Vangelis Pavlidis

Avançado, 27 anos,
Grécia
Equipa Principal: 2 épocas (2024-), 104 jogos (7308 minutos), 59 golos
Em 2025/2026: 47 jogos (3515 minutos), 29 golos

Títulos: Supertaça (1), Taça da Liga (1)

reddevill2010

Nicolò Schira
@NicoSchira
Vangelis #Pavlidis is getting closer to #Benfica from #AZAlkmaar for 20M. Ready a contract until 2029. #transfers

sardao

20 milhões lol. Este clube está prego a fundo rumo ao abismo

Tiaguu

Citação de: sardao em 17 de Junho de 2024, 22:5220 milhões lol. Este clube está prego a fundo rumo ao abismo

O histórico de avançados a custarem 20 milhões ,ou até mesmo  o sucesso da generalidade de craques da liga holandesa no Benfica, deixa mais que um pé atrás.

d1keke


HB

Pavlidis: «Se tiver uma proposta melhor, vou para onde me pagarem mais»

Avançado grego admite que ainda existe romantismo no futebol, mas que a parte financeira também é importante



Em entrevista ao podcast Business Review Greece, Vangelis Pavlidis admitiu que a carreira de futebolista é curta e, pessoalmente, vai atrás «da proposta de trabalho melhor». O avançado — que o Benfica pretende contratar — acredita que o futebol «tornou-se um negócio» e que as «equipas são empresas», mas que ainda existe romance.

«O futebol tornou-se um jogo de negócios. As equipas são empresas. Os futebolistas também se tornaram empresas. E todos tentam melhorar no futebol, tornar-se mais conhecidos e ganhar dinheiro. Porque, no fim de contas, para o jogador de futebol, isto é um emprego», começou por dizer o ponta de lança.

Sobre a opção de jovens futebolistas que optam por ir para campeonatos periféricos, como o da Arábia Saudita, Catar ou China, Pavlidis crê que não se pode julgar as decisões que cada um toma. «Cada futebolista tem a sua própria lógica e o seu próprio discernimento. É ele que escolhe o que vai fazer na sua carreira. Muitos dos futebolistas que escolhem esse caminho, penso que o fazem para ajudar a sua família, para ter uma vida melhor em termos financeiros. Porque também é muito importante para eles, depois dos 35 anos, ter segurança», considerou o avançado grego, que frisa que essas ligas estão «a subir de nível» pela qualidade dos jogadores que para lá se está a mudar.

«Todas as pessoas, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro. Não só o futebolista, o basquetebolista e o comerciante. É preciso dinheiro para viver, para sobreviver. Não se pode fazer isto só por diversão, às vezes é preciso sair um pouco do romantismo para aqueles de nós que assistem fanaticamente. O critério financeiro existe, por isso não se pode propriamente julgar uma pessoa ou um atleta por isso. Pode ser o primeiro critério ao escolher um trabalho, pode ser o segundo, pode ser o terceiro. Mas existe. O meu critério é que se tiver uma proposta de trabalho melhor, vou para onde me pagam mais», concluiu.

in abola

Roberto Kaldeira

Citação de: HB em 17 de Junho de 2024, 23:48Pavlidis: «Se tiver uma proposta melhor, vou para onde me pagarem mais»

Avançado grego admite que ainda existe romantismo no futebol, mas que a parte financeira também é importante



Em entrevista ao podcast Business Review Greece, Vangelis Pavlidis admitiu que a carreira de futebolista é curta e, pessoalmente, vai atrás «da proposta de trabalho melhor». O avançado — que o Benfica pretende contratar — acredita que o futebol «tornou-se um negócio» e que as «equipas são empresas», mas que ainda existe romance.

«O futebol tornou-se um jogo de negócios. As equipas são empresas. Os futebolistas também se tornaram empresas. E todos tentam melhorar no futebol, tornar-se mais conhecidos e ganhar dinheiro. Porque, no fim de contas, para o jogador de futebol, isto é um emprego», começou por dizer o ponta de lança.

