Rúben Dias

Defesa, 29 anos,
Portugal
Equipa Principal: 5 épocas (2016-2016, 2017-2020), 137 jogos (12309 minutos), 12 golos

Equipa B: 3 épocas, 55 jogos, 0 golos

Títulos: Campeonato Nacional (1), Supertaça (1)

Cob92

Citação de: ROBINHO em 31 de Julho de 2018, 21:43
O Mendes só é "parceiro" para vender as pérolas do Seixal, quando queremos tentar despachar o entulho ele foge a sete pés, o RGS pode ter todos os defeitos do mundo mas sempre disse que este tipo de "parceria" tinha de acabar no Benfica..

Numa entrevista do RGS ele disse que nao queria acabar necessariamente a parceria com o Mendes mas sim que esta parceria seja bom para as duas partes

SLB_paixao

Made in Seixal.... For others

Trezeguet

nem duram 6 meses.

só a lenda 34 não sai

Roy Kent

Citação de: Trezeguet em 31 de Julho de 2018, 21:49
nem duram 6 meses.

só a lenda 34 não sai

E o 4, o entulho não consegue vender um, nem um. É ridículo isto.

Mestre30

Citação de: Holmesreis em 31 de Julho de 2018, 21:43
Se ele for vendido para o Dortmund, que arranjem forma de incluir o Diallo no negócio, até ficaríamos a ganhar com a troca.
O Benfica não tem rasgo para essas coisas.

helderrocha

o problema é que este caso não é caso unico. se fosse, seria grande negócio. agora tudo o que vem da formação não faz mais de uma época como titular.

Roy Kent

Citação de: Mestre30 em 31 de Julho de 2018, 21:51
Citação de: Holmesreis em 31 de Julho de 2018, 21:43
Se ele for vendido para o Dortmund, que arranjem forma de incluir o Diallo no negócio, até ficaríamos a ganhar com a troca.
O Benfica não tem rasgo para essas coisas.

O Vieira. O Benfica não tem nada a ver com essa gente, um dia ainda será liderado por gente que quer saber do clube.

helderrocha

Citação de: Cob92 em 31 de Julho de 2018, 21:47
Citação de: ROBINHO em 31 de Julho de 2018, 21:43
O Mendes só é "parceiro" para vender as pérolas do Seixal, quando queremos tentar despachar o entulho ele foge a sete pés, o RGS pode ter todos os defeitos do mundo mas sempre disse que este tipo de "parceria" tinha de acabar no Benfica..

Numa entrevista do RGS ele disse que nao queria acabar necessariamente a parceria com o Mendes mas sim que esta parceria seja bom para as duas partes
entre o benfica e mendes não existe nenhuma parceria. parceria é quando ambos ganham de igual forma. neste caso há uma parte que ganha bem mais do que o benfica

VitorPaneira7

#7298
Citação de: lonstrup em 31 de Julho de 2018, 21:21
Citação de: VitorPaneira7 em 31 de Julho de 2018, 20:35
Citação de: lost_paradise em 31 de Julho de 2018, 20:24
Citação de: lonstrup em 31 de Julho de 2018, 20:06
Citação de: VitorPaneira7 em 31 de Julho de 2018, 20:01
O que teria sido o Benfica com estas gerações num mundo futebolístico pré-Bosman e sem a ganância dos agentes da estirpe do Jorge Mendes.

Benfica tem uma excelente formação e bases humanas e estruturais de topo. Pena que sejam viradas primeiro para o rendimento financeiro ficando o rendimento desportivo para o segundo lugar  e algo a curto prazo.



Isto não tem nada que ver com Bosman.

Tem que ver com gestão. Anos e anos de hipotecar o futuro, hoje chegamos ao futuro, e temos de pagar a factura.
A lei Bosman contibuiu muito em atirar o Benfica que era um tubarão europeu para uma segunda linha até porque até ver, não há como fugir da perda de competitividade de jogarmos numa liga periférica.

Mas o Vieira não permite que sequer o Benfica chegue a essa segunda linha do futebol europeu, onde estão clubes como o Dortmund, Monaco, Shakthar, etc. Chegámos a cheirar com a equipa de 13-14 mas foi sol de pouca dura e para lá chegar foi preciso endividar o clube de forma brutal, endividamento esse que começou em 2007 e teve o seu epílogo em 2014, com a queda do BES.


É no fundo a verdadeira definição de mediocridade na gestão. Um limbo de que não vamos sair enquanto lá estiver porque precisámos de nos endividar brutalmente para sermos competitivos e agora de perder competitividade para desendividar e voltar a tornar o clube sustentável financeiramente a longo prazo.



