«Treinar o Benfica é um dos meus grandes sonhos» - Fran Escribá

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«Treinar o Benfica é um dos meus grandes sonhos» - Fran Escribá
 

Por Pereira Ramos, correspondente em Espanha

 

O treinador espanhol de 48 anos foi adjunto de Quique Flores no Benfica, na época 2008/09, e recorda com lamento profundo o ano que passou na Luz. Explica o que correu mal nessa temporada e revela a ambição de regressar pela porta grande. Por agora, só pensa no Elche, atual 11.º classificado na I Liga espanhola.

- Foi premiado como melhor treinador da II Liga espanhola pelo jornal Marca, por ter levado a equipa à I Liga na época passada. A distinção surge quatro anos depois de deixar a Luz. O que recorda dessa passagem?

- As recordações que tenho da minha passagem pelo Benfica são maravilhosas. E digo-o com sinceridade. A nível pessoal, foi um dos anos mais felizes da minha vida e, no aspeto profissional, embora tenhamos conquistado apenas uma Taça da Liga, a minha impressão é a de que a equipa técnica de que fazia parte poderia ter feito muito melhor. Num clube tão grande como o Benfica, podíamos e devíamos ter conseguido bastante mais. Saímos com o lamento de não termos sido capazes de ganhar o Campeonato português e de não termos feito um melhor papel na Liga Europa. Tenho a profunda sensação de estar em dívida com o Benfica.

- Acredita que algum dia poderá pagá-la?

- Oxalá isso seja possível. Ser treinador do Benfica é um dos meus grandes sonhos.

- Como treinador principal, certamente?

- Sim. O tempo de ser adjunto já passou, mas continuo a ser o mesmo, continuo a trabalhar as mesmas horas, com a mesma dedicação e entusiasmo, só que agora sou uma figura mais pública, sou mais conhecido, estou em primeiro plano e, logicamente, tenho uma responsabilidade maior. Daqui para a frente, o que resta da minha carreira, seja bom ou mau, sempre será por minha conta.

- Porque alimenta essa vontade de voltar?

- Trabalhei no Getafe, no Valência, no Atlético de Madrid e agora no Elche e em todos estes clubes fui muito bem tratado. Mas o Benfica é qualquer coisa de muito especial. É preciso ter vivido em Portugal para compreender o que significa o Benfica para o País e para os portugueses. Eu já me sentia mais um benfiquista e é essa grande simpatia pelo clube que torna ainda maior a minha frustração de ter saído sem conseguir para o Benfica os títulos que lhe deveríamos ter dado. Tenho uma grande recordação dos tempos que lá passei e esse sentimento de que devo algo ao clube é um dos que mais me fazem sonhar com a hipótese de poder regressar ao Benfica, Deus sabe quando.

- Agora está lá Jorge Jesus.

- Evidentemente. Sou o primeiro a respeitar o trabalho dele e todos devem deixá-lo tranquilo e apoiá-lo para que o faça o melhor possível e consiga grandes êxitos. Estou a falar só duma hipótese. Agora estou no Elche e estou bem, é um projeto aliciante e tenho mais dois anos de contrato.

- Então, para quando um regresso ao Benfica?

- Se um dia Luís Filipe Vieira ou Rui Costa me chamarem e eu puder, lá irei. Por agora, estou bem no Elche e deixemos Jorge Jesus em paz.



10:48 - 04-12-2013

Benfica pergunta por Piotr Parzyszek

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Benfica pergunta por Piotr Parzyszek

DOETINCHEM (HOLANDA) - O clube de topo português Benfica contactou oficialmente o De Graafschap sobre o ponta-de-lança Piotr Parzyszek de 20 anos.

"O Benfica segue o Piotr já há algum tempo. Já viram vários jogos dele, tanto no De Graafschap como na Selecção Sub-21 da Polónia", diz o director-geral Henk Bloemers do clube Holandês. "Agora contactaram-nos oficialmente para falar de uma transferência".

Melhor marcador

Parzyszek está a ter um desenvolvimento alucinante nesta época. O avançado de Arnhem é o melhor marcador da Eerste Divisie (2a liga) com quinze golos e ultimamente tem lugar assegurado na Selecção Sub-21 da Polónia. Ainda não é conhecido se o Benfica quer contratar o ponta-de-lança do De Graafschap já em Janeiro.

