As Finanças do Benfica

MALU15

#60855
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.

DanAugusto

Citação de: Pedro Nunes 28 em 22 de Setembro de 2017, 12:03
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?
Ficaremos praticamente na mesma situação que os porcos lá de cima se isso viesse a acontecer. Estamos ainda demasiado expostos !
O problema das contas no futuro são os juros e as amortizações (cerca de 60 M€/ano).
Com as compras deste ano e as mudanças da divida bancária ambas devem reduzir este ano. Se continuarmos com está politica para o próximo ano poderemos reduzir esses valores a metade, o que equivale a n ir a CL ou reduzir a necessidade de vender jogadores a metade (cerca de 40 M€/ano). Sendo um risco razoável, mas ainda um risco a ser trabalhado.

Cardozo7

Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?

Kyoto

Li no Jornal de Negócios que o Benfica já pagou metade da dívida a banca nos últimos 2 anos.
O objectivo, segundo o DSO, é continuar a financiar o clube com empréstimos obrigacionistas e liquidar o crédito para reduzir a exposição a banca.

Ao que parece, os 3 empréstimos obrigacionistas são para manter, mas com valores constantes ao invés de se pedir um de 60M€ para cobrir o de 45 que está a vencer como tem sido costume até agora

MALU15

Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis

izlek

Citação de: Kyoto em 22 de Setembro de 2017, 15:45
Li no Jornal de Negócios que o Benfica já pagou metade da dívida a banca nos últimos 2 anos.
O objectivo, segundo o DSO, é continuar a financiar o clube com empréstimos obrigacionistas e liquidar o crédito para reduzir a exposição a banca.

Ao que parece, os 3 empréstimos obrigacionistas são para manter, mas com valores constantes ao invés de se pedir um de 60M€ para cobrir o de 45 que está a vencer como tem sido costume até agora

O que o Benfica tem feito é substituir divida à banca, nomeadamente os empréstimos de curto prazo que tinha contraido junto do NB, com EO.

O EO de 60M€ já serviu para isso mesmo e não para cobrir os anteriores.

Pedro Nunes 28

Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis
Carissimo, digo isto convictamente. Farias melhor no Benfica que o actual CFO, já que o nosso vive numa realidade paralela em que o que hoje é verdade amanhã deixa de ser e entre o amanhã e hoje entram uns Vera's, Arango's e mais uns quantos !

ff77

Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis


MALU, pelo que percebo dos pressupostos que estás a assumir, não será necessário nenhum financiamento para colmatar a maturidade do papel comercial correto? O que faz com que estejas a pressupor um decréscimo equivalente do financiamento bancário.


Maldini

Citação de: ff77 em 22 de Setembro de 2017, 17:13
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis


MALU, pelo que percebo dos pressupostos que estás a assumir, não será necessário nenhum financiamento para colmatar a maturidade do papel comercial correto? O que faz com que estejas a pressupor um decréscimo equivalente do financiamento bancário.



Malu

155 milhões a vencer em 17/18?

ruca80

Citação de: Maldini em 22 de Setembro de 2017, 17:29
Citação de: ff77 em 22 de Setembro de 2017, 17:13
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis


MALU, pelo que percebo dos pressupostos que estás a assumir, não será necessário nenhum financiamento para colmatar a maturidade do papel comercial correto? O que faz com que estejas a pressupor um decréscimo equivalente do financiamento bancário.



Malu

155 milhões a vencer em 17/18?

penso que se refere ao vencimento de juros, não amortização de capital. Essa será de acordo com a maturidade de cada um dos 3 EO.

CitriC

Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis

11M era o resultado financeiro da época de 2009/2010 com um passivo financeiro na ordem dos 210M, se não estou em erro. Isso seria realmente boas noticias.

Eu ha uns dias cheguei a fazer cálculos que apontavam para um resultado financeiro na época de 2017/2018 na ordem dos 13.5/14M

MALU15

Citação de: ff77 em 22 de Setembro de 2017, 17:13
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis


MALU, pelo que percebo dos pressupostos que estás a assumir, não será necessário nenhum financiamento para colmatar a maturidade do papel comercial correto? O que faz com que estejas a pressupor um decréscimo equivalente do financiamento bancário.


Em relação ao papel comercial, que foi um instrumento alternativo a que a SAD recorreu quando o BES começou a por entraves às renovações e  deixou de recorrer aos financamentos via fundos do BESI,  a SAD nos últimos anos não tem recorrido a novas linhas, e tem procedido à sua amortização de acordo com os planos, pelo que assumi a continuidade dessa política, até porque os valores já têm  pouca expressão.

ff77

Citação de: CitriC em 22 de Setembro de 2017, 18:49
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis

11M era o resultado financeiro da época de 2009/2010 com um passivo financeiro na ordem dos 210M, se não estou em erro. Isso seria realmente boas noticias.