 
 

Uma opinião que dá uma imagem mais completa do que dei, já que foquei em demasia na nostalgia e no contexto pré bosman. Ainda por cima a formação começou a dar frutos desportivos que podiam terminar com o constante investimento e compras de jogadores para lugares secundários, focando a gestão em contratações realmente cirúrgicas e de jogadores para serem titulares.

O que enerva é que continua-se a gastar mal o dinheiro enquanto se vê partir quem poderia estar mais dois ou três anos no Benfica.

Tanto dinheiro feito em vendas, houve antecipação de receitas e mesmo assim perspectiva-se mais uma venda e temos n emprestados que podiam ter sido vendidos. Quando é que realmente o clube se tornará sustentável e capaz de ser hegemónico em Portugal, tem esse potencial, e competitivo na Europa?
Vocês têm uma ideia pré romântica do pre bosman.

Sabem o que era o pré bosman? Era o Stromberg sair para a Atalanta; o Thern pro Napoli; o Mozer para o Marselha; o Ricardo Gomes e o Valdo para o PSG; o Aldair para a Roma. E os jogadores portugueses na sua maioria ficavam, porque não eram grande coisa.

O pré bosman era também o dinheiro do Jorge Brito a pagar tudo isto, e quando o dinheiro deixou de pingar foi ver jogadores com ordenados em atraso e a sair do clube.

Isto é o pré bosman que raramente vocês contam.

Ainda uma outra nota: a lei bosman funciona para os dois lados. Nós realmente tivemos um problema com as saídas dos Kennedys, do Edgar, do Bruno Caires, que eram alicerces fundamentais para o projecto europeu. Mas podíamos ter ido buscar, nos mesmos moldes, vários jogadores.

Tudo se resume a uma questão de escolhas, de qualidade de decisão, em suma gestão.

Também posso dizer que estás a extrapolar em demasia uma opinião de um Benfica num determinado contexto para a questão da gestão. Falo do contexto em si e como beneficiava as equipas periféricas conseguiam manter os melhores jogadores nacionais e a força dos agentes era menor.

Também pode-se falar do Benfica dos anos 60-80. E mesmo nesse período havia bons jogadores portugueses como Paneira, Veloso, Rui Costa, Helder, Pacheco no Benfica como antes houve João Alves, Shéu, Diamantino, Carlos Manuel e  Chalana. Havia vendas? Sim mas alguma vez eram de 3, 4, 5 titulares de uma acentada como se tem assistido no Benfica ou o que se verifica a outras equipas menos poderosas  quando estas se destacam no plano europeu como foi o Mónaco, Dortmund.

Eu concordo com isso da gestão e já falei noutros posts sob os erros de gestão do João Santos, que iniciou um período de corrida ao prejuízo após o Porto ser campeão em 1987 e que teve sinais de crise em 1991 quando tiveram de vender Ricardo e Valdo.

Contudo eu não pretendia tocar no tópico da gestão, assunto mais que batido por aqui,e estava a centrar-me nas condições existentes da altura. Se existe proposta ao Ruben Dias é porque  as condições actuais do mercado futebolístico , sem os limites de outrora, permitem maior liberdade a quem tem o poder do dinheiro em querer ter os melhores para si.

Se estamos na parte da gestão, não se pode ignorar que o actual contexto leva a esta procura de dinheiro fácil e ciclo de compra e vendas por parte da direcção, que é bem diferente a nível de valores e número de jogadores negociados no período pré bosman, pois depois da lei houve um boom de dinheiro no mercado com inflacção de valores, maior número de jogadores e claro inflacção de salários e cada vez maior crescimento da influência dos empresários. A gestão depende também do contexto em que está inserido e o período pré-Bosman era mais protector para clubes como Benfica, Ajax, Anderlecht ou Estrela Vermelha.

Eu estava a referir a essa parte mais protectora porque sei bem que o período 1994-2005 não surge do nada e vivi isso, sei bem que se geriu mal. Também sei que hoje estamos a consequências de má gestão dos últimos anos, que por exemplo levou a que houvesse antecipação de receitas para um real decréscimo do passivo.Agora não podes tapar os olhos ao que era o futebol antes de Bosman e o que se tornou antes pois a limitação de estrangeiros e menor influência dos agentes da altura ainda permitia aos clubes periféricos terem um tipo de gestão diferente do que hoje tem de se ter. Já havia negócios milionários, mas eram em menor número e não resultavam em tanta sangria de talento de clubes periféricos. Não é só um lado romântico, havia mesmo limitações que permitiam um equilibrio de forças no futebol e que foi desaparecendo aos poucos após  a lei Bosman .

capelada

Ai Ruben, maldito o dia em que meteste na cabeça que querias sair daqui e começaste a meter pressão no clube contra a vontade do teu pobre presidente. Deixaste-nos sem margem de manobra, não podemos ter uma equipa de jogadores contrariados.

