Basquetebol: Benfica eliminado pelo Porto

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slbenfica.pt

A equipa de Basquetebol do SL Benfica foi eliminada, esta quarta-feira, nas meias-finais do play-off da LPB, após derrota na negra perante o FC Porto. A equipa de José Ricardo andou sempre atrás do prejuízo, forçou o prolongamento a 6 segundos do final, mas nos 5 derradeiros minutos os azuis e brancos foram mais eficazes (90-96).

 

Depois de um empate a dois jogos na eliminatória à melhor de 5, SL Benfica e FC Porto mediram forças esta noite de quarta-feira no Pavilhão Fidelidade. Em causa estava um lugar na grande final da LPB, local onde já se encontrava a UD Oliveirense.

 

Ora, o Benfica não entrou nada bem na partida e, num Pavilhão Fidelidade completamente lotado e em apoio constante à equipa, andou sempre a correr atrás do prejuízo.

 

 

Apenas no último período as águias conseguiram contrariar um adversário, que esta noite foi mais eficaz e mais feliz em todos os capítulos, e a seis segundos do final, um triplo de Pitts empatou a partida a 80 pontos, forçando o prolongamento.

 

Com tudo em aberto, e num Pavilhão a viver emoções, mais uma vez o Benfica não entrou bem, permitindo aos azuis e brancos cavar logo desde o início uma vantagem que seria decisiva nos derradeiros cinco minutos.

 

Vitória final para o FC Porto, por 90-96 (ap), com parciais de 18-25, 18-22, 15-18, 29-15 e 10-16.

 

Marcadores: Raven Barber (19), João Soares (8), Nuno Oliveira (6), Cláudio Fonseca (4), Damier Pitts (15), José Silva (8), Miroslav Todic (8), Carlos Morais (13), Carlos Andrade (7) e Tomás Barroso (2).

 

Com este resultado, o SL Benfica despede-se da edição 2017/18 da competição.

 


José Ricardo: "Faltou dar a estocada final nos momentos críticos do jogo"

 

Com uma reação extraordinária, o Benfica recuperou no marcador, empatou o clássico com o FC Porto (80-80) e levou para prolongamento a decisão do apuramento para a final do play-off da Liga Portuguesa de Basquetebol. Faltou a “estocada final” para alcançar o objetivo e fintar a derrota (90-96).

 

“Há que reconhecer mérito ao adversário. No desporto é assim: há que ter coragem para enfrentar estes momentos e reconhecer quando o adversário é superior. Quando o jogo se equilibrou e conseguimos encostar, percebeu-se que o FC Porto esteve mais sereno do que nós. Não fomos capazes de encontrar as soluções mais adequadas, no cinco contra cinco, para virarmos o marcador. Tivemos duas oportunidades de o fazer, mas lamentavelmente não conseguimos concretizar e passar para a frente do marcador, tanto no prolongamento como ainda na fase do quarto período. Não fomos capazes de dar a estocada final nos momentos críticos do jogo”, comentou José Ricardo, treinador do Benfica.

 

Os adeptos encheram o Pavilhão Fidelidade e foram incansáveis no apoio à equipa. Isso mesmo foi reconhecido pelo técnico das águias.

 

“O público foi excecional como tem sido sempre. Em muitos momentos difíceis para nós, como hoje, foram capazes de estar connosco e de nos apoiar, de nos tentar levar para a frente”, afirmou José Ricardo.

 

 

Texto: Sónia Antunes e João Sanches

https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2017_2018/06/06/cronica-basquetebol-slbenfica-fcporto-jogo-5-negra-meias-finais-lpb

Facundo Ferreyra: "De repente estou no Benfica e nem caio em mim"

Fonte
sapo.pt

O avançado argentino Facundo Ferreyra foi esta quarta-feira apresentado como reforço do Benfica para os próximos quatro anos depois de várias épocas ao serviço dos ucranianos do Shakhtar Donetsk.

 

Em declarações à BTV, o jogador de 27 anos assumiu que "é sempre bom ter colegas do mesmo país na equipa", e destacou a importância de jogadores como Salvio e Cervi para a sua adaptação, mostrando-se ainda atento às contratações do Benfica, como a do defesa central Conti,"vão ajudar muito", disse.

 

Questionado sobre a mudança para Portugal depois de vários anos na Ucrânia, o avançado argentino assume que pretende adaptar-se rapidamente à realidade do Benfica.

 

"É uma mudança de 100% para mim. Outra cultura, outra cidade… Vou adaptar-me rápido à equipa, ao estilo de jogo, aos meus colegas de equipa e tudo vai correr bem", disse Ferreyra.

 

Já a língua não será um problema para o jogador argentino, uma vez que foi treinado por Paulo Fonseca e jogou nos últimos anos na Ucrânia com oito brasileiros na equipa.

