Campeões Nacionais precisam de si na Liga Europa

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A equipa de Futebol do Sport Lisboa e Benfica, actual Campeã Nacional, recebe a Juventus na quinta-feira e a presença em massa dos benfiquistas é fundamental. Venha à Luz e crie uma onda vermelha de apoio ao Clube.

 

SL Benfica – Juventus

Data de Jogo: 24 de Abril às 20h05

 

Locais de Venda

·         Bilheteiras do Estádio do Sport Lisboa e Benfica (a venda de bilhetes decorrerá na Bilheteira da Praça Centenarium)

·         Casas do Benfica

·         Site oficial www.slbenfica.pt

·         Linha Benfica – 707 200 100

·         Bingo Benfica

·         Spot Colombo (Piso 0 do Centro Comercial Colombo)

 

Informações SL Benfica – Juventus

·         Detentores de Red Pass (cativo) têm direito de preferência na compra do respectivo lugar. Data limite de pagamento no multibanco: 17 de Abril; Data Limite de pagamento nas bilheteiras: 19 de Abril. Serão enviados e-mails e cartas com as respectivas referências multibanco.

 

·         Após a data limite de pagamento nas Bilheteiras os lugares não comprados serão disponibilizados para venda (20 de Abril).

·         Sócios Vitalícios devem activar o bilhete para o jogo nas bilheteiras do Estádio até dia 19 de Abril (inclusive).

·         Existe preço especial para sócios das Casas do Benfica.

·         Os Sócios detentores de Red Pass Fundador ou Centenarium só têm acesso ao jogo caso tenham efectuado o pagamento do respectivo Bilhete de Época 13/14.

·         Os Sócios detentores de Red Pass devem efectuar o acesso ao estádio usando o respectivo Red Pass e seguindo as indicações do bilhete adquirido.

·         Os detentores de Red Pass Fundador, Centenarium, Premium e Total para a época 13/14 têm acesso ao jogo.

·         É proibida a entrada no Estádio a menores de 3 anos.

·         Maiores de 3 anos (inclusíve) necessitam comprar bilhete.

·         Bilhete Geração Benfica – Bilhete a preço especial para crianças sócias entre 3 e os 13 anos, Sócios 12,5€. Disponível para qualquer bancada e piso.

·         Bilhete Família – 25€ = 4 pessoas (1sócio adulto maior de 18 anos + 1 acompanhante adulto +2 acompanhantes criança doa 3 aos 13 anos). Possibilidade de adquirir ainda 1 bilhete acompanhante adulto a 10€ e bilhetes acompanhante criança (3 aos 13 anos) a 5€/cd. Bilhetes exclusivo para a Bancada Coca-Cola Piso 0, sector 21, 22 e 23.

 

CLIQUE AQUI PARA CONSULTAR A TABELA DE PREÇOS

 

Árbitro turco no Benfica – Juventus de quinta-feira

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A Liga Europa joga-se na Luz e a UEFA já revelou a equipa de arbitragem que vai estar no Benfica – Juventus, da 1.ª mão das meias-finais da Liga Europa.

O turco, Cüneyt Çakır, vai chefiar uma equipa que será ainda composta pelos árbitros auxiliares, Bahattin Duran e Tarik Ongun.

O Benfica – Juventus inicia às 20h05.

Ola John crê num final de época em alta

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Ola John é um dos jogadores que se sagrou campeão pelo Benfica, no domingo, embora tenha deixado a Luz em Janeiro, aquando da sua cedência ao Hamburgo.

O extremo holandês foi utilizado por Jorge Jesus em cinco jogos do campeonato, razão pela qual também se sente "campeão". Ola John Viu a festa pela televisão e confessa que ficou "triste por não estar presente", mas não duvida de que, após esta conquista, "o final de época será muito agradável".

Em entrevista a Bola Branca, o holandês não esquece o que sucedeu no final da temporada passada - o Benfica perdeu todas as provas em que esteve envolvido, três das quais na recta final da época - e, no início desta, destaca que "agora, todos sabem que pode acontecer de tudo no futebol".

"Não começámos nada bem, mas depois dessa fase fomos dos melhores clubes em toda a Europa e sem perder um ponto", atira Ola John. Entre alguns elogios à equipa, o avançado encontra os dois principais destaques do ano encarnado, recordando a forma "como Rodrigo e Lima têm jogado tão bem".