ROBINHO

Citação de: Cob92 em 31 de Julho de 2018, 21:47
Citação de: ROBINHO em 31 de Julho de 2018, 21:43
O Mendes só é "parceiro" para vender as pérolas do Seixal, quando queremos tentar despachar o entulho ele foge a sete pés, o RGS pode ter todos os defeitos do mundo mas sempre disse que este tipo de "parceria" tinha de acabar no Benfica..

Numa entrevista do RGS ele disse que nao queria acabar necessariamente a parceria com o Mendes mas sim que esta parceria seja bom para as duas partes
Por isso eu disse "este tipo de parceria" em que só ganha o Mendes, não me lembro de um negócio que tenhamos sido claramente favorecidos pelo Mendes..

LFO

Citação de: capelada em 31 de Julho de 2018, 21:54
Ai Ruben, maldito o dia em que meteste na cabeça que querias sair daqui e começaste a meter pressão no clube contra a vontade do teu pobre presidente. Deixaste-nos sem margem de manobra, não podemos ter uma equipa de jogadores contrariados.

Saíram notícias que o presidente e o Rúben estiveram em diálogo em Inglaterra para decidir o seu futuro.  Provavelmente o presidente a tentar convencer o Rúben a mostrar o valor da academia do Benfica lá fora e o Rúben a dizer que quer ficar pelo menos mais um ano  :clap1: :clap1:

JohnT

O Ruben ainda nao vale 38 milhoes na minha opiniao....

lonstrup

Citação de: VitorPaneira7 em 31 de Julho de 2018, 21:54
Citação de: lonstrup em 31 de Julho de 2018, 21:21
Citação de: VitorPaneira7 em 31 de Julho de 2018, 20:35
Citação de: lost_paradise em 31 de Julho de 2018, 20:24
Citação de: lonstrup em 31 de Julho de 2018, 20:06
Citação de: VitorPaneira7 em 31 de Julho de 2018, 20:01
O que teria sido o Benfica com estas gerações num mundo futebolístico pré-Bosman e sem a ganância dos agentes da estirpe do Jorge Mendes.

Benfica tem uma excelente formação e bases humanas e estruturais de topo. Pena que sejam viradas primeiro para o rendimento financeiro ficando o rendimento desportivo para o segundo lugar  e algo a curto prazo.



Isto não tem nada que ver com Bosman.

Tem que ver com gestão. Anos e anos de hipotecar o futuro, hoje chegamos ao futuro, e temos de pagar a factura.
A lei Bosman contibuiu muito em atirar o Benfica que era um tubarão europeu para uma segunda linha até porque até ver, não há como fugir da perda de competitividade de jogarmos numa liga periférica.

Mas o Vieira não permite que sequer o Benfica chegue a essa segunda linha do futebol europeu, onde estão clubes como o Dortmund, Monaco, Shakthar, etc. Chegámos a cheirar com a equipa de 13-14 mas foi sol de pouca dura e para lá chegar foi preciso endividar o clube de forma brutal, endividamento esse que começou em 2007 e teve o seu epílogo em 2014, com a queda do BES.


É no fundo a verdadeira definição de mediocridade na gestão. Um limbo de que não vamos sair enquanto lá estiver porque precisámos de nos endividar brutalmente para sermos competitivos e agora de perder competitividade para desendividar e voltar a tornar o clube sustentável financeiramente a longo prazo.



 
 

Uma opinião que dá uma imagem mais completa do que dei, já que foquei em demasia na nostalgia e no contexto pré bosman. Ainda por cima a formação começou a dar frutos desportivos que podiam terminar com o constante investimento e compras de jogadores para lugares secundários, focando a gestão em contratações realmente cirúrgicas e de jogadores para serem titulares.

O que enerva é que continua-se a gastar mal o dinheiro enquanto se vê partir quem poderia estar mais dois ou três anos no Benfica.

Tanto dinheiro feito em vendas, houve antecipação de receitas e mesmo assim perspectiva-se mais uma venda e temos n emprestados que podiam ter sido vendidos. Quando é que realmente o clube se tornará sustentável e capaz de ser hegemónico em Portugal, tem esse potencial, e competitivo na Europa?
Vocês têm uma ideia pré romântica do pre bosman.

