Valter Neves e o Vendrell: “Entrar na pista ao mais alto nível”
Jorge Jesus: “No Campeonato há sempre margem para recuperar”
Está tudo a postos para o encontro desta sexta-feira, frente à Académica. Na sala de conferência de imprensa do Caixa Futebol Campus, o técnico Jorge Jesus deixou no ar a possibilidade de Siqueira, Fejsa e Markovic poderem estar aptos para o encontro.
“Para o jogo da ‘Champions’ estará certamente, só se acontecer alguma coisa entretanto. O único que não está pronto, em termos clínicos, é o Salvio. Os outros todos, se eu quiser, estão prontos para o jogo com a Académica”, começou por dizer.
Os cinco pontos de desvantagem para o primeiro classificado não são uma preocupação para o técnico “encarnado”, para quem só as vitórias do Benfica interessam. “Tirando o jogo da Taça de Portugal, onde quem perder sai, há sempre margem para poder recuperar. O que nos pode preocupar são as margens de tempo de jogo para jogo, tanto o antes como o depois. O que mais nos agradou foi a nossa vitória com o Nacional da Madeira, o jogo com os nossos rivais não nos moralizou. O que nos moralizou foi ganhar ao Nacional”, garantiu.
Um dos assuntos inevitáveis foi Ivan Cavaleiro, que tem dado nas vistas nos últimos tempos. Para Coimbra, o médio ofensivo “encarnado” deve integrar o grupo de convocados. “A titularidade já é ele estar no plantel da equipa principal, tem feito por isso. No Futebol o trabalho é diário e não podemos olhar muito nem para o passado nem para o futuro. O presente é que conta. Face ao jogo do Ivan, estou a pensar convocá-lo para o encontro com a Académica mas amanha há treino e eu não sei o que poderá acontecer. Se nada acontecer de anormal, o Ivan Cavaleiro estará no jogo em Coimbra”, disse o técnico.
Se fosse Jorge Jesus a decidir, Cristiano Ronaldo seria o vencedor da Bola de Ouro. “Ronaldo e Messi são, talvez, os dois melhores jogadores do Mundo neste momento e, como português, se tivesse que votar escolheria sempre o Ronaldo como é óbvio”, afirmou.
O Académica – Benfica, referente à 9.ª jornada do Campeonato Nacional, está agendado para as 20h30 desta sexta-feira, no estádio Cidade de Coimbra.
Jorge Jesus e a Académica: “Vamos para este jogo com confiança”
O treinador da equipa principal do Sport Lisboa e Benfica, Jorge Jesus, anteviu, esta quarta-feira, a partida referente à 9.ª jornada da Liga portuguesa diante da Académica, onde não se escusou a admitir que vai sentir complicações na partida.
“É uma equipa que fez um bom resultado, e o valor da equipa e os jogos em Coimbra mostram que é difícil lá jogar. O lema habitual é que temos de estar preparados para as dificuldades e responder a essas dificuldades. É dentro dessa confiança que vamos para este jogo”, analisou.
Os “estudantes” são a turma com menos golos marcados na Liga, mas o técnico desvalorizou: “É a equipa com menos golos no Campeonato, mas não é um facto que possamos realçar. O importante analisar os golos marcados e sofridos no final da competição. A Académica é uma equipa com jogadores com qualidade no ataque. Têm experiência e vão estar motivados.”
Instado a comentar se é difícil motivar um jogador para a partida com a Académica antes da Liga dos Campeões, Jorge Jesus assumiu: “É mais difícil depois. O Campeonato é uma competição que queremos conquistar e estamos ligados a essa prova e às restantes que disputamos. Agora vem o Campeonato e é aí que estamos ligados.”
O encontro com a “briosa” é o próximo e é mais difícil. Para o timoneiro vão a Coimbra os que estão em melhor forma neste momento. “Os que estão melhor para o jogo com a Académica são os que vão jogar. Sabemos que o jogo não vai ser fácil mas vamos montar a equipa em função desse desafio”, sustentou.
O Académica – Benfica está marcado para as 20h30 de sexta-feira, no estádio Cidade de Coimbra.
