Cristián Rodríguez

Avançado, 40 anos,
Uruguai
Equipa Principal: 1 época (2007-2008), 36 jogos (2950 minutos), 7 golos

lonstrup

Citação de: Red skin em 04 de Novembro de 2007, 10:10
Citação de: lonstrup em 04 de Novembro de 2007, 10:03
Este não tenho nenhum problema em afirmar que é um grande jogador, dos melhores que temos. Este sim, não tenho a menor dúvida, vai ajudar a fazer esquecer o Simão.

Estou com um feeling que o Rodriguez é mesmo capaz de ser considerado o melhor extremo do nosso campeonato no final da época, se não mesmo o melhor jogador.

Este rapaz é 2 anos mais novo que o Quaresma, e mesmo assim está "perigosamente" perto do nível do Quaresma.

Não tenho dúvidas que este vai ser melhor que o Quaresma.

Este é para ficar no Benfica uns 10 anos.




Mas ele não é extremo... safa a posição... mas no centro rende mais

Quando se é um bom jogador, com qualidade inatas e quase únicas (velocidade, aceleração, técnica, remate, passe, força física, inteligência, posicionamento), é natural que se possa ser bom a várias posições.

Ele no Benfica deve jogar a extremo, porque a táctica do Benfica neste momento não permite que se possa "desperdiçar" mais uma unidade no centro do meio campo.

Num futebol diferente pode ser mais útil ao meio.

Mas neste futebol mais directo e objectivo do Benfica, é mais útil nas laterais do meio campo.

EAGLE ROYAL

 Ès o maior,CEBOLLITA,esta pago eu :drunk: O0 :bandeiraslb2:

brunovet

reparem no que luis freitas lobo dele escreveu em 2005:

10. CRISTIAN RODRIGUEZ (Peñarol)

Clube: Peñarol (Uruguai)
País: Uruguai
Lugar: médio ofensivo
Idade: 19 anos (30-Sep-1985)
Altura/Peso: 1.75m • 72kg
Categoria: promessa (nivel 4  :tickedoff:
7 Vezes internacional pelo Uruguai
Carreira:
ÉPOCAS- CLUBE - JOGOS - SUPLENTE UTILIZADO- GOLOS
2002 Peñarol 6 / 0
2003 Peñarol 18 (3) 2
2004 Peñarol 28 (0) 3

Vendo a forma como a bola obedece ao seu pé esquerdo, Uruguai ganha, num ápice, mais confiança para o futuro. Com 19 anos, esteou-se no Peñarol com 16 anos, e na principal selecção uruguaia com 18, pela qual foi titular na Copa América 2004. Hoje, é a estrela maior da selecção celeste Sub-20, El Cebolla Rodríguez é um novo ídolo do Peñarol. Um médio canhoto que embora algo franzino (1,75m. e 72kg.), tem um remate colocado de á entrada da área, nunca treme na hora do choque, faz toda a ala esquerda, e, com velocidade metida na técnica, dobra qualquer marcação. O sentido táctico que, como volante, revela nas compensações defesa-ataque. Um craque puro, com grande precisão de passe para o ponta de lança Bueno.

Este gajo é  doido, apenas se enganou no nível 4 atribuído  ^-^, abre os olhos pá, nivel 5 sem sombra para dúvida  :drunk:

Alento


kramxel²

Citação de: Alento em 05 de Novembro de 2007, 23:04
Ponta de lança Bueno  ;D

Também reparei nessa.... LOL

Mas olha que ele até tem jogado no Boca....

E o outro dia estava a jogar pela selecção contra o Paraguai...

Alento

Citação de: Kramxel em 05 de Novembro de 2007, 23:09
Citação de: Alento em 05 de Novembro de 2007, 23:04
Ponta de lança Bueno  ;D

Também reparei nessa.... LOL

Mas olha que ele até tem jogado no Boca....

E o outro dia estava a jogar pela selecção contra o Paraguai...

No Boca??? realmente...ele há coisas. Era mexido e aguerrido mas nada mais.

kramxel²

Citação de: Alento em 05 de Novembro de 2007, 23:10
Citação de: Kramxel em 05 de Novembro de 2007, 23:09
Citação de: Alento em 05 de Novembro de 2007, 23:04
Ponta de lança Bueno  ;D

Também reparei nessa.... LOL

Mas olha que ele até tem jogado no Boca....

E o outro dia estava a jogar pela selecção contra o Paraguai...

No Boca??? realmente...ele há coisas. Era mexido e aguerrido mas nada mais.

