Paraibano se empolga com o título do Benfica: 'nunca vi festa igual no Brasil'

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globo

O estudante paraibano Daniel Peixoto, de 22 anos, que está na Europa fazendo uma série de cursos pelo continente, participou neste domingo da festa do Benfica, campeão português depois de três temporadas como vice e vendo o arquirrival Porto sendo campeão. Torcedor do Botafogo da Paraíba, o campeão brasileiro da Série D do ano passado, ele admite que nunca presenciou em toda a sua “vida futebolística” uma festa tão impressionante como a protagonizada pela “torcida encarnada”.

festa do benfica, portugal, jornal (Foto: Daniel Peixoto / Arquivo Pessoal)Daniel Peixoto à esquerda com amigos: pose com o jornal histórico que marca o 33º título nacional
(Foto: Daniel Peixoto / Arquivo Pessoal)

Daniel, inclusive, diz que desde as primeiras horas de festa se emocionou, chorou e se arrepiou algumas vezes só pela comemoração que presenciava nas proximidades da estátua do Marquês de Pombal, em Lisboa, e que dentro dele já vive um “pedaço de amor pelo Benfica”.

- Quando chegamos na festa, a primeira impressão foi de que era algo parecido com o que vemos em eventos similares no Brasil. Mas rapidamente percebi que estava enganado. Todos estavam ali para extravasar. Passei mais de quatro horas na festa e não presenciei uma única confusão. A torcida mal se aguentava de tanta felicidade. E a cerveja era “servida” em baldes – relembra aos risos.

Veja galeria de fotos da festa do título do Benfica

Ele destaca, contudo, que para um brasileiro como ele acompanhar o grito de “o campeão voltou” não era nada fácil, porque o ritmo era bem diferente do cantado no Brasil e ele constantemente errava no compasso.

Sempre que tentava cair na gandaia, errava o ritmo. Mas foi inesquecível"Daniel Peixoto, estudante paraibano

- Sempre que tentava cair na gandaia, errava o ritmo. Mas foi inesquecível. Nunca havia presenciado nada como aquilo – brinca.

Na verdade, ele explica que decidiu ir à festa com amigos de última hora, de forma improvisada, e que nem mesmo estava no estádio na hora do jogo contra o Olhanense, vencido por 2 a 0 e que deu o título ao Benfica. Mas que ao saber do título resolveu ir até onde a multidão estava.

- Ao saber que o time lisboeta ganhou o título com dois gols do brasileiro Lima, vimos pela TV uma grande camisa do Benfica sendo colocada na estátua do Marquês de Pombal. Não tivemos dúvida. Partimos para a praça onde a torcida comemorava. Após três vice-campeonatos, vendo seu rival ser campeão, a festa não podia ser menor – comentou, completando que o ponto alto da festa foi o ônibus que levou os jogadores do time para a “grande festa”.

O novo torcedor do Benfica, inclusive, admite que não ir ao estádio foi um erro. Mas que ele já corrigiu este problema.

- Não perdi tempo. E já comprei meu ingresso para quinta-feira, quando enfrentaremos a Juventus pelas semifinais da Liga Europa. Desta vez estarei no estádio. E espero muito em breve voltar para ver os fanáticos escalando a estátua - finalizou.

festa do benfica, portugal (Foto: Daniel Peixoto / Arquivo Pessoal)Festa do Benfica na estátua do Marquês de Pombal (Foto: Daniel Peixoto / Arquivo Pessoal)

 

 

Carlos Xistra dá bola do título a instituição de solidariedade

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HCBeira

 

O arbitro Carlos Xistra, colaborador do Centro Hospitalar Cova da Beira teve hoje um gesto reconhecidamente nobre: a última bola utilizada no jogo entre Benfica e Olhanense, que valeu o título de campeão nacional de futebol aos "encarnados", foi entregue pelo árbitro da partida à associação de solidariedade Mundo da Carolina ( http://goo.gl/j4YkQW ) para ser leiloada.

Após o apito final do encontro de ontem, Carlos Xistra, colaborador do Centro Hospitalar Cova da Beira guardou a bola, para ser leiloada online.

A bola foi entregue no Complexo Desportivo da Covilhã, onde Carlos Xistra costuma treinar, ao presidente da associação O Mundo da Carolina, Nuno Pombo, que criou o projeto solidário em memória da filha falecida o ano passado, vítima de leucemia.

As receitas obtidas com o leilão revertem para a edição de um livro solidário com histórias e desenhos feitos por Carolina Pombo e as verbas angariadas com as vendas do livro, com data de lançamento prevista para 01 de junho, serão entregues a outras associações de solidariedade que ajudam crianças.

