Petit

Médio, 49 anos,
Portugal
Equipa Principal: 6 épocas (2002-2008), 212 jogos (17792 minutos), 14 golos

Títulos: Campeonato Nacional (1), Taça de Portugal (1), Supertaça (1)

Strata

Merece uma medalha, para não dizer homenagem, caso consiga a proeza de bater mais fundo do que o que tem batido.

VanBasten

Digo o que disse no dia em que saiu: se o Benfica/Rui Costa o deixou sair tão facilmente, teve de existir uma razão muito forte. Basta ver o tratamento dado ao Nuno Gomes e ao Katsouranis. Eu desconfio do que seja...

Strata

E depois nem sequer dois dedos na testa tem. Primeiro diz que «Antes do Europeu informei os responsáveis do Benfica que gostava de sair caso surgisse uma proposta que agradasse às duas partes.», para depois dizer que o Benfica não fez o suficiente para o menino acabar a carreira na Luz. Sim, menino, que de homenzinho provou que nada tem, ao servir-se do jornal para mandar recadinhos ao Rui Costa. Titular neste Benfica, diz ele. Enfim...é o delírio. Não acerta uma. Nem uma palavra de apreço para com o clube. É o que eu digo, já faltou mais para merecer uma homenagem. Ele bem que se tem esforçado.

LuigiSLB83

Espero que desças de divisão ó Armando...oh, esquece...foste para aí para ganhar o belo, não foi propriamente com objectivos desportivos.

nucleopn

fora do saudade

R.Costa quer o bem p o nosso benfica...e sabia claramente q n era c ex jogadores de futebol q lá iamos!

n gostou, amuou... triste é a mentalidade tacanha dos benfiquistas q pensam q andar a correr à parva dentro dum campo de futebol é sinonimo de qualidade e entrega

trainmaniac

Afinal a saída dele teve um preço igual à valia dele como pessoa: zero.

Grande Rui, se o apoiei quando deixou esta ave ir embora, agora então, mais ainda. Não é com escória destas que podemos reactivar o grande Benfica. :metal:

SLB 1904

Por incrivel que pareça n tenho la grandes saudades de o ver vestido com a camisola do Benfica.. foi um jogador importante enquanto ca esteve, la isso é vdd, mas n m marcou..

:slb2: :flagglorioso:

Bekambol

Sinto saudades, do grande PETIT, do grande jogador que soube e conseguiu representar sempre, com enorme dignidade e grande profissionalismo, o nosso GLORIOSO, S.L.BENFICA.... :slb2: :flagglorioso: O0

defacer

Citação de: MMore em 13 de Outubro de 2008, 13:17
Sinto saudades, do grande PETIT, do grande jogador que soube e conseguiu representar sempre, com enorme dignidade e grande profissionalismo, o nosso GLORIOSO, S.L.BENFICA.... :slb2: :flagglorioso: O0

Das bocas que anda a mandar é que nãõ tens gostado muito, de certeza!!

Thrain

Este tipo já saltava deste espaço do forum. :tickedoff:

HardBoy

pra mim, EX-FUNCIONÁRIO!

perdeu toda acredibilidade depois das declarações que fez.
Por vezes basta uma migalha pra tudo mudar.
Ou seja,se ele tivesse caladinho talvez mt gente votasse na saudade pela garra que teve ao longo dos anos que vestiu o manto sagrado.

PETIT+DECLARAÇÕES= ::bater::


:metal: :flagglorioso: :flagglorioso: :metal:

Thrain

Eu propunha que se fizesse uma nova votacao em relacao ao petit...nao é normal um jogador que teve cá 6 épocas...que foi campeão neste clube...em apenas 3 meses ja ter sido tao indelicado com o clube!Vai mas é pó caralh* petit. ::bater::

Hooli_Bay

so confirma que o que diziam dele no clube era verdade.

jogador de birras, truques de balneario e maldoso entre colegas.

cuspiu no prato que comeu... para mim, morreu.

