Benfica eliminado da Taça de Portugal - Resumo, fotos, relatos, crónica

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Resumo:
O Sporting venceu esta noite o Benfica, por 2-1, após prolongamento, e segue em frente na Taça de Portugal, afastando assim os bicampeões de mais um titulo esta época. Foi igualmente o terceiro triunfo leonino em outros tantos dérbis de 2015/16, depois dos triunfos na Supertaça e na Liga.
O terceiro dérbi entre Sporting e Benfica esta época tinha um cariz decisivo. Definitivo, até: ou seria um jogo de “não há duas sem três” com o triunfo sportinguista ou finalmente se diria que “à terceira é de vez” numa vitória benfiquista.
Para o terceiro dérbi da época, e depois de dois desaires claros, Rui Vitória decidiu alterar a estratégia e apostou num 4-3-3 pouco habitual nos encarnados, com um trio composto Pizzi, Talisca e Samaris no meio-campo para equilibrar as operações num setor amplamente dominado anteriormente pelos leões. Porém, a primeira ameaça até pertenceu ao Sporting, com Slimani a atirar de cabeça ao poste logo aos cinco minutos.
Ao primeiro aviso o Benfica respondeu de imediato com o golo. Quando estavam decorridos apenas sete minutos, Nico Gaitán rasgou a defesa leonina com um passe para Pizzi e o médio português deixou para o remate certeiro de Mitroglou. No regresso à titularidade, o grego não perdoou na cara de Rui Patrício e fez o 0-1.
A festa madrugadora do Benfica não atemorizou o Sporting, que manteve o seu ascendente territorial. Perante uma formação apostada no contra-ataque e numa contenção clara, os leões revelaram maiores dificuldades para entrar no último reduto encarnado. Os maiores sinais de perigo surgiriam assim de bola parada, onde o Sporting se mostrava ameaçador.
No entanto, a maior ocasião de perigo dos anfitriões acabou por nascer quase por acaso. Um ressalto na cabeça de Slimani, após uma defesa incompleta de Júlio César, quase dava o empate ao Sporting. Com o passar dos ponteiros do relógio, o Benfica foi perdendo o seu rigor e os leões, fruto das correções posicionais de Jorge Jesus, cresciam.
Do ‘quase’ ao golo foi preciso esperar pelos descontos antes do intervalo. Uma jogada de insistência dos leões encontrou Adrien solto na grande área e este fuzilou para a baliza órfã de Júlio César. Estava feito o empate na partida, deixando o Estádio José Alvalade ao rubro.
Após o intervalo, o Sporting lançou Gelson para o lugar de Montero e a velocidade e dinâmica dos anfitriões saiu reforçada. À entrada forte dos leões correspondeu um recuo pronunciado do Benfica, incapaz de resistir ao pressing forte do adversário.
Rui Vitória percebeu rapidamente que estava a perder o (pouco) controlo que ainda tinha no jogo e fez entrar pouco depois André Almeida para o posto de Pizzi. Foi o suficiente para travar um pouco a hegemonia leonina que começava a ameaçar em demasia o segundo golo. Esse reequilíbrio permitiu então ao Benfica respirar e voltar a ameaçar novamente a baliza de Rui Patrício. Quase sempre com tiros de fora da área, primeiro por Talisca e depois por Eliseu, os encarnados mostraram ser capazes de discutir ainda a vitória no terceiro dérbi da temporada.
O último fôlego do encontro foi, no entanto, do Sporting, com Slimani, aos 88’ a ver Júlio César negar um ‘golo cantado’ ao argelino. E aos 90’ o argelino não foi capaz de marcar o golo que Alvalade já esperava, depois de uma assistência perfeita de Gelson junto à pequena área do Benfica. Tudo somado, o empate resistiu e tudo avançou para o prolongamento.
