Rui Vitória

Treinador, 56 anos,
Portugal
Equipa Principal: 4 épocas (2015-2019), 184 jogos (125 vitórias, 28 empates, 31 derrotas)

Títulos: Campeonato Nacional (3), Taça de Portugal (1), Supertaça (2), Taça da Liga (1)

Semper_SLB

Citação de: Sempreparasemprebenfica em 04 de Novembro de 2018, 16:11
Citação de: Jonny-Venezuela em 04 de Novembro de 2018, 15:49
Citação de: ineedmarshmallows em 04 de Novembro de 2018, 15:08
Fixe , fixe era uma tarja gigante com uma msg bem explicita para o professor e o Bieira.

Fixe era todo o estadio a gritar... "Vitoria Cab... pede a demissão"
Evitem. Têm família.

Infelizmente, no Benfica ditatorial é assim que as coisas funcionam

Todas as ditadoras acabaram com revolução

20Nico Gaitan20

Estou em turtura psicológica principalmente desde o jogo com o Ajax... Nem sequer vibro com o Benfica no geral.... É este o meu estado de espírito neste momento.... Sinto que podia levar 5_0 do Porto que nem me ia doer..... Parabéns a este destreinador.

Plexas

Citação de: raymanzarek em 04 de Novembro de 2018, 15:26
Citação de: Plexas em 04 de Novembro de 2018, 15:16
Citação de: Jar Jay em 04 de Novembro de 2018, 15:14
E ninguem mete a mão nisto, sim senhor.  cambada de incomepetentes.

Rui é o palhaçinho no meio disto tudo.

Ainda há demasiada gente a apoiar, a querer dar mais uma oportunidade ou 10,  a dizer que nada está perdido ainda. Infelizmente vamos mamar a bucha até à catastrofe final.


Isso de apoiar já é uma falácia.

Ninguém está a apoiar. As coisas são feitas é de maneira a parecer que há apoio, mas a ideia é minimizar a contestação através da censura.

Se tu te sentes sozinho na contestação, perdes a intensidade e força. É essa a ideia.

Neste momento ninguém defende o Rui Vitória.

Eu conheço quem defenda e até ache que está tudo em aberto e ainda vamos ser campeoes. Eles existem, acredita, e são mais do que pensas.

Marcelo

Continuo insistentemente a ir a sites de notícias à espera de ler a novidade que nos acorde desta lenta agonia em que vivemos há quase 4 anos...

Ter sido campeão foi fruto do acaso e do demérito alheio... A banalidade e a falta de processos no futebol do Benfica é uma dor induzida a que a Direção fecha os olhos... julgo que quando abrirem vai ser tarde demais... dois campeonatos oferecidos e nome do Benfica na lama, interna e externamente...

Acorda Benfica!!

Bedsy

Admiro quem acha que este Benfica ganha a alguem.

Ja acordavam para a realidade.

Vai ser levar no lombo até este senhor bazar.

miniMilk


BERNA_1961

Vê 5 minutos o City. Bem sei que os interpretes são diferentes...
Aquilo do City e o meu Benfica, são 2 desportos diferentes.

Guzmán

Citação de: Jonny-Venezuela em 04 de Novembro de 2018, 15:49
Citação de: ineedmarshmallows em 04 de Novembro de 2018, 15:08
Fixe , fixe era uma tarja gigante com uma msg bem explicita para o professor e o Bieira.

Fixe era todo o estadio a gritar... "Vitoria Cab... pede a demissão"

Nada tem mais impacto do que uma saída massiva do estádio no início da 2.ª parte.
A 'figura' da desistência é muito poderosa.

sbremoved_33753

#429188
Só vos vou dar um exemplo, peço-vos que leiam, apesar de ser extenso:

Imaginem que têm uma empresa, vocês são os gestores da mesma. Nessa vossa empresa vocês tinham um trabalhador fantástico que conhecia de uma ponta à outra as máquinas da empresa, preparava as checklists com o trabalho que havia a fazer, fazia o briefing semanal e tinha o trabalho sempre orientado para que nada falhasse. Infelizmente, esse trabalhador decide agarrar outra oportunidade e vai-se embora. Em seu lugar contratamos um trabalhador novo. Ele vem, agarra nas checklists com o trabalho que havia a fazer preparadas pelo outro trabalhador e põe mãos à obra. Durante o primeiro ano tudo corre na perfeição. As checklists feitas pelo outro ainda estão orientadas, as instruções para as máquinas estão descritas nas checklists e basta orientar o trabalho seguindo o que está descrito naquelas folhas, que tudo corre de feição.