Corrosivo

O Armando
By Cosimo Damiano

A entrevista do Armando, publicada este sábado no Jornal "A Bola", vem demonstrar a razão da alcunha que ostenta. Como homem é mesmo muito pequenino.
Durante anos ídolo do terceiro anel, esta fraude do futebol português, prejudicou o Benfica em vários aspectos. Foi sempre uma lança de José Veiga (muito elogiado pelo Armando na referida entrevista) no balneário e graças ao seu amigo atingiu uma importância no grupo que o seu rendimento nunca justificou e a sua personalidade muito menos.
Ainda hoje me enojo ao pensar que este bronco foi capitão do meu clube com o Rui Costa a seu lado.
Queimou vários concorrentes de posição com o medo próprio dos medíocres através de todo o tipo de estratagemas.
As reticências que este sujeito deixa para o Rui na referida de entrevista são para mim motivo de enorme alegria.
O Rui afinal viu o que se passava e como benfiquista que é - e que essa besta nunca na vida será- expulsou a maçã podre (como diria o grande Toni).

Desde há largos anos que penso isto do Armando. Nunca o tinha escrito desta forma nem nunca o faria por respeito a um ex-jogador do Benfica mas a besta não me deixa alternativas.

A ti, Armando, desejo que nunca mais voltes. A mim não me deixas saudades nenhumas e ouvir-te falar ( ou essa coisa parecida que tu fazes com as cordas vocais) de mística do Benfica faz-me rir. Tem um pouco de pudor.
O dia em que anunciaram a tua saída foi dos mais felizes para mim nos últimos anos.

Felizmente, no dia seguinte, o mesmo jornal publicou uma entrevista com, esse sim, um grande senhor do Benfica. Mário Coluna.
A diferença de discurso de um para o outro é abismal.
Coluna nunca foi diplomático. Mas tem o nível dos grandes homens. Desses homens se fez o grande Benfica. Nunca de Armandos.

http://ndrangheta.blogspot.com/2008/10/o-armando.html

Mntorras

Citação de: Di Nes em 13 de Setembro de 2007, 00:31
Petit ao jornal Record de 27 de Junho 2007



Petit: «Quem me dera Rui Costa até aos 40»
ELOGIO AO COLEGA DE QUARTO

Record – Que comentário tem a fazer à recente polémica criada pelas declarações de Joe Berardo sobre Rui Costa?

Petit – Acho que tudo não passou de um mal-entendido, como disse o senhor Joe Berardo, que se arrependeu daquilo que tinha dito. O Rui Costa mostrou esta época que é um grande jogador, apesar de ter tido algumas lesões que o condicionaram um pouco. É um campeão. Tem uma grande influência, não só dentro de campo como também na forma como se relaciona com os companheiros do grupo de trabalho. Acho que o bilhete de identidade não é importante no futebol. Em Itália, há jogadores com 38 e 39 anos a correr mais do que muitos jovens com 17 ou 18. Se um jogador estiver bem preparado, não há desculpas para a idade.

Record – Se dependesse de si, ele continuava no Benfica?

Petit – Claro que sim. Isso não merece sequer discussão. É um grande símbolo do Benfica. Gostava muito que ele ficasse mais dois ou três anos no clube, nem que fosse para não jogar. Quem me dera ter o Rui Costa no balneário até aos 40 anos. Ninguém imagina as coisas que ele nos ensina com a sua maneira de ser. Passou pelos melhores clubes do Mundo, viveu momentos inesquecíveis mas, para além de ser um grande jogador de futebol, sabe avaliar como ninguém o carácter dos jogadores e juntar a equipa em torno de um objectivo comum.

Petit: «Quero acabar carreira no Benfica»
INTENÇÃO DE PROSSEGUIR NA LUZ

Record – Vai para o sexto ano no Benfica? É para acabar a carreira na Luz?