O leilão on-line vai ter início ainda esta semana, em moldes a indicar, e a entrega da bola, a quem fizer a maior licitação, será feita em junho num torneio de futebol solidário a realizar na Covilhã, em parceria com a Associação de Futebol de Castelo Branco.

 

Hospital Cova da Beira

OFICIAL: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.719921304756740.1073741935.311907355558139&type=1

 

 

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Benfica TV e ‘Benfica – Olhanense’ alcançam resultados históricos

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A Benfica TV foi, num primeiro momento, a estação oficial da festa do título do SL Benfica. O clube da Luz sagrou-se pela 33ª vez Campeão Nacional de Futebol e a estação transmitiu o jogo.

O ‘Benfica – Olhanense’, que terminou uma vitória por 2-0 para as Águias, registou 2.4/7.1%. Perto de 250 mil pessoas viram, em direto, a consagração do Benfica em campo.

A emissão que se seguiu – e que ainda foi exclusiva da Benfica TV – também reteve uma enorme audiência para os padrões do canal.

O Benfica sobre carris

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Ir ao futebol de comboio tornou-se moda para milhares benfiquistas, desde que o clube e a CP se entenderam para montar uma oferta de “comboios especiais” que trazem os adeptos de vários pontos do país directamente para a estação de Benfica. O PÚBLICO acompanhou neste domingo, entre Braga e Benfica, um destes comboios fretados, cujos passageiros descobriram na própria viagem uma antecipação e um prolongamento da própria festa do estádio.

“É mais confortável, é mais barato e não é tão cansativo. Isto de comboio é muito melhor. Olhe eu autocarro nunca mais. E na quarta-feira venho outra vez”. Helder Matos, 34 anos, embarcou em Vila Nova Gaia e bebe umas cervejas com dois amigos que vieram também de Gaia e outro de Espinho. Os três alinham no mesmo discurso: “isto é muito melhor porque a malta pode andar e conviver, sempre vai ao bar e à casa de banho. E chegada aquela hora de partir, é certinho. Se fosse de autocarro anda tínhamos que estar à espera dos que faltam”.

São 11h45 e o comboio do Benfica, que saiu de Braga às 9h04, acaba de arrancar da estação de Pombal, onde deixou passageiros em terra porque já vai lotado. Nada de grave. Atrás desta composição, formada por uma locomotiva e seis carruagens, segue um comboio de desdobramento que vai recolhendo quem já não cabe neste.

Atravessa-se a composição de ponta a ponta e, se é certo que há grupos ruidosos que vão antecipando a festa de logo à noite, há carruagens onde a única coisa que as distingue das de um vulgar Intercidades são os passageiros vestidos de vermelho. Grupos de amigos, casais de todas as idades, famílias inteiras, vão sentadas a conversar calmamente, a dormitar, a ler jornais, a brincar com tablets, telemóveis ou portáteis.

O revisor do comboio vai controlando os bilhetes com a ajuda de um colega, também revisor, mas que hoje viaja como passageiro, “com bilhete pago à Casa do Benfica”, como faz questão de explicar. Rui Moreira, que já várias vezes fez esta viagem com a farda vestida, em serviço, diz que nunca houve problemas e que as viagens de comboio estão a recuperar o velho hábito de as famílias virem à bola como o faziam antigamente. Uma opinião corroborada por vários passageiros com quem o PÚBLICO falou e que sublinham que “isto não é um comboio das claques”.

José Rocha, 38 anos, vem de Campanhã. Viaja sozinho, mas leva crianças ao colo, brinca, bebe umas cervejas e anima um pequeno grupo de amigos, habitués desta viagem. “Isto é mais confortável e é melhor do que as camionetas. Já é a quinta vez que venho. Isto é como uma família!”.

A viagem do Porto a Benfica ida e volta, com direito a transfer em autocarro para o Estádio da Luz, custa-lhe 15 euros. Um Intercidades normal entre Campanhã e Santa Apolónia custa 35,90 euros. Os bilhetes são exclusivamente vendidos pelas Casas do Benfica e têm preços distintos para o público geral, para os sócios da Casa do Benfica ou os do próprio clube e – os mais baratos – para os sócios de ambos.

Miguel Nunes, 40 anos, vem de Ermesinde e pagou 17,50 euros. É a primeira vez que vem à bola de comboio e deixou-se seduzir pelo preço. “O preço é o factor aliciante e tem a vantagem de ter o autocarro para o estádio da Luz”, diz. Mas tem uma queixa: “É um bocado cedo de mais porque chegamos à uma e tal e o jogo é só às seis. É como as excursões [de autocarro] em que eu deixei de ir porque demoravam o dia inteiro”.