Sabem o que era o pré bosman? Era o Stromberg sair para a Atalanta; o Thern pro Napoli; o Mozer para o Marselha; o Ricardo Gomes e o Valdo para o PSG; o Aldair para a Roma. E os jogadores portugueses na sua maioria ficavam, porque não eram grande coisa.

O pré bosman era também o dinheiro do Jorge Brito a pagar tudo isto, e quando o dinheiro deixou de pingar foi ver jogadores com ordenados em atraso e a sair do clube.

Isto é o pré bosman que raramente vocês contam.

Ainda uma outra nota: a lei bosman funciona para os dois lados. Nós realmente tivemos um problema com as saídas dos Kennedys, do Edgar, do Bruno Caires, que eram alicerces fundamentais para o projecto europeu. Mas podíamos ter ido buscar, nos mesmos moldes, vários jogadores.

Tudo se resume a uma questão de escolhas, de qualidade de decisão, em suma gestão.

Também posso dizer que estás a extrapolar em demasia uma opinião de um Benfica num determinado contexto para a questão da gestão. Falo do contexto em si e como beneficiava as equipas periféricas conseguiam manter os melhores jogadores nacionais e a força dos agentes era menor.

Também pode-se falar do Benfica dos anos 60-80. E mesmo nesse período havia bons jogadores portugueses como Paneira, Veloso, Rui Costa, Helder, Pacheco no Benfica como antes houve João Alves, Shéu, Diamantino, Carlos Manuel e  Chalana. Havia vendas? Sim mas alguma vez eram de 3, 4, 5 titulares de uma acentada como se tem assistido no Benfica ou o que se verifica a outras equipas menos poderosas  quando estas se destacam no plano europeu como foi o Mónaco, Dortmund.

Eu concordo com isso da gestão e já falei noutros posts sob os erros de gestão do João Santos, que iniciou um período de corrida ao prejuízo após o Porto ser campeão em 1987 e que teve sinais de crise em 1991 quando tiveram de vender Ricardo e Valdo.

Contudo eu não pretendia tocar no tópico da gestão, assunto mais que batido por aqui,e estava a centrar-me nas condições existentes da altura. Se existe proposta ao Ruben Dias é porque  as condições actuais do mercado futebolístico , sem os limites de outrora, permitem maior liberdade a quem tem o poder do dinheiro em querer ter os melhores para si.

Se estamos na parte da gestão, não se pode ignorar que o actual contexto leva a esta procura de dinheiro fácil e ciclo de compra e vendas por parte da direcção, que é bem diferente a nível de valores e número de jogadores negociados no período pré bosman, pois depois da lei houve um boom de dinheiro no mercado com inflacção de valores, maior número de jogadores e claro inflacção de salários e cada vez maior crescimento da influência dos empresários. A gestão depende também do contexto em que está inserido e o período pré-Bosman era mais protector para clubes como Benfica, Ajax, Anderlecht ou Estrela Vermelha.

Eu estava a referir a essa parte mais protectora porque sei bem que o período 1994-2005 não surge do nada e vivi isso, sei bem que se geriu mal e que hoje estamos a consequências de má gestão, que por exemplo levou a que houvesse antecipação de receitas para um real decréscimo do passivo.Agora não podes tapar os olhos ao que era o futebol antes de Bosman e o que se tornou antes pois a limitação de estrangeiros e menor influência dos agentes da altura ainda permitia aos clubes periféricos terem um tipo de gestão diferente do que hoje tem de se ter. Já havia negócios milionários, mas eram em menor número e não resultavam em tanta sangria de talento de clubes periféricos.
São tantos factores a influenciar as coisas, que é extremamente simplista falar sempre da lei bosman como o papão. É o tipo de argumentação à Rui Santos ou CMTV, e tu és muito superior a isso.

Quantos jogadores portugueses iam para o estrangeiro antes da geração de ouro?  E depois da geração de ouro?

Olhas para o campeonato da Serie A nos anos 80 e principios de 90 pre bosman, e verás exactamente os craques dos países a ir para lá.

A facilidade de os jogadores sairem para Itália sempre existiu, com excepção de países com regimes sem liberdade. O único entrave era o numero de estrangeiros que cada clube podia ter.

Mas o caso do Estrela Vermelha, quantos anos achas que aguentaram os jogadores após serem campeões? Bazou quase tudo.

O mercado mudou, a própria receptividade a jogadores estrangeiros mudou.

R_Mendes

O grande problema è que o AC Milan està com dinheiro fresco e o Bonucci vao regressar aos corruptos da Juve...
Espero que nao vendam!!!