CMTV transmite Benfica

A partir do próximo sábado, a CMTV, canal exclusivo MEO (posição 8), inicia uma parceria com o Benfica.

 O canal do Correio da Manhã vai passar a transmitir o pré-jogo das partidas da principal equipa de futebol no Estádio da Luz. Ou seja, o aquecimento dos jogadores e as incidências que têm lugar antes do início dos jogos.

Além do pré-jogo, a CMTV vai passar a transmitir, em direto, os primeiros cinco minutos desses mesmos jogos.

Esta operação começa com um especial do programa ‘Mercado’ às 17h30, e o acompanhamento dos primeiros minutos do Benfica-Belenenses, às 18h30. Para o efeito, a CMTV vai mobilizar equipas em estúdio e no relvado, e contará com a análise de vários comentadores, como Octávio Machado.

Aliciamento de triatletas do Benfica

Os subscritores do comunicado solicitam a intervenção aos presidentes do IPDJ, do COP e da Comissão de Atletas Olímpicos, assim como aos responsáveis da FTP.

Triatletas dos CAR repudiam gestão federativa da alta competição

Os triatletas portugueses dos Centros de Alto Rendimento (CAR) repudiaram hoje a gestão federativa na alta competição e apelaram à intervenção dos responsáveis pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e Comité Olímpico de Portugal (COP).

«A nossa ideia, e pelo contacto que temos tido com a estrutura federativa, é de uma clara falta de competência, mas não nos cabe a nós sugerir uma queda ou não da direção [da Federação de Triatlo de Portugal]. Tentámos falar atempada e repetidamente e nunca o diálogo foi levado a bom porto», lamentou João Silva, em conferência de imprensa, em Lisboa.

O triatleta natural da Benedita, sexto classificado da edição de 2013 do Campeonato do Mundo, foi o “porta-voz” de um comunicado subscrito por 14 atletas que residem ou residiam nos CAR da modalidade, uma vez que a infraestrutura de Montemor-o-Velho foi encerrada pela FTP em maio último.

«A FTP procedeu ao repentino encerramento do CAR de Montemor-o-Velho, em maio, sem comunicar previamente aos atletas, pais e funcionários do mesmo […], chegou a verificar-se a falta de comida e água no CAR e, inexplicavelmente, a mando do presidente da FTP foram trocadas as fechaduras da casa, ao que se julga para tomar posse da mesma. Tal facto mereceu a intervenção da GNR», referem os triatletas, justificando esta tomada de posição com a vontade de preparar a época de 2014, quando começa o apuramento para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro2016.

Ladeado pelos “elites” João Pereira, 18.º do Mundial, e Miguel Arraiolos, 63.º, e “apoiado” por outros nove triatletas, João Silva anunciou o «frontal e total repúdio pela orientação seguida, no seio da FTP, no que ao alto rendimento diz respeito».

«Estamos aqui porque atingimos o limite e porque já tentámos por todas as vias internas da federação resolver os problemas, mas, como nunca obtivemos respostas nem soluções viáveis, vimo-nos obrigados a fazer este comunicado», frisou João Silva, aludindo à missiva distribuída à comunicação social, que manifestava «profunda deceção e estranheza pela insensibilidade» do presidente da FTP, Fernando Feijão, e do antigo Diretor Técnico Nacional (DTN) Hugo Ribeiro.

Entre os vários pontos do comunicado dos triatletas constam várias denúncias, como o aliciamento de João Silva e João Pereira com uma bolsa monetária para que não competissem pelo Benfica, o afastamento das equipas médica, de fisioterapia e de psicologia, as «pressões, represálias e chantagens« aos atletas que pretendiam ter enquadramento técnico diferente do de Hugo Ribeiro.

Ainda relativamente ao antigo DTN da FTP, os triatletas contestam a sua contratação, salientando tratar-se de «um vice-presidente da própria federação, sem habilitações para o cargo, planeando treinos inexplicáveis do ponto de vista técnico e colocando em causa a própria integridade física dos atletas» e a falta de acompanhamento técnico para provas e estágios.

«Como é exemplo a participação do atleta João Pereira na etapa de Hamburgo, para a qual foi acompanhado pelo presidente da FTP, quando havia técnicos da FTP disponíveis» ou «o estágio em altitude realizado nos Pirenéus, em França, em maio […], realizado por José Estrangeiro e João Pereira, que conduziram a viatura da FTP a partir de Portugal, num total de 1.250 quilómetros cada viagem».

