Portugal

Primeiro jogo

Segunda, Janeiro 4, 1954 - 00:00

Campo Grande (Estância de Madeira) ,

SL Benfica: José Bastos, Ângelo Martins, Artur Santos, Joaquim Fernandes, Francisco Calado, Rosário, Fialho, Rogério Pipi, Fernando Caiado, Francisco Palmeiro, Vieira
Treinador: José Alberto Valdivieso
Golos: Vieira (19)

Último jogo

Domingo, Maio 7, 1961 - 00:00

Estádio da Luz ,

SL Benfica: Barroca, Mário João, Sidónio, Artur Santos, Manuel Pinto, Francisco Palmeiro, Peres, Inácio, António Mendes, Moreira, Jorge
Treinador: Bélla Guttmann
Golos: Peres (26), António Mendes (23), Jorge (69)

39151 - Tópico: Francisco Palmeiro  (Lida 9017 vezes)

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  • 10 de Março de 2010, 13:36



Nome Completo: FRANCISCO Luís PALMEIRO Rodrigues
Posição: Médio Direito
Nacionalidade: Português (Internacional A)

Data de Nascimento: 16-10-1932
Data de Falecimento: 22-01-2017
Número da Camisola: 7
Pé Preferido: Direito


Épocas ao serviço do Benfica: 8
Total de Jogos pelo Benfica: 114
Total de Golos pelo Benfica: 36
Títulos pelo Benfica:

3 Campeonatos Nacionais (1954/1955; 1956/1957; 1959/1960)
3 Taças de Portugal (1954/1955; 1956/1957; 1958/1959)


1953/1954
Jogos: 19
Golos: 5 (5 na Liga)

1954/1955
Jogos: 22
Golos: 5 (4 na Liga)

1955/1956
Jogos: 25
Golos: 11 (10 na Liga)

1956/1957
Jogos: 6
Golos: 3 (3 na Liga)

1957/1958
Jogos: 23
Golos: 8
(6 na Liga)

1958/1959
Jogos: 13
Golos: 3 (3 na Liga)

1959/1960
Jogos: 5
Golos: 1 (1 na Liga)

 
1960/1961
Jogos: 1
Golos: 0
« Última modificação: 22 de Janeiro de 2017, 22:51 por Shoky »

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  • 10 de Março de 2010, 13:44
Sevilla 3-1 Benfica | Taça dos Campeões Europeus 1957/58 - 1ªEliminatória (1ªMão)

« Última modificação: 22 de Setembro de 2013, 03:55 por Shoky »

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  • 10 de Março de 2010, 13:45
Francisco L. Palmeiro Rodrigues. Arronches. 16 de Outubro de 1932. Avançado.
Épocas no Benfica: 8 (53/61). Jogos: 117. Golos: 36. Títulos: 3 (Campeonato Nacional) e 3 (Taça de Portugal).
Outros clubes: Arronches. Internacionalizações: 3.




Por causa de Aljubarrota, das fronteiras e de outras demandas, secular é a rivalidade luso-espanhola. A 3 de Junho de 1956, a táctica não era a do quadrado, antes o WM. Francisco Palmeiro apontou, com as cores nacionais, um hat-trick à Espanha, no triunfo por 3-1. Na época seguinte, sem embargo da derrota, haveria de marcar o primeiro golo europeu do Benfica, ante o Sevilha (1-3), na primeira eliminatória da edição de 57/58 da Taça dos Campeões. Assim se fez também destacado hermano da confraria vermelha.

Palmeiro respirava benfiquismo desde a nascença. Do Arronches, clube natal, deu o salto de gigante. Tinha 21 anos quando se guindou à equipa de honra, por indicação de Ribeiro dos Reis, numa partida confraternal perante o Independente de Buenos Aires. Era por essa altura interior-esquerdo, mas Otto Glória fixou-o a extremo no mesmo quadrante, ainda que mais vezes viesse a jogar à direita.