Ora, com o campeonato garantido, com a final da Taça de Portugal carimbada e a possibilidade de ultrapassar a Juventus e alcançar a final da Liga Europa, "tudo é possível" e "sonho" pode ser o termo a memorizar para os lados da Luz quando a caminhada de 2013/14 for recordada, um dia mais tarde.

"As possibilidades são boas. Desta vez há mais confiança, porque foram campeões. Só têm que continuar a jogar como têm feito nos últimos jogos. Tal como já disse, tudo é possível. Perdemos jogos no início da época, não começamos bem, mas no final podemos ganhar porque ninguém é invencível", afirma o internacional holandês.

Objectivo de Ola John é regressar à Luz

Ola John atesta a justiça do 33º título de campeão do Benfica como o "prémio pelo bom trabalho que se fez este ano", não escondendo que tem como objectivo regressar à Luz e iniciar a próxima época com o objectivo de defender o título.

Após terminar contrato com os alemães e após o que classifica de "época complicada", garante estar "mais forte" e concentrado em  "jogar bem". Ola John acredita no seu "valor e em regressar" ao Benfica.

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Salvio já foi operado

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'Toto' Salvio foi operado com sucesso a uma fractura do cúbito do antebraço esquerdo, de acordo com informações oficias do Benfica.

O médio argentino lesionou-se no final do primeiro tempo, num choque com um atleta do Olhanense e já não regressou ao relvado para a segunda parte.

A cirurgia realizou-se esta segunda-feira no Hospital da Luz e ficou a cargo do médico ortopedista António Martins. Sem tempo de recuperação ainda anunciado, é certo que o jogador vai falhar o resto da época benfiquista.

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Dentro da festa

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O dia da festa encarnada começa cedo. Começa antes de domingo. Na sexta-feira à noite. Num jantar. Logo ali consigo ouvir o marido a falar com a esposa ao telemóvel. «Diz aos nossos filhos que o almoço de domingo de Páscoa passa para sábado. Tem de ser amanhã. No domingo vou cedo para o estádio e não tenho tempo para almoços nem para Páscoas.» Desliga a chamada e comenta com o amigo ali ao lado. «Fui ver os jogos todos esta época e não falho este só por causa da Páscoa. Nem sequer vou chegar atrasado. Quero ir para Lisboa logo de manhã.»

A ansiedade daquele homem é igual à de tantos outros que encontro no domingo. Chego às imediações do estádio por volta das 14h e já dá para sentir a febre vermelha. Paira no ar a hipótese de festa e de uma longa noite que ficou guardada desde o minuto 92 da época passada. Falo com um grupo de quatro amigos que veio de Famalicão. «Daqui vamos para o Marquês e será até as tantas.» «Não se trabalha amanhã?», pergunto. «Trabalha-se, claro. Mas fazemos directa, se for preciso.» «E se não houver festa?» A pergunta cai mal: «Aquilo que aconteceu na época passada, não volta a acontecer», diz um deles. Os outros apressam-se aos gritos: «Vem-te embora, vamos buscar mais cerveja.» Volto a encontrá-los por volta das 16h, duas horas antes do jogo. Um deles já está a dormir no chão. «Sentiu-se mal e vomitou. Está a descansar. Daqui a pouco fica fino», explicam-me.

O drama do WC

Já falta pouco para o jogo começar. Muito pouco. As equipas estão em campo. A bola no centro do terreno. Os jogadores do Benfica olham uns para os outros antes do pontapé de saída. E mais de 63 mil espectadores fitam o relvado. Sente-se um silêncio ensurdecedor antes do apito inicial de Carlos Xistra. E eis que… «Pai, preciso de ir à casa de banho.» Ali, bem no alto, no piso superior da bancada Sagres, muito longe das escadas. Uma necessidade é uma necessidade, mas o pai não gosta do pedido do filho, que deverá ter 5 ou 6 anos. «E só agora é que dizes? Santa paciência. Vá, vamos lá.» Os dois descem em passo de corrida enquanto saltam por cima das muitas pessoas que estão sentadas nas escadas. E voltam a subir, passado pouco tempo, ainda mais apressados. Sentam-se. O pai respira fundo e lança a ordem ao filho: «Agora acabou-se. Vê o jogo e fica sossegadinho.»

