Eleições 2020

Flirt4ever

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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?


PontapeDoIsaias

Citação de: Flirt4ever em 15 de Junho de 2020, 13:52
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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível https://serbenfiquista.com/forum/geral/1/operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?
Ninguem.
Vai andar o resto do verao a mandar farpas para o RGS e 0 ao vieira.
Perto das eleicoes , quando o trabalho sujo ja tiver feito vai desistir.

Demasiado basico.

CitriC

Citação de: Flirt4ever em 15 de Junho de 2020, 13:52
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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?

Nuno Gomes

ISO


El Tacuara

Isto é muito simples:

O RGS só pode provar a sua competência, ou não, se for eleito.

Quem acha que o Benfica tem que mudar e voltar a ser um clube de futebol, vota em RGS.

Quem é da opinião, que este SLB, o dos negócios, o das OPAs, o das comissões para o Mendes, o Benfica europeu, a das modalidades a definhar e sem estratégia, é o mais indicado, vota Vieira.

O resto é conversa para os ignorantes e papalvos.


sbremoved_34227

Citação de: Flirt4ever em 15 de Junho de 2020, 13:52
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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?
Carlos Azenha.

Calcio

Citação de: poliban em 15 de Junho de 2020, 12:15
Citação de: Patton em 15 de Junho de 2020, 11:57
Acho que o RGS andou a ler o serbenfiquista... Referiu-se a muitas das questões/preocupações levantadas aqui... Gostei bastante da crónica! Quando começar a apresentar nomes e ideias concretas penso que pode subir ainda mais na opinião dos sócios e adeptos!
Agora é isso... É impensável que esta eleição se possa fazer sem debates entre candidatos! Até o vale e azevedo, o anticristo para vieira... a raiz de todo o mal, aceitou fazer um debate com o vilarinho... E supostamente era desonesto e tinha muito pra esconder!

Não vão haver debates. O Vieira sabe que era engolido. O Vale e Azevedo era mafioso mas não fugia dos debates.
Oratória não faltava ao VeA, diria mesmo que sem saber o que se sabe hoje em dia, ele ganhou o debate ao Vilarinho.

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/benfica-o-debate-parte-i/

RedHead

Citação de: Flirt4ever em 15 de Junho de 2020, 13:52
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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?
O Barbas

Slbttotosalvio

Citação de: Oscor78 em 15 de Junho de 2020, 13:45
Citação de: CitriC em 15 de Junho de 2020, 13:41
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c) fazer corresponder o número de votos ao número de anos de sócio!



Uma pessoa com 60 anos de idade e de sócio valerá o dobro de um sócio com 30 anos de idade e sócio.

de resto td ok
Eu so contra o sistema atual. 1 socio = 1 voto!

Idade de socio nao faz um pessoa melhor que um socio que so tenha 5 anos de socio.

Se for para dar vantagens por contribuir durante varios anos, entao é dar descontos e prioridade para lugares em jogos em casa ou fora.

O problema do sistema atual é que um candidato so tem de se preocupar com uma faixa etaria para ganhar eleicoes.
Idealmente seria:
1-5 anos  =   1 voto
5-10 anos = 2 votos
+10 anos =  5 votos

Trapattoni

Citação de: Calcio em 15 de Junho de 2020, 14:03
Citação de: poliban em 15 de Junho de 2020, 12:15
Citação de: Patton em 15 de Junho de 2020, 11:57
Acho que o RGS andou a ler o serbenfiquista... Referiu-se a muitas das questões/preocupações levantadas aqui... Gostei bastante da crónica! Quando começar a apresentar nomes e ideias concretas penso que pode subir ainda mais na opinião dos sócios e adeptos!
Agora é isso... É impensável que esta eleição se possa fazer sem debates entre candidatos! Até o vale e azevedo, o anticristo para vieira... a raiz de todo o mal, aceitou fazer um debate com o vilarinho... E supostamente era desonesto e tinha muito pra esconder!

Não vão haver debates. O Vieira sabe que era engolido. O Vale e Azevedo era mafioso mas não fugia dos debates.
Oratória não faltava ao VeA, diria mesmo que sem saber o que se sabe hoje em dia, ele ganhou o debate ao Vilarinho.

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/benfica-o-debate-parte-i/
Foi um erro histórico ter despachado o Vale para vir o tipo dos vinhos, é aí que os sócios deviam ter mostrado um pingo de preocupação porque estávamos dispostos a despachar um vigarista por um gajo que andava nos copos que pouco ou nada percebia de futebol que anos mais tarde trouxe um verdadeiro ditador à presidência do clube. Não agora, agora já batemos ao fundo da lama.
O Vilarinho lá enganou o Eusébio e o resto da massa associativa com as falsas promessas do Jardel e o regresso do Toni.
Resultado, perdemos Mourinho para o Porto, vimos o Porto a ser campeão da taça uefa e ganhar a liga dos campeões, vimos o Porto a dominar o campeonato durante o resto da década e o pior é que depois do vilavinho sair veio aquele que é sem duvida, o pior presidente do Benfica de todos os tempos com uma cartilha à prova de bala e a viver dentro de uma bolha, fazendo do Vale um bicho papão que não era.
A salvação do clube é uma mentira muitas vezes dita que para muitos se torna verdade.

Scarto

Citação de: Flirt4ever em 15 de Junho de 2020, 13:52
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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?



O que o Vieira lhe disser, para mandar para o ar e dividir os sócios votantes...

Como o Boto, que vai voltar. Mas o próprio Boto, descarta voltar nos proximos 3 anos..

Flirt4ever

Citação de: CitriC em 15 de Junho de 2020, 13:54
Citação de: Flirt4ever em 15 de Junho de 2020, 13:52
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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?