Petit – Sim, é mesmo para acabar no Benfica. Tenho mais três anos de contrato, aprendi a gostar do clube e sinto-me em casa. Além disso, trata-se de um dos melhores clubes do Mundo, com condições para continuar a crescer. Tem condições de trabalho fantásticas e adeptos que nos ajudam. Gostava de acabar a carreira no Benfica, se me quiserem.

Record – Já não tem a ambição de jogar noutro campeonato?

Petit – É claro que todos os futebolistas profissionais têm ambição e gostavam de experimentar outros campeonatos. Mas desde que cheguei ao Benfica que só penso em ganhar títulos e é por isso que não penso em sair e quero acabar a carreira no clube. Se pode tornar-se num dos melhores clubes do Mundo, porquê mudar? Com o trabalho deste presidente, o Benfica tem todas as condições para ter sucesso e estar entre os melhores dentro de cinco anos. É impressionante a forma como tem vindo a crescer.

Record – Recebeu alguma proposta de Itália ou de outro país europeu para sair neste defeso?

Petit – Ouve-se falar sobre muitas coisas. É preciso ver que estou a caminho dos 31 anos e só encararia sair se fosse uma proposta fantástica para o Benfica e também para mim. Vou para o sexto ano no clube e não me arrependo nada de ter ficado sempre, porque o Benfica não é só futebol. Eu sou sócio e vivo muito o que se passa no clube. Assisto às modalidades, vejo os jogos de basquetebol e vi na televisão a forma como fomos campeões de futsal. É uma alegria imensa ver o Benfica a ganhar e a apostar cada vez mais nas suas modalidades, extrafutebol. Temos vindo a apostar cada vez mais e penso que esse é que é o caminho.

Petit: «Um ano sem sermos campeões é muito tempo»
MÉDIO FICOU FRUSTRADO POR NÃO SER CAMPEÃO

Record – Ficou frustrado pelo facto de o Benfica não ter vencido nenhuma competição?

Petit – É sempre frustrante para uma equipa como o Benfica, que entra em campo para ganhar todas as competições, isso é inegável. Estamos tristes, mas é preciso ver que também tivemos muitos contratempos, com lesões e outros problemas. Mesmo assim, estivemos nas três competições praticamente até ao fim. Apesar de a época não ter sido má, é frustrante não ter ganho nada. Acho que, mantendo este plantel e juntando-lhe os reforços que chegaram e os que ainda vão chegar, podemos criar condições para que, no Benfica, possamos ter uma equipa com mais do que 15 jogadores a competir regularmente.

Record – O Benfica podia ter sido campeão e podia ter ido mais longe na Taça UEFA, mas o facto é que não o conseguiu. Chegou a acreditar que era possível?

Petit – Claro que sim, lutámos até ao fim pelo campeonato. Quem joga no Benfica tem de acreditar sempre que é possível ir mais longe. Para além disso, temos de respeitar os nossos adeptos, que sofrem como nós pelos nossos resultados. Fomos eliminados injustamente da Taça UEFA pelo Espanyol, com bolas no poste, na trave, um verdadeiro massacre. Acreditámos sempre que, no campeonato, podíamos chegar ao fim sendo campeões. E o facto é que qualquer um podia ter ganho. Tivemos sempre de correr atrás do prejuízo, porque começámos atrasados em relação aos outros. Acho que o plantel do Benfica está de parabéns por aquilo que fez e pela forma como lutou com abnegação por todos os objectivos. Agora, se quisermos ser um dos melhores clubes do Mundo, temos de ser campeões vários anos seguidos, fazendo ressurgir aquele velho Benfica que tantas alegrias deu às pessoas ao longo dos anos históricos. Queremos ser iguais a esse Benfica, mas temos de trabalhar muito para isso.

Record – O facto de a base da equipa ser mantida e de ainda surgirem reforços significa já vantagem em relação aos adversários?