Nesta fase, as cautelas começaram a crescer de um lado e do outro. E quando a precaução cresceu, o perigo junto das balizas quase desapareceu. Só mesmo na segunda parte do prolongamento, já aos 113’, é que o Sporting reencontrou o caminho do golo. Slimani deu continuidade à sua veia goleadora e encostou para o 2-1, após uma defesa incompleta a remate de Adrien. O Benfica protestou fora de jogo do argelino e Samaris acabou então por ver o cartão vermelho, deixando ainda mais reduzidas as hipóteses encarnadas de reação, mesmo tendo já Jonas e Jiménez em campo.
Até ao apito final do árbitro Jorge Sousa, o Benfica perdeu ainda Luisão por lesão, num lance em que o Benfica voltou a reclamar grande penalidade. Contudo, o Sporting confirmou novamente a sua superioridade sobre o Benfica esta época e segue em frente na Taça de Portugal.
Só vitórias na Premier League International Cup
Liverpool Sub-21-Benfica B, 0-2
Só vitórias na Premier League International Cup
A equipa B do Sport Lisboa e Benfica terminou a fase de grupos da Premier League International Cup só com vitórias após derrotar os Sub-21 do Liverpool por 0-2.
No estádio do Chester FC, um minuto de silêncio em memória das vítimas dos atentados em Parias, na passada sexta-feira, 13 de novembro, assinalou antes do apito inicial.
De realce, igualmente, o constante e ruidoso apoio de adeptos Benfiquistas presentes em força que, de forma indefetível, marcaram presença no nordeste de Inglaterra apesar das temperaturas baixas que se fizeram sentir durante a partida.
Sempre superior ao Liverpool, o Benfica B dispôs da primeira oportunidade aos sete minutos. Diogo Gonçalves quase marca. Após um mau atraso de um adversário, o avançado entrou na área e tentou fazer um túnel ao guarda-redes, mas sem êxito. Poucos minutos volvidos, Dawidowicz cabeceou por cima com perigo, após cruzamento de Hildeberto Pereira (13’).
Os Sub-21 do Liverpool respondeu aos 17 minutos com um remate à figura de Miguel Santos e Pedro Rebocho respondeu com um tiro à malha lateral aos 24’.
O Benfica B ameaçava o golo que conseguiu aos 36 minutos. Grande jogada de Sancidino, deixou três adversários para trás e fez uma assistência primorosa para Diogo Gonçalves, que inaugurou o marcador.
Ao intervalo, o resultado era de 0-1 para o Benfica B, “score” que aumentou aos 48’ por João Carvalho. Após o segundo tento, o Benfica B passou a controlar o jogo no meio-campo, tentando surpreender em transições rápidas pelos corredores.
A exceção foi aos 81 minutos quando Jerome Sinclair quase marcou após desatenção de Sancidino.
O Benfica B vence o grupo A da Premier League International Cup, com nove pontos após ter ganho ao Celtic B e aos Sub-21 do Chelsea e do Liverpool.
O Benfica B alinhou com Miguel Santos; Hildeberto Pereira, João Nunes (Alexandre Alfaiate, 44’), Rúben Dias, Pedro Rebocho; Gilson Costa, Pedro Rodrigues (Sarkic, 77’), Dawidowicz, João Carvalho, Diogo Gonçalves (Filipe Ferreira, 82’) e Sancidino.
Hélder Cristóvão feliz com a vitória
O treinador da equipa B do Benfica estava radiante no final da partida que garantiu a continuidade na Premier League International Cup.
“Foi um bom jogo, com qualidade. Fizemos tudo para ganhar, conseguimos e os jogadores estão de parabéns. Queríamos passar a fase de grupos de uma competição de prestígio”, analisou, em declarações à BTV.
Hélder Cristóvão considerou, ainda, que o Benfica B é “uma equipa coesa e motivada”. “Estamos a aproveitar bem a competição e queremos chegar até à final apesar de sabermos que não é fácil”, desejou.
20 eleitos para o dérbi da Taça de Portugal
O treinador da equipa de Futebol do Sport Lisboa e Benfica, Rui Vitória, revelou a lista de convocados para o desafio da 4.ª eliminatória da Taça de Portugal.
