Gianluca Prestianni

Avançado, 20 anos,
Argentina
Equipa Principal: 3 épocas (2024-), 45 jogos (1962 minutos), 3 golos
Em 2025/2026: 30 jogos (1458 minutos), 2 golos

Equipa B: 2 épocas, 11 jogos, 2 golos

Títulos: Supertaça (1)

Benfiquismo

Citação de: skydevil em 19 de Fevereiro de 2026, 16:51
Citação de: Kurt Cobain 10 em 19 de Fevereiro de 2026, 16:04https://x.com/chacofunesjr/status/2024124765494026295?s=20

As imagens todas das provocações do Vinícius aos adeptos do Benfica.

Curiosamente vê-se Prestianni a puxar a camisola várias vezes para tapar a parte inferior do rosto, não apenas enquanto se dirigia a Vinicius Jr.

Obviamente que isso não implica que tenha ou não apodado o jogador do Real de "mono" - algo possivelmente que nunca vamos saber -, mas será improvável que o mero gesto de subir a camisola signique em si mesmo que tenha apelidado o Vinicius da referida forma, porque de outra forma teríamos de concluir que também assim procedeu a respeito de outros jogadores.

O gesto de falar com a boca tapada até pode indiciar que está a insultar o seu interlocutor, mas não equivale necessariamente a um insulto racista.

Por outro lado, os jogadores do Real podem muito bem virem dizer que ouviram, mas isso será mentira.

O Camavinga, que é o jogador mais próximo, nem está a olhar para Vinicius e Prestianni no momento em que o primeiro inicia a corrida em direcção ao árbitro.

O Mbape mais longe está e também não está virado para Vinicius e Prestianni.

Nem Mbapé, nem Camavinga iniciam corrida na direcção do árbitro, sendo que seria prevísivel que acompanhassem o colega se tivessem ouvido o eventual insulto racista para junto do árbitro, insurgindo-se contra a referida ofensa. Ambos ficaram parados e serenos.

Em suma, do que temos até agora:

- o levantar da camisola pode indiciar a emissão de um insulto, mas não terá de equivaler necessariamente a um insulto racista, o que ainda caberá apurar;

- mbapé e camavinga não ouviram o alegado insulto, seja ele de índole racista ou de natureza diversa.

Colocam-se três hipóteses:
1. Prestianni está a mentir ao dizer que não emitiu o insulto racista;
2. Vinicius está a mentir ao dizer que foi insultado de "mono";
3. Prestianni poderá estar a dizer a verdade ao dizer que não insultou da forma que lhe é imputada, e Vinicius pode ter percebido mal a palavra que lhe foi dirigida, estando genuinamente convencido que foi chamado de "mono". Considerando que o jogador do Benfica tem a boca tapada, que ambos os jogadores estavam num contexto de forte ruído e que o Vinicius até será uma pessoal algo sugestionada devido a anteriores casos de racismo que efectivamente sofreu, trata-se de uma hipótese que nem sequer é descabida.

Obviamente o racismo, para mais em 2026, é algo que não deve ser tolerado por qualquer sociedade moderna e de matriz ocidental, muito menos no Benfica que é um clube de grande tradição democrática e que tem jogadores de raça negra enquanto alguns dos seus maiores heróis, sendo que o principal tem uma estátua junto ao estádio.

Por outro lado, um dos grandes princípios também de uma sociedade civilizada é o da presunção de inocência. Ou seja, até prova válida em contrário, alguém presume-se inocente por referência a um comportamento de índole negativa, nomeadamente criminosa, que lhe surja imputada.

Como essa prova não foi feita, até agora, parece-me precoce crucificar na praça pública um miúdo de 20 anos de idade.

Achar necessariamente um culpado em abono de um dos referidos princípios, cilindrando o outro por completo, parece-me que não é lá muito condizente com os valores que por aí se apregoam relativamente a uma sociedade democrática.

