Ideia de português: estádio novo em dois anos, por 40% do preço do Itaquerão

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Dentro de exatamente duas semanas, São Paulo receberá a abertura da Copa do Mundo – mas o palco da festa, o Itaquerão, continua cercado de dúvidas. Ainda que já tenha sido inaugurado, o estádio não estará nas condições ideais na partida entre Brasil e Croácia, em 12 de junho. Com alguns trabalhos inacabados e muitos improvisos, a arena do Corinthians continuará em obras mesmo depois do Mundial – quando, aliás, o clube começará a encarar o desafio de pagar o custo do empreendimento (que deve passar de 1 bilhão de reais) e de fazer com que ele seja lucrativo. Há pouco mais de uma década, uma missão muito similar foi entregue à direção do Benfica, o principal clube de Portugal, que receberia a decisão da Eurocopa de 2004. Mas se o Itaquerão começou a ser construído em maio de 2011 e, passados três anos, ainda não está totalmente pronto, o Estádio da Luz, em Lisboa, foi entregue em apenas dois anos – e acabou sendo inaugurado, com público total e sem nenhuma restrição, nada menos de oito meses antes do torneio europeu de seleções. No último sábado, foi o palco da decisão da Liga dos Campeões, entre Real Madrid e Atlético de Madri. Recebeu elogios gerais dos visitantes, foi exibida para 400 milhões de telespectadores no mundo todo e rendeu aos cofres do Benfica pelo menos 2 milhões de euros, ou 6 milhões de reais – esse foi o valor do aluguel pago pela Uefa para realizar a final ali.

Capaz de abrigar pouco mais de 65.000 torcedores, o estádio do Benfica tem uma capacidade similar à do Itaquerão – desde que incluídos os setores de cadeiras provisórias, que estão sendo instalados para aumentar o público máximo durante a Copa (cerca de 68.000 lugares). Ainda assim, o custo final do projeto foi muito inferior ao da arena paulista (que, aliás, ainda pode aumentar, graças à correria para completar o estádio antes da Copa). O preço declarado pelo Benfica foi de 134 milhões de euros, o equivalente a cerca de 400 milhões de reais pelo câmbio atual – ou apenas 40% do custo estimado do Itaquerão. A comparação não leva em conta, por exemplo, as diferenças nos custos de construção na Europa e no Brasil, mas é fácil entender como os portugueses conseguiram abaixar a conta. A Eurocopa só foi entregue a Portugal em 2000, quatro anos antes da realização do torneio. O Benfica teve de fazer uma escolha: ou reformava o velho Estádio da Luz (que ficava no mesmo terreno e tinha sido erguido em 1954) ou aproveitava a oportunidade para construir uma nova casa da estaca zero, abrindo caminho para ganhar mais dinheiro com os atrativos de uma arena moderna (como museu do clube, lojas e restaurantes). Preferiu a segunda opção, e como tinha pouco tempo para desenvolver o projeto, procurou um escritório de arquitetura especializado em arenas multiuso e reaproveitou um desenho que estava engavetado.

Sem excessos - Não é coincidência a semelhança do novo Estádio da Luz com o Emirates Stadium, do Arsenal, em Londres: o projeto absorvido pelos portugueses era uma das versões iniciais da arena inglesa, que, assim como o Itaquerão, passou da marca de 1 bilhão de reais. Os benfiquistas, porém, trabalharam para simplificar a sua versão, deixando o estádio mais despojado e dispensando luxos desnecessários. O palco da final da Eurocopa de 2004 e da decisão da Liga dos Campeões deste ano não tem banheiros com mármore, corredores com acabamento imponente nem materiais nobres em áreas de grande fluxo de torcedores. Isso não quer dizer, entretanto, que não seja um estádio extremamente confortável, funcional e agradável (além de bonito, mas sem excessos). A arena é servida por duas estações de metrô (permitindo que torcidas rivais, como a de Real e Atlético, sejam separadas na chegada) e tem bons acessos viários. Por causa da boa média de público sustentada pela fanática torcida do Benfica e das visitas ao Museu Cosme Damião (que conta a história do clube) e às lojas e restaurantes, a arrecadação mensal com a arena supera os gastos com a manutenção do estádio. Isso não quer dizer que todos os problemas financeiros estejam resolvidos: por causa da crise econômica que abateu o país nos últimos anos, o Benfica está endividado. O estádio, contudo, não é o culpado pela situação – pelo contrário, já que a quitação dos débitos decorrentes da construção está na reta final e, daqui em diante, vai ajudar a agremiação a se reerguer, e não mergulhar o clube num buraco ainda maior.

Voleibol: André Lopes regressa ao SL Benfica

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O jogador de Voleibol internacional português, André Lopes, rubricou, esta tarde, contrato com o Sport Lisboa e Benfica.

 

Aos 31 anos, o “zona 4” regressa ao Clube onde esteve até 2008 antes de tentar uma aventura profissional no estrangeiro.

 

Antes de rumar aos belgas do Noliko Maaseik – onde permaneceu quatro temporadas –, André Lopes conquistou um Campeonato Nacional pelo Benfica (2004/05) e três Taças de Portugal. Para além da turma belga, o voleibolista representou os franceses do AS Cannes nas últimas duas épocas.

Juniores garantem lugar na Final do Blue Stars/FIFA Youth Cup

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Final às 15:40 com transmissão no site da FIFA;

 

http://pt.fifa.com/youthcup/news/newsid=2345452/index.html

 

A equipa de Juniores do Sport Lisboa e Benfica venceu, esta manhã, o Zurique, por 1-0, no quarto encontro do Torneio Blue Stars/FIFA Youth Cup.