O Sporting-Benfica está marcado para as 20h00 de sábado, no estádio José Alvalade.
Lista de convocados:
Guarda-redes – Júlio César e Ederson;
Defesas – Lisandro, Luisão, Eliseu, Sílvio e Jardel;
Médios – Samaris, Gaitán, Pizzi, Djuricic, Cristante, Talisca, André Almeida, Carcela e Renato Sanches;
Avançados – Raúl Jiménez, Jonas, Gonçalo Guedes e Mitroglou.
Assinatura de Protocolo
24 de novembro, às 12h00
Assinatura de Protocolo
A Fundação Benfica e a Liga para a Proteção da Natureza vão assinar, no próximo dia 24 de novembro, um protocolo de colaboração que visa o desenvolvimento de parcerias em projetos que contribuam para a Conservação da Natureza e para a defesa do Ambiente.
Salientam-se, especialmente, as sinergias associadas à partilha de recursos e competências no domínio dos projetos “Para ti Se não faltares!”, “KidFun – Educação para Valores” e “Benfica Faz Bem” que irão reforçar, desta forma, a sua componente ambiental.
Marcarão presença na cerimónia: Carlos Moia (Presidente Executivo da Fundação Benfica), Tito Rosa (Presidente da Direção Nacional da Liga para a Proteção da Natureza) e Atleta da Equipa Principal de Futebol do Sport Lisboa e Benfica.
Dez razões para os dérbis serem especiais
Alvalade será amanhã palco do 35.º duelo entre os dois rivais na Taça de Portugal. Os leões são reis nas eliminatórias. Nas finais, o clube da Luz domina
Arsénio: seis dos 122 golos
O benfiquista Arsénio Duarte é ainda o melhor marcador nos jogos entre Sporting e Benfica a contar para a Taça de Portugal, com seis golos, obtidos em quatro partidas consecutivas de 1953 a 1955. Os dois últimos foram na final de 1955, quando virou o resultado em apenas dois minutos, contribuindo para o triunfo encarnado por 2-1. O segundo melhor marcador em dérbis é o sportinguista Fernando Peyroteo, que será homenageado amanhã, com cinco remates certeiros entre 1941 e 1948. No total são 122 golos marcados em 34 jogos entre os dois rivais para a segunda prova mais importante do calendário nacional, sendo que dos jogadores dos atuais plantéis apenas o sportinguista Slimani e o benfiquista Luisão já fizeram o gosto ao pé, mas apenas por uma vez cada um.
Peyroteo: o primeiro expulso
O Sporting vai amanhã homenagear um dos seus símbolos históricos, Fernando Peyroteo. O antigo avançado está ligado aos dérbis para a Taça de Portugal por ter sido o primeiro jogador a ser expulso nestes duelos. Foi no estádio do Campo Grande, então casa dos encarnados, que a 13 minutos do final, quando os leões venciam por 3-0, que Peyroteo perdeu a cabeça e, após uma entrada dura de Gaspar Pinto, agrediu ao soco o defesa do Benfica. O Sporting permitiu então que os encarnados reduzissem para 3-2 no último minuto, obrigando a um jogo de desempate que permitiu aos leões garantirem o apuramento para a final com um triunfo por 1-0.
Quatro jogadores com hat trick
Oscar Cardozo foi o último jogador a marcar três golos num dérbi para a Taça de Portugal. Foi precisamente no último, em 2013/14, na Luz, em que o Benfica venceu por 4-3 após prolongamento. Além do paraguaio, outros três jogadores conseguiram igual proeza. O primeiro foi Rogério Carvalho, conhecido por "Pipi" por andar sempre bem vestido, na final do Jamor em 1951/52, vitória encarnada por 5-4; seguiu-se Eusébio em 1971/72, com as águias a conquistarem o troféu no Jamor com um triunfo por 3-2; e finalmente o brasileiro Manoel em 1976/77, que valeu a vitória ao Sporting em Alvalade, nos oitavos-de-final, por 3-0. Aliás, este avançado, que chegou a Portugal para fazer esquecer o argentino Yazalde, tornou-se ídolo dos adeptos após esta partida, que lhe passaram a chamar Manoooel, afinal o único jogador do Sporting que fez um hat trick num dérbi da Taça de Portugal.