Ele quando foi para o PSG era considerado dos jogadores Sul Americanos mais promissores...

Mas o problema dele é que nunca regulou muito bem da bola....

Hugo Mig.L

ENTÃO n compram o passe??

anti-tripeiro20

Citação de: banbino em 04 de Novembro de 2007, 09:17
o psg é pior que o Crematório do cemitério dos prazeres... nem sei como é q o ronaldinho sobreviveu ;D
mesmo ele estava no banco

Strata

Rodríguez

As cavalgadas do "Cebola" rebelde



Não foi certamente o nome mais sonante das aquisições do Benfica na presente temporada, mas foi aquele que mais rapidamente se impôs e deslumbrou os adeptos encarnados. Cristian Rodríguez está em grande forma e determinado a vencer na Luz para ser contratado em definitivo (está emprestado) pelas águias. De alma e coração, assume-se como um dos ases de José António Camacho. Golos, assistências, fintas diabólicas são (apenas!) alguns dos argumentos que o "bólide" uruguaio, que gosta do veloz Ford Mustang, tem apresentado.

O JOGO dá-lhe a conhecer as origens do canhoto, de 22 anos, que tem feito sonhar os adeptos... e que adora cavalos.

Proveniente de uma família humilde, - o pai, Carlos Rodríguez, de 51 anos, trabalhou numa fábrica de papel, e a mãe, Viviana Barroti, 42 anos, numa cantina de uma escola -, Rodríguez, um dos filhos ilustres da pequena localidade de Juan Lacaze (15 mil habitantes), cedo despertou para o futebol, tendo abandonado a escola prematuramente.

O "Cebola" torceu sempre o nariz aos estudos e acabou mesmo por deixá-los de lado antes de completar 15 anos para se dedicar ao futebol e aos... cavalos, a outra grande paixão do extremo.

A forma destemida com que enfrenta os adversários, a capacidade de explosão que apresenta nos relvados, e as fintas deliciosas que encantam a plateia revelam um pouco da personalidade do jogador, ou não tivesse sido o extremo um menino rebelde, apaixonado pela rua, onde podia jogar à bola e apreciar tranquilamente a elegância dos cavalos que se passeavam por Juan Lacaze. Apreciar é pouco, pois Rodríguez acabaria mesmo por mergulhar na realidade equestre durante a infância e adolescência, participando em algumas competições. Sem, no entanto, nunca ter atingido o brilhantismo dos relvados.

Paralelamente, claro está, continuava a rematar à baliza com a precisão dos grandes craques. E, como estava umbilicalmente ligado a duas realidades, logo que a condição financeira o permitiu, comprou uma quinta na sua terra natal e o seu primeiro cavalo, o "Índia". A este juntaram-se, entretanto, mais quatro exemplares da mesma espécie e 15 vacas. A tendência é para engordar o lote, pois é seguro que, quando terminar a carreira, o "Cebola" não se irá manter ligado ao futebol, preferindo ocupar-se das lides na chácara que possui no Uruguai, tornando-se num fazendeiro de grande dimensão.

Rodríguez é um homem preocupado com o que se passa à sua volta e, sempre que lhe é solicitada colaboração em projectos de âmbito social, não hesita. Assim foi com a instituição de carácter social "Los Panchitos", cuja finalidade é ajudar famílias com dificuldades financeiras. O Cebola é "padrinho" da instituição, subsidiando espectáculos para angariação de fundos que permitam uma maior intervenção da instituição em acções de solidariedade. Rodríguez contrata artistas, promove espectáculos, e as verbas provenientes dessas iniciativas revertem na totalidade para causas nobres.

Porém, como em tudo na vida do "Cebola", os cavalos não passam ao lado destas iniciativas: Rodríguez disponibilizou, em alguns casos, os seus animais para ajudarem na reabilitação de crianças com deficiências.


Trinta euros de ordenado


No seu primeiro ano de sénior, no Peñarol, Cristian Rodríguez recebia mil euros por mês, contrato esse que foi progressivamente melhorado à medida que foi ganhando espaço na equipa. Quando aceitou o desafio de abandonar a sua terra natal para viajar para Montevideu, ainda nas camadas jovens, o "Cebola" ganhava mais ou menos 30 euros por mês, e isso obrigava-o a permanecer no lar do clube, destinado a albergar os jogadores que vinham de fora. Até ganhar a sua independência, Rodríguez permaneceu no retiro do emblema de Montevideu, onde fez amigos para toda a vida. 