Jesus sem poupanças em Coimbra a pensar no Olympiakos
O treinador do Benfica assegura que vai apresentar, sexta-feira, a melhor equipa frente à Académica, encontro da 9.ª jornada do campeonato, sem pensar no duelo de terça-feira com o Olympiakos, para a Liga dos Campeões. «Os 18 que acharmos que estão melhor serão os que vão para o jogo com a Académica. No ano passado, não ganhámos em Coimbra (2-2), temos a consciência que não vai ser fácil mas vamos montar a equipa para a Académica sem olhar para o jogo com o Olympiakos», disse Jorge Jesus em conferência de imprensa. «O campeonato é uma competição que queremos voltar a conquistar. Estamos muito ligados às duas competições e o que importa agora é o campeonato, depois vem a Champions. Vamos pensando competição em competição», acrescentou. Sobre a Académica: «É uma equipa com valor e, normalmente, os jogos em Coimbra são difíceis. Temos de estar preparados e ter capacidade para dar resposta às dificuldades. É com essa intenção que vamos para cada jogo.» Questionado sobre o facto de a Académica ser a equipa com menos golos marcados no campeonato esta época: «Não é um facto que possamos realçar face às jornadas realizadas. Essas análises são importantes no final das competições. É uma equipa que tem jogadores com qualidade e experiencia em termos ofensivos e tenho a certeza que vamos encontrar um adversário motivado.»
«Jogar pela equipa A foi sonho tornado realidade» - Lindelof
Victor Lindelof, médio sueco da equipa B do Benfica, esteve em destaque como um dos jogadores que participou na vitória das águias sobre o Cinfães no jogo a contar para a Taça de Portugal. Aquela primeira experiência aguçou o apetite ao jogador por voos mais altos. «Fiquei muito feliz com a oportunidade. É um sonho que se tornou realidade, todos os jogadores da equipa B pretendem dar o salto para a A. Fiquei muito feliz por poder jogar pela equipa principal», disse o jogador que chegou na temporada passada do Vasteras da Suécia. «Sei que para a minha posição há jogadores muito bons, mas trabalho muito todos os dias para ser melhor. Agora estou na equipa B, mas claro que sonho em chegar à equipa principal. Como eu disse, há um longo caminho para fazer e tenho de trabalhar com a esperança que me chamem no futuro», acrescentou. Stromberg, Jonas Thern, Stefan Schwarz, Magnusson são suecos que ficaram para sempre ligados à história do Benfica. Lindelof admite que gostaria de ser mais um natural daquele país a ficar na memória dos encarnados: «Bem, sinceramente não sei se vou ser mais um sueco assim tão bem sucedido. Eles foram realmente grandes jogadores. Foram alguns dos melhores jogadores suecos de todos os tempos. No Benfica, todo o staff de apoio técnico trata muito bem os jogadores. Não sei se vou ser mais um dos grandes jogadores suecos da história do Benfica, depende de como vai ser a minha carreira no Clube e da forma como trabalharei», sustentou. «A minha ambição é ser o melhor jogador que conseguir ser. O meu sonho é chegar a um dos grandes Campeonatos europeus. Claro que pretendo ser um dos melhores jogadores, sei que tenho um grande caminho a percorrer mas é o meu sonho», terminou.
«Se tivesse continuado, hoje seria o LE do Benfica» - Bruno César
Não tivesse o brasileiro sido vendido ao Al Ahli, por €5,5 milhões, e hoje a carreira dele poderia ter mudado, segundo o próprio. Em entrevista a A BOLA, revela que foi Luís Filipe Vieira a forçar a saída, contrariando a opinião de Jorge Jesus, treinador que tem muitas semelhanças com... Vítor Pereira. «Seguem a mesma linha», diz.
Como está a correr experiência no Al Ahli, na Arábia Saudita, quase um ano depois de ter saído do Benfica? - Já me adaptei completamente, ainda para mais com a chegada de Vítor Pereira. É um grande treinador que todos em Portugal já conhecem. É um vencedor, onde passou no FC Porto.
O que teve de mudar no seu estilo de vida? - Temos de respeitar os horários deles, têm as cinco rezas, os treinos são à noite, é muito difícil fazermos dois treinos diários porque durante o dia não dá, devido ao calor. Não dá para treinar tanto como em Portugal ou no Brasil. Temos de nos adaptar mas já me acostumei ao estilo de jogo também. O clima é muito seco, temos de beber muita água, o desgaste é grande, mas nada que faça a diferença.