Sobre a opção de jovens futebolistas que optam por ir para campeonatos periféricos, como o da Arábia Saudita, Catar ou China, Pavlidis crê que não se pode julgar as decisões que cada um toma. «Cada futebolista tem a sua própria lógica e o seu próprio discernimento. É ele que escolhe o que vai fazer na sua carreira. Muitos dos futebolistas que escolhem esse caminho, penso que o fazem para ajudar a sua família, para ter uma vida melhor em termos financeiros. Porque também é muito importante para eles, depois dos 35 anos, ter segurança», considerou o avançado grego, que frisa que essas ligas estão «a subir de nível» pela qualidade dos jogadores que para lá se está a mudar.

«Todas as pessoas, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro. Não só o futebolista, o basquetebolista e o comerciante. É preciso dinheiro para viver, para sobreviver. Não se pode fazer isto só por diversão, às vezes é preciso sair um pouco do romantismo para aqueles de nós que assistem fanaticamente. O critério financeiro existe, por isso não se pode propriamente julgar uma pessoa ou um atleta por isso. Pode ser o primeiro critério ao escolher um trabalho, pode ser o segundo, pode ser o terceiro. Mas existe. O meu critério é que se tiver uma proposta de trabalho melhor, vou para onde me pagam mais», concluiu.

in abola
Então não vem

dsdsds44

Pelo menos é sincero e não vem com as tretas do amor à camisola.


Chalana era Rock N Roll

Citação de: HB em 17 de Junho de 2024, 23:48Pavlidis: «Se tiver uma proposta melhor, vou para onde me pagarem mais»

Avançado grego admite que ainda existe romantismo no futebol, mas que a parte financeira também é importante



Em entrevista ao podcast Business Review Greece, Vangelis Pavlidis admitiu que a carreira de futebolista é curta e, pessoalmente, vai atrás «da proposta de trabalho melhor». O avançado — que o Benfica pretende contratar — acredita que o futebol «tornou-se um negócio» e que as «equipas são empresas», mas que ainda existe romance.

«O futebol tornou-se um jogo de negócios. As equipas são empresas. Os futebolistas também se tornaram empresas. E todos tentam melhorar no futebol, tornar-se mais conhecidos e ganhar dinheiro. Porque, no fim de contas, para o jogador de futebol, isto é um emprego», começou por dizer o ponta de lança.

Sobre a opção de jovens futebolistas que optam por ir para campeonatos periféricos, como o da Arábia Saudita, Catar ou China, Pavlidis crê que não se pode julgar as decisões que cada um toma. «Cada futebolista tem a sua própria lógica e o seu próprio discernimento. É ele que escolhe o que vai fazer na sua carreira. Muitos dos futebolistas que escolhem esse caminho, penso que o fazem para ajudar a sua família, para ter uma vida melhor em termos financeiros. Porque também é muito importante para eles, depois dos 35 anos, ter segurança», considerou o avançado grego, que frisa que essas ligas estão «a subir de nível» pela qualidade dos jogadores que para lá se está a mudar.

«Todas as pessoas, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro. Não só o futebolista, o basquetebolista e o comerciante. É preciso dinheiro para viver, para sobreviver. Não se pode fazer isto só por diversão, às vezes é preciso sair um pouco do romantismo para aqueles de nós que assistem fanaticamente. O critério financeiro existe, por isso não se pode propriamente julgar uma pessoa ou um atleta por isso. Pode ser o primeiro critério ao escolher um trabalho, pode ser o segundo, pode ser o terceiro. Mas existe. O meu critério é que se tiver uma proposta de trabalho melhor, vou para onde me pagam mais», concluiu.

in abola

Irrita-me solenemente quando estes futebolistas de hoje falam das suas opções de carreira como se pertencessem à classe média. É pá, tenham o critério que quiserem e bem entenderem agora não me venham é dizer que não podem ser românticos e têm de pensar em segurança com os ordenados que ganham.