Mas a criança não pára de se mexer. Assim como toda a gente. Ninguém fica quieto. A impaciência e o sofrimento da nação encarnada sobem a cada lance falhado pela equipa de Jorge Jesus. Rodrigo, Salvio e Maxi Pereira andam perto do golo, mas a bola não entra. Chega o intervalo. Com os receios de um passado recente. As lembranças do Estoril e o pânico de uma festa adiada. Pior ainda: alguns, pela rádio e pela internet nos telemóveis, sabem que Salvio ficou fora de combate. Más notícias. Ao mesmo tempo, o intervalo volta a trazer o drama do WC. Para o pai, para o filho e para mais alguns milhares. As filas são longas, os 15 minutos de paragem parecem segundos e ai de alguém que demore demasiado tempo. «Ó chefe, isso é para urinar, não é para fazer festinhas», diz um adepto a outro que ficou perto do urinol mais de um minuto.

Lima anti-stress

Vem a segunda parte. Mais nervos. Mas por pouco tempo. Aos 57 minutos, Lima emenda um remate de Gaitán à boca da baliza. Ainda antes do brasileiro empurrar para golo, a Luz fica ao rubro. Loucura e alívio. Algumas lágrimas, aqui e ali. Uma explosão que aumentou ainda mais com o segundo golo dos encarnados três minutos depois. Lima, mais uma vez. Agora com um “frango” de Belec, guarda-redes do Olhanense. Ninguém se importa. «Somos campeões», ouve-se aqui e ali. «Já está!» «Ó Bruno de Carvalho, agora vai lá fazer mais um comunicado.»

Ainda faltam 30 minutos para o jogo terminar, mas já ninguém se vai sentar. Pelo contrário. O cântico ecoa pelas bancadas: «Tudo a saltar, tudo a saltar, tudo a saltar!» É assim até ao fim. Xistra dá dois minutos de desconto. Passam num ápice. E a Luz explode novamente. O Benfica é o novo campeão nacional. «O campeão voltou», como se canta por ali. No meio dos gritos, dos saltos, das selfies, dos telefonemas, das tentativas desesperadas para publicar as novas fotos no Facebook, entre todo aquele festejo made in redes sociais, está um senhor de idade, sentado, com as mãos na cabeça. Aproximo-me dele: «Sente-se bem?» «Estou bem, obrigado. É a emoção, só isso.» Diz-me que tem 78 anos. «A idade com que o Coluna nos deixou. Foi um ano terrível com a morte dele e do Eusébio, depois daquele final triste na época passada. Merecemos isto. Merecemos esta festa. O Benfica é o maior amor da minha vida.»

O palco é montado. Os jogadores são chamados um a um. Luisão levanta a taça. Aqui e ali começam a ouvir-se os planos para o que se segue. Todos com o mesmo destino. «Vamos já para o Marquês porque depois o metro é uma confusão.» Outros, mais confiantes, preferem a tranquilidade antes da festa: «É melhor comermos qualquer coisa no Colombo, com calma, e depois vamos para o Marquês.» À saída do estádio há indumentárias e veículos para todos os gostos. «Houve gente que preparou isto muito bem», diz um vendedor ambulante de cachecóis, entre os gritos da ordem: «Olha o cachecol, Benfica campeão, 5 euros.»

O metro a saltar

A viagem de metro a partir da estação do Colégio Militar da Luz é uma alucinação vermelha. Parecem as carruagens da China em hora de ponta. Há sempre lugar para mais um ou para mais dez. A cada paragem. Menos quando é impossível. E, nessa altura, têm de se lançar os falsos alarmes e as mentiras. «Não entrem, não empurrem. Não dá mais. Estão aqui crianças à frente.» Não há crianças por ali, claro. Apenas calor, muito calor, e pessoas apertadas como se fossem sardinhas em lata. Mas ninguém se importa. E os cânticos continuam. Volta o «tudo a saltar, tudo a saltar», embora ali não seja o lugar mais indicado. «Estejam quietos senão esta merda ainda descarrila», grita um adepto ciente dos perigos.