Os subscritores do comunicado, além de agradecerem o apoio aos «pais, clubes e amigos», solicitam a intervenção aos presidentes do IPDJ, do COP e da Comissão de Atletas Olímpicos, assim como aos responsáveis da FTP.

Ricardo Vítor reforça Atletismo

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Ricardo Vítor Santos é o novo reforço da equipa masculina do Sport Lisboa e Benfica e, em declarações proferidas à Benfica TV, explicou como é que o Atletismo entrou na sua vida.   “Antes jogava Futebol, mas um professor da minha escola encorajou-me a começar a correr. Antes fazia 1.500 metros e 800 metros, gostei e continuei”, revelou. Para além de ter acesso a uma estrutura forte e ambiciosa, o ingresso no Benfica traz, ainda, outros benefícios ao jovem atleta. “Toda a minha família é do Benfica e estão felizes. Vou passar mais temporadas em Portugal”, assumiu. Ricardo Vítor, ex-Sporting, ainda tem idade de júnior, mas já é considerado o melhor atleta nacional na especialidade de 400 metros e foi o primeiro júnior português a percorrer a distância abaixo dos 47s.

Auto da PSP fala em dupla agressão de Jorge Jesus

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O auto de notícia da PSP sobre os incidentes do passado domingo, em Guimarães, que envolveram o treinador do Benfica, refere a existência de uma dupla agressão de Jorge Jesus a um agente de segurança, segundo apurou A BOLA junto de fonte policial. Uma informação que, note-se, o nosso jornal já tinha noticiado na edição de terça-feira. De acordo com o referido auto, que já foi enviado para o Tribunal Judicial de Guimarães - seguiu também um relatório da PSP para o Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que já motivou a instauração de processos disciplinares por parte da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga de Clubes (ver caixa ao lado) -, o técnico atingiu duas vezes o agente, primeiro com um golpe na cara e depois com um segundo no braço, insurgindo-se ainda contra outro agente. O expediente dá ainda conta de que Jorge Jesus impediu a ação policial, na sequência da tentativa de detenção de um dos adeptos que tinham invadido o relvado, e desobedeceu à autoridade. Fonte oficial do Benfica vincou ao nosso jornal que não foi essa a informação transmitida verbalmente ao treinador no momento da notificação como arguido, anteontem, no Estádio da Luz, por volta do meio-dia. Os dois agentes da PSP destacados para o efeito terão dito a Jesus, segundo o clube e perante testemunhas (ver também declarações do advogado de Jesus na caixa em baixo), que a acusação em causa não visava agressão, apenas resistência à autoridade. Perante isto, a mesma fonte diz que o clube pondera pedir a anulação da notificação assinada por JJ, por entender que os pressupostos não foram os transmitidos. Certo é que o treinador das águias poderá ter de responder perante a justiça. Tem agora a palavra o Ministério Público.
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Paulo Fonseca: "Benfica? Li e registei"

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dn

Técnico do FC Porto recusa responder ao comunicado do Benfica, justificando que não vê o futebol como uma "guerra". Técnico desvenda o "mistério Izmailov" e responde às críticas sobre o futebol portista.

Paulo Fonseca recusou alimentar a polémica com o Benfica, que através de um comunicado disse que o técnico do FC Porto "deve ter mudado de oftalmologista", depois de o treinador dos dragões se ter queixado da arbitragem no Estoril. "Não faço leitura nenhuma especial. Li e registei. Uma coisa lhe garanto que não vivo minimamente afetado com o que dizem as pessoas fora do FC Porto. O meu foco está na equipa", vincou, na conferência de imprensa de antevisão à receção ao Vit. Guimarães (sexta-feira, 20.00).

Depois de ter "cedido" os primeiros pontos da época, e após ter faltado o resultado para "disfarçar" mais uma exibição cinzenta do FC Porto, Paulo Fonseca defendeu-se das críticas com os números. "É um facto que estamos em primeiro lugar. Nós estamos em primeiro lugar. Temos seis vitórias e um empate. E não são estes dois últimos jogos, que foram extrapolados de uma maneira que não foi a devida, que vão pôr em causa o que tem sido o nosso percurso", frisou.

Na semana em que o FC Porto festeja o seu 120.º aniversário, Paulo Fonseca realçou a necessidade de regressar às vitórias no Dragão, no jogo da 6.ª jornada, antes de uma importante receção ao Atlético Madrid na Liga dos Campeões. "Queremos vencer para reforçar a nossa posição no campeonato, que é o primeiro lugar, queremos também neste momento importante da vida do clube oferecer uma prenda aos associados e à administração. O FC Porto faz 120 anos, é uma data memorável. E existe também a questão da inauguração do museu. Queremos de todas as formas contribuir para que sábado seja um dia de grande alegria para os adeptos do FC Porto", realçou.

