Benfica elimina Cinfães - Resumo, fotos, relatos, crónica

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SB

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Resumo:

 

O Benfica venceu este sábado o CD Cinfães por 1-0, em jogo da 3.ª eliminatória da Taça de Portugal. O golo dos encarnados foi apontado na segunda-parte por intermédio de Ola John num jogo onde brilhou Ivan Cavaleiro. O Coinfães fica assim afastado da Taça de Portugal depois de criar algumas dificuldades ao emblema da Luz.

No regresso do Benfica à Taça de Portugal, Jorge Jesus apresentou em Cinfães um onze constituído por um misto de jogadores da equipa principal e da equipa B. Funes Mori estreou-se na equipa principal do Benfica com Ivan Cavaleiro, Ola John e Djuricic na frente de ataque. Na baliza, o técnico encarnado apostou em Oblak com Silvio, Steven Vitória, Jardel e Bruno Cortêz a constituírem o quarteto defensivo. No meio campo, Rubem Amorim e o sueco Vitor Lindelof fechavam o onze.

Num jogo que se previa desnivelado entre as duas formações foi o Cinfães a criar a primeira situação de perigo logo nos instantes iniciais com um remate à malha lateral do guarda-redes esloveno. O Benfica reagiu de imediato com Ivan Cavaleiro a desperdiçar uma grande oportunidade para abrir o marcador aos 3’ minutos, mas Pedro Miguel negou o golo ao internacional português.

Depois de um arranque de jogo dividido a nível de oportunidades de golo, o Benfica assumiu o papel de favorito e naturalmente dominou as operações do adversário. Perante a postura dominadora do convidado, o Cinfães recuou as linhas permitindo ao Benfica explorar os corredores laterais. Ivan Cavaleiro aproveito a oportunidade para se mostrar a Jesus e criar muito perigo junto à área do Cinfães.

Antes da meia hora de jogo, o Cinfães conseguiu retirar o domínio ao Benfica para equilibrar a partida e Gomes chegou mesmo a ter nos pés o golo inaugural do jogo. O número 7 do Cinfães esteve muito perto de se isolar frente a Oblak mas a bola acabou por escapar ao “maestro” da equipa de João Manuel Pinto.

Ao intervalo, o resultado de 0-0 só não era justo porque o árbitro anulou um golo, aparentemente limpo, a Steven Vitória por alegada falta do central do Benfica. Os números da posse de bola ilustravam bem o domínio dos visitantes com 36% para o Cinfães e 64% para o Benfica.

No segundo tempo, as equipas regressaram ao relvado sem alterações e logo nos instantes iniciais o Cinfães colocou à prova os reflexos de Oblak com um remate de Mário Pereira. O público já reclamava por golos quando aos 51’ minutos um cruzamento na direita de Ivan Cavaleiro sobra para Ola John com o holandês a não perdoar e a rematar para o 1-0. O golo não abalou o Cinfães que esteve muito perto de empatar o encontro aos 65’ minuto com um remate de Hélio a passar por cima da barra da baliza de Oblak.

Com o decorrer do jogo, o Benfica foi gerindo a vantagem mínima através da posse de bola. A equipa do Cinfães ia procurando espaços para o contra-ataque, mas foi o Benfica a ter uma excelente oportunidade de golo antes do final do encontro com uma jogada de técnica apurada do jovem Ivan Cavaleiro. O extremo sentou um adversário antes de tentar um chapéu, mas a bola acabou por sair por cima da baliza.

Até ao final, nenhuma das equipas conseguiu marcar mais golos, apesar dos três minutos de compensação concedidos por Rui Costa. O Benfica entrou com uma vitória por 1-0 na presente edição da Taça de Portugal enquanto o Cinfães sai de cabeça erguida na 3.ª eliminatória.