 

"Sim, compreendo tudo porque no Shakhtar jogava com oito brasileiros, e o Paulo Fonseca [treinador] é português. Era mais fácil aprender português do que russo. O idioma não vai ser um problema. Sei falar um pouco, mas quero aprender. Sei dizer ‘bom dia’, ‘boa noite’, ‘tudo bem’, o básico", disse.

 

Em relação aos adeptos do Benfica, Facundo Ferreyra mostrou conhecer a 'paixão' dos benfiquistas pelo clube e a exigência por resultados.

 

"Já consegui ter uma ideia dos adeptos do Benfica, mas já sabia para onde vinha. O vídeo [no Museu Cosme Damião] é muito emocionante e tenho a certeza de que vou viver isto em muitos jogos. Sei que o Benfica joga sempre com cerca de 55 mil, 60 mil pessoas em todas as partidas na Luz. Vai ser um desafio muito bonito", destacou antes de recordar os ambientes nos estádios na Argentina.

 

"Na Argentina vive-se um ambiente muito parecido, os adeptos são como aqui. Vai ser como voltar a jogar na Argentina. Gosto sempre de jogar com muito público nas bancadas", frisou o avançado de 27 anos.

 

"[O Benfica] tem muitos troféus, não só do futebol como também de todas as modalidades. Ao observar as taças, apercebi-me de que o Benfica já ganhou muitas vezes o Campeonato e a Taça de Portugal. Vai ser um grande desafio porque o Benfica está sempre obrigado a ganhar", afirmou Ferreyra.

 

"É um grande desafio. Quando me falaram do Benfica, não duvidei da minha decisão apesar de estar bem na Ucrânia. Jogava todos os jogos, marcava golos, estava feliz, mas precisava de experimentar uma Liga melhor num grande clube e, por isso, decidi vir para o Benfica pois vai ser um teste para mim", disse o reforço dos 'encarnados' sobre a mudança para o Benfica.

 

"Temos sempre de sonhar que podemos jogar num grande clube da Europa, mas sabemos que é muito difícil e no dia a dia vamos construindo esse futuro. Primeiro jogamos na Argentina, depois passamos para um clube maior e sem nos darmos conta estamos na Europa. É difícil viver os momentos, porque passa tudo muito rápido no futebol. De repente estou no Benfica e nem caio em mim", acrescentou o avançado sobre o seu trajecto no futebol mundial.

 

A terminar, Facundo Ferreyra promete trabalho e sacrifício para dar alegrias aos adeptos do Benfica na próxima época.

 

"Marcar golos, ajudar a equipa, sacrificar-me porque é difícil marcar golos em todos os jogos. O importante é ajudar a equipa, manter a posse de bola, criar jogadas. Gosto muito de marcar golos de cabeça, fazer movimentações sem bola e criar oportunidades", sentenciou.

 

Formado no Banfield, onde iniciou a carreira profissional em 2010/11, Ferreyra esteve uma época no Vélez Sarsfield (2012/13), antes de rumar ao Shakhtar. Em 2014/15, foi emprestado ao Newcastle, de Inglaterra, mas nunca foi opção, e regressou na temporada seguinte ao plantel da equipa ucraniana.

 

https://desporto.sapo.pt/futebol/primeira-liga/artigos/facundo-ferreyra-ja-foi-oficializado-na-luz-de-repente-estou-no-benfica-e-nem-caio-em-mim

Bem-Vindo, Ferreyra!

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Facundo Ferreyra é reforço do Benfica para a temporada 2018/19. O avançado ex-Shakhtar Donetsk assinou por quatro anos e confessou-se encantado com "a grandeza" das águias.

“É um Clube muito grande! Estou contente por estar aqui. Para poder jogar tenho de estar bem física e mentalmente”, disse em exclusivo à BTV. “Vestir a camisola do Benfica é uma grande responsabilidade. Tenho muitas ganas de conhecer os meus companheiros e começar a jogar”, enfatizou Ferreyra depois de rubricar contrato e de receber o Manto Sagrado das mãos do presidenteLuís Filipe Vieira.

O avançado, de 27 anos, é conterrâneo de vários futebolistas que, recentemente, vestiram de águia ao peito, aspeto que o fez seguir o Benfica desde muito cedo.

“É um Clube enorme! Acompanho o Benfica desde jovem devido a todos os futebolistas argentinos que jogaram aqui. É um sonho poder estar agora neste Clube por onde passaram grandes jogadores”, recordou.

Ferreyra

“ACOMPANHO O BENFICA DESDE JOVEM. É UM CLUBE ENORME”

“É um Clube muito reconhecido na Argentina; vários jogadores atuaram cá: Di María, Aimar, Saviola…Naturalmente, segue-se muito a Liga portuguesa tendo em conta os argentinos que jogam cá, e quando me falaram em vir para o Benfica não hesitei”, acrescentou.

E prosseguiu admitindo que “é sempre bom ter colegas do mesmo país na equipa”. “Salvio e Cervi estão no Benfica; agora contrataram o Conti”, enumerou, e deixou uma certeza: “Vão ajudar muito.”