Nuno Gomes
Mais depressa acredito que o Nuno Gomes se "junte" ao RGS.

Flirt4ever

Aliás, acrescento: ESPERO que o Nuno Gomes se junto ao RGS.

dreadrocK

Citação de: CitriC em 15 de Junho de 2020, 13:54
Citação de: Flirt4ever em 15 de Junho de 2020, 13:52
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APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?

Nuno Gomes

Considero o Nuno Gomes um gajo inteligente... meter-se na candidatura do BCC seria um tiro no pé tremendo...

E, pelas meias palavras do Kurt Cobain, "cheira-me" que será entre ele ou o Lourenço Coelho o próximo Diretor Geral do Futebol.

Tenho de confessar um coisa - A D O R A V A uma equipa que gera-se todo o futebol do Benfica composta por Nuno Gomes, Pedro Mil Homens, Aimar e Lourenço Coelho. Todo o futebol, de uma ponta a outra, fosse pensado por eles.

futeboldelite

Citação de: dreadrocK em 15 de Junho de 2020, 14:17
Citação de: CitriC em 15 de Junho de 2020, 13:54
Citação de: Flirt4ever em 15 de Junho de 2020, 13:52
Citação

APRESENTAÇÃO DO PROJECTO PARA O SLB (CONT.)

O BENFICA VAI TER UM GRANDE DIRECTOR DESPORTIVO

No futebol actual, cada mais vez mais exigente no ponto de vista do negócio, do espectáculo e das conquistas, a figura do Director Desportivo é peça-chave. Deverá ser alguém cujo conhecimento e acção deverão influenciar decisivamente o desempenho do clube nos compromissos que este assume.

Numa estrutura de futebol que se pretende moderna e profissional, o Director Desportivo é o elo entre todos os actores, departamentos e até os níveis hierárquicos. No entanto, há uma ligação que, do meu ponto de vista, deve ser mais sólida ainda, sobretudo a nível operacional, e que é aquela que se estabelece com o Departamento de Scouting. Há até alguns exemplos de sucesso no actual panorama europeu onde as duas funções se fundem.

Para além do papel que deverá assumir no dia-a-dia ao nível da implementação e apoio à gestão do plantel profissional, o Director Desportivo deverá ser o responsável pela definição, a montante, de um projecto futebolístico (dentro da dimensão mais estrutural e abrangente - estratégia do clube), com objectivos absolutamente definidos, com uma ideia/modelo de jogo também completamente definidos e articulados com a filosofia, estratégia do clube, e sua situação económica, fazendo a ponte com o projecto formativo.

Com estes aspectos todos aclarados, é possível, e cabe ao Director Desportivo delimitar um perfil de treinador, bem como perfis de jogadores (nas várias posições). Aqui a ligação com o scouting torna-se óbvia - não tanto com o treinador, porque esse pode não estar presente a médio prazo. No entanto, isso é compensado com o facto de, estando definido o perfil de treinador, mesmo que o clube o substitua, os riscos de disrupção e desenquadramento na escolha de jogadores serão mínimos.

Naturalmente que a parte de mediação entre a Direção e a equipa técnica é igualmente determinante para a consolidação de uma cultura de clube sólida e sustentável. A tarefa de construir o plantel e de traçar conjuntamente com a Direção as metas e objetivos da equipa são responsabilidades inalienáveis do Director Desportivo.

Passando do genérico para o específico da realidade do Sport Lisboa e Benfica, parece razoável e pacífico assumir-se que o clube deverá adoptar um modelo de jogo assente num futebol ofensivo, de posse, criativo e dominador, sobretudo ao nível daquilo que é o contexto interno. É, também, fundamental garantir desempenhos com grandes índices competitivos a nível internacional.

No Benfica que desejamos, que honre os princípios e valores do passado, mas que ambicione a glória e as vitórias do futuro, a experiência e agilidade com os agentes desportivos não pode ser descurada. Neste sentido, o Director Desportivo - até na sua relação com a restante estrutura profissional (equipa técnica e scouting) - tem de conhecer o jogo, tem de dominar as idiossincrasias do futebol português, tem de sentir o Benfica.

Para além dos conhecimentos técnicos alargados, também deverão existir características pessoais, humanas e de experiência, capacidade de liderança e de conciliação, bem como entendimento da componente emocional e motivacional subjacente aos agentes do futebol, sobretudo os jogadores, que são os principais.

No fundo, o Director Desportivo deverá ser uma figura carismática e aglutinadora do universo e cultura Benfiquistas, uma figura ímpar capaz de se sentir confortável nas múltiplas valências que lhe são exigidas – das mais gestionárias e estratégicas, àquelas mais ao nível do relvado, mais futebolísticas e técnicas.

Por fim, não menos importante, o escolhido passará sempre por alguém perfeitamente integrado e identificado com o lema, raízes fundadoras e História do glorioso Sport Lisboa e Benfica!

O nome do escolhido será comunicado oportunamente.


Alguém arrisca um nome ?

Nuno Gomes

Considero o Nuno Gomes um gajo inteligente... meter-se na candidatura do BCC seria um tiro no pé tremendo...

E, pelas meias palavras do Kurt Cobain, "cheira-me" que será entre ele ou o Lourenço Coelho o próximo Diretor Geral do Futebol.

Tenho de confessar um coisa - A D O R A V A uma equipa que gera-se todo o futebol do Benfica composta por Nuno Gomes, Pedro Mil Homens, Aimar e Lourenço Coelho. Todo o futebol, de uma ponta a outra, fosse pensado por eles.

quatro a pensar a mesma coisa?

eu até comigo próprio entro em desavenças. era bonito de se ver esses 4 juntos.