Vangelis Pavlidis

Avançado, 27 anos,
Grécia
Equipa Principal: 2 épocas (2024-), 104 jogos (7308 minutos), 59 golos
Em 2025/2026: 47 jogos (3515 minutos), 29 golos

Títulos: Supertaça (1), Taça da Liga (1)

Phanatik

Basicamente disse que está à espera de melhores propostas.
Podia muito bem ficar calado mas foi burro e qualquer bronco analisa este texto sob o facto de não estar minimamente comprometido com o que tem em cima da mesa.
Há várias maneiras de dizer as coisas, queria ficar com o selo de honestidade, ficou com o selo de burro.
"Começa" mal.

vermelhoftw


Rajadas

Nada que não se resolva com uma comissão choruda para o agente.
Descobrimos depois quando na auditoria em 2026.

linhaceira

Citação de: Rajadas em 18 de Junho de 2024, 10:02Nada que não se resolva com uma comissão choruda para o agente.
Descobrimos depois quando na auditoria em 2026.

2M para o agente
1.5M para o jogador
500k para os pais
E não esquecer 200k para a direção do Benfica pelo grande trabalho feito 😅

20Nico Gaitan20

#3379
Nao disse nada de especial.

Nem sei como é que o que ele diz interfere com o negocio.

Ele apenas deu a visao dele a nivel global.

Nenad25

Olha, um futebolista que pensa, exprime e argumenta a sua opinião.

Tenho um bom feeling com este rapaz.


Stigmat

Vergonha. Devia é pagar para vir cá jogar!

fdpdc666

Pavlidis: «Não sou Benzema, nem Suárez, mas...»
Avançado grego que se prepara para reforçar o Benfica conta como chegou à posição de ponta de lança.




Vangelis Pavlidis, avançado grego do AZ Alkmaar que o Benfica está próximo de garantir, concedeu grande entrevista na Grécia, onde se deu a conhecer.

«Quando jogava na academia em Salónica, com 15, 16 anos, gostava do Gerard porque jogava a 8. Essa era a minha posição. Mas depois, na Alemanha, puseram-me na frente e tive de melhorar outras coisas. Foi aí que comecei e olhava um pouco mais para o Suárez. Gostava muito do Suárez em miúdo, do estilo dele e do Benzema. Acho que esses dois estão mais próximos do meu estilo. Não sou nem Benzema nem Suárez, não é isso que estou a dizer, mas... Não se ganha apenas com eles. Ganha-se com estilos diferentes daquele que temos. Podemos aprender com todos os avançados», explicou Pavlidis, no Podcast Business Review Greece.

O alvo do Benfica reforça ideia: «Aprender com os melhores e até com os piores, basicamente. Porque não nos limitamos a melhorar. Quando vemos coisas boas, melhoramos. Quando reconheces o que o outro fez de errado, quando sabes que fazer a mesma coisa é errado, tentas evitá-lo. Tens algo a ganhar com todos. Tens de ser como uma esponja. Apanha tudo e melhora dentro e fora do campo e tenta ser o melhor e o mais preparado possível. Estar sempre pronto quando chega a altura de jogar.»

Pavlidis conta que nem sempre foi ponta de lança quando fez a formação. «Estava sempre a mudar de posição. Jogava a 4, jogava a extremo esquerdo. Jogava a 10, jogava a extremo direito. E não me importava. Porque, nessa idade, acho que o melhor é jogar, jogar, jogar, jogar, porque é assim que se melhora e o Real Madrid nos vai buscar. Um jogador só melhora com os jogos, e eu tive a sorte de jogar onde o treinador queria que eu jogasse. Se o treinador me queria a ala esquerdo, eu jogava a ala esquerdo. Quer-me a dez? Sou um dez. Quer um avançado? Eu até faço de guarda-redes se for preciso», sublinha.

Sem se deter, recordou: «Quando fui para o Alkmaar, disse que queria jogar a avançado-centro, que estava fora dessa posição, e eles disseram: 'Sim, e é por isso que te queremos'. No primeiro ano e meio, joguei a dez, joguei a avançado. Joguei a dez, joguei a avançado. E acho que me adapto melhor à posição de avançado centro.»

O internacional grego de 25 anos analisa o papel de um ponta de lança no futebol atual: «Felizmente ou infelizmente, foi nisto que o futebol se tornou. O trabalho do número 9 costumava de ser marcar golos. No entanto, atualmente, no futebol moderno, tens de desempenhar muitas outras funções. Claro que nenhum treinador, penso eu, atualmente, coloca jogadores que só possam fazer uma coisa. O futebol tornou-se tão rápido, é preciso ter boa resistência, é preciso ser tecnicamente bom, é preciso ser forte, é preciso marcar golos. É preciso fazer assistências. É preciso fazer tudo.»

Ricardo Nunes Gonçalves in A Bola

ForçadoBloqueio

Citação de: HB em 17 de Junho de 2024, 23:48Pavlidis: «Se tiver uma proposta melhor, vou para onde me pagarem mais»

Avançado grego admite que ainda existe romantismo no futebol, mas que a parte financeira também é importante



Em entrevista ao podcast Business Review Greece, Vangelis Pavlidis admitiu que a carreira de futebolista é curta e, pessoalmente, vai atrás «da proposta de trabalho melhor». O avançado — que o Benfica pretende contratar — acredita que o futebol «tornou-se um negócio» e que as «equipas são empresas», mas que ainda existe romance.

