Rennes quer comprar Nélson Oliveira
Guilherme Siqueira é “reforço” certo para o clássico com o FC Porto, o primeiro jogo do campeonato do novo ano a realizar no Estádio da Luz. No entanto o regresso à competição do esquerdino deverá acontecer alguns dias antes no encontro com o Gil Vicente, referente à Taça de Portugal. A intenção de Jesus é lançar o jogador nesse desafio para que ganhe algum ritmo competitivo e assim estar em melhores condições físicas de ser opção para o clássico. O lateral que veio do Granada não veste a camisola encarnada desde o dia 23 de novembro, altura em que se realizou o encontro com o Sp. Braga, da 10.ª jornada do campeonato. Nessa partida Siqueira jogou 71 minutos mas voltou a ser traído por problemas físicos e teve de ser substituído. Na altura até se pensou que a lesão não obrigasse a uma longa paragem mas exames complementares realizados posteriormente no Seixal diagnosticaram um problema mais complicado. Mas afinal qual a lesão de que padece o lateral? Siqueira apresentou problemas na púbis no passado e chegou mesmo a ser submetido a uma intervenção cirúrgica quando vestia a camisola do Granada. Tudo parecia resolvido mas o facto de não ter feito uma pré-época igual à dos companheiros no último verão fez com que os problemas na púbis voltassem a apoquentar o jogador. Por isso e para que esta lesão, sempre incómoda para os futebolistas, não voltasse a manifestar-se os responsáveis encarnados decidiram que o brasileiro teria de parar até ficar totalmente recuperado. E neste período, Siqueira começou por ser submetido a tratamento mas tem também realizado vários treinos específicos na tentativa de compensar a pré-época que não chegou a fazer em Granada.
Internacional grego do PAOK deixou Lisboa em 2009 e, cinco épocas depois, vai reencontrar o antigo clube nos 16 avos-de-final da Liga Europa... RECORD – O que sentiu quando soube que terá de defrontar o Benfica na Liga Europa? KATSOURANIS – Foi incrível. Estive três épocas no Benfica e foram anos muito bons. O futebol em Portugal é muito bom, e em Lisboa tive excelentes condições para trabalhar. O Benfica é um dos melhores clubes da Europa e eu podia jogar lá toda a vida, não me importava. Será uma felicidade voltar ao Estádio da Luz, pois os adeptos gostavam muito de mim. Sempre dei tudo por eles, mas agora jogo no PAOK e, por isso, vou querer ganhar. Vai ser especial. R – Acredita que o PAOK pode superiorizar-se ao Benfica? K – Temos a noção de que não somos os favoritos nesta eliminatória. O Benfica foi à final, na última época, e a nossa equipa não é presença assídua nas provas europeias. Vamos defrontar jogadores mais experientes neste tipo de partidas.
Yannick Djaló também deve sair do clube em janeiro, durante a reabertura do mercado. O extremo de 27 anos não encontrou colocação no defeso e, como não entrava nos planos de Jorge Jesus, a solução passou pela transferência para a equipa B, onde se tem treinado desde o verão, mas sem jogar, porque não foi inscrito, situação igual à de Carlos Martins. Recorde-se que o internacional português alinhou na época passada ao serviço do Toulouse, de França, por empréstimo, tendo realizado 20 jogos, mas apenas com um golo marcado. O mercado gaulês poderá voltar a ser o mais acessível para o jogador formado no Sporting, que o Benfica contratou há quase dois anos, no mercado de inverno, tendo assinado com ele um contrato de quatro épocas e meia, ou seja, válido até 2016. Yannick também pretende voltar a jogar, pelo que fará tudo para encontrar colocação a breve prazo.
Num encontro bastante partilhado, foram os "encarnados" a inaugurar o marcador, aos nove minutos, através de Valter Neves.
Os "leões" dispuseram de várias oportunidades para empatar o marcador, mas a maior experiência dos visitantes permitiu que o Benfica evitasse sempre o golo, chegando ao intervalo a vencer por 1-0.
No recomeço da partida, numa boa jogada "verde e branca", André Moreira fez o empate.
Só depois dos 30 minutos, houve novo golo e foi para o Benfica, por João Rodrigues. A seguir, num livre direto, após a 10.ª falta "encarnada", Ricardo Figueira restabeleceu a igualdade (2-2).
Ainda se festejava quando Diogo Lã marcou o terceiro para o Sporting, bisando dois minutos depois.
No entanto, o Benfica respondeu bem e João Rodrigues em apenas dois minutos igualou o jogo a quatro para, pouco depois, fazer o 4-5.
O resultado final chegaria por culpa da 15.ª falta sofrida pelo Sporting, com Ricardo Figueira, chamado a bater o livre, a permitir a defesa, mas a não falhar na recarga.