Carreira esteve em risco


O percurso desportivo de Rodríguez teve alguns percalços. O internacional uruguaio teve de crescer rapidamente para sobreviver às mudanças que se operaram na sua vida. Com 15 anos, abandonou a sua terra natal para seguir para as camadas jovens do Peñarol, clube do coração, mas o impacto da mudança para uma grande cidade (Montevideu), fê-lo pensar duas vezes se queria mesmo ser futebolista. A perseverança e o espírito de luta, no entanto, acabaram por vencer, e o "Cebola" manteve-se no clube, onde se estreou como sénior com apenas 16 anos, em 2001/02.

Os primeiros anos foram muito bem sucedidos (desportivamente), mas, na última temporada no emblema de Montevideo, tudo se complicou. Rodríguez estava a negociar um novo contrato com o clube e apresentou a sua proposta de renovação, tendo esta sido negada. Perante a intransigência do presidente, José Pedro Damiani, homem muito poderoso e conhecido por ser implacável nos negócios, o "Cebola" não cedeu, e deu-se a ruptura, com o atleta a permanecer quatro meses longe da competição e dos companheiros, pois treinava-se à parte, no seu último ano de contrato com o emblema de Montevideo.

As propostas da Europa eram mais que muitas, e o seu empresário, Daniel Delgado, decidiu intervir, extremando ainda mais as posições ao levar o atleta para os franceses do PSG, juntamente com o ex-sportinguista Carlos Bueno, sem autorização do clube detentor do passe. O caso acabou na FIFA, tendo Rodríguez esperado, no total, nove meses (contabilizando o tempo que esteve sem competir no Peñarol e PSG) para voltar a jogar oficialmente. Aliás, o jogador temeu mesmo, durante esse período, não voltar a jogar futebol, um cenário possível à luz da lei vigente na altura.


Ver Paris... e querer voltar


Decididamente, Paris não foi uma boa experiência para o "Cebola". Quando chegou à Cidade-Luz, o esquerdino pensou logo em voltar para o Uruguai. Rodríguez não se deu bem com os ares de Paris e, mesmo antes de iniciar o seu percurso nos franceses do PSG, pensou em regressar a casa. Além da barreira linguística, o jogador encarnado não se conseguiu adaptar à cidade e à maneira de ser dos franceses, que considera muito frios. A ajuda de alguns companheiros, como Pauleta e Bueno, e as constantes conversas telefónicas com os pais e irmãos, Karen e Adrian, este também futebolista, acabariam, no entanto, por ser decisivas para permanecer no país.

Apanhado pela televisão quando estava lesionado


O "Cebola" ganhou fama no Peñarol e foi certamente um dos jogadores mais acarinhados pelos adeptos, pois nunca escondeu a sua cor clubística. Nem seria, aliás, necessário dizê-lo publicamente, pois todos já conheciam as suas preferências. Na verdade, Cristian Rodríguez fez parte da claque do Peñarol durante muitos anos, conhecendo melhor do que ninguém os cantos à casa e todos os cânticos entoados no estádio. Naturalmente, quando surgiu na equipa principal, com 16 anos, foram-lhe dedicados alguns pelos companheiros de outras batalhas.

De resto, Rodríguez acabaria mesmo por viver uma situação curiosa aos 19 anos. O jogador estava lesionado, não podia jogar, mas foi "apanhado", partida do destino, pelas câmaras de televisão a festejar um golo do Peñarol com os seus colegas da claque, no estádio. O "Cebola" foi visto pelos dirigentes a saltar, tendo ficado desde logo sob alçada disciplinar.

Os dirigentes pensaram mesmo multá-lo, mas reconsideraram e decidiram não penalizar o jogador. Afinal, Rodríguez estava lesionado, é verdade, mas festejava um golo do seu Peñarol.


Cântico próprio


Ídolo no Peñarol, Cristina Rodríguez deixou uma enorme falange de apoio junto das claques do clube, que lhe dedicavam mesmo um cântico: "Cebolla, Cebolla, los hinchas te saludan por ser del Peñarol."

Curiosidades

Alcunha


"CEBOLA" PASSOU DE PAI PARA FILHO

A alcunha nasceu por causa do pai, também ele um antigo jogador a quem chamavam "Cebola". A comunicação social uruguaia e francesa aproveitou a deixa para ironizar com a situação, dizendo que Rodríguez tinha ganho a alcunha porque fazia chorar os adversários, devido à sua técnica. Não é verdade, mas tem fintas que deixam mesmo lágrimas nos olhos aos adversários.