Ps- O Benfica devia fazer algo em relação aos adeptos que imitaram macacos, seja através de gestos, seja através de sons, porque relativamente a isso parece-me objectivo o que aconteceu. É sancionar e forte.
Isso acontece na grande maioria dos estádios, quer seja colegas a falar entre si, quer seja adversários, ou até treinadores e não quer dizer que se estão a insultar uns aos outros. Querem acabar com isso?, a Fifa / UEFA que proíba esconder a boca.

odistraido

"A ideia é passar a sancionar os jogadores que cubram deliberadamente as respetivas bocas, seja com as camisolas ou com as mãos, enquanto proferem insultos dentro das quatro linhas do relvado."

Hahahaha e para saber se proferem insultos, terão a ajuda do 5º árbitro, especialista em raio x.

Deus Jonas

Citação de: odistraido em 19 de Fevereiro de 2026, 17:29"A ideia é passar a sancionar os jogadores que cubram deliberadamente as respetivas bocas, seja com as camisolas ou com as mãos, enquanto proferem insultos dentro das quatro linhas do relvado."

Hahahaha e para saber se proferem insultos, terão a ajuda do 5º árbitro, especialista em raio x.

Vamos ter os especialistas de linguagem labial

jp23

Citação de: The Horror em 18 de Fevereiro de 2026, 12:45O Prestianni não pode jogar a segunda mão, não faz sentido.

Mas é que nem deve seguir com a comitiva.

Não temos equipa para os eliminar e mesmo que tivessemos, a UEFA nunca nos deixaria passar aos oitavos. Muito menos, depois deste circo.

Então protejam o míudo e vão a jogo com o Lukebakio.

Ficam logo dois assuntos resolvidos.

Simples e eficaz.
Nem sei o que diga...

cristiano_1904

Citação de: S1Benfica em 19 de Fevereiro de 2026, 14:54
Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 14:20
Citação de: S1Benfica em 19 de Fevereiro de 2026, 13:01
Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 13:00
Citação de: S1Benfica em 19 de Fevereiro de 2026, 10:07
Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 10:05
Citação de: S1Benfica em 19 de Fevereiro de 2026, 08:50
Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 08:40Podemos dar as voltas que quisermos mas nem um, nem outro são puros da cabeça.

Não vale a pena defender um dos dois, seja por moda, clube ou nacionalidade.

Se são inimputáveis deverias defender a inimputabilidade.
Isso já é uma conclusão tua, a desvirtuar as minhas doces e meigas palavras.

Há muitos não puros da cabeça a tentar fazer se passar por malucos.
São coisas diferentes.

Sim, mas estes não tentam passar por malucos.

Não devemos defender um nem outro, certo? Então temos que defender o Presti.  :confused: 
Ah? A tua leitura é muito literal

Não é, não. Se não se passou nada tens que defender o Presti.
Mas eu disse que não se passou nada?



Disse eu.
Ah ok, então nada se passou. Estamos aqui todos no tópico por nada.

(O que não deixa de ser verdade)

ABenficaC

Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
indecente.

S1Benfica

Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:32
Citação de: S1Benfica em 19 de Fevereiro de 2026, 14:54
Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 14:20
Citação de: S1Benfica em 19 de Fevereiro de 2026, 13:01
Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 13:00
Citação de: S1Benfica em 19 de Fevereiro de 2026, 10:07
Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 10:05
Citação de: S1Benfica em 19 de Fevereiro de 2026, 08:50
Citação de: cristiano_1904 em 19 de Fevereiro de 2026, 08:40Podemos dar as voltas que quisermos mas nem um, nem outro são puros da cabeça.

Não vale a pena defender um dos dois, seja por moda, clube ou nacionalidade.

Se são inimputáveis deverias defender a inimputabilidade.
Isso já é uma conclusão tua, a desvirtuar as minhas doces e meigas palavras.

Há muitos não puros da cabeça a tentar fazer se passar por malucos.
São coisas diferentes.

Sim, mas estes não tentam passar por malucos.

