Assembleia-Geral Ordinária, 26Jun. Sex. 14h30-22h00

lonstrup

como não há ponto referente à votação da escusa de leitura da ultima acta, esta assembleia não pode prosseguir.

dtfstoko

Se o orçamento não for aprovado não é obrigatório que se faça outras AG até o orçamento passar?

franciscoafonso

Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:45
como não há ponto referente à votação da escusa de leitura da ultima acta, esta assembleia não pode prosseguir.
Pode se disponibilizarem a ata a toda a gente por defeito. Se vão disponibilizar outros documentos, não há razão. Estão entre a espada e a parede.

lonstrup

Citação de: franciscoafonso em 12 de Junho de 2020, 19:46
Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:45
como não há ponto referente à votação da escusa de leitura da ultima acta, esta assembleia não pode prosseguir.
Pode se disponibilizarem a ata a toda a gente por defeito. Se vão disponibilizar outros documentos, não há razão. Estão entre a espada e a parede.
não interessa, não vai ser votada a aprovação da última ata. portanto vamos chegar a setembro de 2020 com a ata de setembro de 2019 por aprovar.

dreadrocK

Citação de: franciscoafonso em 12 de Junho de 2020, 19:46
Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:45
como não há ponto referente à votação da escusa de leitura da ultima acta, esta assembleia não pode prosseguir.
Pode se disponibilizarem a ata a toda a gente por defeito. Se vão disponibilizar outros documentos, não há razão. Estão entre a espada e a parede.

E caso exista alguma ponto do mencionado da Ata que o sócio queira contestar, vai por Email? E se eles simplesmente ignorarem o Email, o que vai acontecer? Rigorosamente nada.

Mesmo que respondam, que efeito é que isso irá gerar? Mas alguém da CS irá ler auqilo e expor o que foi mencionado? É tudo uma pescadinha de rabo na boca...

Isto é tudo demasiado estranho e bizarro...

dreadrocK

Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:49
Citação de: franciscoafonso em 12 de Junho de 2020, 19:46
Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:45
como não há ponto referente à votação da escusa de leitura da ultima acta, esta assembleia não pode prosseguir.
Pode se disponibilizarem a ata a toda a gente por defeito. Se vão disponibilizar outros documentos, não há razão. Estão entre a espada e a parede.
não interessa, não vai ser votada a aprovação da última ata. portanto vamos chegar a setembro de 2020 com a ata de setembro de 2019 por aprovar.

Podem disponbilizar a votação presencial igualmente para a Ata.

lonstrup

Citação de: dreadrocK em 12 de Junho de 2020, 19:51
Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:49
Citação de: franciscoafonso em 12 de Junho de 2020, 19:46
Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:45
como não há ponto referente à votação da escusa de leitura da ultima acta, esta assembleia não pode prosseguir.
Pode se disponibilizarem a ata a toda a gente por defeito. Se vão disponibilizar outros documentos, não há razão. Estão entre a espada e a parede.
não interessa, não vai ser votada a aprovação da última ata. portanto vamos chegar a setembro de 2020 com a ata de setembro de 2019 por aprovar.

Podem disponbilizar a votação presencial igualmente para a Ata.
não podem. a convocatória da assembleia tem um ponto único, e lá não consta a aprovação da ata da última assembleia. «esqueceram-se»

dreadrocK

Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:54
Citação de: dreadrocK em 12 de Junho de 2020, 19:51
Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:49
Citação de: franciscoafonso em 12 de Junho de 2020, 19:46
Citação de: lonstrup em 12 de Junho de 2020, 19:45
como não há ponto referente à votação da escusa de leitura da ultima acta, esta assembleia não pode prosseguir.
Pode se disponibilizarem a ata a toda a gente por defeito. Se vão disponibilizar outros documentos, não há razão. Estão entre a espada e a parede.
não interessa, não vai ser votada a aprovação da última ata. portanto vamos chegar a setembro de 2020 com a ata de setembro de 2019 por aprovar.

Podem disponbilizar a votação presencial igualmente para a Ata.
não podem. a convocatória da assembleia tem um ponto único, e lá não consta a aprovação da ata da última assembleia. «esqueceram-se»

Tens razão.  :rir:

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#83
A AG com os moldes perfeitos para Vieira e seus muchachos. Assim não vai ficar com as orelhas a arder a ouvir os comentários dos garotões.

Esta AG... no fundo não é AG nenhuma.