Quinze vezes bis nos dérbis
Na história do dérbi da Taça, registam-se treze jogadores que conseguiram fazer dois golos num só jogo, sendo que dois deles fizeram-no em duas partidas diferentes: o sportinguista Peyroteo e o benfiquista Arsénio. O primeiro de todos foi Francisco Pires, avançado do Benfica, na final disputada no Campo Grande em 1942/43, ganha pelo Benfica - 2-1. Os restantes foram da autoria de Rola, Figueiredo, Chico Faria, Manuel Fernandes, Acosta e Djaló pelo Sporting, enquanto pelo Benfica bisaram Wando, Diamantino, João Pinto e Geovanni.
Nasceu o Altafini de Cernache
Ernesto Figueiredo foi um dos grandes avançados da história do Sporting, que ao longo dos anos 60 tinha a particularidade de marcar ao Benfica. Um dos jogos mais marcantes da sua carreira foi a 22 de junho de 1963. Os leões chegavam ao Estádio da Luz a precisar de anular a desvantagem de 0-1, sofrida na primeira mão, para chegar à final. Só que pela frente estava um adversário que um mês antes havia perdido a final da Taça dos Campeões Europeus, em Wembley, frente ao AC Milan. Era preciso um jogo de superação leonina, que foi personificado em Figueiredo, que bisou aos 45 e 48 minutos, virou assim a eliminatória e passou a ser conhecido como o "Altafini de Cernache", numa alusão ao brasileiro que também havia bisado pelo AC Milan, evitando que o Benfica se sagrasse tricampeão europeu.
Finais mais "encarnadas"
O dérbi de amanhã, em Alvalade, é referente à 4.ª eliminatória. Ainda não será esta época que os dois rivais de Lisboa se vão defrontar na final, algo que não acontece desde 1996, há 19 anos, portanto. Das oito vezes em que se encontraram no jogo decisivo, o Benfica conquistou o troféu por seis vezes e o Sporting por apenas duas. A primeira final foi realizada no Jamor em 1952, numa partida emocionante com nove golos (um recorde), e com os leões a estarem em vantagem por três vezes, tendo as águias conseguido sempre o empate. O remate decisivo chegou aos 89 minutos, por Rogério Carvalho, que fez o 5-4 e deu o troféu ao Benfica. "Quando o Águas me passou a bola, vi a taça à minha frente, corri quanto pude, rematei e pareceu que a bola levou um século a chegar à baliza", disse na altura, emocionado, o avançado das águias.
Leão rei das eliminatórias
Se não contabilizarmos as finais, concluímos que o Sporting conseguiu eliminar o rival em doze ocasiões, enquanto o Benfica venceu sete eliminatórias. Quase o dobro de sucessos leoninos, o último dos quais em Alvalade, em 2007/08, por 5-3. O último dos 34 dérbis para esta prova realizou-se na Luz com triunfo encarnado por 4-3, após prolongamento.
"Grândola Vila Morena"
O dérbi também já teve uma simbologia política. Foi na final de 1973/74, realizada no Jamor um mês após a revolução do 25 de abril. Antes do início da partida, em vez do hino nacional, o público que encheu o Estádio Nacional cantou o "Grândola Vila Morena", tema musical que marcou o fim do antigo regime, em vez do hino nacional.
Tragédia no Jamor
A última final entre os dois rivais foi a 18 de maio de 1996 e ficou marcada pela tragédia. Logo aos oito minutos, o golo do argentino Mauro Airez deu origem à festa benfiquista, de imediato estragada pelo lançamento de um very-light que atravessou o relvado em direção ao topo norte, atingindo mortalmente um adepto leonino. A festa ficou manchada, mas o jogo continuou e o Benfica levantou o troféu após vencer 3-1.