Chegamos à estação do Parque. Faltam apenas duas para o Marquês de Pombal. O metro está parado e ouve-se um vidro a partir. Ninguém sabe se foi na carruagem ou fora. Mas todos percebem que a viagem acabou ali. O resto do percurso tem de ser a pé. E faz-se bem. Basta seguir a mancha vermelha.

Rave vermelha

O Marquês, com o seu leão ao lado, tem uma camisola do Benfica vestida. Alpinistas urbanos tentam chegar ao cimo da estátua e animam a multidão enquanto a equipa do Benfica não chega. E está por ali um palco e um DJ. Parece uma rave party. Uma rave vermelha a céu aberto. Os turistas passam pelo local e já não se vão embora. Compram cachecóis e cerveja de lata. Juntam-se à festa. Dançam, saltam. Cantam o «Glorioso SLB» com sotaques variados.

Esta parte de Lisboa parece um festival de verão. Uma espécie de Optimus Alive ou Rock in Rio. «Mas de borla», como lembra um amigo que encontro por ali. E com outra diferença: aqui, a banda principal não são os Rolling Stones, mas os jogadores do Benfica. E Jorge Jesus é uma espécie de Mick Jagger em versão holigan. A rockstar do povo.

Os adeptos esperam, dançam, bebem. E cantam. Pelo Benfica. Pela vitória. O autocarro panorâmico chega por volta da meia-noite. E as tochas vermelhas invadem a praça do Marquês. Voltam as lágrimas de emoção dos mais velhos. Vêm os discursos dos protagonistas, os aplausos e um fogo-de-artifício vermelho. A equipa começa a fazer o percurso de volta. Mas ninguém arreada pé do Marquês. A festa promete continuar até às tantas. Pelo menos, para alguns. E são muitos. Outros acabam vencidos pelas dores nas pernas, pelas obrigações profissionais do dia seguinte ou, simplesmente, pelo sono das crianças que estão com eles.

Caminho para o carro juntamente com aqueles que me acompanham. Já passa da uma da manhã e esta crónica da festa tem de ser escrita. Chave na ignição, rádio ligado. Começa uma música dos Strokes. Chama-se The end has no end (o fim não tem fim). Parece-me o título indicado para resumir o estado de espírito de todos os benfiquistas que ainda estão a comemorar. E lembro-me de uma frase que ouvi de um deles pouco antes de me vir embora: «Esta festa não acaba aqui. Vamos voltar para celebrar tudo o que ainda vamos ganhar esta época. Em Portugal e na Europa.»

João Moutinho: «Benfica foi um justo campeão»

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Ex-jogador de Sporting e FC Porto, João Moutinho deu os parabéns ao Benfica pela conquista do campeonato nacional. Em entrevista à Rádio Renascença, o jogador do Monaco sublinhou a regularidade das águias como factor essencial para o sucesso da equipa de Jorge Jesus.

 

"Campeões justos são os que tiveram uma época mais regular e por isso temos de dizer que o Benfica foi um campeão justo", afirmou o internacional português.

 

E prosseguiu: "Ninguém está acostumado a ver o FC Porto ficar em 3.º lugar, mas são coisas que acontecem. O FC Porto sempre deu a volta por cima e com certeza que vai voltar a dar. No próximo ano estará mais forte e atingirá os seus objetivos".

 

Supreendente foi também a época do Sporting. Para João Moutinho, o "feito" deve-se "aos excelentes jogadores e ao treinador". "Conseguir apurar-se para a Champions é um feito".

Paraibano se empolga com o título do Benfica: 'nunca vi festa igual no Brasil'

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globo

O estudante paraibano Daniel Peixoto, de 22 anos, que está na Europa fazendo uma série de cursos pelo continente, participou neste domingo da festa do Benfica, campeão português depois de três temporadas como vice e vendo o arquirrival Porto sendo campeão. Torcedor do Botafogo da Paraíba, o campeão brasileiro da Série D do ano passado, ele admite que nunca presenciou em toda a sua “vida futebolística” uma festa tão impressionante como a protagonizada pela “torcida encarnada”.

festa do benfica, portugal, jornal (Foto: Daniel Peixoto / Arquivo Pessoal)Daniel Peixoto à esquerda com amigos: pose com o jornal histórico que marca o 33º título nacional
(Foto: Daniel Peixoto / Arquivo Pessoal)

Daniel, inclusive, diz que desde as primeiras horas de festa se emocionou, chorou e se arrepiou algumas vezes só pela comemoração que presenciava nas proximidades da estátua do Marquês de Pombal, em Lisboa, e que dentro dele já vive um “pedaço de amor pelo Benfica”.