Ru10

Portanto vamos ter a direção a responder a TODOS os mails ou escolhidos a dedo? Se fizer um "discurso" por escrito, será partilhado para todos os restantes sócios?

Que caralho é isto?

Dr.Lecter

Citação de: dreadrocK em 12 de Junho de 2020, 19:33
Citação de: Dr.Lecter em 12 de Junho de 2020, 19:27
Citação de: dreadrocK em 12 de Junho de 2020, 19:26
Citação de: Dr.Lecter em 12 de Junho de 2020, 19:21
Citação de: dreadrocK em 12 de Junho de 2020, 19:16
Já enviei mensagem ao Rui Gomes da Silva sobre isto tudo. Espero que ele faça algo.

É demasiado grave o que vai ser feito... é anti democrático ao extremo, e é precisamente o oposto daquilo que foi dito para contestar a AG virtual proposta pelo Luis Nazaré.

Isto não é uma competência da direcção, é uma competência do PMAG. Há outra AG, a realizar até 30 de Setembro. Veremos se se mantém este formato.

Mas o conflito foi entre o Luis Nazaré e a Direção do clube precisamente sobre a realização da AG, ou estou errado?

É a direcção que tem de fornecer os meios ao PMAG para a realização da AG. Se o PMAG só tiver pedido isto e tiver proposto este modelo, a responsabilidade é dele.

Mediante o consentimento da Direção. Ou seja, se a Direção "recusou" a AG vritual exclusivamente , devido a considerarem que iria contra os estatudos, tinha hipotese de "recusar" igualmente este meio, pois vai igualmente contra os estatutos, pois os sócios sem meios náo tèm hipotese de aceder À documentação previamente, pois requer acesso a internet e a algum conhecimento informatico. Ou afinal o que foi proposto agora já é democrático?

Quanto a isso, 100% de acordo.

R3nas

Citação de: Kurt Cobain 10 em 12 de Junho de 2020, 19:38
Aos Consócios e Adeptos do Sport Lisboa e Benfica,



Nascido e criado em Lisboa, Benfiquista de quarta geração (sim, já os há. E com cinquenta votos, imaginem.), o meu pai e o meu avô apresentaram-me um Clube que ganhava mais que todos os outros juntos e estava sempre presente nas bocas do povo acompanhado de sorrisos. Explicaram-me que o Benfica é uma Ideia e esse sucesso desportivo era apenas consequência dessa Ideia. Nasci ainda em tempos de Glória que rapidamente se transformaram em dias cinzentos.




Durante esse "Vietname", continuaram a explicar-me que o Benfica é uma Ideia, que mesmo atravessando aquela fase, por definição uma ideia não morre e logicamente o Benfica também não. Uma Ideia de sorrisos, festa e amor, que só é possível se for vivida com a total defesa dos valores do Desporto, com o maior civismo na vivência do Benfiquismo e igualdade nesta mesma, com a inexistência de qualquer dúvida em relação à ética da sua condução que afaste o Clube dos seus associados e com a noção que enquanto estamos de cachecol ao pescoço, Emblema ao peito ou num gabinete no Seixal, há um nome maior do que o nosso em questão, um bem maior pelo qual devemos zelar e que nos liga, E Pluribus Unum.



Os treinadores sucediam-se, as Direcções mudavam, até o Estádio era demolido e reerguido, mas os dias cinzentos continuaram. Com bafos da antiga Glória preconizados por Sabrosa e trazidos por Jesus, a Comunicação Social amiga de quem nos dirige, com o auxílio mais recente das suas milícias digitais, estabeleceu a tese do "Gigante Adormecido", acordado por um senhor que entrou na A1 em Alverca. 25km de Estádio a Estádio, fazendo A1 e 2a Circular, coisa de uns 20min sem trânsito.



Na minha opinião, o Gigante não estava adormecido, mas adormeceu desde então. À época, o Benfica, essa massa amorfa de milhões de almas ligadas, mobilizou-se militantemente, militância essa agressiva no melhor sentido do termo e expulsou os responsáveis pelos desvios à Ideia. Após as atribulações, a geração dos meus pais e dos meus avós, responsável por esta defesa do Sport Lisboa e Benfica, conformou-se, considerou que "já estava", a nossa Queda do Muro.



O tempo, como tendencialmente faz, veio mostrar a verdade, a de que os desvios à Ideia de Benfica estão agora perigosamente perto de ser perpetuados, com a agravante de nunca nos ter sido sequer perguntado se o tolerávamos, frequentemente com a justificação de um alegado anacronismo desses Valores e Ideais.