Mas também há quem se queixe da hora de regresso porque às 22h00 a festa vai estar no auge e vão ter que apanhar o comboio. “Devia ser lá para as 2h00 ou 3h00 da manhã”, diz Rui Lopes, de Vila Nova de Gaia.

Jorge Jacinto, director das Casas do Benfica e o principal interlocutor destes comboios especiais junto da CP, diz que este horário está bem “porque assim ainda chegam a tempo de festejar nas rotundas das suas terras”. Além de que amanhã é dia de trabalho e há quem queira chegar cedo a casa.

O bar deste Intercidades vai animado. Abrem-se farnéis, comem-se rissóis, croquetes, frango assado, abrem-se geleiras com cerveja e vinho. Rosa Vieira, a funcionária do bar, diz que neste tipo de comboios não parece mal que os clientes se refastelem com a sua própria comida nas mesas da carruagem-bar. De resto, não faltam pedidos de sandes e cervejas, sendo que o bar chega sempre esgotado ao destino. “Aqui só não sobra a água”, grita um adepto mais excitado.

Rosa Vieira mostra um vídeo no seu telemóvel onde se vê um grupo a cantar e a saltar numa viagem anterior. “Isto é sempre assim, mas há um grupo muito animado que costuma entrar na Curia e hoje veio no comboio que vem atrás deste”.

No Entroncamento a paragem é breve. Agora o comboio especial número 21520 já vai lançado pela lezíria e avista-se ao longe os contrafortes de Santarém em cuja estação passa, mas não pára.

Gonçalo Amorim, 25 anos, veio no seu carro de Viana do Castelo para Nine, onde apanhou o comboio às 9h15. “É uma excelente forma de viajar porque sente-se mais este espírito de camaradagem. O Benfica é muito isto, o convívio entre os adeptos e o comboio tem as condições ideais para isso”.

De certa forma, a composição cumpre um percurso unificador: parte de Braga, mas vai recolhendo gente de cachecóis e camisolas vermelhas que vêm de Viana, Guimarães, Ermesinde, Porto, Aveiro, Coimbra. Da Beira Baixa partiu também um comboio especial da Covilhã para Lisboa, vendido pela CP às Casas do Benfica. E do Algarve, o Intercidades de Faro veio reforçado com quatro carruagens da mesma maré vermelha, sendo que estes descem em Sete Rios onde têm transbordo em autocarro para o estádio da Luz. Ao todo, e só em comboios fretados, viajaram hoje mais de 1500 adeptos.

Jorge Jacinto diz que esta é uma aposta ganha, que é para continuar. Desde o ano passado já foram realizados 28 comboios, a maioria deles neste primeiros meses do ano e, ultimamente, a uma média de um comboio em cada quatro dias. Tudo somado já terão sido mais de 15 mil passageiros a deslocarem-se sobre carris para assistir aos jogos. E o dirigente só lamenta que algumas zonas do país não estejam bem servidas pela ferrovia porque até daí fariam marchas especiais. É o caso do Douro e da Beira Alta (a estação mais próxima de Viseu é Mangualde). E lamenta que a Refer não termine as obras de renovação entre Covilhã e Guarda porque desta última poderiam organizar comboios directos para Lisboa. No Algarve acabam por ser só as Casas do Benfica de Faro e Loulé que têm o comboio à porta. E no eixo do Oeste (Leiria, Marinha Grande, Caldas da Rainha, Torres Vedras) a própria CP desaconselhou-o a usar o comboio porque demora muito.

Na composição que vem de Braga até o revisor e a funcionária do bar são do Benfica. E lá à frente, aos comandos da locomotiva, Coutinho dos Santos também é benfiquista e não é um maquinista qualquer - para este serviço a CP destacou um inspector dos maquinistas.

A composição dá solavancos ao passar em grande velocidade pelas estações de Azambuja, Carregado, Vila Franca de Xira, Alverca. O relógio marca as 13h00 e multiplicam-se os farnéis abertos. É hora de almoço e aproxima-se a chegada e a excitação do estádio. Na estação do Oriente uma breve paragem técnica para troca de tripulação. Agora o especial de Braga atravessa Lisboa e entra, sempre em bom andamento, na linha de Sintra para se deter, suavemente, na estação de Benfica. O que os 468 adeptos benfiquistas que nele viajam não sabem é que, neste último troço, o maquinista Barradas que os trouxe até aqui é... do Sporting.

Benfica vence Olhanense - Resumo, fotos, relatos, crónica

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SB

Em actualização constante.