 

texto sapo.pt

Taça: Cinfães-Benfica, 0-1 (crónica)

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Ola (John) e adeus. O Benfica B passou em Cinfães. Entre suplentes e jovens da formação secundária, Jorge Jesus conseguiu o objetivo principal e segue em frente na Taça de Portugal. Porém, perante um adversário do Campeonato Nacional de Seniores, tirou poucas notas positivas sobre a segunda linha encarnada.

O Benfica apareceu em Cinfães sem grande vontade. Verdade seja dita. Viajou de comboio pela linha do Douro, ficou a algumas curvas do recinto mas chegou apenas a 57 minutos do apito inicial. Jorge Jesus deu uma vista de olhos ao relvado, voltou para dentro, os jogadores só conheceram o palco no aquecimento.

Serviços mínimos após um percurso sinuoso. Alguns jogadores terão enjoado pelo caminho, fazendo uma primeira parte sem qualidade, sem rasgo, sem ponta de entusiasmo. O Cinfães, motivado, conquistou dois cantos consecutivos e começou a acreditar.

A equipa de João Manuel Pinto corria mais que o adversário, como prometido, embora fosse notória a falta de capacidade física para aguentar 90 minutos de um duelo com esta dimensão. Seria uma questão de tempo, pensou-se, e essa ideia passou para a formação encarnada.

Ivan Cavaleiro e Djuricic criavam alguns lances, embora o principal foco de perigo fosse Ola John. Pela esquerda, naquele ritmo pausado que pode enervar o mais paciente adepto do Benfica, o holandês lá ia conquistando espaços, tirando cruzamentos e ganhando alguns cantos.

Num desses lances, Ola John bateu o pontapé de canto e Steven Vitória marcou. Contudo, o lance foi bem anulado por carga do defesa sobre o seu opositor direto, antes do cabeceamento. Nessa altura, de qualquer forma, os homens de Jorge Jesus não mereciam a vantagem.

O treinador encarnado poupou o onze titular e deu a oportunidade a outros. Segundas linhas, até terceiras. A mensagem não terá passado da melhor forma. Era uma montra, porventura única, para nomes como Oblak, Steven Vitória, Lindelof e Ivan Cavaleiro.

O guarda-redes cumpriu, o extremo deixou promessas de forma esporádica mas o sueco, por exemplo, mostrou muito pouco para merecer uma chamada à equipa principal. Não haverá talento com maior qualidade para a posição? Ruben Amorim foi apagando os fogos, sabendo que Lindelof não subia e Djuricic não descia.

Perante cerca de sete mil espectadores e focos de chuva intensa, o Cinfães aproveitou o relaxamento do adversário para entusiasmar os adeptos locais. Poucos remates de perigo na etapa inicial mas uma demonstração permanente de inconformismo.

A equipa da casa voltou a entrar bem mas seria o Benfica, sem forçar muito, a chegar à vantagem. Ivan Cavaleiro tirou dois cruzamentos pela direita e, à segunda, apareceu Ola John para inaugurou a marcador. Nos dois lances, Funes Mori não conseguiu finalizar. Esforçado mas inconsequente.

Jorge Jesus, mais ativo na linha lateral que alguns dos seus jogadores lá dentro, via agora o Benfica a gerir a vantagem. O Cinfães criou um lance de verdadeiro perigo ao minuto 64, quando Hélio apareceu solto na área, na sequência de um canto, mas rematou por cima da trave.

Steven Vitória, que sentiu dificuldades para travar as unidades ofensivas dos locais, viria o amarelo logo depois, para anular mais uma tentativa da equipa de João Manuel Pinto.

Do outro lado do terreno de jogo, alguns apontamentos de Ola John e Ivan Cavaleiro. O jovem português, bem desmarcado por Djuricic, podia ter marcado a um quarto-de-hora do final mas deslumbrou-se, quis fintar o adversário e acabou por rematar por cima, em jeito. Um Benfica medíocre a vencer em Cinfães.