Nunca nos foi perguntado, agiu-se sempre como se a resposta fosse "sim", e como foram poucos a vir gritando "não" em voz alta, as coisas foram-se fazendo, maioritariamente nas sombras, numa constante desvalorização da participação dos sócios, antagónica à Ideia de Benfica.



Essa desvalorização vai de importante e subtil a quase banal e notória. Um exemplo da primeira é a ausência do espírito com que fundadores e vários gloriosos Presidentes da nossa História conceberam a divisão de poderes no Clube, num constante ataque e limitação ao poder de escrutínio e debate atribuídos à Assembleia Geral, acompanhado da aparente ausência ou inexistência do Regulamento do Clube para o qual diversos pontos dos Estatutos remetem – Importante. Subtil.




Da segunda, recordo-me de situações que com qualquer outra Direcção seriam material do foro humorístico, da pigmentação tropical da pele em reuniões oficiais com o Governo durante um Estado de Emergência em que centenas de milhares de portugueses passavam dificuldades a vestir um fato de treino numa visita oficial a Alvalade para o campeonato e não se inibir de dar entrevistas nessa figura – quase banal. Evidente. Sobre os exemplos importantes e notórios melhores cabeças escreverão, quanto aos quase banais e subtis, temo que já todos tenham sido arrumados há demasiado tempo para serem assunto agora.



Sophia de Mello Breyner escreveu que a Política é um capítulo da Moral. Ser titular de um cargo nos Órgãos Sociais do Sport Lisboa e Benfica tem imperativamente de o ser. O que exigimos a tais pessoas não se pode esgotar na Lei.


O enorme populismo que é afirmar que só se sai após ser declarado como culpado de algum crime! Como se não soubesse a Verdade! Como se a Verdade só passasse a sê-lo depois de um acórdão de um juiz! No mesmo texto que citei, Sophia afirma que "a demagogia é a traição cultural da revolução. Porque a demagogia é a arte de ensinar um povo a não pensar". Um provérbio africano diz: "Uma palavra que está sempre na boca transforma-se em baba. Não queremos continuar a suportar a baba dos slogans".



Benfiquistas, a uma distância tão grande das Eleições não sei em quem votarei, posso apenas afirmar que o Sport Lisboa e Benfica não precisa de um "bully" a liderar-nos. De um rufia, para mau entendedor.



Seguramente não precisa de um dos maiores desta República (não o escrevo por ser minha opinião, mas por ser o perfil público que tem). Durante anos, foi essa a maior e mais certeira crítica feita aos rivais do Norte. Quereremos diferenciar-nos? O Sport Lisboa e Benfica deve distanciar-se o mais eficaz e céleremente possível de activos tóxicos para o Clube e o seu bom nome, chamem-se eles Paulo ou Luís Filipe. Um dia, olharemos todos para Luís Filipe como hoje olhamos para Ricardo, Joe ou Isabel.



Como referi num e-mail dirigido aos Órgãos Sociais a 26 de Janeiro e ao qual ainda não obtive resposta, urge-me perguntar onde se estabelece a "linha-limite" do que é ou não permitido, é ou não considerado aceitável e é ou não considerado correcto no Sport Lisboa e Benfica, do modo de funcionamento das reuniões de Assembleia Geral à gestão da vida diária do Clube, passando por todo o leque de actividades que o Clube promove, e o que acontece quando essa linha é ultrapassada. Esse debate nunca existiu, nunca nos foi dada a possibilidade de tal análise e discussão. No Benfica, as diferenças são enaltecidas e delas se constrói o melhor Benfica. Essas diferenças podem ser de opinião, mas nunca éticas. Um "concordar em discordar" dentro do Benfica não se pode aplicar à própria Moralidade.



Nada é pior do que ter de ouvir um "eu sei que ele(s) não é(são) íntegro(s), mas..." - mas o quê?! Se abdicarmos disso à partida na tentativa de alcançar apenas sucesso desportivo, poderemos chamar Sport Lisboa e Benfica ao que resta? As cores são as mesmas, nós somos os mesmos, mas e a Ideia?




E é por isto que vos escrevo. Há Eleições em Outubro. O sentimento de dever para com o Benfica não se pode esgotar em idas ao Estádio e compras de merchandise, ser sócio do Sport Lisboa e Benfica não pode ser quase o mesmo que ser fã de uma saga de filmes – vai-se ver, compra-se o boneco.