Pablito13

Citação de: Chalana era Rock N Roll em 18 de Junho de 2024, 00:06
Citação de: HB em 17 de Junho de 2024, 23:48Pavlidis: «Se tiver uma proposta melhor, vou para onde me pagarem mais»

Avançado grego admite que ainda existe romantismo no futebol, mas que a parte financeira também é importante



Em entrevista ao podcast Business Review Greece, Vangelis Pavlidis admitiu que a carreira de futebolista é curta e, pessoalmente, vai atrás «da proposta de trabalho melhor». O avançado — que o Benfica pretende contratar — acredita que o futebol «tornou-se um negócio» e que as «equipas são empresas», mas que ainda existe romance.

«O futebol tornou-se um jogo de negócios. As equipas são empresas. Os futebolistas também se tornaram empresas. E todos tentam melhorar no futebol, tornar-se mais conhecidos e ganhar dinheiro. Porque, no fim de contas, para o jogador de futebol, isto é um emprego», começou por dizer o ponta de lança.

Sobre a opção de jovens futebolistas que optam por ir para campeonatos periféricos, como o da Arábia Saudita, Catar ou China, Pavlidis crê que não se pode julgar as decisões que cada um toma. «Cada futebolista tem a sua própria lógica e o seu próprio discernimento. É ele que escolhe o que vai fazer na sua carreira. Muitos dos futebolistas que escolhem esse caminho, penso que o fazem para ajudar a sua família, para ter uma vida melhor em termos financeiros. Porque também é muito importante para eles, depois dos 35 anos, ter segurança», considerou o avançado grego, que frisa que essas ligas estão «a subir de nível» pela qualidade dos jogadores que para lá se está a mudar.

«Todas as pessoas, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro. Não só o futebolista, o basquetebolista e o comerciante. É preciso dinheiro para viver, para sobreviver. Não se pode fazer isto só por diversão, às vezes é preciso sair um pouco do romantismo para aqueles de nós que assistem fanaticamente. O critério financeiro existe, por isso não se pode propriamente julgar uma pessoa ou um atleta por isso. Pode ser o primeiro critério ao escolher um trabalho, pode ser o segundo, pode ser o terceiro. Mas existe. O meu critério é que se tiver uma proposta de trabalho melhor, vou para onde me pagam mais», concluiu.

in abola

Irrita-me solenemente quando estes futebolistas de hoje falam das suas opções de carreira como se pertencessem à classe média. É pá, tenham o critério que quiserem e bem entenderem agora não me venham é dizer que não podem ser românticos e têm de pensar em segurança com os ordenados que ganham.





Tb me irrita. Vivem todos numa bolha. Estão habituados a um certo estilo de vida que qualquer coisa que fuja minimamente aos luxos a que eles estão habituados já é um drama do caralho.

Na verdade, a segurança de que eles falam é viver um resto de vida repleta de luxos. Já para o comum dos mortais, pensar em segurança é outra coisa.

Um gajo mete-se a pensar "O que é que nós somos aos olhos desta gente"? Na realidade, a resposta até é óbvia...

butch vig

Citação de: HB em 17 de Junho de 2024, 23:48Pavlidis: «Se tiver uma proposta melhor, vou para onde me pagarem mais»

Avançado grego admite que ainda existe romantismo no futebol, mas que a parte financeira também é importante



Em entrevista ao podcast Business Review Greece, Vangelis Pavlidis admitiu que a carreira de futebolista é curta e, pessoalmente, vai atrás «da proposta de trabalho melhor». O avançado — que o Benfica pretende contratar — acredita que o futebol «tornou-se um negócio» e que as «equipas são empresas», mas que ainda existe romance.

«O futebol tornou-se um jogo de negócios. As equipas são empresas. Os futebolistas também se tornaram empresas. E todos tentam melhorar no futebol, tornar-se mais conhecidos e ganhar dinheiro. Porque, no fim de contas, para o jogador de futebol, isto é um emprego», começou por dizer o ponta de lança.

Sobre a opção de jovens futebolistas que optam por ir para campeonatos periféricos, como o da Arábia Saudita, Catar ou China, Pavlidis crê que não se pode julgar as decisões que cada um toma. «Cada futebolista tem a sua própria lógica e o seu próprio discernimento. É ele que escolhe o que vai fazer na sua carreira. Muitos dos futebolistas que escolhem esse caminho, penso que o fazem para ajudar a sua família, para ter uma vida melhor em termos financeiros. Porque também é muito importante para eles, depois dos 35 anos, ter segurança», considerou o avançado grego, que frisa que essas ligas estão «a subir de nível» pela qualidade dos jogadores que para lá se está a mudar.