Passa-se 2 anos e esse vosso trabalhador decide que é altura de ser ele a implementar os seus métodos de trabalho, por isso começa a alterar as instruções das checklists, a saltar 1 ponto aqui, um ponto acolá e o rendimento começa a cair. Nós, como gestores, achamos que o rendimento caiu não por causa do trabalhador, mas porque vendemos 3 máquinas fantásticas e com isso perdemos rendimento geral na empresa.

Decidimos então no ano a seguir renovar com o trabalhador em questão e, como compensação de termos vendido as 3 máquinas boas no passado, compramos não 3, mas 5 máquinas novinhas em folha, para que não lhe falte nada.

Mal assina novo contrato, o trabalhador decide rasgar por completo as checklists do outro porque já quase nem olhava para elas e decide deixar de fazer os briefings semanais porque são uma completa perda de tempo. Agora que tem máquinas novas, pode poupar trabalho e basta relegar para as máquinas o trabalho que deveria ser feito por ele. Pois, o problema é que ele não sabe trabalhar com as máquinas novas e as outras máquinas começam a dar problemas porque ele ao saltar um ponto aqui e outro acolá na checklist, levou a que as máquinas começassem a ter problemas, pois saltou pontos como a limpeza, a lubrificação, a manutenção de peças, e tudo isto para poupar umas poucas horas de trabalho.

O rendimento continua a cair a pique, a empresa começa a perder milhões de euros e metade das máquinas não produzem 1/3 daquilo que produziam há 3 anos atrás. Nós enquanto gestores e a assistir a tudo isto, reconhecemos que algo de errado se passa e temos uma reunião de emergência com os restantes accionistas para tentar entender o que se passa. Prontamente todos os accionistas apontam o dedo àquele trabalhador e indicam que os problemas foram todos causados por ele, apresentam provas factuais da queda de produção e mostram-nos os relatórios detalhados da ineficácia do seu rendimento. Decidem em maioria mandar embora o trabalhador, para evitar mais perdas. Mas nós, gestores, somos boas pessoas, e sabemos que aquele trabalhador é pai de família, é bom homem e bom esposo. Sabemos que ele não pode ser despedido de qualquer maneira e que lhe devemos dar ainda mais uma oportunidade e, por isso, mesmo contra a maioria dos accionistas decidimos continuar com ele, para que ela possa demonstrar que eles estão errados, e damos então mais um voto de confiança.

Acontece que ele não muda os seus métodos de trabalho e, ao invés de alterar os mesmos, ainda acha que o problema está nas máquinas e não nele, e por isso a causa da fraca produção advém das avarias das máquinas e não dele. O rendimento continua a cair, a empresa começa a ter valores negativos, deixa de pertencer ao top 7 de empresas mais lucrativas da Europa e cai para o 22º lugar. As máquinas já não só não produzem 1/3 daquilo que produziam, como já não produzem 2/3. As máquinas novas não trabalham porque ele não sabe trabalhar com elas e ele garante que não é homem de desistências e que por isso não se demite, até porque o problema não é dele mas sim das máquinas.

Os accionistas voltam a cair todos em cima de nós, e nós finalmente conseguimos ver que o problema realmente advém daquele trabalhador. Exigem em reunião o seu despedimento imediato para evitar perdas catastróficas, mas ele é bom homem e bom chefe de família, é um tipo porreiro, até foi passear connosco ao Douro e fomos comer um leitão à Bairrada na Mealhada na semana passada. Não lhe podemos fazer isto, não o podemos despedir, e a nossa amizade? Não conta para nada?

Substituam "empresa" por "Benfica". Substituam "accionistas" por "membros da Direcção", substituam "gestores" por "Luís Filipe Vieira", substituam o "outro trabalhador" por "Jorge Jesus" e o "novo trabalhador" por "Rui Vitória"

Se isto não é inacreditável, então não sei o que mais é. É que contado ninguém acredita. Estamos a falar de um clube cuja SAD é cotada em bolsa.

