Taça de Portugal: Bilhetes da final custam entre 15 e 30 euros

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Os bilhetes para a final da Taça de Portugal entre Benfica e Rio Ave vão ser disponibilizados pela Federação Portuguesa de Futebol no próximo dia 8 de maio.

 

Segundo a FPF vão ser disponibilizados 35.397 bilhetes para a final do Jamor com o preço dos ingressos a variar entre os 15, os 20 e os 30 euros sendo que as vendas serão efetuadas diretamente pelos clubes finalistas e através do site da Federação Portuguesa de Futebol.

De acordo com os regulamentos da prova, os bilhetes para a final da Taça de Portugal são repartidos da seguinte forma:

Clubes Finalistas - 60% (Benfica 30% e Rio Ave 30%)
Associações de Futebol dos Clubes finalistas - 10% (AF Lisboa 5%; AF Porto 5%)
Associação de Futebol anfitriã - 5% (AF Lisboa 5%)
Federação Portuguesa de Futebol - 25%

A final da Taça de Portugal, a disputar entre o Benfica e o Rio Ave, está marcada para o dia 18 de maio, às 17h15, no Estádio Nacional, no Jamor.

Dzsudzsak oferecido ao Benfica

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DzsudzsakO extremo húngaro do Dínamo Moscovo foi oferecido ao Benfica e à Lázio de Roma, avança a imprensa italiana desta segunda-feira que dá conta da intenção do emblema russo em vender Dzsudzsak por nove milhões de euros.

Depois de ter sido associado ao Benfica no último mercado de janeiro, Dzsudzsak voltou à órbitra da Luz através da imprensa italiana que avança com a alegada possibilidade do jogador de 27 anos ter sido oferecido à Lázio de Roma e ao Benfica por nove milhões de euros.

O jogador de 27 anos já representou clubes como o Anzhi, o PSV ou o Debrecen, e que custou em 2012 ao Dínamo Moscovo cerca de 19 milhões de euros.

Final da Taça de Portugal: Bilhetes a 8 de maio

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Os ingressos vão ser vendidos diretamente por Benfica e Rio Ave, bem como através do site oficial da FPF. Serão colocados à venda 35.397 bilhetes, variando o seu valor entre os 15, os 20 e os 30 euros.

 

A venda de ingressos para a final da “Prova Rainha” terá início a 8 de maio. As vendas serão efetuadas diretamente pelos clubes finalistas (Benfica e Rio Ave) e através do site da Federação Portuguesa de Futebol.

 

Os bilhetes de mobilidade reduzida serão vendidos em exclusivo através da FPF. As condições de venda deste tipo de bilhetes serão comunicadas em fpf.pt, a partir de 8 de maio.

 

Os ingressos podem ser obtidos ao preço de 15, 20 ou 30 euros, de acordo com as respetivas categorias: 3, 2 ou 1.

 

De acordo com os regulamentos da prova, os bilhetes para a final da Taça de Portugal são repartidos da seguinte forma:

Clubes Finalistas - 60% (Benfica 30% e Rio Ave 30%)

Associações de Futebol dos Clubes finalistas - 10% (AF Lisboa 5%; AF Porto 5%)

Associação de Futebol anfitriã - 5% (AF Lisboa 5%)

Federação Portuguesa de Futebol - 25%

 

No total, serão colocados à venda 35.397 bilhetes.

 

 

A final da Taça de Portugal, a disputar entre o Benfica e o Rio Ave, está marcada para o dia 18 de maio, às 17h15, no Estádio Nacional, no Jamor.

Jorge Jesus: O último a rir

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Esteve à beira de sair e, se dependesse dos adeptos e de parte da direcção, teria levado o empurrão final. Luís Filipe Vieira segurou-o e resta agora saber até onde irá o reinado de Jorge Jesus no Benfica. Perto de se tornar o terceiro técnico com maior longevidade nos 'grandes', contou ao SOL que passou o dia a seguir à festa do título a estudar a Juventus e a responder a «mais de 360 sms».

«Comigo vão jogar o dobro». Ao chegar à Luz, em 2009, Jorge Jesus não se ficou por meias palavras. É raro ficar. No seu estilo desabrido, assegurou que os jogadores que se preparava para liderar no Benfica lhe davam garantias de sucesso e o impacto da mensagem trespassou para o balneário: aquela primeira época no clube marcou um antes e um depois no futebol encarnado do século XXI.

A fasquia subiu a um nível a que os adeptos já não estavam habituados. O passado recente de desaires depressa se tornou memória longínqua, enquanto a exigência de vitórias sobre vitórias conquistava fileiras nas bancadas. Só foi possível sobreviver a três épocas a ver o FC Porto campeão com o suporte de três ideias-chave: o futebol de ataque que a equipa nunca deixou de praticar, embora com altos e baixos na eficácia e na nota artística; a valorização de jogadores como não se via desde os tempos de Valdo, Ricardo Gomes e Rui Costa; e o apoio incondicional de Luís Filipe Vieira no final da época passada, quando a contestação atingiu o auge após a perda do Campeonato, da Liga Europa e da Taça de Portugal.

