Benfica em maioria na Seleção Nacional de futsal masculina
A Seleção Nacional de futsal jogará diante da sua congénere do Brasil a 30 de janeiro e a 1 de fevereiro, em dois jogos de preparação tendo em vista o apuramento para o Campeonato do Mundo. Entre os 14 convocados, quatro são do Benfica.
Os campeões europeus Bruno Coelho, Fábio Cecílio, Tiago Brito e André Coelho foram os escolhidos pelo selecionador Jorge Braz para integrar a equipa das Quinas nos dois jogos que se seguem, em Lisboa. Lembre-se, também, que Diego Roncaglio, guardião das águias, foi chamado para defender as cores brasileiras nos desafios particulares em questão.
Os portugueses defrontam o Brasil a 30 de janeiro, pelas 21h55, no Pavilhão João Rocha, e a 1 de fevereiro, pelas 19h00, no Pavilhão Fidelidade, no Complexo Desportivo do Estádio da Luz.
A armada lusa prepara a sua participação na qualificação para o Mundial de 2020, fase em que terá pela frente a seleção da República Checa assim como o primeiro classificado do Grupo A (composto por Inglaterra, Letónia, Chipre e Gibraltar) e o segundo classificado do Grupo D (Geórgia, Dinamarca, Alemanha e Israel) da ronda preliminar.
Rumo ao Lituânia 2020, a fase preliminar de apuramento será disputada entre 29 de janeiro e 3 de fevereiro e a ronda principal, onde Portugal já entra, entre 22 e 27 de outubro.
Internacionais espanhóis, os benfiquistas Marc Tolrà e Raúl Campos também foram convocados para representar o seu país nos jogos de preparação frente à Hungria, nos dias 29 e 30 de janeiro, e ainda diante do Brasil, no dia 3 de fevereiro.
Texto: Márcia Dores
https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2018-2019/01/23/futsal-benfiquistas-convocados-selecao-jogos-de-preparacao-com-o-brasil
João Félix lembra: "Criticavam-me pelo meu tamanho"
João Félix escreveu um texto no site "The Players Tribune" onde recorda os primeiros passos no mundo futebol, na formação do FC Porto, antes de se mudar para o Benfica, onde agora brilha na equipa principal.
O jogador natural de Viseu recordou os anos quando vivia com a família em Viseu e tinha de deslocar-se diariamente para o Porto, antes de se mudar definitivamente para a cidade Invicta.
"Cinco dias por semana durante seis anos, entre os sete e os 13 anos, a minha mãe e o meu pai tinham que levara-me de Viseu até ao FC Porto, uma viagem de cerca de 150 quilómetros. Todos os dias. Foi no Porto que comecei a perseguir o meu sonho de tornar-me jogador de futebol. Fiz aquela viagem tantas vezes que já conhecia o caminho e os semáforos de cor. Quando fiz 13 anos fizemos aquela viagem pela última vez: ia mudar-me para o Porto a tempo inteiro", sublinhou, antes de acrescentar.
"Lembro-me de sair do carro, de mão dada com o meu pai e de chegar a uma sala com outros jovens jogadores. Sentámo-nos... e comecei a chorar. 'Pai, não quero ficar aqui, quero ir para casa'. O meu pai sabia do peso daquela decisão e olhou-me nos olhos. 'Ok, mas hoje ficas aqui. Se amanhã ou depois sentires o mesmo, chamas-me e eu venho buscar-te de volta para casa. Mas nunca mais te trago aqui'. Disse-me isto com um tom de voz que desconhecia. Era algo sério. Despertou um 'click' em mim - tinha de estar ali. Por mais receio que tivesse, era necessário", contou, antes de recordar o tempo nos escalões mais jovens no FC Porto.
"À medida que fui crescendo como homem e jogador percebi que o futebol era a minha paixão, ter a bola e jogar um futebol alegre. É assim que me sinto ao meu melhor, que me sinto eu. Mas isso nem sempre acontecia quando joguei nas camadas jovens do FC Porto. Não acreditavam em mim tanto quanto eu. Não tinham confiança em mim dentro do campo. Criticavam-me pelo meu tamanho. Retiravam-me do campo e não me passavam a bola. No FC Porto perdi a alegria", salientou, frisando que a mudança para Lisboa o fez encontrar novamente a alegria.
"Em Lisboa, encontrei essa alegria novamente. Levou algum tempo e alguma confiança. Tive que provar a mim mesmo. Mas o Benfica tem um estilo de jogo muito bonito. Eles acreditam em todos, na formação e na ideia de uma equipa antes do lado individual."
A estreia na I Liga e o golo frente ao Sporting
João Félix, de apenas 18 anos, estreou-se esta época como titular na I Liga e recorda que nos primeiros tempos teve de ignorar algumas críticas.
"No primeiro jogo da época fui titular e depois no segundo entrei e não me correu assim tão bem. Na altura ainda tinha mentalidade de jogador de formação, onde não fazem muita pressão nas redes sociais. Ia ver os comentários à minha exibição e lia coisas em que não falavam bem. 'Opa, já vi o que é isto'. A partir daí nunca mais vi comentários sobre mim, programas de TV - quando falam do Benfica desligo - nem jornais. No Twitter também já não pesquiso pelo meu nome, deixei-me disso. Assustou-me um bocado. Na altura até tive um jantar com amigos e estava triste com essas críticas. Foi aí que vi que isto era a sério", atirou.
O jovem considerou ainda que o golo no dérbi frente ao Sporting foi um momento marcante da sua ainda curta carreira.