 

Benfica meldt zich voor Piotr Parzyszek

DOETINCHEM - De Portugese topclub Benfica heeft zich officieel bij De Graafschap gemeld voor spits Piotr Parzyszek (20) van de Doetinchemse eerstedivisionist.

„Benfica volgt Piotr al geruime tijd. Ze hebben hem vaak bekeken, zowel bij De Graafschap als bij Jong Polen”, zegt algemeen directeur Henk Bloemers van de Achterhoekse club. „Nu hebben ze zich ook officieel gemeld bij ons om te praten over een transfer.”

​Topscorer
Parzyszek maakt dit seizoen een stormachtige ontwikkeling door. De aanvaller uit Arnhem is topscorer van de eerste divisie met vijftien treffers en wordt de laatste tijd ook steevast opgeroepen voor Jong Polen. Het is nog niet bekend of Benfica de spits van De Graafschap al in de winterstop over wil nemen.

 

Aposta em Cancelo afasta Luís Felipe

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A aposta em João Cancelo como lateral-direito para o futuro é uma das razões para o Benfica não querer adquirir mais jogadores para aquela posição, além de que Maxi Pereira tem contrato até 2015 e André Almeida ter conquistado um lugar no plantel.

Esta máxima foi vincada internamente quando se começou a falar de um alegado interesse dos encarnados no lateral-direito Luís Felipe, do Palmeiras, e mais ainda nas últimas horas, na sequência de uma notícia da edição online do jornal brasileiro Lance!, que falava de um pré-contrato assinado pelo jogador com o Benfica, válido por quatro anos, e que inclusive viajaria para Lisboa na terça-feira para submeter-se a exames médicos.

Ao que A BOLA apurou, nenhum destes factos corresponde à verdade, tal como outro elemento avançado no lado de lá do Atlântico: que o Palmeiras teria entrado em contacto com o Benfica para trocar Luís Felipe por Alan Kardec, avançado emprestado pelos encarnados ao Verdão.

As águias negam tais conversas, mas o nosso jornal sabe que mesmo que esse cenário fosse proposto, o executivo liderado por Luís Filipe Vieira não o aceitaria. Por duas razões: se quisesse Luís Felipe esperaria por março, data em que o jogador de 22 anos termina contrato; e porque o lateral não entra mesmo nas contas, pela razão invocada no início do texto, para não prejudicar a ascensão do português de 19 anos.

Sabe A BOLA, no entanto, que Luís Felipe está referenciado pelos benfiquistas, tal como outros jogadores de diversas latitudes, mas na Luz parece haver uma inversão de paradigma - a SAD vai estar menos ativa no mercado nos próximos tempos, não apenas porque a formação começa a dar frutos (Cancelo é mesmo para apostar, tal como Ivan Cavaleiro ou Bernardo Silva) mas também graças a uma situação financeira que aconselha mais contenção a partir de agora, depois de atingido um nível de endividamento bastante alto, o qual é justificado pela compra de jogadores e pela travagem às saídas, no último defeso.

Final da Champions na Luz: os detalhes de um momento único

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FPF está a preparar, em conjunto com a UEFA, a «melhor final de sempre» da prova milionária. Números impressionantes de uma ação em grande escala onde todos podem sair a ganhar

Há momentos que só vivemos uma vez na vida. 

Uma final da maior competição europeia de futebol, a prova de clubes mais apetecida no Mundo, em solo português, será, eventualmente, um desses momentos especiais. 

A Federação Portuguesa de Futebol avançou para a candidatura da final da Champions na Luz tendo um forte motivo simbólico por trás: 2014 é o ano do centenário da FPF e nada melhor para assinalar em grande a data redonda do que acolher o jogo decisivo da Liga dos Campeões. 

Os dados gerais do plano que está a ser preparado foram expostos, esta terça ao início da tarde, pelo diretor-geral da Federação, Tiago Craveiro, no Future Football Congress, que se realizou na Maia. 