Jorge Jesus tem noção exacta de que a guilhotina só não caiu sobre a sua condição de treinador do Benfica por intervenção do presidente. Depois do triplo fracasso com o FC Porto (campeonato), o Chelsea (Liga Europa) e o Vitória de Guimarães (Taça de Portugal), Vieira não cedeu à pressão da massa adepta - e de vários elementos da direcção - e propôs-lhe a renovação de contrato por mais duas épocas. Não se estranham as palavras do técnico na hora de festejar o segundo título nacional pelo Benfica, no último domingo: «Agradeço ao presidente, que acreditou em mim. Não só este ano, mas desde que cheguei».

O segundo treinador português a conquistar dois títulos de campeão na Luz (o primeiro foi Toni) saboreou este troféu como um adepto eufórico. De boné na cabeça, enrolado numa bandeira e com um cachecol amarrado ao punho, passou tão bem por um deles que, ao chegar com os jogadores ao Marquês de Pombal, um polícia tentou interceptá-lo. O agente da autoridade terá julgado estar perante um intruso acabado de furar a barreira de segurança. Ilusão: era a autoridade máxima do balneário a extravasar emoções. Há um ano caíra de joelhos no Estádio do Dragão, desolado por um campeonato perdido fora de horas para o rival. Dias mais tarde vira Óscar Cardozo desafiá-lo de peito aberto na final da Taça, aos olhos de toda a gente. E pelo meio a derrota com o Chelsea na Liga Europa. Agora era a sua vez de rir. A hora de soltar o grito da redenção.

«Os meus festejos foram públicos, foi o que as pessoas viram na TV», sublinhou Jesus ao SOL, adiantando que dali seguiu para casa e logo mudou o foco para o próximo compromisso: as meias-finais da Liga Europa. «No dia seguinte fiquei toda a manhã em casa a preparar já o jogo com a Juventus e a responder a mensagens. Respondi a todas as que recebi. Foram mais de 360 sms de todas as partes do mundo».

À tarde, deu treino pelas 16 horas. A festa tinha terminado e o «bicho-do-mato», como se descreve a si próprio, regressava ao seu habitat, longe de folias e virado quase em exclusivo para o futebol - uma das duas televisões que tem na sala só passa programas desportivos.

Com crédito renovado nas hostes encarnadas, a questão que se coloca agora é bem mais abrangente do que a eliminatória europeia que aí vem. O ponto é este: até quando poderá manter-se no Benfica? O tempo voa e o facto é que Jorge Jesus está a dias de completar cinco anos ao leme dos 'encarnados'. O que por si só é um acontecimento, não apenas no clube da Luz, mas na história dos 'grandes' do futebol português.

Se cumprir o ano que lhe falta de contrato, passará a ser o terceiro homem com maior longevidade à frente de um dos três principais clubes. Um caso sem paralelo nos últimos 65 anos no Sporting, no FC Porto e no próprio Benfica, onde também se apresta para se tornar o técnico com mais jogos realizados e mais vitórias alcançadas.

Mal inicie a próxima época, Jorge Jesus vai deixar para trás o húngaro Mihaly Siska, o brasileiro Otto Glória e o português Paulo Bento, que ao fim de cinco anos abandonaram o FC Porto, o Benfica e o Sporting, em diferentes períodos da história (ver infografia).

Com mais tempo de permanência num 'grande' vão apenas restar os magiares Janos Biri e Joseph Szabo, que se 'eternizaram' no cargo - o primeiro nas 'águias', o segundo nos 'leões' - durante as décadas de 30 e 40 do século passado.

Biri detém até hoje o recorde de jogos e vitórias de um treinador do Benfica, mas está em vias de ser duplamente ultrapassado por Jesus. Ao actual técnico, de 59 anos, faltam nove encontros e oito triunfos para passar para a frente nos dois registos, o que irá acontecer na próxima temporada se decidir continuar, como é mais provável.

Este segundo título em cinco anos coloca-o ao nível de Otto Glória nessa matéria, mas a principal marca de Jorge Jesus no Benfica é outra. Por muito que os adeptos o tenham tentado crucificar pelos falhanços nos momentos decisivos da época passada, o mérito do treinador natural da Amadora foi ter devolvido o clube aos grandes palcos. A frieza dos números assim o demonstra.