Aqui têm o Sport Lisboa e Benfica.

cristiano_1904


tecoteco

Citação de: Kratos em 04 de Novembro de 2018, 16:29
Só vos vou dar um exemplo, peço-vos que leiam, apesar de ser extenso:

Imaginem que têm uma empresa, vocês são os gestores da mesma. Nessa vossa empresa vocês tinham um trabalhador fantástico que conhecia de uma ponta à outra as máquinas da empresa, preparava as checklists com o trabalho que havia a fazer, fazia o briefing semanal e tinha o trabalho sempre orientado para que nada falhasse. Infelizmente, esse treinador decide agarrar outra oportunidade e vai-se embora. Em seu lugar contratamos um trabalhador novo. Ele vem, agarra nas checklists com o trabalho que havia a fazer preparadas pelo outro trabalhador e põe mãos à obra. Durante o primeiro ano tudo corre na perfeição. As checklists feitas pelo outro ainda estão orientadas, as instruções para as máquinas estão descritas nas checklists e basta orientar o trabalho seguindo o que está descrito naquelas folhas, que tudo corre de feição.

Passa-se 2 anos e esse vosso trabalhador decide que é altura de ser ele a implementar os seus métodos de trabalho, por isso começa a alterar as instruções das checklists, a saltar 1 ponto aqui, um ponto acolá e o rendimento começa a cair. Nós, como gestores, achamos que o rendimento caiu não por causa do trabalhador, mas porque vendemos 3 máquinas fantásticas e com isso perdemos rendimento geral na empresa.

Decidimos então no ano a seguir renovar com o trabalhador em questão e, como compensação de termos vendido as 3 máquinas boas no passado, compramos não 3, mas 5 máquinas novinhas em folha, para que não lhe falte nada.

Mal assina novo contrato, o trabalhador decide rasgar por completo as checklists do outro porque já quase nem olhava para elas e decide deixar de fazer os briefings semanais porque são uma completa perda de tempo. Agora que tem máquinas novas, pode poupar trabalho e basta relegar para as máquinas o trabalho que deveria ser feito por ele. Pois, o problema é que ele não sabe trabalhar com as máquinas novas e as outras máquinas começam a dar problemas porque ele ao saltar um ponto aqui e outro acolá na checklist, levou a que as máquinas começassem a ter problemas, pois saltou pontos como a limpeza, a lubrificação, a manutenção de peças, e tudo isto para poupar umas poucas horas de trabalho.

O rendimento continua a cair a pique, a empresa começa a perder milhões de euros e metade das máquinas não produzem 1/3 daquilo que produziam há 3 anos atrás. Nós enquanto gestores e a assistir a tudo isto, reconhecemos que algo de errado se passa e temos uma reunião de emergência com os restantes accionistas para tentar entender o que se passa. Prontamente todos os accionistas apontam o dedo àquele trabalhador e indicam que os problemas foram todos causados por ele, apresentam provas factuais da queda de produção e mostram-nos os relatórios detalhados da ineficácia do seu rendimento. Decidem em maioria mandar embora o trabalhador, para evitar mais perdas. Mas nós, gestores, somos boas pessoas, e sabemos que aquele trabalhador é pai de família, é bom homem e bom esposo. Sabemos que ele não pode ser despedido de qualquer maneira e que lhe devemos dar ainda mais uma oportunidade e, por isso, mesmo contra a maioria dos accionistas decidimos continuar com ele, para que ela possa demonstrar que eles estão errados, e damos então mais um voto de confiança.

Acontece que ele não muda os seus métodos de trabalho e, ao invés de alterar os mesmos, ainda acha que o problema está nas máquinas e não nele, e por isso a causa da fraca produção advém das avarias das máquinas e não dele. O rendimento continua a cair, a empresa começa a ter valores negativos, deixa de pertencer ao top 7 de empresas mais lucrativas da Europa e cai para o 22º lugar. As máquinas já não só não produzem 1/3 daquilo que produziam, como já não produzem 2/3. As máquinas novas não trabalham porque ele não sabe trabalhar com elas e ele garante que não é homem de desistências e que por isso não se demite, até porque o problema não é dele mas sim das máquinas.

Os accionistas voltam a cair todos em cima de nós, e nós finalmente conseguimos ver que o problema realmente advém daquele trabalhador. Exigem em reunião o seu despedimento imediato para evitar perdas catastróficas, mas ele é bom homem e bom chefe de família, é um tipo porreiro, até foi passear connosco ao Douro e fomos comer um leitão à Bairrada na Mealhada na semana passada. Não lhe podemos fazer isto, não o podemos despedir, e a nossa amizade? Não conta para nada?