Eu ha uns dias cheguei a fazer cálculos que apontavam para um resultado financeiro na época de 2017/2018 na ordem dos 13.5/14M
Mas tens de ver que as taxas de juro na altura eram muito superiores.
Apesar de parte da dívida ter taxa fixa, tens bastante variável.
Acho que a estimativa do malu se baseia tb na redução de dívida financeira, pelo menos no papel comercial que só considera 6 meses de juros, não considerando nenhuma linha adicional para o substituir.
Eu desconheço o plano financeiro da sad e tb não sei os timing de recebimentos e pagamentos a clientes e fornecedores que cresceram significativamente este ano pelo que é difícil fazer a estimativa de evolução de dívida para o próximo exercício

Semper Fidelis

Citação de: CitriC em 22 de Setembro de 2017, 18:49
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis

11M era o resultado financeiro da época de 2009/2010 com um passivo financeiro na ordem dos 210M, se não estou em erro. Isso seria realmente boas noticias.

Eu ha uns dias cheguei a fazer cálculos que apontavam para um resultado financeiro na época de 2017/2018 na ordem dos 13.5/14M

boas

esses cálculos permitem que se recupere o que falta para se recuperar os capitais próprios na totalidade?
pergunto porque é isso que o Vieira disse que se pretendia para o próximo ano
http://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-nos/benfica/detalhe/vieira-quer-recuperar-40-a-50-milhoes-em-capitais-proprios-este-ano.html

(para este o objectivo de recuperar 40 a 50M acho que foi conseguido segundo as contas apresentadas)

MALU15

Citação de: Pedro Nunes 28 em 22 de Setembro de 2017, 16:53
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 16:29
Citação de: Cardozo7 em 22 de Setembro de 2017, 14:50
Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2017, 14:14
Citação de: BERNA_1961 em 22 de Setembro de 2017, 11:26
- Não há grandes variações nos rendimentos operacionais. Pensava que o contrato televisivo nos pudesse levar para outro patamar!?
- Há uma subida acentuada nos gastos com pessoal, quando na época anterior fomos aos quartos da CL. Mais de 13M (> 22% que 2016!)
- O resultado financeiro é semelhante;
- o resultado positivo resulta fundamentalmente da alienação de passes e onde foram geradas mais-valias substanciais porque se tratam de jogadores da "formação".

Dúvida: este modelo é sustentável? Por exemplo, estamos preparados para em 2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores?

Nenhum dos 3 grandes tem condições para ter resultados positivos no ano,  verificando-se as duas condições que referes (2 anos consecutivos não irmos à CL e não alienarmos jogadores).

A BSAD será mesmo assim aquela que poderá resistir melhor a essa situação em virtude de ter um diferencial (positivo) nos resultados operacionais sem venda de atletas, conjugado ainda com a redução dos custos financeiros associados à dívida, que no próximo ano se poderão situar por volta dos 10M e com uma hipotética redução dos custos com pessoal por ausência do peso dos prémios que poderia ser superior aos 10M.


Porque achas que os custos financeiros irão baixar tanto de 20M para 10M?
Tendo em conta a nova composição da dívida financeira, que vale cerca de 280M, mas cuja principal componente (155M) são EO`s que vencerão em 2017/18 uma taxa média real de 4,27% que originará cerca de 6,6M de juros anuais.

Na restante dívida temos cerca de 45M nos projectos (Estádio+Seixal) que terão uma taxa  menor (cerca de 2,5%) com uma parte bonificada e com um Swap para cobertura da taxa, e cerca de 29M de papel comercial, cujo principal montante (25M) se refere à linha 2015/17, deconheço a data de fim em 2017, mas é natural que vença uma taxa da ordem dos 3%, e que vai durar só 6 meses do exercício 2017/18. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,6M em juros.

E finalmente temos o resto (cerca de 4M) do papel comercial da linha 2009/19 e o valor de Emp. bancários do Novo Banco, que agora foi reestrurado e que vale cerca de 51M, sendo natural que possa vencer uma taxa inferior às anteriores, aí da ordem dos 5%. Estas duas parcelas representarão cerca de 1,5M de juros.

No total teremos assim cerca de 9,7M, e isto sem considerar quaisquer efeitos de eventuais amortizações parciais de dívida, caso sejam possíveis
Carissimo, digo isto convictamente. Farias melhor no Benfica que o actual CFO, já que o nosso vive numa realidade paralela em que o que hoje é verdade amanhã deixa de ser e entre o amanhã e hoje entram uns Vera's, Arango's e mais uns quantos !
Não digas isso, vocês não gostam é do homem só porque é esverdeado, e depois ajuizam erradamente sobre a sua competência profissional, principalmente quem está fora da área. Mas olha que eu no meu percurso profissional cruzei-me com ele em alguns momentos, e tenho uma opinião muito favorável sobre a sua competência, tal como já tive oportunidade de dizer aqui há já uns anos, e essa opinião não é só minha como é público.