Com ele, as vitórias tornaram-se mais regulares, a equipa ganhou ambição e passou a bater-se em todas as frentes. Esteve numa final da Liga Europa, em duas meias-finais e uma vez nos 'quartos', além de ter atingido esta mesma fase na Liga dos Campeões, em 2011/12. Do 23.º lugar no ranking de clubes da UEFA, antes da sua chegada, o Benfica saltou para sexto, só atrás de Barcelona, Bayern Munique, Real Madrid, Chelsea e Manchester United.

O homem que não fuma nem bebe, a ponto de ter revelado numa reportagem do SOL em 2011 que não conhece sequer «o sabor do uísque», vive para o futebol e para o clube que representa. Antes de entrar na Luz, tirou um curso para aprender a lidar com jornalistas e os treinos que orienta são fruto do conceito de jogo que defende para a equipa. «Ao longo da minha carreira só dei os treinos que eu próprio criei», revelou nessa reportagem do SOL.

Não se tem dado mal. Com 187 triunfos em 264 partidas (70,8% de eficácia), Jorge Jesus é hoje o sexto técnico mais vitorioso da história do Benfica. Entre os que aguentaram pelo menos uma época no cargo, apenas o superam Lajos Czeizler, com 80,5% na sua única época ao serviço das 'águias' (1963/64), Jimmy Hagan (78,3% de 1970 a 1974), Fernando Riera (73,9%, 1962/63 e de 1966 a 68), Janos Biri (73,4% de 1939 a 1947) e Elek Schwartz (71,7% em 1964/65). A maioria beneficiou do contributo de Eusébio, Simões, Coluna, Torres, José Augusto e companhia, mas Béla Guttmann, outro dos nomes importantes da década da 60, aparece agora com pior registo do que Jesus. O mesmo sucede com outros históricos como Eriksson, Mortimore, Otto Glória ou Toni.

No confronto directo com os outros 'grandes', o Benfica ganhou outra dimensão nestes cinco anos. Em especial com o Sporting, que bateu uma dezena de vezes em 13 duelos, empatando duas e perdendo apenas uma. Com o FC Porto, o saldo mantém-se negativo, com sete triunfos contra oito derrotas. Mas nos cinco anos anteriores os 'encarnados' tinham apenas ganho dois clássicos em 10.

A era Jesus fica também marcada pela chegada de muitos jogadores à Luz - passaram mais de 80 pelo balneário neste período -, alguns através de investimentos avultados. Mas se é certo que Ola John, Bruno César, Roberto, Éder Luís, Airton e outros não vingaram, não é menos verdade que Fábio Coentrão, Di María, Ramires, David Luiz, Javi García, Witsel ou Matic proporcionaram encaixes financeiros antes impensáveis. É um trunfo a não menosprezar.

Agora junta-lhe outro: no dia de Páscoa, ironia do destino, Jesus deu o 33.º título de campeão ao Benfica. A ressurreição do seu crédito junto dos adeptos está consumada.

 

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Enzo e André Gomes salientam importância de "mais uma final"

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O médio argentino Enzo Pérez salientou a "grande época" que o Benfica está a fazer, opinião corroborada pelo colega de equipa André Almeida.

"Voltámos a vencer o FC Porto e merecemos. Estamos a fazer uma grande temporada mas ainda nada ganhámos. É importante estar noutra final», disse o médio argentino à Antena 1.

"Mostrámos que somos fortes. Conseguimos, com alguma sorte, claro, atingir mais um objetivo e mais uma final. O importante é estar nas finais e é lá que nós estamos", salientou o médio português, também à Antena 1.

O Benfica alcançou a sua quinta final da Taça da Liga em sete possíveis.

 

Enzo Pérez, Salvio e Gaitán na lista de Sabella

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O selecionador argentino Alejandro Sabella tem já uma lista alargada de 32 jogadores para o Mundial 2014, sendo que o lote será reduzido a 23 para a competição.

Na atual lista figuram quatro jogadores do Benfica, com destaque para Enzo Pérez, Salvio e Gaitán, que há muito não figuram nas opções do técnico. O quarteto fica completo com a presença do já 'habitual' Ezequiel Garay.

De acordo com a imprensa do país das 'pampas' está também o sportinguista Marcos Rojo.

Os 23 convocados para o Mundial serão definitivamente anunciados a 13 de maio.

Juniores: S.L.Benfica 8 x 2 U.Leiria

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Fase Apuramento de Campeão

Benfica – U. Leiria, 8-2: Juniores na liderança com goleada das antigas

A equipa de Juniores do Sport Lisboa e Benfica voltou à liderança com uma goleada ante a U. Leiria, por 8-2, em jogo da 11.ª jornada da Fase de Apuramento de Campeão do Campeonato Nacional da categoria.

 

Numa partida que começou com sinal mais dos da casa, o Benfica apenas fez o primeiro da partida por volta dos 30 minutos por intermédio de Diogo Rocha. Antes do intervalo, Raphael Guzzo e Nuno Santos, com dois tentos de belo efeito, colocaram o resultado em 3-0.