Substituam "empresa" por "Benfica". Substituam "accionistas" por "membros da Direcção", substituam "gestores" por "Luís Filipe Vieira", substituam o "outro trabalhador" por "Jorge Jesus" e o "novo trabalhador" por "Rui Vitória"

Se isto não é inacreditável, então não sei o que mais é. É que contado ninguém acredita. Estamos a falar de um clube cuja SAD é cotada em bolsa.

Aqui têm o Sport Lisboa e Benfica.

Boa analogia, e sim, a renovação até 2020 foi péssima! Implementou o seu sistema que falhou em toda a linha e ficou com 4M€ de indemnização para encostar à parede a administração, e neste momento ainda tem mais de 3M€ de indemnização para receber!

Faltou referir que agora a decisão da administração dessa empresa está entre pagar 3M€ ao actual trabalhador e talvez mais uns 2M€ ao regresso do velho trabalhador devido a compensações fiscais,... e no outro prato da balança continuar com o actual trabalhador e perder no mínimo 50M€ em vendas internacionais para um cliente Champions Inc cuja produção vai até Maio 2019, além da desvalorização das máquinas velhas e das máquinas novas.

Ou preferem gastar 5M€, e com alguma negociação baixar essa verba com o novo e velho trabalhador ... ou então perder mais de 50M€ daqui a uns meses.

A decisão é fácil. O problema é que o presidente da tal empresa é o único que o segura, mesmo contra a decisão dos restantes administradores, é casmurro e cabeça dura e ainda veio para a praça pública há 1 semana afirmar que o trabalhador só sai quando quiser!!

Marrokinoum

O potencial de valorização do plantel, comparado com os 4 milhões a pagar, é abismal

lPhoenix

Citação de: Kratos em 04 de Novembro de 2018, 16:29
Só vos vou dar um exemplo, peço-vos que leiam, apesar de ser extenso:

Imaginem que têm uma empresa, vocês são os gestores da mesma. Nessa vossa empresa vocês tinham um trabalhador fantástico que conhecia de uma ponta à outra as máquinas da empresa, preparava as checklists com o trabalho que havia a fazer, fazia o briefing semanal e tinha o trabalho sempre orientado para que nada falhasse. Infelizmente, esse treinador decide agarrar outra oportunidade e vai-se embora. Em seu lugar contratamos um trabalhador novo. Ele vem, agarra nas checklists com o trabalho que havia a fazer preparadas pelo outro trabalhador e põe mãos à obra. Durante o primeiro ano tudo corre na perfeição. As checklists feitas pelo outro ainda estão orientadas, as instruções para as máquinas estão descritas nas checklists e basta orientar o trabalho seguindo o que está descrito naquelas folhas, que tudo corre de feição.

Passa-se 2 anos e esse vosso trabalhador decide que é altura de ser ele a implementar os seus métodos de trabalho, por isso começa a alterar as instruções das checklists, a saltar 1 ponto aqui, um ponto acolá e o rendimento começa a cair. Nós, como gestores, achamos que o rendimento caiu não por causa do trabalhador, mas porque vendemos 3 máquinas fantásticas e com isso perdemos rendimento geral na empresa.

Decidimos então no ano a seguir renovar com o trabalhador em questão e, como compensação de termos vendido as 3 máquinas boas no passado, compramos não 3, mas 5 máquinas novinhas em folha, para que não lhe falte nada.

Mal assina novo contrato, o trabalhador decide rasgar por completo as checklists do outro porque já quase nem olhava para elas e decide deixar de fazer os briefings semanais porque são uma completa perda de tempo. Agora que tem máquinas novas, pode poupar trabalho e basta relegar para as máquinas o trabalho que deveria ser feito por ele. Pois, o problema é que ele não sabe trabalhar com as máquinas novas e as outras máquinas começam a dar problemas porque ele ao saltar um ponto aqui e outro acolá na checklist, levou a que as máquinas começassem a ter problemas, pois saltou pontos como a limpeza, a lubrificação, a manutenção de peças, e tudo isto para poupar umas poucas horas de trabalho.

O rendimento continua a cair a pique, a empresa começa a perder milhões de euros e metade das máquinas não produzem 1/3 daquilo que produziam há 3 anos atrás. Nós enquanto gestores e a assistir a tudo isto, reconhecemos que algo de errado se passa e temos uma reunião de emergência com os restantes accionistas para tentar entender o que se passa. Prontamente todos os accionistas apontam o dedo àquele trabalhador e indicam que os problemas foram todos causados por ele, apresentam provas factuais da queda de produção e mostram-nos os relatórios detalhados da ineficácia do seu rendimento. Decidem em maioria mandar embora o trabalhador, para evitar mais perdas. Mas nós, gestores, somos boas pessoas, e sabemos que aquele trabalhador é pai de família, é bom homem e bom esposo. Sabemos que ele não pode ser despedido de qualquer maneira e que lhe devemos dar ainda mais uma oportunidade e, por isso, mesmo contra a maioria dos accionistas decidimos continuar com ele, para que ela possa demonstrar que eles estão errados, e damos então mais um voto de confiança.