Muitos golos neste século
Os dérbis da Taça neste século são sinónimo de golos. O mínimo foram seis, num 3-3 na Luz em janeiro de 2005 (encarnados ganharam nos penáltis). Depois, houve oito golos na vitória do Sporting por 5-3 em 2007/08. E sete no triunfo do Benfica (de Jesus), por 4-3, em 2013/14. 21 golos em três jogos. Sete por jogo. A coisa promete.
Gaitán: «Melhor jogador do Benfica? O melhor é a equipa»
À chegada ao aeroporto de Lisboa, esta quinta-feira, depois dos compromissos das seleções, Nico Gaitán recusou o estatuto de estrela da companhia no clube da Luz.
«Melhor jogador do Benfica? O melhor é a equipa, sem a equipa nada se faz. As individualidades estão de lado», afirmou o internacional argentino.
O dez encarnado chegou esta tarde à capital portuguesa depois de uma longa viagem desde Buenos Aires. No entanto, Gaitán assegura que está habituado.
«A viagem foi longa mas um jogador tem de estar habituado a isto», atirou.
Carcela volta a ser apontado à seleção
Carcela ainda não se afirmou no Benfica, mas nos últimos jogos, mesmo como suplente utilizado, tem realizado boas exibições e marcado golos. Por isso, o extremo de 26 anos começa a ser apontado a um regresso à seleção de Marrocos.
No entanto, segundo revelou ontem a Imprensa daquele país, o camisola 39 das águias não tem tarefa fácil, pois está riscado das contas do selecionador Badou Zaki.
A decisão deve-se a um episódio ocorrido em 2014, num estágio que Marrocos realizou precisamente em Portugal, no qual Carcela se apresentou à entrada na unidade hoteleira, onde estavam elementos da seleção, de auscultadores a ouvir música. Algo que desagradou a Badou Zaki, que o riscou da equipa, seja em jogos oficiais ou particulares.
Segurança do dérbi. “Está a fazer-se tudo para evitar problemas”
Numa semana de forte tensão depois do terror em Paris, do cancelamento do Bélgica-Espanha e da evacuação do Estádio de Hannover antes do cancelamento do Alemanha-Holanda, a percepção de insegurança obriga a mais trabalho de prevenção das forças de segurança.
Jorge Silvério, coordenador dos Oficiais de Ligação aos Adeptos (OLA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), garante empenho máximo das entidades envolvidas para que o dérbi de Lisboa decorra sem qualquer problema.
“As incidências dos últimos dias motivam uma percepção de insegurança. É esse o efeito que os terroristas pretendem criar na opinião pública, recorrendo ao futebol pelo seu mediatismo e pela quantidade de pessoas que mobiliza. Quando fazem uma ameaça através do futebol o impacto é muito maior e cria sensação de insegurança. Não se pode dizer que estamos cem por cento seguros mas está a fazer-se todos os possíveis para que o jogo decorra sem qualquer problema”, refere, em entrevista a Bola Branca, esta quinta-feira.
Os OLA de Sporting e Benfica estão a preparar o jogo em estreita colaboração com as forças de segurança. Jorge Silvério assinala pela positiva o facto de na presente época não se terem registado problemas nos outros clássicos.
“A perfeição é o objectivo que queremos atingir mas há sempre aspectos a melhorar e é nisso que estamos a trabalhar. Contudo, os jogos que têm ocorrido até ao momento, alguns num clima mais crispado, não têm registado incidentes e os adeptos têm-se comportado na grande maioria de forma correcta. E é isso que esperamos no dérbi”, acrescenta.
Entretanto, amanhã, a PSP de Lisboa promove na sede do Comando Metropolitano uma Conferência de Imprensa para abordar a segurança do Sporting-Benfica.