 

Depois de três jogos, onde alcançaram três vitórias, os pupilos de João Tralhão voltaram a vencer, garantindo assim um lugar na Final da competição, que tem início marcado para a tarde desta quinta-feira.

 

Recordar ainda que, neste prestigiante Torneio, para além do Benfica, marcam presença as equipas do Blue Stars, Zurique, Grasshoppers, Sion, Asante Kotoko (Gana), Bayern de Munique (Alemanha), Olympiakos (Grécia), Atlético Paranaense (Brasil) e Villareal (Espanha).

Valência bate 25 milhões por Enzo Pérez

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Enzo Pérez pode estar a um pequeno passo da porta de saída, com o Valência a apresentar-se como a possibilidade mais forte, neste momento, para garantir a sua contratação. Segundo O JOGO apurou, as negociações estão em curso, mediadas pelo empresário Jorge Mendes, e falta o acordo da verba final, com o novo patrão do emblema che, o milionário Peter Lim, a demonstrar disponibilidade para passar um cheque de 25 milhões de euros pelo médio de 28 anos, ainda insuficiente para demover Luís Filipe Vieira da intenção de ver 30 milhões de euros, estipulados na cláusula de rescisão do contrato do jogador, darem entrada nos cofres encarnados.

Loris Benito apontado à Luz

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Loris Benito, lateral esquerdo do FC Zurique, 22 anos, está a ser apontado ao Benfica. De acordo com o sítio "fichajes.com", o jogador está na mira dos encarnados para a próxima época. Benito já havia sido, aliás, recentemente colocado na órbita do Sporting, mas será agora o emblema da Luz a tomar a dianteira.

A SAD encarnada está, de facto, no mercado em busca de um reforço para a lateral canhota. Tal como O JOGO adiantou oportunamente, Siqueira está cada vez mais longe da Luz, uma vez que o Granada já declinou as propostas benfiquistas, não aceitando negociar abaixo dos sete milhões de euros estipulados na cláusula de opção de compra (por metade do passe).

Siqueira até já interessa ao Atlético de Madrid

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Atlético de Madrid tem Guilherme Siqueira referenciado, de acordo com a rádio espanhola "Cadena Ser". Os "colchoneros" podem avançar com uma proposta da compra do passe do lateral-esquerdo junto do Granada caso se confirme a saída de Filipe Luís, que tem sido apontado ao Chelsea.

 O brasileiro, que representou o Benfica na temporada que acaba de findar, por cedência dos espanhóis, continua a ser um dos defesas mais cobiçados por alguns dos principais emblemas europeus, tendo já sido associado ao Real Madrid e aos italianos do AC Milan. Os encarnados, contudo, têm uma opção de compra por Siqueira, fixada em sete milhões de euros, estando ainda a SAD benfiquista a ponderar sobre o avultado investimento, a que se somam os elevados vencimentos do esquerdino. Ora, na noite de quinta-feira, em entrevista ao canal um da RTP, Luís Filipe Vieira confessou que gostaria de continuar a contar com Siqueira, que se cotou como uma das unidades em melhor plano numa temporada em que o Benfica venceu campeonato, Taça da Liga e Taça de Portugal. Contudo, tal operação "terá de ser enquadrado num tipo de vencimento que podemos pagar, longe dos quatro milhões [que aufere]". "Não me vou desviar em termos orçamentais", assegurou o presidente do Benfica.

 

Manuel Fernandes já terá chegado a acordo com o Benfica

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A imprensa turca avança, esta quarta-feira, que Manuel Fernandes terá já chegado a acordo com o Benfica para regressar à Luz. O portal "Sporfc" não adianta muitos detalhes quanto ao entendimento entre o médio, formado nos encarnados e o emblema que acaba de se sagrar campeão, limitando-se a revelar a existência do acordo. Ainda de acordo com o "Sporfc", o médio de 28 anos terá rejeitado propostas da Rússia, Qatar e China.

 

Cancelo e Cavaleiro na mira do Valência

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Os jogadores do Benfica, João Cancelo e Ivan Cavaleiro, são esta quarta-feira apontados como potenciais reforços do Valência, emblema espanhol que ganhou um novo fôlego financeiro desde a entrada em cena de um milionário de Singapura com vontade de gastar dinheiro.

Segundo avança o diário A Bola, Peter Lim, o dito milionário de Singapura que adquiriu o emblema espanhol à beira da bancarrota, pretende contratar os dois atletas de 20 anos do Benfica.

Recorde-se que Peter Lim foi um dos responsáveis pela aquisição dos passes de Rodrigo e André Gomes na temporada passada e que tem fortes ligações ao "superagente" Jorge Mendes.

Rodrigo apontado ao Arsenal

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O internacional espanhol do Benfica, Rodrigo Moreno, é apontado esta quarta-feira como alvo do Arsenal para a próxima época, apesar do emblema encarnado já ter vendido o passe do jogador a Peter Lim, novo proprietário do Valência que gastou cerca de 30 milhões de euros pelo avançado encarnado.

De acordo com o diário inglês Daily Star, o técnico do Arsenal, Arsène Wenger, pretende contar com Rodrigo na próxima época e já terá dado a indicação aos dirigentes londrinos para avançar para a contratação do jogador espanhol que agora pertence ao fundo Meriton Capital Limited.

Resta agora saber se o proprietário do Valência estará disponível para negociar a venda de Rodrigo em vez de colocar o jogador no emblema espanhol.