Dotado de grande capacidade nas mudanças de velocidade, rápido na execução, caracterizava-se também pela perícia nas frequentes diagonais. De marcação difícil, inquietude aos adversários suscitava. Venceu três Campeonatos e outras tantas Taças de Portugal, em oito anos de exercício benfiquista. Começou com Rogério, Félix, José Águas, Arsénio, Ângelo e Caiado. Recepcionou Coluna, Costa Pereira, Cavém, José Augusto, Germano, Cruz e… Eusébio. Ainda pertencia aos quadros do clube na época 60/61, a quando da primeira grande conquista europeia. Não participou já na campanha, eram outros os tempos, interditas as substituições. “Claro que sinto mágoa por não ter sido campeão da Europa, seria como fechar a carreira com chave de ouro”. É verdade.



Realizou 117 jogos oficiais com o emblema da águia, valorizados também por 36 remates bem sucedidos. Muitos outros fez em desafios particulares, ainda que um deles tivesse um sabor especial. Foi a 1 de Dezembro de 1954, na inauguração do antigo Estádio da Luz, num cartaz ao qual se associou o FC Porto. Efusivamente saudado foi esse primeiro de largas centenas de momentos transcendentes que a velha Catedral acabou por conhecer em meio século de vida.

Francisco Palmeiro adoptou a perspicácia, o inopinado e a destreza, no ritmo crescente da sua abordagem mental e táctica. Jamais dispersou o talento. E assim enriqueceu o manual dos melhores jogadores do Benfica.


Tópico: Memorial Benfica, Glórias
Autor: Ednilson
Link: http://serbenfiquista.com/forum/index.php?topic=22362.135
« Última modificação: 22 de Setembro de 2013, 03:55 por Shoky »

ednilson

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  • 11 de Março de 2010, 10:28
Vão buscar textos a todo lado.....menos ao nosso forum.
 
Por causa de Aljubarrota, das fronteiras e de outras demandas, secular é a rivalidade luso-espanhola. A 3 de Junho de 1956, a táctica não era a do quadrado, antes o WM. Francisco Palmeiro apontou, com as cores nacionais, um hat-trick à Espanha, no triunfo por 3-1. Na época seguinte, sem embargo da derrota, haveria de marcar o primeiro golo europeu do Benfica, ante o Sevilha (1-3), na primeira eliminatória da edição de 57/58 da Taça dos Campeões. Assim se fez também destacado hermano da confraria vermelha.

Palmeiro respirava benfiquismo desde a nascença. Do Arronches, clube natal, deu o salto de gigante. Tinha 21 anos quando se guindou à equipa de honra, por indicação de Ribeiro dos Reis, numa partida confraternal perante o Independente de Buenos Aires. Era por essa altura interior-esquerdo, mas Otto Glória fixou-o a extremo no mesmo quadrante, ainda que mais vezes viesse a jogar à direita.

Dotado de grande capacidade nas mudanças de velocidade, rápido na execução, caracterizava-se também pela perícia nas frequentes diagonais. De marcação difícil, inquietude aos adversários suscitava. Venceu três Campeonatos e outras tantas Taças de Portugal, em oito anos de exercício benfiquista. Começou com Rogério, Félix, José Águas, Arsénio, Ângelo e Caiado. Recepcionou Coluna, Costa Pereira, Cavém, José Augusto, Germano, Cruz e… Eusébio. Ainda pertencia aos quadros do clube na época 60/61, a quando da primeira grande conquista europeia. Não participou já na campanha, eram outros os tempos, interditas as substituições. “Claro que sinto mágoa por não ter sido campeão da Europa, seria como fechar a carreira com chave de ouro”. É verdade.

Realizou 117 jogos oficiais com o emblema da águia, valorizados também por 36 remates bem sucedidos. Muitos outros fez em desafios particulares, ainda que um deles tivesse um sabor especial. Foi a 1 de Dezembro de 1954, na inauguração do antigo Estádio da Luz, num cartaz ao qual se associou o FC Porto. Efusivamente saudado foi esse primeiro de largas centenas de momentos transcendentes que a velha Catedral acabou por conhecer em meio século de vida.

Francisco Palmeiro adoptou a perspicácia, o inopinado e a destreza, no ritmo crescente da sua abordagem mental e táctica. Jamais dispersou o talento. E assim enriqueceu o manual dos melhores jogadores do Benfica.