 

No reinício, a U. Leiria reduziu para 3-2 com dois tentos de rajada, um deles através de uma grande penalidade. O Benfica, porém, não se atemorizou e Rafael Ramos fez o 4-2.

 

Este golo trouxe outra tranquilidade aos Juniores que fizeram o 5-2 por intermédio de João Nunes e o 6-2 através de uma recarga de Valdomiro Lameira a uma grande penalidade. Aliás, o defesa central estava endiabrado, pois João Nunes ainda foi a tempo de bisar.

 

Com tantos e tão bonitos golos, os Juniores fecharam, em período de descontos, com chave de ouro, Nuno Santos deu de calcanhar para Romário Baldé que, dentro da área, fechou a contagem.

 

O Benfica volta a liderar a classificação de forma isolada, agora com 26 pontos.

 

Benfica elimina Porto - Resumo, fotos, relatos, crónica

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SB

Em actualização constante.

[link] Relatos dos golos
[link] Fotos do jogo
[link] Outro tipo de vídeos ;)
Resumo:

 

Uma semana depois de se ter sagrado campeão português, o Benfica visitou o Estádio do Dragão e carimbou a sua quinta passagem à final da Taça da Liga, depois de ter vencido, este domingo, o FC Porto nas grandes penalidades (3-4), após o nulo no tempo regulamentar. Os Dragões foram a equipa mais esforçada dentro de campo mas o Benfica demonstrou ao grande rival o porquê de ter sido campeão nacional, estar presente em duas finais (Taça de Portugal e Taça da Liga) e perto de uma final europeia. Mesmo reduzidos a dez elementos desde a meia-hora de jogo, o Benfica soube ser paciente e gerir a impaciência do adversário, beneficiando ainda da sorte das grandes penalidades. Tendo em conta a segunda mão das meias-finais da Liga Europa, que será disputada esta quinta-feira, em Turim, Jorge Jesus fez algumas alterações na equipa titular, fazendo descansar alguns dos habituais titulares. Steven Vitória integrou o quarteto defensivo e Ivan Cavaleiro jogou desde o início no meio-campo encarnado. Lima e Cardozo formaram a dupla atacante Com 26.109 pessoas nas bancadas do Dragão, cerca de 350 adeptos encarnados gritavam "Campeões, campeões!" para a equipa rival antes da partida. Com a Taça da Liga a ser o único troféu que o FC Porto podia vencer esta temporada e o treinador Luís Castro apostou na sua melhor equipa, com Maicon a fazer dupla com Mangala no eixo da defesa. Aos 21 minutos de jogo, Jackson Martínez já contabilizava duas oportunidades claras de golo falhadas, demonstrando que continuava 'de costas viradas' para a baliza dos adversários. Depois do mau momento do avançado colombiano foi a vez de o belga Steven Defour falhar com a baliza de Oblak. Perto da meia hora, o Benfica ficou reduzido a dez elementos depois de Steven Vitória ter visto o cartão vermelho direto ao fazer falta sobre Jackson perto da grande área. Na conversão do livre, Quaresma enviou a bola por cima da baliza dos encarnados. Com a saída forçada de Vitória do Benfica, Jorge Jesus foi obrigado a mexer e fez sair Lima para a entrada de Garay. Desta forma, o treinador do Benfica evidenciou, ainda mais, a sua vontade de chegar à final da Liga Europa. Durante a primeira parte, o FC Porto esteve mais empenhado do que o Benfica em chegar à final da Taça da Liga, mas, ao intervalo, o resultado continuava parado no 0-0. No segundo tempo, já com Quintero na equipa do FC Porto e Markovic do Benfica em campo, os Dragões dominaram o meio-campo, perante um Benfica decidido a defender tudo. Apesar da superioridade numérica, o FC Porto estava menos perigoso do que na primeira parte. A faltarem 20 minutos para os 90', Luís Castro apostou no argelino Ghilas, fazendo sair o extremo Ricardo Quaresma. Mais tarde, o treinador portista 'lançou' Ricardo para o lugar de Danilo e Jesus apostou em Enzo Perez nos instantes finais do tempo regulamentar. Terminados os 90 minutos e sem golos no Estádio do Dragão, o segundo finalista da Taça da Liga teve de ser encontrado através da marca das grandes penalidades. Aqui, Garay e André Gomes falharam para o Benfica, enquanto Jackson, Maicon e Fernando não conseguiram marcar para o FC Porto. A final da Taça da Liga 2013/2014 está agendada para 07 de maio, às 20h30, em Leiria. Tendo o Rio Ave como adversário, o Benfica tentará conquistar a prova pela quinta vez, depois de quatro triunfos.

 

texto sapo.pt