E os números, de facto, impressionam. Falam por si: expetativa de 400 a 500 euros de consumo, em média, por visitante; estimativa de 110 milhões de espetadores pelas transmissões televisivas em todo o Mundo; planeamento iniciado 18 meses antes do evento; 14 elementos da FPF e 30 da UEFA especialmente dedicados ao projeto final da Champions a funcionar «em espelho», com dois elementos da UEFA para cada da FPF por tatefa);300 elementos de staff da organização a partir de maio;1.110 elementos da PSP e 750 stewards;150 elementos de emergência médica;400 figurantes para as cerimónias de abetura e encerramento e 150 voluntários;seis mil pessoas envolvidas na organização, num rácio impressionante de uma pessoa da organização para cada dez espetadores (seis mil/61 mil). 

A melhor final de sempre

O objetivo da FPF é assumidamente ambicioso: «Queremos organizar a melhor final de sempre da Champions», admite Tiago Craveiro. O diretor-geral da Federação, pessoalmente empenhado na empreitada, aponta, sem dúvidas: «Esta será, de longe, a operação mais complexa jamais feita em Portugal para um jogo». 

E para grandes objetivos, grandes planos: para esta final estão nomeados dois embaixadores e não apenas um. Eusébio e Figo, os dois Bolas de Ouro portugueses que deixaram atividade (o terceiro, CR7, esperemos que ainda se mantenha por muitos e bons anos...) 

Eusébio venceu em 1962, Figo em 2002. Ambos serão caras cruciais na representação do projeto final da Champions na Luz em 2014, um pouco por todo o Mundo.

Os eventos adicionais

Não será «só» o jogo decisivo da Champions 2014 que será organizado em maio, em Lisboa. A Luz acolha, dia 24 desse mês, o grande duelo, mas dois dias antes terá lugar, no Restelo, a final da Champions feminina, um setor em que a UEFA e a FPF, pela via da promoção e desenvolvimento do futebol, apostam cada vez mais. 

Entre 22 e 24 de maio, no Terreiro do Paço terá lugar o Champions Festival, com uma zona privilegiada da cidade a ficar entregue a atividades relacionadas com a final, muito viradas para o divertimento e para a expressão do sentimento clubístico dos adeptos. 

O que está a ser melhorado

Apesar de ser o maior estádio português, e de já ter acolhido uma final de um Campeonato da Europa, em 2004, o Estádio da Luz necessitará de melhorias que foram exigidas pela UEFA e que já estão incluídas no projeto exposto esta terça-feira.

Uma dessas melhorias tem a ver com a instalação de uma tenda para convidados de patrocinadores, um ponto especialmente importante na lógica da Champions. Os bilhetes para sponsors têm compromissos de venda prioritária.

Os bilhetes mais caros

Vender uma final da Champions não será, propriamente, a tarefa mais difícil nesta megaoperação. Olhando para as últimas edições, a procura é, de facto, impressionante.

E nem os lugares mais caros são difíceis de escoar. Bem pelo contrário: por esta altura, já não serão muitos os pacotes VIP disponíveis... apesar da exorbitância dos preços: 4.440 para o Super Platinum, com os restantes pacotes VIP a custarem 3.950, 2.950, 2.450 e 1.950 euros. 

Mas não se preocupem com valores tão elevados: serão, certamente, esgotados rapidamente. Não se tratam de bilhetes únicos, são pacotes de 15 ou 21 lugares, mas são vendidos ao camarote e comprados por grandes empresas internacionais, geralmente.

Tratam-se de 3.400 bilhetes a englobar nestes pacotes VIP, onde se espera que haja tratamento mesmo... top.

Portugueses devem ser minoria

No restante, cada clube finalista terá direito a 25 mil bilhetes. Nos restantes, para público em geral, não é certo que sejam na maioria para portugueses.

A experiência da UEFA aponta para que só 25% dos bilhetes reservados para o público em geral sejam destinados a adeptos do país organizador.

Articulação com Câmara e clubes

A operação final da Champions envolve várias entidades, tendo a UEFA e a FPF como principais vértices. No caso do Comité Organizador Local, a FPF tem dois parceiros fundamentais: a Câmara Municipal de Lisboa e os clubes que acolhem os jogos (Benfica e Belenenses). 