Gerir o Sport Lisboa e Benfica tem de ser visto como um privilégio inimaginável e a responsabilidade de uma vida, nunca como um direito. Temendo que o sistema não se consiga reformar a si mesmo, e isso tem sido evidente, resta-me apelar à já referida militância agressiva no melhor sentido do termo. Informem(-se)! Participem! Intervenham!

- - - Manuel Gaspar, sócio 20469 - - -

https://www.facebook.com/Benfica.20.24/posts/152667479693836?__tn__=K-R



Este não é o sócio que foi contra a mão do Vieira?

Grande, grande texto!

dreadrocK

Citação de: R3nas em 12 de Junho de 2020, 20:09
Citação de: Kurt Cobain 10 em 12 de Junho de 2020, 19:38
Aos Consócios e Adeptos do Sport Lisboa e Benfica,



Nascido e criado em Lisboa, Benfiquista de quarta geração (sim, já os há. E com cinquenta votos, imaginem.), o meu pai e o meu avô apresentaram-me um Clube que ganhava mais que todos os outros juntos e estava sempre presente nas bocas do povo acompanhado de sorrisos. Explicaram-me que o Benfica é uma Ideia e esse sucesso desportivo era apenas consequência dessa Ideia. Nasci ainda em tempos de Glória que rapidamente se transformaram em dias cinzentos.




Durante esse "Vietname", continuaram a explicar-me que o Benfica é uma Ideia, que mesmo atravessando aquela fase, por definição uma ideia não morre e logicamente o Benfica também não. Uma Ideia de sorrisos, festa e amor, que só é possível se for vivida com a total defesa dos valores do Desporto, com o maior civismo na vivência do Benfiquismo e igualdade nesta mesma, com a inexistência de qualquer dúvida em relação à ética da sua condução que afaste o Clube dos seus associados e com a noção que enquanto estamos de cachecol ao pescoço, Emblema ao peito ou num gabinete no Seixal, há um nome maior do que o nosso em questão, um bem maior pelo qual devemos zelar e que nos liga, E Pluribus Unum.



Os treinadores sucediam-se, as Direcções mudavam, até o Estádio era demolido e reerguido, mas os dias cinzentos continuaram. Com bafos da antiga Glória preconizados por Sabrosa e trazidos por Jesus, a Comunicação Social amiga de quem nos dirige, com o auxílio mais recente das suas milícias digitais, estabeleceu a tese do "Gigante Adormecido", acordado por um senhor que entrou na A1 em Alverca. 25km de Estádio a Estádio, fazendo A1 e 2a Circular, coisa de uns 20min sem trânsito.



Na minha opinião, o Gigante não estava adormecido, mas adormeceu desde então. À época, o Benfica, essa massa amorfa de milhões de almas ligadas, mobilizou-se militantemente, militância essa agressiva no melhor sentido do termo e expulsou os responsáveis pelos desvios à Ideia. Após as atribulações, a geração dos meus pais e dos meus avós, responsável por esta defesa do Sport Lisboa e Benfica, conformou-se, considerou que "já estava", a nossa Queda do Muro.



O tempo, como tendencialmente faz, veio mostrar a verdade, a de que os desvios à Ideia de Benfica estão agora perigosamente perto de ser perpetuados, com a agravante de nunca nos ter sido sequer perguntado se o tolerávamos, frequentemente com a justificação de um alegado anacronismo desses Valores e Ideais.


Nunca nos foi perguntado, agiu-se sempre como se a resposta fosse "sim", e como foram poucos a vir gritando "não" em voz alta, as coisas foram-se fazendo, maioritariamente nas sombras, numa constante desvalorização da participação dos sócios, antagónica à Ideia de Benfica.



Essa desvalorização vai de importante e subtil a quase banal e notória. Um exemplo da primeira é a ausência do espírito com que fundadores e vários gloriosos Presidentes da nossa História conceberam a divisão de poderes no Clube, num constante ataque e limitação ao poder de escrutínio e debate atribuídos à Assembleia Geral, acompanhado da aparente ausência ou inexistência do Regulamento do Clube para o qual diversos pontos dos Estatutos remetem – Importante. Subtil.