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Resumo:

O Benfica é campeão português pela 33.ª ocasião na história. O emblema da Luz encerrou as contas do título à 28.ª jornada, com um triunfo por 2-0 sobre o Olhanense, último classificado da I Liga. Lima fez os dois golos que puseram um ponto final à ansiedade e soltaram as celebrações dos adeptos “encarnados”. Um mar vermelho transbordou das bancadas, inundou ruas e praças e fez ouvir em todo o lado o grito: “Campeões”.

 

Era uma palavra que estava presa na garganta dos benfiquistas há pelo menos um ano. Se há lições a retirar do final de época dantesco que o Benfica viveu em 2012-13 são as virtudes da paciência e da prudência. Evitar a soberba e avançar com passos seguros rumo às metas estabelecidas. Jorge Jesus mostrou que aprendeu e, na presente temporada, vincou desde o início a prioridade do campeonato sobre todas as outras competições. Na lista de tarefas dos “encarnados”, esse objectivo está cumprido. É hora de olhar para os restantes itens da lista — e na quinta-feira há já a primeira mão da meia-final da Liga Europa, frente à Juventus.

O jogo contra o Olhanense não era uma mera formalidade e a ansiedade da equipa e adeptos durou quase uma hora. Mas já lá vamos. A noite chegou com festa em pleno relvado da Luz e com o capitão Luisão a segurar o troféu de campeão nacional. Mas o internacional brasileiro só o ergueu contra o céu depois de ir ao túnel de acesso aos balneários buscar o presidente Luís Filipe Vieira e o treinador Jorge Jesus — ambos cumpriam castigo. Antes, os jogadores tinham sido chamados um a um para um palco montado no centro do estádio, incluindo o lesionado Sílvio, de muletas, e Salvio, de braço esquerdo ao peito, após o ter partido no jogo e acabado a sua temporada prematuramente. Uma das maiores ovações foi para Lima, claro. Mas o nome de Cardozo também esteve entre os recebidos com muito entusiasmo pelas bancadas, em sinal de reconciliação: o paraguaio desentendeu-se com Jorge Jesus na final da Taça de Portugal da época passada, esteve afastado da equipa, mas voltou a fazer parte da “família”.

O 33.º título de campeão do Benfica ficou fechado num domingo de Páscoa. Um sucesso que permitiu ao treinador Jorge Jesus uma espécie de ressurreição. Ficamo-nos por aqui nas imagens de tema religioso para descrever a conquista do campeonato pelos “encarnados”. Mas vale a pena notar que o Olhanense recusou o papel de cordeiro pascal: com perspectivas muito complicadas no campeonato, os algarvios foram à Luz com o objectivo de fazer pela vida. O treinador Giuseppe Galderisi tinha dito que o Olhanense não ia só para aplaudir o campeão e tinha deixado no ar que podia ser uma Páscoa “inesquecível”. Só que não há milagres: os rubro-negros, segunda pior defesa da I Liga, sofreram a 17.ª derrota em 28 jornadas e continuam na cauda da classificação.

Durante quase uma hora, os algarvios resistiram estoicamente às investidas do Benfica. A equipa de Jorge Jesus entrou com um ritmo aceleradíssimo, criando — e desperdiçando — oportunidades umas a seguir às outras. O remate de Gaitán foi interceptado, Rodrigo atrapalhou-se na altura de rematar e Lima atirou duas vezes por cima. Tudo isto nos primeiros dez minutos. O assédio à baliza de Belec era intenso, mas faltava eficácia. A ansiedade, traiçoeira, ia crescendo.

A Luz só se libertou da pressão aos 57’. Lima foi o homem que colocou um ponto final nesse estado de espírito, afastou os fantasmas da temporada passada e desencadeou os festejos. Na recarga a um remate de Gaitán, após uma primeira defesa de Belec, o brasileiro inaugurou o marcador. Passados três minutos, voltou à carga: lançado em velocidade, foi galgando metros até entrar na área e rematou por entre as pernas de Belec. 2-0 e assunto arrumado.

A equipa respirava melhor e as bancadas também, numa enorme festa e, no final, o Benfica segurou o título com as duas mãos, um ano depois de tê-lo deixado fugir por entre os dedos.

  

Benfica e Adidas renovam acordo até 2021

Submetida por Messi87 em
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O Benfica e a marca de equipamentos desportivos Adidas renovaram o contrato de patrocínio até 2021, anunciaram, em comunicado, as duas entidades.

De acordo com o documento, o Benfica e a marca alemã têm um histórico comum desde a década de 70, sendo que desde a época 1997/98 que a Adidas tem sido o patrocinador contínuo e oficial do clube.

Nigel Griffiths, diretor geral da marca para a Península Ibérica, disse estar "muito orgulhoso por anunciar a extensão da parceria" e que "a renovação do contrato até 2021 foi um processo natural".