Na final de Londres, por exemplo, além do grande jogo em Wembley, o Chelsea esteve envolvido, por via da partida em Stamford Bridge.

Há, nesse sentido, 16 elementos do Benfica especialmente focados nesta operação, mais quatrodo Belenenses, cinco da Câmara Municipal de Lisboa, um dos aeroporto e dois dos bombeiros.

É que para lá de toda a operação logísticanas áreas desportivas, esta final tem pontos críticos nas acessibilidades. 

O estacionamento

Outra grande preocupação da organização é, por isso, o estacionamento. O plano final para acolher os adeptos só poderá ser feito quando se souber a nacionalidade dos dois clubes finalistas. 

Tiago Craveiro explica: «Se um dos clubes finalistas for espanhol, isso vai implicar uma pressão automóvel muito maior. Se for da Rússia, por exemplo, já implicará que eles venham de avião e depois cheguem autocarros à zona do estádio».

Nesse sentido, há que prever vários planos antecipadamente. Para o estacionamento estarão previstos parques para acolher cerca de dois mil carros e mil autocarros. 

Todos podem sair a ganhar 

Nestes tempos de cinto apertado, e perante o que a construção do estádios do Euro pôde implicar nas contas do Estado, sobram sempre algumas reservas sobre a organização de eventos desta dimensão em Portugal.

Tiago Craveiro assumiu, na exposição feita no TECMAIA, uma ideia clara em relação a isso: «Este evento puxa por Portugal. Logo a seguir à final, teremos Portugal no Mundial, muito por mérito de Cristiano Ronaldo e dos seus companheiros. E é importante que se saiba, nesta altura, que a atividade gerada por esta final trará receitas fiscais ao Estado, pela via do IVA e outros impostos que daria para pagar perto de dez anos de subsídios que o Estado dá ao futebol jovem».

Uma ideia que vai ao encontro de outra que, recentemente, o presidente da FPF, Fernando Gomes, que lembrou que  que a Federação é «uma entidade privada, ainda que com utilidade pública desportiva, como os clubes» e que «dá muito mais do que recebe ao Estado». A FPF recebe cerca de um milhão de euros (perto 2,5% do seu orçamento) e dá, em impostos, 7,5 milhões ao Estado. 

Sport TV. Clubes de futebol perdem até 140 milhões com a divisão da empresa

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Análise de Luís Cabral recomenda chumbo da operação e salienta que clubes podiam estar a encaixar até 200 milhões com direitos

A operação que visa dividir o controlo da Sport TV entre as duas maiores operadoras de televisão do país voltou à estaca zero, o que voltou a apontar os holofotes para este negócio, que perdeu mediatismo devido às operações que entretanto se registaram nas telecomunicações, com a fusão da Zon com a Optimus e o desvio da Portugal Telecom para o Brasil. Foi precisamente pela fusão da Zon com a Optimus, segundo avançou ontem o "Diário Económico", que a partilha de poder negociada entre a PT e a Zon para a Sport TV voltou à estaca zero.

A operação em causa foi notificada no início deste ano e consiste na divisão em três partes iguais do poder nas empresas Sport TV, Sportinveste e PPTV, que assim ficarão nas mãos da Controlinveste, da Zon Optimus e da Portugal Telecom. A PPTV é a empresa que detém os direitos dos jogos relativos aos escalões principal e secundário das competições da Liga de Futebol Profissional (LPFP) e daquelas em que participa a selecção nacional, revendendo-os à Sport TV. O negócio tem levantado alguma polémica, sobretudo porque concentra conteúdos premium, os direitos de transmissão de jogos de futebol nos dois maiores operadores de televisão. O problema é que já hoje, ainda sem esta fusão, este mercado é muito criticado.

Leia amanhã o texto na íntegra no ionline e na edição em papel

 

Futebol português vai ter um 'draft' como a NBA

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DN

O presidente da Académica, José Eduardo Simões, anunciou a realização de um encontro aberto a todos os clubes profissionais de futebol, a 08 de dezembro, para que, "à mesma mesa", possam trocar, emprestar ou contratar jogadores entre si.