O técnico dos tricampeões aproveitou, ainda, para justificar a ausência de Izmailov da última lista de convocados e dos últimos treinos no Olival. "Fui criticado por não o ter convocado. Seria mau da minha parte que, após o Marat ter feito o que fez em Viena, não o levasse à convocatória seguinte. Isso era incompreensível. Até o elogiei e acredito que pode ser muito útil para a equipa. A verdade é que no momento que antecede a convocatória me pediu para não ser convocado porque tem um problema pessoal e familiar. Eu acedi. Tão simples quanto isso. Tanto é que ele não tem estado presente. Demos-lhe alguns dias, algum tempo, para ele resolver essa questão. Até pensei nele para jogar de início", revelou.

Instado a comentar as polémicas que têm dominado os últimos dias no futebol nacional, Paulo Fonseca deixou apenas uma garantia: quando falar será sempre em defesa do FC Porto. "Não vejo o futebol como uma guerra. Vejo-o como um desporto envolvente, que se joga debaixo de grande tensão e que gera reações, umas vezes mais positivas, outras menos. Não vejo o futebol como uma guerra. Estou preparado para tudo o que for para defender os interesses do FC Porto e da minha equipa", vincou.

 

Jesus só assinou notificação porque PSP disse-lhe que não havia agressões

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sapo

O treinador Jorge Jesus só assinou a notificação referente aos incidentes de Guimarães, após a polícia lhe ter garantido que não havia menção a quaisquer agressões por parte do técnico, disse à Lusa fonte do Benfica.

«Garantiram - porque lhes foi perguntado - que no relatório da PSP não havia nenhuma menção a agressões ou tentativas de agressão, mas apenas a resistência a autoridade. Em face disto, Jorge Jesus assinou a notificação», disse a mesma fonte à Lusa.

Esta acrescentou que, ao contrário da informação avançada ao técnico, o auto de notícia da Polícia de Segurança Pública (PSP), enviado na terça-feira para o Tribunal Judicial de Guimarães, menciona uma agressão de Jesus.

Em declarações à agência Lusa, fonte oficial do Benfica mostrou estranheza com a situação, explicando que o treinador apenas assinou a notificação depois de os agentes que se deslocaram na terça-feira ao Estádio da Luz terem afirmado não existir menção a quaisquer agressões do técnico.

No momento da notificação, diz ainda a fonte do Benfica, «essas garantias foram dadas perante Jorge Jesus, Paulo Gonçalves (advogado da SAD), Lourenço Coelho (diretor do futebol) e João Gabriel».

Com o auto notícia da PSP a apresentar dados que não estão em conformidade com o que foi apresentado pela polícia ao técnico, o Benfica questiona a ação dos agentes que notificaram ou mesmo a alteração de relatório, e diz que irá contestar.

«Ou os agentes da PSP faltaram à verdade e, em face disto, temos de contestar o valor da notificação ontem [terça-feira] apresentada e que foi assinada após terem sido prestadas informações falsas, ou, mais grave, do meio dia de ontem para o dia de hoje o relatório da PSP foi alterado ou acrescentado», referiu.

Uma situação que o Benfica diz «levantar as maiores reservas do ponto de vista legal e ético».

Esta quarta-feira, fonte policial disse também à Lusa que o auto notícia refere que «um agente foi tentar deter o adepto e foi quando Jorge Jesus interveio e agrediu esse agente com uma bofetada na cara e outra num braço. Como esse agente não libertou o adepto, Jorge Jesus insurgiu-se contra outro agente da PSP».

Esta situação surge depois de Jorge Jesus, no final do jogo de domingo entre o Vitória de Guimarães e o Benfica (0-1), da quinta jornada da I Liga de futebol, se ter intrometido numa ação da polícia, que tentava retirar adeptos do clube das "águias" do relvado do Estádio D. Afonso Henriques.

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Para além de Jesus, delegados e árbitros também na mira da Liga

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RR

A Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) da Liga de Clubes decidiu abrir um inquérito disciplinar global aos incidentes após o jogo entre Vitória de Guimarães e Benfica, da quinta jornada da Primeira Liga.

Contactada pela Agência Lusa, fonte do organismo que tutelas as provas profissionais do futebol nacional adiantou que a CII decidiu instaurar um processo a todos os envolvidos nos incidentes.