"Hobbies"


Pescador nas horas livres
No Uruguai, Rodríguez mora junto à costa e não poderia ter melhor local para viver, pois isso permite-lhe pescar com frequência. Sempre que se encontra de férias, o extremo não perde a oportunidade de se juntar ao seu pai e tentar a sorte junto ao mar. Nos tempos livres, aproveita também para ver filmes de acção, passear, embora ainda não conheça muito bem Portugal.

Automóvel


Mustang em casa
Além do futebol e dos desportos equestres, o "Cebola" gosta de Fórmula.1, sendo a Ferrari a sua equipa de eleição. A poderosa marca italiana sempre fez parte do seu imaginário. Embora conduza um Mercedes em Lisboa, adquirido em Paris, Rodríguez não se desfaz do seu principal exemplar de quatro rodas, que mantém intocável no Uruguai: um Ford Mustang.

Ídolo

Ronaldo no topo das preferências

Ronaldo, o avançado que já teve o epíteto de "Fenómeno" e que na última temporada trocou o Real Madrid pelo AC Milan, é o ídolo do camisola 26 da Luz, um profundo admirador das qualidades de um atleta que irá defrontar no próximo dia 28, quando os italianos jogarem na Luz. Francescoli, o seu compatriota mágico que deixou a sua marca no futebol europeu, é outro dos astros da bola que o benfiquista tem como referência.

Jornal O Jogo

Strata

Esta está gira:

Apanhado pela televisão quando estava lesionado


O "Cebola" ganhou fama no Peñarol e foi certamente um dos jogadores mais acarinhados pelos adeptos, pois nunca escondeu a sua cor clubística. Nem seria, aliás, necessário dizê-lo publicamente, pois todos já conheciam as suas preferências. Na verdade, Cristian Rodríguez fez parte da claque do Peñarol durante muitos anos, conhecendo melhor do que ninguém os cantos à casa e todos os cânticos entoados no estádio. Naturalmente, quando surgiu na equipa principal, com 16 anos, foram-lhe dedicados alguns pelos companheiros de outras batalhas.

De resto, Rodríguez acabaria mesmo por viver uma situação curiosa aos 19 anos. O jogador estava lesionado, não podia jogar, mas foi "apanhado", partida do destino, pelas câmaras de televisão a festejar um golo do Peñarol com os seus colegas da claque, no estádio. O "Cebola" foi visto pelos dirigentes a saltar, tendo ficado desde logo sob alçada disciplinar.

Os dirigentes pensaram mesmo multá-lo, mas reconsideraram e decidiram não penalizar o jogador. Afinal, Rodríguez estava lesionado, é verdade, mas festejava um golo do seu Peñarol.


Qualquer dia é vê-lo no meio dos NN ou Diabos....

Rituka

Alguém que (finalmente!) faz alguma coisa pelo Glorioso... Os outros? Cambada de xulos...  :tickedoff:

kramxel²

Citação de: Rituka em 08 de Novembro de 2007, 13:55
Alguém que (finalmente!) faz alguma coisa pelo Glorioso... Os outros? Cambada de xulos...  :tickedoff:

Já vi que és relativamente novo/a aqui no fórum.

Mas acho que já deves ter percebido que como qualquer sociedade que se preze existem regras.

Chamar "chulos" aos jogadores não é uma boa política....

Rituka

Citação de: Kramxel em 08 de Novembro de 2007, 14:09
Citação de: Rituka em 08 de Novembro de 2007, 13:55
Alguém que (finalmente!) faz alguma coisa pelo Glorioso... Os outros? Cambada de xulos...  :tickedoff:

Já vi que és relativamente novo/a aqui no fórum.

Mas acho que já deves ter percebido que como qualquer sociedade que se preze existem regras.

Chamar "chulos" aos jogadores não é uma boa política....

Disse nomes? Falei em jogadores? Não me parece.

kramxel²

Citação de: Rituka em 08 de Novembro de 2007, 14:28
Citação de: Kramxel em 08 de Novembro de 2007, 14:09
Citação de: Rituka em 08 de Novembro de 2007, 13:55
Alguém que (finalmente!) faz alguma coisa pelo Glorioso... Os outros? Cambada de xulos...  :tickedoff:

Já vi que és relativamente novo/a aqui no fórum.

Mas acho que já deves ter percebido que como qualquer sociedade que se preze existem regras.

Chamar "chulos" aos jogadores não é uma boa política....

Disse nomes? Falei em jogadores? Não me parece.

Devias tar a falar dos passarinhos....