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  • 11 de Março de 2010, 11:56
Lembrei-me dele pq tinha uma recordação de o ver naquele programa da SIC... os "Donos do Jogo"... um concurso futebolístico... e lembro-me de ter ido representar as glórias do Benfica contra uma glória do Sporting... salvo erro era apresentado pelo Jorge Gabriel! Ficou-me na retina e pensei em colocá-lo aqui...


pcssousa

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  • 02 de Fevereiro de 2011, 10:52


pcssousa

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Recortes do jornal o Benfica e da revista "cavaleiro andante":







Rodolfo Dias

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  • Museu Rodolfo Dias, à cata de fotos e recortes.
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  • Sport Vieira e Benfiquinha? Não, obrigado!
  • 06 de Março de 2011, 01:28

Fonte: "Almanaque do Benfica - Edição Centenário", ed. Almanaxi.

Fake Blood

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  • 20 de Novembro de 2011, 00:37

Pedro Marques

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  • A razão da experiência é menos importante que a própria experiência.
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  • 25 de Agosto de 2012, 17:13



Zlatan

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  • 20 de Abril de 2013, 21:26
Francisco L. Palmeiro Rodrigues. Arronches. 16 de Outubro de 1932. Avançado.
Épocas no Benfica: 8 (53/61). Jogos: 117. Golos: 36. Títulos: 3 (Campeonato Nacional) e 3 (Taça de Portugal).
Outros clubes: Arronches. Internacionalizações: 3.




Por causa de Aljubarrota, das fronteiras e de outras demandas, secular é a rivalidade luso-espanhola. A 3 de Junho de 1956, a táctica não era a do quadrado, antes o WM. Francisco Palmeiro apontou, com as cores nacionais, um hat-trick à Espanha, no triunfo por 3-1. Na época seguinte, sem embargo da derrota, haveria de marcar o primeiro golo europeu do Benfica, ante o Sevilha (1-3), na primeira eliminatória da edição de 57/58 da Taça dos Campeões. Assim se fez também destacado hermano da confraria vermelha.

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Dotado de grande capacidade nas mudanças de velocidade, rápido na execução, caracterizava-se também pela perícia nas frequentes diagonais. De marcação difícil, inquietude aos adversários suscitava. Venceu três Campeonatos e outras tantas Taças de Portugal, em oito anos de exercício benfiquista. Começou com Rogério, Félix, José Águas, Arsénio, Ângelo e Caiado. Recepcionou Coluna, Costa Pereira, Cavém, José Augusto, Germano, Cruz e… Eusébio. Ainda pertencia aos quadros do clube na época 60/61, a quando da primeira grande conquista europeia. Não participou já na campanha, eram outros os tempos, interditas as substituições. “Claro que sinto mágoa por não ter sido campeão da Europa, seria como fechar a carreira com chave de ouro”. É verdade.



Realizou 117 jogos oficiais com o emblema da águia, valorizados também por 36 remates bem sucedidos. Muitos outros fez em desafios particulares, ainda que um deles tivesse um sabor especial. Foi a 1 de Dezembro de 1954, na inauguração do antigo Estádio da Luz, num cartaz ao qual se associou o FC Porto. Efusivamente saudado foi esse primeiro de largas centenas de momentos transcendentes que a velha Catedral acabou por conhecer em meio século de vida.

Francisco Palmeiro adoptou a perspicácia, o inopinado e a destreza, no ritmo crescente da sua abordagem mental e táctica. Jamais dispersou o talento. E assim enriqueceu o manual dos melhores jogadores do Benfica.


Tópico: Memorial Benfica, Glórias
Autor: Ednilson
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Darkboy

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  • 15 de Setembro de 2013, 20:23
Estive a rever o documentário sobre o Benfica europeu, transmitido pela RTP2. Como se pode ler nos textos aqui colocados, foi o autor do primeiro golo do Benfica na Taça dos Campeões Europeus. Histórico.

Darkboy

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  • 21 de Setembro de 2013, 17:42
Sevilla 3-1 Benfica | Taça dos Campeões Europeus 1957/58 - 1ªEliminatória (1ªMão)



0-0 em Lisboa, estreia na TCE.
« Última modificação: 21 de Setembro de 2013, 17:48 por Darkboy »

Shoky

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  • 22 de Setembro de 2013, 03:54
Isto é o que se chama uma verdadeira pérola.
Serviço público Dark...


PS: É a primeira vez que vejo este golo histórico.

Messi87

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  • 07 de Janeiro de 2014, 14:56

Programa Memórias - A Bola TV

Francisco Palmeiro