Não devemos defender um nem outro, certo? Então temos que defender o Presti.  :confused: 
Ah? A tua leitura é muito literal

Não é, não. Se não se passou nada tens que defender o Presti.
Mas eu disse que não se passou nada?



Disse eu.
Ah ok, então nada se passou. Estamos aqui todos no tópico por nada.

(O que não deixa de ser verdade)

Passou. O Vini Jr fez encenou um racismo.

É por isso que defendemos o Presti.

Spiritvs

Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:23Lei Prestianni a caminho: FIFA vai discutir proposta para apertar sanções

Jogadores que cubram deliberadamente a boca para proferir insultos no relvado poderão passar a ser castigados



O incidente entre Prestianni e Vinícius Jr. durante o Benfica-Real Madrid da última terça-feira continua a provocar reações a nível planetário e pode mesmo dar origem a legislação. Segundo avança a Sky Sports, membros da FIFA confirmam que a entidade que gere o futebol mundial vai discutir uma proposta de criação da denominada 'Lei Prestianni'.

A ideia é passar a sancionar os jogadores que cubram deliberadamente as respetivas bocas, seja com as camisolas ou com as mãos, enquanto proferem insultos dentro das quatro linhas do relvado.

https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-betclic/benfica/detalhe/lei-prestianni-a-caminho-fifa-vai-discutir-proposta-para-apertar-sancoes?ref=HP_DestaquesPrincipais


'Lei Prestianni'... grandessíssimos FDP!!!
Vão ter que começar a usar aquela técnica de quando se quer dar um peido, um gajo mete a mão em frente á boca e tosse ao mesmo tempo para disfarçar o barulho.
Os jogadores vão ter que começar a fazer o mesmo, fingir que tossem enquando mandam o outro para o caralho.
Este "caso" cada dia que passa fica mais ridiculo.

cristiano_1904

Citação de: odistraido em 19 de Fevereiro de 2026, 17:26Lei para inglês ver. Agora qualquer um que tape a boca, incluindo árbitros vai ser punido? Haha mal posso esperar para ver.
Os árbitros normalmente não tapam a boca. Pelo menos não me lembro de ver

dsdsds44

Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.


Spiritvs

Imaginem um jogador ventríloquo !
O gajo pode insultar os outros sem abrir a boca.
Pqp esse jogador vai ser foda.

dsdsds44

Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:23Lei Prestianni a caminho: FIFA vai discutir proposta para apertar sanções

Jogadores que cubram deliberadamente a boca para proferir insultos no relvado poderão passar a ser castigados



O incidente entre Prestianni e Vinícius Jr. durante o Benfica-Real Madrid da última terça-feira continua a provocar reações a nível planetário e pode mesmo dar origem a legislação. Segundo avança a Sky Sports, membros da FIFA confirmam que a entidade que gere o futebol mundial vai discutir uma proposta de criação da denominada 'Lei Prestianni'.

A ideia é passar a sancionar os jogadores que cubram deliberadamente as respetivas bocas, seja com as camisolas ou com as mãos, enquanto proferem insultos dentro das quatro linhas do relvado.

https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-betclic/benfica/detalhe/lei-prestianni-a-caminho-fifa-vai-discutir-proposta-para-apertar-sancoes?ref=HP_DestaquesPrincipais


'Lei Prestianni'... grandessíssimos FDP!!!
E porque não lei Vinicius?

Ele fez o mesmo a falar com o Otamendi!

Estão a discriminar o Prestianni por ser branco?

Spiritvs

Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:35
Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.



Adorava ver todos esses paladinos a serem acusados de uma merda deste tipo sem qq tipo de prova.
Queria ver como se iam sentir.

matadu

Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:

Este tipo de indivíduo ofendido é por norma aquele que tem fetiches macabros nos bastidores da vida pessoal.

dsdsds44

Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:37
Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:35
Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.



Adorava ver todos esses paladinos a serem acusados de uma merda deste tipo sem qq tipo de prova.
Queria ver como se iam sentir.
Nem mais...

É muito fácil atropelar o direito dos outros para ficar bem perante a maioria.