Estádio da Luz no concurso para receber final da Liga dos Campeões de 2020

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sic.pt

 O Estádio da Luz é um dos estádios a concurso para receber a final da liga dos campeões de 2020. A UEFA confirmou que recebeu uma declaração de interesse sobre o recinto de Lisboa.

 

A proposta final tem de ser entregue até ao dia 1 de março deste ano e a decisão final vai ser tomada pela UEFA em junho.

 

http://sicnoticias.sapo.pt/desporto/2018-01-25-Estadio-da-Luz-no-concurso-para-receber-final-da-Liga-dos-Campeoes-de-2020

 

Fehér jamais será esquecido

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No dia 25 de janeiro de 2004, há precisamente 14 anos, o Benfica viajou até Guimarães para disputar a 19.ª jornada do Campeonato Nacional. O jogo estava a ser transmitido em direto na televisão para todo o país e a equipa encarnada ganhava por 0-1.

Pouco depois do golo, Miklós Fehér, de 24 anos, recebeu um cartão amarelo por ter impedido a reposição da bola em jogo por parte de um jogador do Vitória, respondeu com um sorriso à advertência do árbitro Olegário Benquerença e, quase de imediato, caiu inanimado no relvado. O avançado húngaro sofreu uma paragem cardíaca dentro de campo, acabando por morrer no hospital. A notícia correu o mundo. O mundo do futebol ficava mais pobre.

O corpo de Fehér esteve em câmara ardente no átrio do Estádio da Luz, onde uma multidão de adeptos do Benfica e de outros clubes prestaram a sua homenagem. O funeral foi realizado na sua terra natal, em Gyor, na Hungria.

Em sua memória, o número 29 foi retirado do plantel encarnado - nenhum outro futebolista o poderá vestir - e nesse mesmo ano o Benfica dedicou a Fehér o triunfo na Taça de Portugal (2-1 com o FC Porto de José Mourinho) e colocou um busto do jogador no átrio da porta 18 do Estádio da Luz.

A par disto, o Benfica instituiu o prémio Miklós Fehér, que todos os anos distingue professores e alunos que se notabilizem em diversas áreas na antiga escola do jogador, em Gyor, na Hungria, e que os leva anualmente a Lisboa.

"Sempre recordado e jamais esquecido", escreveu Ricardo Rocha, antigo companheiro de Fehér, na sua conta de Twitter. "Saudades", replicou o ex-colega Nuno Gomes.

Gabigol oficial no Santos

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zerozero.pt

O avançado brasileiro deixou o Benfica e rumou ao Brasil, onde vai voltar a vestir a camisola do Santos, clube onde despontou no futebol.

 

O jogador foi emprestado por uma temporada ao clube do Vila Belmiro, que paga 1,7 milhões de euros ao Inter e que suporta o salário do avançado.

 

Gabriel Barbosa passou a primeira metade da época no Benfica, mas sem sucesso para contar. Ainda assim, o brasileiro não se esqueceu das águias na hora da despedida e elogiou a grandeza do clube.

 

«Hoje, encerro meu ciclo no Benfica, um gigante que aprendi a admirar. Quero agradecer aos Encarnados pela oportunidade. Também faço questão de agradecer meus companheiros pelo carinho e pelas amizades formadas nesse meu período! Obrigado irmãos, obrigado Benfica», escreveu nas redes sociais.

 

http://www.zerozero.pt/news.php?id=213550

Há 76 anos nascia Eusébio da Silva Ferreira

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slbenfica.pt

Eusébio faria, esta quinta-feira, 76 anos. A 25 de janeiro de 1942, o Bairro da Mafalala, na capital moçambicana, viu nascer o homem que se tornaria, para muitos, o melhor jogador português de todos os tempos.

 

Começou a dar os primeiros passos em Lourenço Marques, hoje Maputo, mas rapidamente deu nas vistas em Portugal. O Benfica ganhou a corrida ao rival da 2.ª Circular e Eusébio chegou a Lisboa numa noite fria de dezembro de 1960.

 

Começaria aqui uma epopeia de águia ao peito que durou 15 épocas, até 1975. Durante esse tempo, Eusébio espalhou o terror nos defesas e guarda-redes contrários com os seus temíveis remates, com a sua velocidade estonteante ou através de fintas desconcertantes. A panóplia de recursos parecia inesgotável, mas foram as centenas de golos marcados que o tornaram uma Lenda.
Pelo Benfica apontou 638 golos em 614 jogos (média superior a 1 por jogo) e ajudou a conquistar 10 Campeonatos Nacionais, 5 Taças de Portugal, 1 Taça dos Clubes Campeões Europeus e, ainda, 5 Taças de Honra de Lisboa.

 

Individualmente, o Pantera Negra venceu a Bola de Ouro – a única ganha por um jogador ao serviço de um clube português – em 1965 e um ano depois, no Mundial de 1966, em Inglaterra, deixou todos boquiabertos com os seus golos, remates, velocidade e técnica, exibições que lhe valeram um segundo lugar em nova eleição para Bola de Ouro. Eusébio conquistou, ainda, por duas vezes a Bota de Ouro para melhor marcador europeu, em 1968 e 1973.

 

 

UMA ESTÁTUA PARA O MELHOR DE SEMPRE

 

O King deixou de jogar futebol em 1978, nos Estados Unidos da América. Tornou-se um embaixador do Benfica no mundo. A qualquer lado que os encarnados iam, Eusébio era o foco de todas as atenções, era acarinhado, recebia merecidas ovações, principalmente em Inglaterra.

 

A 25 de janeiro de 1992, por altura dos seus 50 anos, foi inaugurada, no antigo Estádio da Luz, a estátua que imortalizaria Eusébio da Silva Ferreira. Com a construção da Nova Catedral, a estátua do Rei também mudou de local; tornou-se um dos maiores ex-libris do atual estádio e acabaria por ser um local de peregrinação aquando do falecimento do Pantera Negra, a 5 de janeiro de 2014.

 

AS HOMENAGENS AO REI E O PANTEÃO NACIONAL

 

A madrugada de 5 de janeiro de 2014 é uma das mais tristes da história centenária do Sport Lisboa e Benfica. Desaparecia o nome maior do futebol do Clube, aos 71 anos.

 

Benfiquistas e não só deslocaram-se ao Estádio da Luz para homenagear Eusébio e depositar cachecóis, camisolas, cartazes e outros artefactos junto da sua estátua. Para que tudo fosse preservado, o presidente Luís Filipe Vieira mandou construir um mausoléu.

 

A 3 de julho de 2015, o Panteão Nacional recebeu os restos mortais de Eusébio, cerimónia que contou com a presença da família do antigo futebolista, de Luís Filipe Vieira e de múltiplas personalidades da sociedade portuguesa.

 

Texto: Marco Rebelo

https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2017_2018/01/25/benfica-eusebio-efemeride-76-anos-nascimento