Acontece que ele não muda os seus métodos de trabalho e, ao invés de alterar os mesmos, ainda acha que o problema está nas máquinas e não nele, e por isso a causa da fraca produção advém das avarias das máquinas e não dele. O rendimento continua a cair, a empresa começa a ter valores negativos, deixa de pertencer ao top 7 de empresas mais lucrativas da Europa e cai para o 22º lugar. As máquinas já não só não produzem 1/3 daquilo que produziam, como já não produzem 2/3. As máquinas novas não trabalham porque ele não sabe trabalhar com elas e ele garante que não é homem de desistências e que por isso não se demite, até porque o problema não é dele mas sim das máquinas.

Os accionistas voltam a cair todos em cima de nós, e nós finalmente conseguimos ver que o problema realmente advém daquele trabalhador. Exigem em reunião o seu despedimento imediato para evitar perdas catastróficas, mas ele é bom homem e bom chefe de família, é um tipo porreiro, até foi passear connosco ao Douro e fomos comer um leitão à Bairrada na Mealhada na semana passada. Não lhe podemos fazer isto, não o podemos despedir, e a nossa amizade? Não conta para nada?

Substituam "empresa" por "Benfica". Substituam "accionistas" por "membros da Direcção", substituam "gestores" por "Luís Filipe Vieira", substituam o "outro trabalhador" por "Jorge Jesus" e o "novo trabalhador" por "Rui Vitória"

Se isto não é inacreditável, então não sei o que mais é. É que contado ninguém acredita. Estamos a falar de um clube cuja SAD é cotada em bolsa.

Aqui têm o Sport Lisboa e Benfica.

Esqueceste-te de referir a lábia do novo trabalhador... um hipócrita que ludibria e se esconde num discurso floreado e desprovido de conteúdo, e pelos vistos agora também mentiroso.

Chuck

Querem tocar na ferida? Cantem para o LFV pedir a demissão.

Sei é que é difícil juntar umas centenas de pessoas para o fazer mas queria ver se não se mexia.

Guzmán

Citação de: tecoteco em 04 de Novembro de 2018, 16:39
Citação de: Kratos em 04 de Novembro de 2018, 16:29
Só vos vou dar um exemplo, peço-vos que leiam, apesar de ser extenso:

Imaginem que têm uma empresa, vocês são os gestores da mesma. Nessa vossa empresa vocês tinham um trabalhador fantástico que conhecia de uma ponta à outra as máquinas da empresa, preparava as checklists com o trabalho que havia a fazer, fazia o briefing semanal e tinha o trabalho sempre orientado para que nada falhasse. Infelizmente, esse treinador decide agarrar outra oportunidade e vai-se embora. Em seu lugar contratamos um trabalhador novo. Ele vem, agarra nas checklists com o trabalho que havia a fazer preparadas pelo outro trabalhador e põe mãos à obra. Durante o primeiro ano tudo corre na perfeição. As checklists feitas pelo outro ainda estão orientadas, as instruções para as máquinas estão descritas nas checklists e basta orientar o trabalho seguindo o que está descrito naquelas folhas, que tudo corre de feição.

Passa-se 2 anos e esse vosso trabalhador decide que é altura de ser ele a implementar os seus métodos de trabalho, por isso começa a alterar as instruções das checklists, a saltar 1 ponto aqui, um ponto acolá e o rendimento começa a cair. Nós, como gestores, achamos que o rendimento caiu não por causa do trabalhador, mas porque vendemos 3 máquinas fantásticas e com isso perdemos rendimento geral na empresa.

Decidimos então no ano a seguir renovar com o trabalhador em questão e, como compensação de termos vendido as 3 máquinas boas no passado, compramos não 3, mas 5 máquinas novinhas em folha, para que não lhe falte nada.