Petit – Nós temos uma base, é um facto, um grupo de jogadores que já vem de há alguns anos, e é claro que, partindo daí, com os reforços que possam juntar-se-lhe, é possível fazer melhor que na época que passou. Os jogadores novos vão ter de se ambientar o mais rapidamente possível, para que possam ajudar-nos logo desde a pré-época. Nós, os mais velhos, temos de lhes incutir a mística do Benfica, para que eles possam receber a grandeza deste clube. Vamos começar a época logo com a eliminatória de acesso à Liga dos Campeões, e é nesse primeiro objectivo que temos de nos centrar. Só depois começamos a pensar nos restantes.

Record – O Benfica não foi demasiado irregular, para uma equipa que queria ser campeã?

Petit – Sim, de facto, houve jogos em que não estivemos tão bem, mas sobre isso tenho de dizer que nunca deixámos de correr e lutar. Só que o facto de terem aparecido algumas lesões em jogadores que habitualmente desequilibram pode ter contribuído para alguns resultados menos bons. Não digo que seja apenas por causa disso, mas foram situações que nos vimos forçados a ultrapassar da melhor forma possível. As pessoas podem pensar nesta fase menos boa, é dessa que se lembram normalmente, mas também não devem esquecer-se que tivemos uma outra com 15 jogos sem perder.

Record – Qual foi o momento chave da época?

Petit – O problema foi aquela semana em que jogámos em Barcelona, com o Espanyol, e depois empatámos com o FC Porto, num jogo que até podíamos ter ganho, com uma segunda parte espectacular. Caso esses resultados tivessem sido diferentes, estávamos logo noutra posição nas duas competições, Taça UEFA e campeonato. Assim, foram dois empates consecutivos, depois outro resultado que não esperávamos com o Beira-Mar, e tudo isso contribuiu para que não tenhamos ido mais longe.

Record – Não correu tudo mal logo desde o início, com aquela pesada derrota no Bessa?

Petit – Sim, mas não foi só isso. Começámos por falhar no início, porque não fizemos o primeiro jogo por causa daquela questão do Belenenses e do Gil Vicente, e perdemos o segundo, no Bessa. Logo aí ficámos com seis pontos de atraso, para recuperar. Tivemos de correr atrás dos outros, e isso deu-nos logo um certo atraso. É diferente quando estamos na frente e podemos gerir a vantagem. Com o tempo, fomos recuperando, mas não conseguimos chegar mais longe, para infelicidade nossa. Depois o Luisão lesionou-se. É um jogador fulcral. Não digo com isso que os jogadores que o substituíram não estivessem à altura, mas ele é uma pessoa com um carisma especial, alguém muito forte nas bolas paradas, quer defensiva quer ofensivamente. E é preciso ver que, hoje em dia no futebol, 70 por cento das equipas ganham os seus jogos com lances de bola parada. Por isso, o Luisão fez-nos muita falta. Mas colectivamente estivemos sempre muito fortes, com toda a gente a puxar para o mesmo lado, para que pudéssemos chegar onde pretendíamos, que era o título nacional e a vitória na Taça UEFA.

Record – Começar bem a época será garantia de títulos?

PETIT – O segredo é começar bem, porque isso dá alento para o que se segue. É como começar a perder num jogo; depois temos de ir para cima do adversário para dar a volta. Não podemos repetir o início da época passada. Se começarmos bem, aquele desgaste que costuma acontecer às equipas em Dezembro até poderia permitir-nos perder um ou outro jogo. Ninguém é invencível e não há superequipas, mas queremos ganhar o maior número de jogos...

Record – Não se sente mal por não ganhar nada?

Petit – A realidade é que não podemos estar um ano sem ganhar nada. Um ano sem sermos campeões é muito tempo. Temos de formar um grupo forte, no qual a luta por um lugar seja sempre renhida, para que ninguém se acomode ao lugar e existam sempre soluções, no caso de alguém não jogar por lesão ou castigo. O objectivo é dar dores de cabeça ao treinador, para que ele tenha sempre dificuldades em escolher quem vai jogar.

Palhaço...