Benfica perde com PSG - Resumo, fotos, relatos, crónica

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SLB

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Resumo:

 

Num Parque dos Príncipes repleto de emigrantes portugueses, o Benfica assinou uma exibição fraquíssima e perdeu de forma inequívoca com o PSG por 3-0. De facto, foram três golos, mas podiam ter sido mais, caso os ‘milionários’ parisienses não tivessem abrandado o ritmo.

Jorge Jesus prometera alterações no onze e que o Benfica não vinha a Paris apenas para defender. Porém, apenas a primeira promessa foi cumprida, com os regressos de Siqueira, Djuricic e Gaitán, já que a segunda se traduziu numa equipa sem forças ou ideias para incomodar o PSG.

Com o Benfica “a dormir” desde o apito inicial, o pesadelo começou a desenhar-se logo aos cinco minutos. Ibrahimovic concluiu facilmente uma boa jogada do ataque parisiense e fez de forma madrugadora o 1-0. Começava aqui a ruir a estratégia de jogo do técnico do Benfica.

Com Verrati, Matuidi e Thiago Motta no meio-campo, o PSG controlava por completo o ritmo e o rumo do jogo. Matic, Djuricic e Fejsa eram incapazes de contrariar a tática parisiense, que ‘enredava’ de forma serena o Benfica numa teia.

Apesar de alguns ‘fogachos’ de Gaitán, foi sem surpresa que o PSG aumentou a vantagem. O 2-0 foi alcançado aos 25’, por Marquinhos, em mais uma jogada onde foram expostas de forma clara as debilidades defensivas do Benfica, com erros sucessivos a ditarem o golo do defesa brasileiro.

Cinco minutos volvidos, o 3-0. Ibrahimovic subiu mais alto do que André Almeida e cabeceou para o golo, na sequência de um canto. Fácil e eficaz.

Sem agressividade ou clarividência da parte do Benfica, temeu-se então uma goleada por números ainda mais «gordos». Porém, o PSG passou a gerir o jogo com mais calma e tranquilidade, baixando o ritmo e trocando a bola sem “suar muito”.

Após o intervalo, Jorge Jesus – que já tinha lançado André Gomes para o lugar de Fejsa – colocou Markovic e Sulejmani em campo. O jovem sérvio ainda conseguiu dar alguma vida ao ataque encarnado, mas não conseguiu mudar sozinho o que toda a equipa mostrava ser incapaz de fazer esta noite. Sem erros de arbitragem, mas com muitos erros próprios a justificarem uma reflexão na Luz.

O Benfica saiu assim vulgarizado do Parque dos Príncipes e precisa agora de vencer o Olympiacos na próxima jornada, a fim de se adiantar na corrida pelo segundo lugar do grupo C. Já o PSG é líder e parece lançado para uma boa campanha na ‘liga milionária’.

 

SAPO

 

PSG – Benfica, 1-4: Juniores goleiam e lideram na Youth League

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A equipa de Juniores do Sport Lisboa e Benfica deslocou-se a Versailles, em França, para defrontar o Paris Saint-Germain, em jogo da 2.ª jornada da Fase de Grupos da UEFA Youth League, onde triunfou de forma inequívoca por 1-4.
 
O jogo começou de forma equilibrada, a ser muito disputado a meio-campo e com poucas oportunidades de parte a parte. A primeira digna de registo foi aos 17 minutos quando Farade obrigou André Ferreira a aplicar-se.
 
O Benfica percebeu o sinal e dois minutos volvidos, Raphael Guzzo esteve perto de marcar, mas Deschamps não o permitiu. Numa partida animada, os Juniores franceses voltaram a estar perto do golo aos 28’, através de um forte remate de Coman que passou perto do alvo.
 
Os Juniores lusos reactivos voltaram a aparecer dois minutos depois por Diogo Rocha que obrigou Deschamps a nova intervenção.
Adivinhava-se o golo e o mesmo surgiu para o Benfica à passagem do minuto 41. Romário Baldé assistiu Diogo Rocha e o camisola 10 atirou a contar (41’). A um minuto do intervalo, Farade tentou empatar a partida, mas André Ferreira defendeu.
 
Depois do 0-1 ao intervalo, o Benfica voltou a entrar melhor e após um pontapé de canto marcado por Diogo Rocha, João Nunes fez o 0-2 de pé esquerdo (48’). Os comandados por João Tralhão estavam inspirados, nomeadamente Diogo Rocha que assistiu Romário Baldé para o 0-3 aos 52 minutos.  
 
A perder em casa, o técnico dos Juniores do PSG decidiu mexer na equipa e aos 56 minutos colocou Augustin em campo. A alteração surtiu efeito um minuto depois, pois o camisola 18 reduziu com um remate cruzado. O golo animou a formação da casa que, durante vários minutos, mostrou maior assertividade ofensiva e rondou a baliza benfiquista.
 
A turma da Luz teve elevada maturidade no relvado de Versailles, suportou a pressão exercida e ainda foi a tempo de fazer o 1-4, por Hildeberto Pereira, aos 89 minutos. Três minutos volvidos, aos 90’+2, o mesmo jogador atirou ao poste quando se encontrava isolado.
Excelente exibição dos Juniores do Benfica que, desta forma, lideram o seu Grupo.