Mal assina novo contrato, o trabalhador decide rasgar por completo as checklists do outro porque já quase nem olhava para elas e decide deixar de fazer os briefings semanais porque são uma completa perda de tempo. Agora que tem máquinas novas, pode poupar trabalho e basta relegar para as máquinas o trabalho que deveria ser feito por ele. Pois, o problema é que ele não sabe trabalhar com as máquinas novas e as outras máquinas começam a dar problemas porque ele ao saltar um ponto aqui e outro acolá na checklist, levou a que as máquinas começassem a ter problemas, pois saltou pontos como a limpeza, a lubrificação, a manutenção de peças, e tudo isto para poupar umas poucas horas de trabalho.

O rendimento continua a cair a pique, a empresa começa a perder milhões de euros e metade das máquinas não produzem 1/3 daquilo que produziam há 3 anos atrás. Nós enquanto gestores e a assistir a tudo isto, reconhecemos que algo de errado se passa e temos uma reunião de emergência com os restantes accionistas para tentar entender o que se passa. Prontamente todos os accionistas apontam o dedo àquele trabalhador e indicam que os problemas foram todos causados por ele, apresentam provas factuais da queda de produção e mostram-nos os relatórios detalhados da ineficácia do seu rendimento. Decidem em maioria mandar embora o trabalhador, para evitar mais perdas. Mas nós, gestores, somos boas pessoas, e sabemos que aquele trabalhador é pai de família, é bom homem e bom esposo. Sabemos que ele não pode ser despedido de qualquer maneira e que lhe devemos dar ainda mais uma oportunidade e, por isso, mesmo contra a maioria dos accionistas decidimos continuar com ele, para que ela possa demonstrar que eles estão errados, e damos então mais um voto de confiança.

Acontece que ele não muda os seus métodos de trabalho e, ao invés de alterar os mesmos, ainda acha que o problema está nas máquinas e não nele, e por isso a causa da fraca produção advém das avarias das máquinas e não dele. O rendimento continua a cair, a empresa começa a ter valores negativos, deixa de pertencer ao top 7 de empresas mais lucrativas da Europa e cai para o 22º lugar. As máquinas já não só não produzem 1/3 daquilo que produziam, como já não produzem 2/3. As máquinas novas não trabalham porque ele não sabe trabalhar com elas e ele garante que não é homem de desistências e que por isso não se demite, até porque o problema não é dele mas sim das máquinas.

Os accionistas voltam a cair todos em cima de nós, e nós finalmente conseguimos ver que o problema realmente advém daquele trabalhador. Exigem em reunião o seu despedimento imediato para evitar perdas catastróficas, mas ele é bom homem e bom chefe de família, é um tipo porreiro, até foi passear connosco ao Douro e fomos comer um leitão à Bairrada na Mealhada na semana passada. Não lhe podemos fazer isto, não o podemos despedir, e a nossa amizade? Não conta para nada?

Substituam "empresa" por "Benfica". Substituam "accionistas" por "membros da Direcção", substituam "gestores" por "Luís Filipe Vieira", substituam o "outro trabalhador" por "Jorge Jesus" e o "novo trabalhador" por "Rui Vitória"

Se isto não é inacreditável, então não sei o que mais é. É que contado ninguém acredita. Estamos a falar de um clube cuja SAD é cotada em bolsa.

Aqui têm o Sport Lisboa e Benfica.

Boa analogia, e sim, a renovação até 2020 foi péssima! Implementou o seu sistema que falhou em toda a linha e ficou com 4M€ de indemnização para encostar à parede a administração, e neste momento ainda tem mais de 3M€ de indemnização para receber!

Faltou referir que agora a decisão da administração dessa empresa está entre pagar 3M€ ao actual trabalhador e talvez mais uns 2M€ ao regresso do velho trabalhador devido a compensações fiscais,... e no outro prato da balança continuar com o actual trabalhador e perder no mínimo 50M€ em vendas internacionais para um cliente Champions Inc cuja produção vai até Maio 2019, além da desvalorização das máquinas velhas e das máquinas novas.

Ou preferem gastar 5M€, e com alguma negociação baixar essa verba com o novo e velho trabalhador ... ou então perder mais de 50M€ daqui a uns meses.

A decisão é fácil. O problema é que o presidente da tal empresa é o único que o segura, mesmo contra a decisão dos restantes administradores, é casmurro e cabeça dura e ainda veio para a praça pública há 1 semana afirmar que o trabalhador só sai quando quiser!!

Olha o tecoteco pah
Tás bom pah?

Tu que dizes ser um gajo bem informado:
Disseram-me que o Rui Costa e o Tiago Pinto sustentam a decisão do Lelo Fisgas Vigário em manter o Vitória, confirmas?