegamos a Luisão.  É verdade que somou dois golos ao que tinha marcado ao Estoril. Todos eles de enorme importância, particularmente impressionante o 3-1 em Londres. Paremos um pouco, precisamente aí.

O golo não foi só um bom movimento de Luisão, um gesto de oportunidade. Ali, o que impressiona é a potência do remate e a colocação. Só um jogador a viver uma fase de incrível confiança escolheria aquela opção. Luisão é esse jogador. Dez depois do primeiro dia na Luz, está a assinar a melhor época.

De máquina temível de futebol ofensivo, o Benfica montou uma máquina de defender, sem perder a capacidade para incomodar e chegar perto da baliza do adversário. Para que isto sucedesse, diversos jogadores tiveram de acreditar que é tão importante reagir à perda de bola como levá-la para a frente.

De todos os futebolistas, Gaitan talvez tenha sido o que mais mudou. É hoje um extremo competitivo, como por exemplo já era Salvio. Como Markovic aprendeu depressa o que é preciso para jogar ao mais alto nível, o Benfica consegue utilizar quatro jogadores de ataque sem se desequilibrar quando tem a bola. Boa atitude mental, saúde física, concentração e conhecimentos táticos são os ingredientes. Como se percebe, não é fácil garantir tudo isto junto. Para já, está em marcha há três meses. Com sucesso inegável. O Tottenham foi o último a compreendê-lo.

Depois de várias épocas a apostar na vertigem do ataque, e para isso levando os jogadores ao esgotamento, não deixaria de ser irónico se o sucesso chegasse no ano em que Jesus mais reparou na necessária capacidade para defender.