«O futebol tornou-se um jogo de negócios. As equipas são empresas. Os futebolistas também se tornaram empresas. E todos tentam melhorar no futebol, tornar-se mais conhecidos e ganhar dinheiro. Porque, no fim de contas, para o jogador de futebol, isto é um emprego», começou por dizer o ponta de lança.

Sobre a opção de jovens futebolistas que optam por ir para campeonatos periféricos, como o da Arábia Saudita, Catar ou China, Pavlidis crê que não se pode julgar as decisões que cada um toma. «Cada futebolista tem a sua própria lógica e o seu próprio discernimento. É ele que escolhe o que vai fazer na sua carreira. Muitos dos futebolistas que escolhem esse caminho, penso que o fazem para ajudar a sua família, para ter uma vida melhor em termos financeiros. Porque também é muito importante para eles, depois dos 35 anos, ter segurança», considerou o avançado grego, que frisa que essas ligas estão «a subir de nível» pela qualidade dos jogadores que para lá se está a mudar.

«Todas as pessoas, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro. Não só o futebolista, o basquetebolista e o comerciante. É preciso dinheiro para viver, para sobreviver. Não se pode fazer isto só por diversão, às vezes é preciso sair um pouco do romantismo para aqueles de nós que assistem fanaticamente. O critério financeiro existe, por isso não se pode propriamente julgar uma pessoa ou um atleta por isso. Pode ser o primeiro critério ao escolher um trabalho, pode ser o segundo, pode ser o terceiro. Mas existe. O meu critério é que se tiver uma proposta de trabalho melhor, vou para onde me pagam mais», concluiu.

in abola

Perfil ideal, mais um gajo comprometidissimo a um projecto!👌 "Pode falhar o jogador, não pode é falhar o critério". O banana continua implacável e a seguir o seu rumo, mais uma contratação a seguir a sua coerência!

react

Nao vejo mal nenhum na entrevista. Foi sincero e se vier nao vai correr menos so porque vem por dinheiro.

tWoBrO

Citação de: ForçadoBloqueio em 18 de Junho de 2024, 10:49
Citação de: HB em 17 de Junho de 2024, 23:48Pavlidis: «Se tiver uma proposta melhor, vou para onde me pagarem mais»

Avançado grego admite que ainda existe romantismo no futebol, mas que a parte financeira também é importante



Em entrevista ao podcast Business Review Greece, Vangelis Pavlidis admitiu que a carreira de futebolista é curta e, pessoalmente, vai atrás «da proposta de trabalho melhor». O avançado — que o Benfica pretende contratar — acredita que o futebol «tornou-se um negócio» e que as «equipas são empresas», mas que ainda existe romance.

«O futebol tornou-se um jogo de negócios. As equipas são empresas. Os futebolistas também se tornaram empresas. E todos tentam melhorar no futebol, tornar-se mais conhecidos e ganhar dinheiro. Porque, no fim de contas, para o jogador de futebol, isto é um emprego», começou por dizer o ponta de lança.

Sobre a opção de jovens futebolistas que optam por ir para campeonatos periféricos, como o da Arábia Saudita, Catar ou China, Pavlidis crê que não se pode julgar as decisões que cada um toma. «Cada futebolista tem a sua própria lógica e o seu próprio discernimento. É ele que escolhe o que vai fazer na sua carreira. Muitos dos futebolistas que escolhem esse caminho, penso que o fazem para ajudar a sua família, para ter uma vida melhor em termos financeiros. Porque também é muito importante para eles, depois dos 35 anos, ter segurança», considerou o avançado grego, que frisa que essas ligas estão «a subir de nível» pela qualidade dos jogadores que para lá se está a mudar.

«Todas as pessoas, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro. Não só o futebolista, o basquetebolista e o comerciante. É preciso dinheiro para viver, para sobreviver. Não se pode fazer isto só por diversão, às vezes é preciso sair um pouco do romantismo para aqueles de nós que assistem fanaticamente. O critério financeiro existe, por isso não se pode propriamente julgar uma pessoa ou um atleta por isso. Pode ser o primeiro critério ao escolher um trabalho, pode ser o segundo, pode ser o terceiro. Mas existe. O meu critério é que se tiver uma proposta de trabalho melhor, vou para onde me pagam mais», concluiu.

in abola

Perfil ideal

Não há outro perfil.

Há sim é adeptos que vivem no mundo da lua.

Benfanatic

Mais um a voar...granda parzidente.

Dandy






   No meio  de tanto cínico, calhou-nos um sincero? ...

   E esta, hein? ...




VSantos

Já estou a imaginar o Benfica contratar este jogador, pegar de estaca e em janeiro estar a fazer uma entrevista a pedir para não cortar as pernas, quando uma equipa das Big 5 bater à porta.


filc

Citação de: VSantos em 18 de Junho de 2024, 11:52Já estou a imaginar o Benfica contratar este jogador, pegar de estaca e em janeiro estar a fazer uma entrevista a pedir para não cortar as pernas, quando uma equipa das Big 5 bater à porta.



Tem no presidente um exemplo