- Quando chegamos na festa, a primeira impressão foi de que era algo parecido com o que vemos em eventos similares no Brasil. Mas rapidamente percebi que estava enganado. Todos estavam ali para extravasar. Passei mais de quatro horas na festa e não presenciei uma única confusão. A torcida mal se aguentava de tanta felicidade. E a cerveja era “servida” em baldes – relembra aos risos.

Veja galeria de fotos da festa do título do Benfica

Ele destaca, contudo, que para um brasileiro como ele acompanhar o grito de “o campeão voltou” não era nada fácil, porque o ritmo era bem diferente do cantado no Brasil e ele constantemente errava no compasso.

Sempre que tentava cair na gandaia, errava o ritmo. Mas foi inesquecível"Daniel Peixoto, estudante paraibano

- Sempre que tentava cair na gandaia, errava o ritmo. Mas foi inesquecível. Nunca havia presenciado nada como aquilo – brinca.

Na verdade, ele explica que decidiu ir à festa com amigos de última hora, de forma improvisada, e que nem mesmo estava no estádio na hora do jogo contra o Olhanense, vencido por 2 a 0 e que deu o título ao Benfica. Mas que ao saber do título resolveu ir até onde a multidão estava.

- Ao saber que o time lisboeta ganhou o título com dois gols do brasileiro Lima, vimos pela TV uma grande camisa do Benfica sendo colocada na estátua do Marquês de Pombal. Não tivemos dúvida. Partimos para a praça onde a torcida comemorava. Após três vice-campeonatos, vendo seu rival ser campeão, a festa não podia ser menor – comentou, completando que o ponto alto da festa foi o ônibus que levou os jogadores do time para a “grande festa”.

O novo torcedor do Benfica, inclusive, admite que não ir ao estádio foi um erro. Mas que ele já corrigiu este problema.

- Não perdi tempo. E já comprei meu ingresso para quinta-feira, quando enfrentaremos a Juventus pelas semifinais da Liga Europa. Desta vez estarei no estádio. E espero muito em breve voltar para ver os fanáticos escalando a estátua - finalizou.

festa do benfica, portugal (Foto: Daniel Peixoto / Arquivo Pessoal)Festa do Benfica na estátua do Marquês de Pombal (Foto: Daniel Peixoto / Arquivo Pessoal)

 

 

Carlos Xistra dá bola do título a instituição de solidariedade

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HCBeira

 

O arbitro Carlos Xistra, colaborador do Centro Hospitalar Cova da Beira teve hoje um gesto reconhecidamente nobre: a última bola utilizada no jogo entre Benfica e Olhanense, que valeu o título de campeão nacional de futebol aos "encarnados", foi entregue pelo árbitro da partida à associação de solidariedade Mundo da Carolina ( http://goo.gl/j4YkQW ) para ser leiloada.

Após o apito final do encontro de ontem, Carlos Xistra, colaborador do Centro Hospitalar Cova da Beira guardou a bola, para ser leiloada online.

A bola foi entregue no Complexo Desportivo da Covilhã, onde Carlos Xistra costuma treinar, ao presidente da associação O Mundo da Carolina, Nuno Pombo, que criou o projeto solidário em memória da filha falecida o ano passado, vítima de leucemia.

As receitas obtidas com o leilão revertem para a edição de um livro solidário com histórias e desenhos feitos por Carolina Pombo e as verbas angariadas com as vendas do livro, com data de lançamento prevista para 01 de junho, serão entregues a outras associações de solidariedade que ajudam crianças.

O leilão on-line vai ter início ainda esta semana, em moldes a indicar, e a entrega da bola, a quem fizer a maior licitação, será feita em junho num torneio de futebol solidário a realizar na Covilhã, em parceria com a Associação de Futebol de Castelo Branco.

 

Hospital Cova da Beira

OFICIAL: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.719921304756740.1073741935.311907355558139&type=1

 

 

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