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Oportunidade aos mais novos

Submetida por Toque de calcanhar em
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Revolução de Jorge Jesus para o jogo com o Cinfães, hoje, da 3.ª eliminatória da Taça de Portugal - o treinador de 59 anos só chamou nove jogadores da equipa principal para a lista de convocados, dominada pelos jovens da equipa B. 

Entre as novidades, há três certezas no onze: o guarda-redes Jan Oblak vai substituir Artur na baliza, Ivan Cavaleiro recebe um prémio e um voto de confiança depois de boas exibições e muitos golos, na equipa B e na seleção sub-21, e Funes Mori será o avançado. 

Tarde inesquecível para muitos jogadores que vão ter a oportunidade de vestir, pela primeira vez, a camisola do Benfica num jogo da equipa principal. Do plantel dirigido por Jesus estão, em Cinfães, nove jogadores: Oblak, Sílvio, Mitrovic, Steven Vitória, Jardel, Cortez, Rúben Amorim, Djuricic e Ola John. E também viajaram mais dez jovens que têm jogado sob as ordens de Hélder Cristóvão: o guarda-redes Bruno Varela, o defesa João Cancelo, os médios Lindelolf, Rúben Pinto e Bernardo Silva e os atacantes Ivan Cavaleiro, Hélder Costa, Lolo, Harramiz e Funes Mori. Da equipa que jogou com o Estoril para o Campeonato, naquele que foi o último jogo oficial, apenas se mantêm Ola John e Rúben Amorim, suplentes utilizados nessa partida, além de Steven Vitória e Djuricic, que não saíram do banco de suplentes na Amoreira. 

Assim, Jesus vai apostar em Oblak na baliza - chegou em 2010 por €1,7 milhões de euros e ainda só fez dois jogos na equipa B dos encarnados - e a defesa será o setor mais experiente, com Sílvio à direita, Jardel e Steven Vitória no centro e Cortez à esquerda. No meio-campo, Rúben Amorim deverá ter a companhia do sueco Lindelolf, Ivan Cavaleiro jogará à direita e Ola John à esquerda; Djuricic apoiará Funes Mori. 

Siqueira resguardado como valor seguro

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O Benfica não podia estar mais tranquilo quanto à natural inflação do passe de Guilherme Siqueira. O diretor-desportivo do Granada, Juan Carlos Cordero, considerou ontem à imprensa espanhola que se “Siqueira mostrar no Benfica o mesmo nível que habituou os adeptos do Granada, o valor económico do jogador vai triplicar”, algo que não preocupa os dirigentes encarnados. Isto porque aquando do acordo de empréstimo com os andaluzes, ficou definido que as águias ficariam com opção de compra no final do ano no valor de 7 milhões de euros. Por isso, mesmo que o esquerdino faça exibições deslumbrantes com a camisola do Benfica, o preço do jogador não sofrerá qualquer alteração.

 

Para já ainda nenhuma decisão está tomada quanto à compra definitiva, até porque ainda estamos numa fase muito prematura da época, mas é certo que os responsáveis encarnados estão muito satisfeitos com o comportamento do camisola 16, quer nos jogos quer nas sessões de trabalho realizadas no Seixal. A compra é, por isso, cenário a ponderar como o nosso jornal adiantou, mas tudo ficará entregue a Luís Filipe Vieira, a quem pertence a última palavra no negócio.

 

Lembre-se que Siqueira foi resgatado no último dia de mercado, conseguindo as águias vencer a forte concorrência do Real Madrid. Alias, o processo de saída do jogador não foi fácil e foi relembrado por Juan Carlos Cordero na entrevista ao diário “Ideal”.

 

“O Granada posicionou-se no mercado como um clube férreo, com as ideias claras, que não aceita a primeira oferta que chega. A oferta apresentada pelo Liverpool não passou dos 4 milhões de euros, um montante que está abaixo do real valor do futebolistas. Antes do fecho do mercado ninguém ofereceu aquilo que ele valia, talvez porque se tratava do Granada. Mesmo no final, tal como prevíamos apareceram duas ofertas importantes: o Real e o Benfica”, resumiu.