Ou seja, Jorge Jesus pode não ser o único a ser punido em todo o caso já que aequipa de arbitragem do encontro, liderada por Bruno Esteves, e demais delegados da Liga presentes no encontro são também visados pelo órgão disciplinar daquele organismo.

De acordo com a mesma fonte, a secção profissional do Conselho Disciplina da FPF não instaurou processo de inquérito a Jesus e aos demais intervenientes tal como resulta do mapa de castigos divulgado ontem, tendo apenas remetido para a CII os relatórios do jogo e o "link" para as imagens após o jogo.

Assim sendo, a CII instaurou o processo a Jesus, aos delegados Paulino Carvalho e Carlos Santos e aos elementos da equipa de arbitragem, composta por Bruno Esteves, Mário Dionísio, Rui Teixeira e Manuel Oliveira.

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"Em Paris, vamos jogar em casa" - Artur

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rr

Artur Moraes está entusiasmado com a deslocação que o Benfica terá que efectuar a Paris, na próxima semana, para defrontar o PSG, na segunda jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.

O facto de França concentrar uma vasta comunidade portuguesa permite ao guarda-redes brasileiro prever um apoio maciço aos encarnados no Parque dos Príncipes.

"Acredito que vão estar presentes muitos adeptos do Benfica, como aconteceu no ano passado na Liga dos Campeões e na Liga Europa. Acredito que vamos jogar em casa, em Paris", afirmou o guardião, em entrevista à Benfica TV.

Depois da terceira vitória consecutiva na temporada, diante do Vitória de Guimarães, que acabou por reforçar a "confiança" e acentuar o "crescimento" do plantel às ordens de Jorge Jesus, segue-se a recepção ao Belenenses, para a sexta jornada do campeonato.

"Começamos a viver um momento importante na época, com três vitórias seguidas e, contra o Belenenses, esperamos estar melhor do que com o Vitória de Guimarães e, perante os nossos adeptos, vencer", prosseguiu Artur Moraes, que completou cem jogos com a camisola das águias na partida com os minhotos, no passado domingo.

"Para mim é uma marca muito especial, numa equipa como esta. É importante para mim e para qualquer jogador", salientou.

Instado, por outro lado, a comentar a entrevista concedida ontem por Luís Filipe Vieira, Artur Moraes reservou rasgados elogios para o presidente do Benfica.

"Mostra o quanto estamos fechados. É importante ter o presidente junto de nós e ele está diariamente connosco, nos jogos, nas viagens e demonstra a todo o Mundo que o Benfica está fechado e unido num só pensamento para termos um grande ano", concluiu o "Rei Artur".

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"Querem crucificar Jorge Jesus e prejudicar o Benfica"

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RR

António Figueiredo entende que Jorge Jesus se excedeu na defesa de um adepto benfiquista em Guimarães, mas entende que, neste momento, está a ser tirado proveito da situação para "prejudicar o Benfica e crucificar Jorge Jesus".

O ex vice-presidente, que sempre defendeu a saída do treinador da Luz, assistiu, pela televisão, aos desacatos ocorridos após o final da partida que os encarnados venceram em Guimarães e entende que a atitude de Jorge Jesus "é criticável, porque era uma assunto com o qual ele não tinha nada a ver".

Contudo, sustenta ser "revoltante ver muita gente, bem grande, à volta de um único indivíduo, que o único crime cometido foi ter ido buscar uma camisola que lhe tinha sido oferecida". "Foi ridículo", classifica.

António Figueiredo, nesta entrevista a Bola Branca, acrescenta que quem está a querer dar gravidade a este caso são "as mesmas pessoas que não deram gravidade a uma equipa inteira do FC Porto a correr atrás de um árbitro num campo". O antigo dirigente recorda ainda o famoso "caso Calheiros", explicando que tem boa memória e não se esquece que "a Judiciária encontrou viagens de férias pagas a um árbitro". "Isso é que tem gravidade e isso é que é anti-desportivo", considera.

Jesus ainda não convenceu Figueiredo 
Sobre o actual momento desportivo do clube, António Figueiredo continua a não acreditar no desempenho da equipa de futebol e em Jorge Jesus. O antigo dirigente esclarece que fica "preocupado que não se tenha começado bem", porque está convencido que é inevitável "acabar mal" a temporada. Figueiredo teme que "este ano nem se chegue às decisões" e que o clube volte a alcançar o segundo lugar, "o primeiro dos últimos".

Sobre o sonho manifestado por Luís Filipe Vieira de chegar à final da Liga dos Campeões, que esta temporada se joga na Luz, António Figueiredo sonha com o mesmo, mas entende que "é um sonho de difícil realização".

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