"Estávamos a perder por 0-1 e entrei em campo. O barulho, a tensão, era imenso. Com cinco minutos para jogar, estávamos a pressionar. Não sou goleador, mas estava a tentar avançar no terreno. Ao minuto 86 o Rafa fez uma corrida do lado direito e estava à procura de cruzar. Eu estava no segundo poste a pensar 'confia em mim, confia em mim, passa para mim.' Ele fez um grande cruzamento. Eu fiz a parte fácil. 1-1. Não me lembro bem do que aconteceu a seguir. Lembro-me do anúncio no estádio: 'Golo marcado pelo número 79, João...' Depois houve uma pausa e o público gritou: 'FÉLIX'. O momento mais fixe da minha vida, sem dúvida", recordou.
O internacional sub-21 português falou também sobre o irmão, Hugo, que é jogador da equipa de iniciados dos 'encarnados'.
"O meu irmão também joga no Benfica. Tem menos cinco anos que eu. Quando voltamos a casa pelo Natal ainda jogamos à bola na cozinha e ainda enchemos a sala de bolas. Confio no meu irmão e passo-lhe a bola muitas vezes. Passes rápidos, tabelas... o jogo bonito", referiu.
"O Benfica confia em mim e espero continuar a retribuir essa confiança. O meu irmão joga agora pelo Benfica", finalizou.
https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/joao-felix-lembra-tempos-no-fc-porto-criticavam-me-pelo-meu-tamanho
Benfica vai solicitar divulgação pública das comunicações entre Xistra e o videoárbitro
O Benfica vai solicitar divulgação pública das comunicações entre Carlos Xistra e Fábio Veríssimo, árbitro e videoárbitro, respetivamente, do jogo das meias-finais frente ao FC Porto, que os encarnados perderam por 3-1, sabe Bola Branca.
Ao que Bola Branca apurou, o Benfica considera incompreensível que, depois de, na reunião antes do jogo, Xistra ter garantido que todos os lances seriam devidamente confirmados e que ele próprio iria ver as repetições, tal só tenha sucedido num lance. Os encarnados entendem que houve outros lances que justificariam a verificação.
Os encarnados acreditam que Xistra terá ignorado a indicação de Veríssimo de alegada falta no lance do primeiro golo do FC Porto (Óliver sobre Gabriel) e que não foi confirmar as imagens, como havia prometido na reunião prévia. O Benfica também se queixa de um golo alegadamente mal invalidado, ao terceiro minuto de descontos da primeira parte - Xistra não verificou as imagens no relvado.
A única ocasião em que o árbitro da Associação de Futebol de Castelo Branco consultou, efetivamente, o vídeo em campo foi para confirmar que a bola não tinha batido no braço de Seferovic, no lance do primeiro golo do Benfica, apontado por Rafa Silva.
https://rr.sapo.pt/noticia/138325/benfica-vai-solicitar-divulgacao-publica-das-comunicacoes-entre-xistra-e-o-videoarbitro
Sassuolo quer Ferreyra
O Sassuolo ficou desfalcado na frente de ataque depois da saída por empréstimo de Kevin-Prince Boateng para o Barcelona, e já procura soluções para reforçar a equipa, sendo que a mesma pode chegar do Benfica.
De acordo com o jornal italiano 'Corriere dello Sport', o avançado argentino Facundo Ferreyra é a principal prioridade dos dirigentes do Sassuolo para o lugar de Boateng.
Nesse sentido, o emblema italiano vai avançar com uma proposta de empréstimo pelo avançado argentino que esta temporada chegou à Luz proveniente do Shakhtar Donetsk. Além de Ferreyra, também Gianluca Caprari (Sampdoria), Tonny Sanabria (Betis) e Simone Zaza (Torino) estarão referenciados.
Ferreyra conta apenas com um golo marcado em oito partidas disputadas ao serviço do Benfica.
https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/sassuolo-quer-ferreyra-para-o-lugar-de-kevin-prince-boateng
Marcos Chuva: “Reencontrei todas as sensações de competir”
Afastado das pistas há mais de ano, o atleta Marcos Chuva regressou às competições oficiais pelo Benfica no dia 20 de janeiro, em Pombal, no salto em comprimento.
O atleta do Benfica não podia ter começado da melhor maneira saltando 7,67 metros na segunda jornada da fase de apuramento do Campeonato Nacional de Clubes em Pista Coberta.
De regresso ao que o faz feliz, Marcos Chuva explicou à BTV como foi estar afastado das competições durante tanto tempo.
“Estar um ano afastado não foi um processo fácil, tive de lutar contra alguns obstáculos psicológicos e emocionais, porque de facto eu estava impedido de competir. Diz-se que houve uma violação do regulamento antidopagem e gostava de esclarecer às pessoas que essa violação de que se fala é uma questão burocrática e nada tem a ver com substâncias ilícitas”, afirmou o atleta.
Marcos Chuva
“Aceitei o estado em que estava, pois não conseguia fazer nada contra o sistema em si e sabia que tinha de me motivar e focar, e para isso tive as pessoas certas, as entidades certas, o clube certo à minha volta, que me ajudaram a focar no objetivo seguinte que era poder voltar às pistas o melhor possível, tal como o Clube merecia, porque quando eu precisei do Clube, o Clube esteve lá, e também sei que o Benfica precisa de mim”, referiu.
O dia 20 de janeiro levou Marcos Chuva a “um misto de sensações”, tal como relatou.
“Um misto de várias sensações psicológicas, intelectuais e físicas, porque no domingo tive dores que já não tinha há um ano e meio, pois para todos os efeitos é difícil uma pessoa simular nos treinos toda a adrenalina de uma competição. No domingo reencontrei todas as sensações de competir. Tive um feedback muito positivo de todas as pessoas, dentro e fora do clube”, vincou.
Texto: Márcia Dores
https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2018-2019/01/22/atletismo-benfica-marcos-chuva-regresso-a-competicao-e-melhor-marca-salto-em-comprimento