Quase um ano depois da saída do Benfica, acha que foi a melhor decisão? - Acho que sim. Para mim naquela altura não estava a jogar, estava a ser bastante contestado. Fiz uma primeira época muito boa mas sem saber porquê não jogava, não tinha oportunidades. Para mim foi a melhor decisão e para o Benfica também. O presidente queria que eu saísse.
O treinador também? - Não. Era diferente. Alguns queriam que eu saísse, mas Jorge Jesus queria que eu ficasse. Acho que pesou mais a decisão da presidência. Havia muitos interesses por detrás que queriam que eu fosse embora mas isso agora já é passado, já foi, agora é viver o presente.
Se ficasse teria sido transformado em lateral-esquerdo? - Pelo que estava a treinar quando saí, estaria a jogar, sim. Estive a treinar naquela posição durante dois meses. Aprendi muito a marcar como lateral, Jesus ensinou-me muita coisa e podia aprender, não seria problema algum. Não me faz diferença jogar a lateral, ala ou 10.
É uma posição com uma tradição especial no Benfica, nomeadamente as adaptações. Se não tivesse saído, poderia ter transformado a sua carreira? - Acho que sim. Se tivesse continuado, hoje poderia ser o lateral-esquerdo do Benfica. Mas não foi possível e a vida segue.
Como é ser treinado por Vítor Pereira, o técnico que ajudou a roubar os títulos ao Benfica? - Normal. Nunca falámos disso. Ele é muito profissional nessas questões e nunca falámos sobre isso porque eu também já não estava no Benfica há cinco meses quando ele veio para o Al Ahli. Mas quando há um FC Porto-Benfica surge sempre uma brincadeira, mas nada de especial. Foi uma boa surpresa? - Foi, sim. Já trabalhei com Jorge Jesus e Vítor Pereira segue a mesma linha do Jesus, eles são bastante parecidos. Os treinadores portugueses são bastante parecidos na forma de treinar.
Taça Continental - Sábado, o Hóquei está à vossa espera!
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Benfica vs Vendrell, 2ª Mão da Taça Continental (Supertaça Europeia), este Sábado às 20h no Pavilhão da Luz.
«Jorge Jesus prepara avançado Funes Mori» - CM
«Funes Mori é o próximo jogador a lançar na equipa principal do Benfica em jogos da Liga, apurou o CM.»
Nico Gaitán admite possibilidade de sair
Nico Gaitán deu uma entrevista ao canal Benfica TV e abriu a porta a uma futura transferência. «Estou muito bem no Benfica e contente em Lisboa, mas há sempre a possibilidade de sair, ainda hoje estive a falar disso com o Maxi [Pereira]», disse o extremo durante uma conversa onde revelou algumas curiosidades sobre a carreira. Adquirido em 2010 ao Boca Juniors, da Argentina, Gaitán deu conta que em Lisboa foi praticamente adotado pela família de Maxi Pereira: «Foi uma das pessoas que mais me ajudou quando cheguei ao Benfica, ele abriu-me a porta de sua casa e quando alguém nos faz isso é sinal que é muito boa pessoa. Criei com ele uma relação muito forte. Tanto ele como a mulher são fantásticos... não sei se sou como um irmão para ele ou quase como um filho, tal a relação que tenho com eles.» Garantindo sentir-se «muito confortável em Lisboa», revelou não gostar muito de «sair de casa», situação pela qual não conhece muito bem a cidade, onde diz conhecer apenas «quatro restaurantes». Talvez porque gosta mesmo é de comer em casa do lateral uruguaio: «Come-se muito em casa do Maxi, quando vou lá tem sempre pelo menos dez pratos diferentes, há comida quase para a equipa inteira.» Apontando o pai, que também se chama Osvaldo como ele, como ídolo, Gaitán passou em revista alguns períodos complicados durante a formação no Boca Juniors. «Entre os 12/13 anos até aos 17 anos praticamente não jogava... só treinava. Cheguei a dizer à minha mãe que não queria mais jogar à bola. Ela virou-se para mim e disse-me que então iria terminar os estudos. Aí pensei duas vezes e como não gostava mesmo nada de estudar... continuei os treinos. Mas hoje arrependo-me de não ter continuado os estudos.»