 

NÚMEROS

 

3 clubes, segundo o presidente do Granada, demonstraram interesse em Siqueira, sendo que o Benfica ganhou a corrida a Real Madrid e Liverpool;

 

5 partidas oficiais nos encarnados, esta temporada. Contra Paços de Ferreira, Anderlecht, V. Guimarães, Paris Saint-Germain e Estoril, o lateral-esquerdo foi sempre titular;

 

7 milhões de euros é o valor que os responsáveis do emblema encarnado têm de desembolsar caso queiram exercer a opção de compra pelo brasileiro.

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Matic confuso na seleção

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Nemanja Matic explicou à imprensa sérvia porque razão pensou que seria substituído, terça-feira, no jogo com a Macedónia, de qualificação para o Mundial-2014. 

Viu o quarto árbitro levantar a placa com o número 21 e conformou-se com a decisão do selecionador sérvio. 

«Há dois anos que jogo às quartas e sábados com esse número. Dirigi-me para fora do campo quando vi o 21, mas na seleção pedi o número 14», argumentou Matic. 

Na Sérvia, é o avançado Filip Djordjevic, do Nantes, que joga com o 21.

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Tottenham insiste em Gaitán

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O Tottenham, treinado pelo português André Villas Boas, parece novamente interessado em Nicolás Gaitán, médio-ofensivo argentino do Benfica. Informações que circularam ontem em Inglaterra e publicadas por alguns media daquele país sugerem que o emblema londrino poderá estar disposto a insistir no número 20 dos encarnados, que já no verão passado viu o seu nome inúmeras vezes associado ao Tottenham. A possibilidade de Gaitán, 25 anos, deixar a Luz para representar uma equipa em Inglaterra é antiga, mas continua bem viva, mesmo que o interesse do Manchester United tenha esmorecido com a saída de Alex Ferguson. Em janeiro, o Tottenham pode passar à ação.
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Cardozo sob fogo cruzado na selecção

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jogo
Alvo de muitas críticas, promete não renunciar à seleção. Sobre o interesse do Barça, joga à defesa, lembrando o contrato com o Benfica.

A vida de Cardozo no Paraguai não está fácil. O avançado continua sem marcar golos pela sua seleção e voltam a chover críticas dos adeptos paraguaios, "insatisfeitos pela diferença de rendimento e de golos de Tacuara entre o Benfica e o Paraguai", como explica a O JOGO Edgar Cantero, jornalista da radio Monumental 1080 AM, do Paraguai. E apesar de voltar a ser contestado e até assobiado, o ponta de lança não coloca a hipótese de abandonar a seleção. "Claro que vou continuar. Sinto-me bem. Tenho 30 anos, não é por isso que vou renunciar à seleção. Quero vestir a camisola do meu país", esclareceu ontem, à partida para Lisboa e questionado precisamente pela falta de empatia que mantém com os adeptos.

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Maxi Pereira quer acabar na Luz

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ojogo

Maxi Pereira está vinculado ao Benfica desde 2007, tem contrato até 2015 e deseja colocar um ponto final na sua caminhada futebolística de águia ao peito. O lateral, que voltou hoje de mais um duplo compromisso ao serviço da seleção do Uruguai, assegura sentir-se muito bem na Luz, o que sustenta o desejo que formulou em entrevista ao programa Alta Fidelidade, da Benfica TV. "É um orgulho representar um clube que me deu tanto. Sinto que sou parte do clube e, se estiver em condições, quero acabar a minha carreira no Benfica", expressou o jogador de 29 anos.

O camisola 14 dos encarnados, no jogo de palavras proposto pelo apresentador do programa, reagiu com elogios quando colocado perante o nome do seu treinador. "É uma pessoa especial, muito trabalhador e estou grato por trabalhar com ele", referiu, considerando que Jorge Jesus foi muito importante na sua evolução como jogador.

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