Passar da Ucrânia para Portugal é uma grande mudança na vida de Farreyra, mas o argentino quer adaptar-se rapidamente à realidade encarnada.

“É uma mudança de 100% para mim. Outra cultura, outra cidade… Vou adaptar-me rápido à equipa, ao estilo de jogo, aos meus colegas de equipa e tudo vai correr bem”, assegurou. “Os adeptos podem esperar um jogador que dá tudo pela equipa, que vai correr, que se vai sacrificar por esta camisola”, acrescentou.

Ferreyra

“COM 55/60 MIL PESSOAS NA LUZ VAI SER COMO SE ESTIVESSE NA ARGENTINA”

Um aspeto que não será problema na adaptação é a língua portuguesa… “Sim, compreendo tudo porque no Shakhtar jogava com oito brasileiros, e o Paulo Fonseca [treinador] é português. Era mais fácil aprender português do que russo. O idioma não vai ser um problema. Sei falar um pouco, mas quero aprender. Sei dizer ‘bom dia’, ‘boa noite’, ‘tudo bem’, o básico”, referiu.

Para além do Clube em si, Facundo Ferreyra, aquando da visita ao Museu Benfica – Cosme Damião, mostrou estar inteirado sobre o fervoroso apoio que o Benfica recebe por parte dos adeptos, tanto na Luz como nos jogos fora de portas.

“Já consegui ter uma ideia dos adeptos do Benfica, mas já sabia para onde vinha. O vídeo [no Museu] é muito emocionante e tenho a certeza de que vou viver isto em muitos jogos. Sei que o Benfica joga sempre com cerca de 55 mil, 60 mil pessoas em todas as partidas na Luz. Vai ser um desafio muito bonito”, realçou.

“Na Argentina vive-se um ambiente muito parecido, os adeptos são como aqui. Vai ser como voltar a jogar na Argentina. Gosto sempre de jogar com muito público nas bancadas”, recordou de seguida o avançado.

Ferreyra

Ainda no espaço histórico e cultural do Clube, Ferreyra ficou a conhecer o extenso espólio do Benfica no futebol e nas restantes modalidades.

“Tem muitos troféus, não só do futebol como também de todas as modalidades. Ao observar as taças, apercebi-me de que o Benfica já ganhou muitas vezes o Campeonato e a Taça de Portugal. Vai ser um grande desafio porque o Benfica está sempre obrigado a ganhar”, considerou.

E ao visitar o espaço reservado a Eusébio, o futebolista não esqueceu a admiração pelo King.

“Tem mais de 600 golos no Benfica, é uma lenda. Conquistou muitas competições, é o jogador mais importante da história do Benfica”, elogiou.

Ferreyra

“PRECISAVA DE UM GRANDE CLUBE COMO O BENFICA”

Depois de uma excelente temporada ao serviço do campeão ucraniano, o argentino revelou por que razão escolheu vir para a Luz.

“É um grande desafio. Quando me falaram do Benfica, não duvidei da minha decisão apesar de estar bem na Ucrânia. Jogava todos os jogos, marcava golos, estava feliz, mas precisava de experimentar uma Liga melhor num grande clube e, por isso, decidi vir para o Benfica”, partilhou. “Estou com muitas expectativas, muitas ganas e muito contente por estar num clube tão grande como o Benfica”, reforçou.

A responsabilidade de ganhar em todos os jogos é algo que não assusta o mais recente reforço das águias. Para Ferreyra, o Benfica tem de tentar “ganhar as Taças, a Liga NOS”. “Já estou habituado porque o clube de onde venho também tinha essas obrigações”, lembrou.

Quando começou no Banfield, o avançado não sabia se algum dia chegaria a jogador profissional e muito menos à Europa, mas nunca desistiu de sonhar.

Ferreyra

“Temos sempre de sonhar que podemos jogar num grande clube da Europa, mas sabemos que é muito difícil e no dia a dia vamos construindo esse futuro. Primeiro jogamos na Argentina, depois passamos para um clube maior e sem nos darmos conta estamos na Europa. É difícil viver os momentos, porque passa tudo muito rápido no futebol. De repente estou no Benfica e nem caio em mim”, reconheceu.

Hoje é um avançado temível, mas o ataque nem sempre foi a sua zona no campo. “Quando era jovem, jogava como médio-defensivo. Aos 14 anos, houve um treinador que me pôs a jogar a avançado. Comecei e continuei a jogar sempre no ataque”, revelou.

E para a temporada 2018/19, o que podem esperar os Benfiquistas de Facundo Ferreyra?

“Marcar golos, ajudar a equipa, sacrificar-me porque é difícil marcar golos em todos os jogos. O importante é ajudar a equipa, manter a posse de bola, criar jogadas”, enfatizou.

“Gosto muto de marcar golos de cabeça, fazer movimentações sem bola e criar oportunidades”, completou.