Da segunda, recordo-me de situações que com qualquer outra Direcção seriam material do foro humorístico, da pigmentação tropical da pele em reuniões oficiais com o Governo durante um Estado de Emergência em que centenas de milhares de portugueses passavam dificuldades a vestir um fato de treino numa visita oficial a Alvalade para o campeonato e não se inibir de dar entrevistas nessa figura – quase banal. Evidente. Sobre os exemplos importantes e notórios melhores cabeças escreverão, quanto aos quase banais e subtis, temo que já todos tenham sido arrumados há demasiado tempo para serem assunto agora.



Sophia de Mello Breyner escreveu que a Política é um capítulo da Moral. Ser titular de um cargo nos Órgãos Sociais do Sport Lisboa e Benfica tem imperativamente de o ser. O que exigimos a tais pessoas não se pode esgotar na Lei.


O enorme populismo que é afirmar que só se sai após ser declarado como culpado de algum crime! Como se não soubesse a Verdade! Como se a Verdade só passasse a sê-lo depois de um acórdão de um juiz! No mesmo texto que citei, Sophia afirma que "a demagogia é a traição cultural da revolução. Porque a demagogia é a arte de ensinar um povo a não pensar". Um provérbio africano diz: "Uma palavra que está sempre na boca transforma-se em baba. Não queremos continuar a suportar a baba dos slogans".



Benfiquistas, a uma distância tão grande das Eleições não sei em quem votarei, posso apenas afirmar que o Sport Lisboa e Benfica não precisa de um "bully" a liderar-nos. De um rufia, para mau entendedor.



Seguramente não precisa de um dos maiores desta República (não o escrevo por ser minha opinião, mas por ser o perfil público que tem). Durante anos, foi essa a maior e mais certeira crítica feita aos rivais do Norte. Quereremos diferenciar-nos? O Sport Lisboa e Benfica deve distanciar-se o mais eficaz e céleremente possível de activos tóxicos para o Clube e o seu bom nome, chamem-se eles Paulo ou Luís Filipe. Um dia, olharemos todos para Luís Filipe como hoje olhamos para Ricardo, Joe ou Isabel.



Como referi num e-mail dirigido aos Órgãos Sociais a 26 de Janeiro e ao qual ainda não obtive resposta, urge-me perguntar onde se estabelece a "linha-limite" do que é ou não permitido, é ou não considerado aceitável e é ou não considerado correcto no Sport Lisboa e Benfica, do modo de funcionamento das reuniões de Assembleia Geral à gestão da vida diária do Clube, passando por todo o leque de actividades que o Clube promove, e o que acontece quando essa linha é ultrapassada. Esse debate nunca existiu, nunca nos foi dada a possibilidade de tal análise e discussão. No Benfica, as diferenças são enaltecidas e delas se constrói o melhor Benfica. Essas diferenças podem ser de opinião, mas nunca éticas. Um "concordar em discordar" dentro do Benfica não se pode aplicar à própria Moralidade.



Nada é pior do que ter de ouvir um "eu sei que ele(s) não é(são) íntegro(s), mas..." - mas o quê?! Se abdicarmos disso à partida na tentativa de alcançar apenas sucesso desportivo, poderemos chamar Sport Lisboa e Benfica ao que resta? As cores são as mesmas, nós somos os mesmos, mas e a Ideia?




E é por isto que vos escrevo. Há Eleições em Outubro. O sentimento de dever para com o Benfica não se pode esgotar em idas ao Estádio e compras de merchandise, ser sócio do Sport Lisboa e Benfica não pode ser quase o mesmo que ser fã de uma saga de filmes – vai-se ver, compra-se o boneco.


Gerir o Sport Lisboa e Benfica tem de ser visto como um privilégio inimaginável e a responsabilidade de uma vida, nunca como um direito. Temendo que o sistema não se consiga reformar a si mesmo, e isso tem sido evidente, resta-me apelar à já referida militância agressiva no melhor sentido do termo. Informem(-se)! Participem! Intervenham!

- - - Manuel Gaspar, sócio 20469 - - -

https://www.facebook.com/Benfica.20.24/posts/152667479693836?__tn__=K-R



Este não é o sócio que foi contra a mão do Vieira?

Grande, grande texto!

Acredito que sim, o nome é igual.

@JonasSabrosa, o texto é teu?

CarlosD

Citação de: dtfstoko em 12 de Junho de 2020, 19:45
Se o orçamento não for aprovado não é obrigatório que se faça outras AG até o orçamento passar?

Penso que deixou de ser assim há uns anos, quando houve um ano em que chumbou o orçamento e não foi feito nada em relação a isso.

MANOCAS37