A iniciativa é inédita, já tem o título de "draft" do futebol português e surge na sequência do encontro dos 14 clubes que hoje se reuniram em Matosinhos para reiterar o requerimento de uma Assembleia Geral extraordinária da Liga com vista à destituição do presidente da direção, Mário Figueiredo.

"Porque estamos preocupados com a sustentabilidade do futebol, vamos promover uma escolha conjunta na abertura do mercado, aberta a todos os clubes, para empréstimos, cedências e transferências", afirmou José Eduardo Simões.

Segundo o presidente da Académica, esta iniciativa resulta da evidência de que "a resolução dos problemas do futebol português passa pelos clubes e não pela falência que está a promover o presidente da Liga".

 

Mário Figueiredo acusa Olivedesportos

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sapo

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) considera que o movimento de alguns emblemas visando a sua destituição assenta em pressões do operador que detém os direitos de transmissão televisiva da grande maioria das equipas.

«O que está em causa é que estamos a chegar ao mês de dezembro - altura em que o operador [Olivedesportos] paga a primeira prestação [dos direitos televisivos] aos clubes relativos à época em curso - e os clubes estão numa situação de estado de necessidade perante esses pagamentos», disse hoje Mário Figueiredo, à margem de um seminário em Lisboa sobre "Direitos Televisivos no Desporto".

O presidente da Liga de clubes defende que a capacidade de negociar coletivamente os direitos televisivos dos clubes de futebol profissionais deve estar centralizada na estrutura que dirige e apresentou em outubro do ano passado uma queixa na Autoridade da Concorrência contra a situação atual no futebol português.

Vários clubes de futebol das ligas profissionais reúnem-se hoje no Porto para concertar posições com vista à destituição do atual presidente da LPFP.

Mário Figueiredo diz que neste momento "está a haver uma certa pressão do operador em relação aos clubes", sobretudo sobre aqueles que estão mais próximos das posições da Liga, atrasando pagamentos ou substituindo as transferências de soma por letras.

«Aquilo a que estamos a assistir neste momento é a medidas desesperadas por parte do operador, que (...) está a fazer pressão junto dos clubes, nomeadamente a alguns clubes que estão mais do lado da Liga, que em vez de cheque ou dinheiro são pagos em letras», exemplificou Mário Figueiredo.

Para o presidente da Liga, o operador tem prejudicado os clubes que estão próximos da Liga «em relação a outros que podem estar a servir de ponta de lança dos interesses do operador».

O dirigente da Liga reiterou que os direitos de transmissão televisiva dos clubes em Portugal repercutem-se num volume de negócios que ronda os 150 milhões de euros, dos quais menos de metade chega aos clubes.

«Os clubes na sua globalidade estão a receber 60 milhões. Não é aceitável que os clubes sejam espoliados de dois terços das receitas que andam à volta do futebol. Foi o facto de ter posto o dedo na ferida e ter demonstrado publicamente estas contas que criou esta situação. Obviamente, é difícil para os clubes morderem a mão que ainda os alimenta», concluiu.

 

Diamantino: "Jorge Jesus está fazer um bom trabalho"

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RR

Diamantino Miranda fala de um Benfica que "tem todas as condições" para ser campeão, dando continuidade ao "esforço enorme" que o presidente Luís Filipe Vieira tem feito para reforçar a equipa.

Em declarações a Bola Branca, o antigo capitão do Benfica, elogia o trabalho de Jorge Jesus, considerando-o como "bom" no cômputo geral.

Diamantino fala de um Benfica em "crescendo", com jogadores que começam a aparecer como "Lima, Rodrigo, Matic e Enzo Pérez", e que pode aproveitar "este momento do FC Porto", mas lembra que a crise dos azuis e brancos "não vai demorar muito tempo" a ser resolvida.

O actual treinador, agora sem clube, fala de um FC Porto com um plantel "mais fraco" devido à saída de "jogadores importantes". Ainda sobre o campeonato, Diamantino elogia a"excelente" campanha do Sportig, mas não acredita que a "juventude" vá suportar a "pressão" do primeiro lugar.