«Todas as pessoas, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro. Não só o futebolista, o basquetebolista e o comerciante. É preciso dinheiro para viver, para sobreviver. Não se pode fazer isto só por diversão, às vezes é preciso sair um pouco do romantismo para aqueles de nós que assistem fanaticamente. O critério financeiro existe, por isso não se pode propriamente julgar uma pessoa ou um atleta por isso. Pode ser o primeiro critério ao escolher um trabalho, pode ser o segundo, pode ser o terceiro. Mas existe. O meu critério é que se tiver uma proposta de trabalho melhor, vou para onde me pagam mais», concluiu.

in abola

Olha...encaixa que nem uma luva neste Benfica Vieirista

kramxel²

Citação de: Roberto Kaldeira em 17 de Junho de 2024, 23:50
Citação de: HB em 17 de Junho de 2024, 23:48Pavlidis: «Se tiver uma proposta melhor, vou para onde me pagarem mais»

Avançado grego admite que ainda existe romantismo no futebol, mas que a parte financeira também é importante



Em entrevista ao podcast Business Review Greece, Vangelis Pavlidis admitiu que a carreira de futebolista é curta e, pessoalmente, vai atrás «da proposta de trabalho melhor». O avançado — que o Benfica pretende contratar — acredita que o futebol «tornou-se um negócio» e que as «equipas são empresas», mas que ainda existe romance.

«O futebol tornou-se um jogo de negócios. As equipas são empresas. Os futebolistas também se tornaram empresas. E todos tentam melhorar no futebol, tornar-se mais conhecidos e ganhar dinheiro. Porque, no fim de contas, para o jogador de futebol, isto é um emprego», começou por dizer o ponta de lança.

Sobre a opção de jovens futebolistas que optam por ir para campeonatos periféricos, como o da Arábia Saudita, Catar ou China, Pavlidis crê que não se pode julgar as decisões que cada um toma. «Cada futebolista tem a sua própria lógica e o seu próprio discernimento. É ele que escolhe o que vai fazer na sua carreira. Muitos dos futebolistas que escolhem esse caminho, penso que o fazem para ajudar a sua família, para ter uma vida melhor em termos financeiros. Porque também é muito importante para eles, depois dos 35 anos, ter segurança», considerou o avançado grego, que frisa que essas ligas estão «a subir de nível» pela qualidade dos jogadores que para lá se está a mudar.

«Todas as pessoas, todos nós trabalhamos para ganhar dinheiro. Não só o futebolista, o basquetebolista e o comerciante. É preciso dinheiro para viver, para sobreviver. Não se pode fazer isto só por diversão, às vezes é preciso sair um pouco do romantismo para aqueles de nós que assistem fanaticamente. O critério financeiro existe, por isso não se pode propriamente julgar uma pessoa ou um atleta por isso. Pode ser o primeiro critério ao escolher um trabalho, pode ser o segundo, pode ser o terceiro. Mas existe. O meu critério é que se tiver uma proposta de trabalho melhor, vou para onde me pagam mais», concluiu.

in abola
Então não vem

E achas que está a largar o AZ um clube que adora e é adorado, porquê?

Só os nossos é que têm que dar tudo pela camisola, e escolher a camisola acima de tudo...

Todos os jogadores que vêm cá parar, não é pelas sandes de presunto.

Carlos88

Estas conversas de treta encaixam bem....mas que se foda, eu quero é ve lo a marcar golos, o resto nao me interessa.

Magna Gloria

Apenas disse o que todos nós sabemos. Todos os clubes estão refém dos "big 6" da premier league, psg, bayern munique, real madrid, barcelona

smpslb

Disse a realidade. Irrita me é estes mancos da Arábia virem dizer que é pelo projeto do clube , a qualidade do campeonato e o diabo a 4.

Spinola39

Então xau, vangelis. Disseste tudo agora.

PS: Gosto muito das capas dos jornais, do record de há uns dias, por ex: "Pavlidis já não foge"...