«Talvez desta vez o Benfica não perde com o Chelsea»

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O treinador do Benfica falou das últimas prestações dos encarnados nas competições, derrotados pelo Chelsea na final da Liga Europa, na época passada, e nos quartos de final da Liga dos Campeões, há dois anos. «Vamos tentar ultrapassar a fase de grupos. Depois precisamos de um pouco de sorte nos sorteios e tudo pode acontecer. Talvez desta vez o Benfica não perde com o Chelsea», disse, questionado sobre se a final da Liga dos Campeões marcada para o Estádio da Luz representa pressão acrescida. Jesus falou em entrevista ao L’Equipe no âmbito do jogo da Liga dos Campeões com o Paris Saint Germain, no Parque dos Príncipes: «Se o PSG quiser que o seu trabalho seja reconhecido, tem de estar nas finais. No futebol, as equipas que contam são aquelas que vão às finais. » Sobre os pontos perdidos pelo Benfica neste arranque de campeonato: «No Benfica, a obrigação é ganhar sempre todos os jogos. Mais pressão que isso, é impossível.» Sempre Cardozo O jornal francês quis ainda ouvir o treinador sobre o “caso” Óscar Cardozo: «Os treinadores têm de compreender que o importante é o que interessa ao clube. Cardozo marcou muitos golos pelo Benfica, é um jogador muito importante. O clube não o vendeu, portanto, ele ficou e temos que seguir em frente. Falámos como duas pessoas responsáveis.»

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«Diferença entre o Benfica e o Real Madrid ou AC Milan é o dinheiro»

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Em entrevista exclusiva ao jornal L’Equipe, o treinador do Benfica lembrou o peso do clube na Europa. Rivalizar com os melhores do Mundo... só dentro das quatro linhas. «A única diferença entre Real Madrid ou AC Milan é o dinheiro. Em Portugal, treinador tem dois objetivos: ganhar títulos e contribuir para o equilíbrio financeiro do clube, trabalhando na progressão dos jogadores. Nesse aspeto, rivalizamos com as melhores equipas do Mundo no terreno. Mas apenas no terreno, não financeiramente. Talvez, por isso, o Benfica, no final da época, tenha sido sexto no ranking da UEFA», disse.

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«Época brilhante não foi suficiente para conquistar título» - JJ

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O treinador do Benfica recordou a época 2012/13 e explicou, em entrevista exclusiva ao jornal L’Equipe porque decidiu renovar pelo Benfica. «Se analisarmos, o Benfica na época passada perdeu seis jogos, quatro na Europa e dois em Portugal. A verdade é que fomos brilhantes na época passada. Simplesmente isso não foi suficiente para conquistar os títulos que merecíamos», disse, dando como exemplo a final da Liga Europa, perdida para o Chelsea, onde o Benfica «deixou uma boa imagem» da equipa e do clube. Sobre a final da Taça de Portugal: «Era um jogo que pensávamos ganhar, tínhamos vencido 4-0 e 3-0 no campeonato mas, moralmente, os jogadores estavam em baixo. Para viver momentos marcantes é preciso estar nas finais. É isso que conta. Para serem reconhecidas e importantes, as equipas têm de marcar presença nas finais.» Sobre o golo de Kelvin, no Dragão, que tirou o título ao Benfica: «O que senti? Vinte segundos antes e após 30 jornadas de campeonato, nós éramos os campeões, os adeptos do Porto já estavam a sair do estádio, os jogadores baixavam a cabeça, o treinador e o seu banco choravam. E depois, numa situação de jogo normal, tudo mudou.» «Para vocês, jornalistas, o meu nome (Jesus) é uma bênção. Se a minha equipa ganha, foi um milagre, se perde, Jesus é crucificado e ao terceiro dia ele pode ressuscitar», atirou.
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"Época brilhante não foi suficiente para conquistar título"JJ

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O treinador do Benfica recordou a época 2012/13 e explicou, em entrevista exclusiva ao jornal L’Equipe porque decidiu renovar pelo Benfica.

«Se analisarmos, o Benfica na época passada perdeu seis jogos, quatro na Europa e dois em Portugal. A verdade é que fomos brilhantes na época passada. Simplesmente isso não foi suficiente para conquistar os títulos que merecíamos», disse, dando como exemplo a final da Liga Europa, perdida para o Chelsea, onde o Benfica «deixou uma boa imagem» da equipa e do clube.

Sobre a final da Taça de Portugal: «Era um jogo que pensávamos ganhar, tínhamos vencido 4-0 e 3-0 no campeonato mas, moralmente, os jogadores estavam em baixo. Para viver momentos marcantes é preciso estar nas finais. É isso que conta. Para serem reconhecidas e importantes, as equipas têm de marcar presença nas finais.»

Sobre o golo de Kelvin, no Dragão, que tirou o título ao Benfica: «O que senti? Vinte segundos antes e após 30 jornadas de campeonato, nós éramos os campeões, os adeptos do Porto já estavam a sair do estádio, os jogadores baixavam a cabeça, o treinador e o seu banco choravam. E depois, numa situação de jogo normal, tudo mudou.»

«Para vocês, jornalistas, o meu nome (Jesus) é uma bênção. Se a minha equipa ganha, foi um milagre, se perde, Jesus é crucificado e ao terceiro dia ele pode ressuscitar», atirou.