Gostávamos que Sílvio continuasse no Benfica

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O presidente do Atlético Madrid aguarda contactos do Benfica para definir a situação de Sílvio, lateral português que na época passada jogou na Luz por empréstimo dos “colchoneros”.

«Gostávamos que Sílvio continuasse no Benfica, mas ainda não sei o que o Benfica pretende fazer em relação ao jogador. De qualquer forma vamos aguardar tranquilamente», disse Enrique Cerezo em declarações a A BOLA, sublinhando que o jogador «deve continuar a recuperar em Lisboa» apesar de nada ter assinado com o clube da Luz.

Samaris é a aposta para o meio-campo

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O jogador do Olympiacos deve chegar ainda esta semana e vai assinar por cinco temporadas. O médio grego deve custar 9 milhões de euros. O médio Andreas Samaris será em breve reforço do Benfica. O jogador do Olympiacos está pronto para assinar por cinco temporadas, ou seja, até 2019. A notícia é avançada pelo jornal "Record", que adianta que o Benfica deve pagar 9 milhões de euros pelo internacional grego de 25 anos. Samaris é um "duplo reforço" para o meio-campo, pois pode fazer as posições de Fejsa (médio-defensivo) e Enzo Pérez (médio-centro). Na última temporada, o grego fez 38 jogos (34 a titular), tendo marcado quatro golos, numa época em que se sagrou campeão helénico.

Jara quer vencer Boavista e pede apoio aos adeptos

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rr

Franco Jara, avançado argentino do Benfica, fez o lançamento do jogo com o Boavista e assumiu que é mais uma partida para a equipa vencer.

"Temos de respeitar sempre o adversário. Mas vamos jogar como temos sempre feito para garantir a vitória. A equipa está muito bem, está com muita confiança", afirmou, em declarações à Benfica TV.

O jogador de 26 anos revelou ainda a importância do apoio dos adeptos nos jogos fora de portas: "Sabemos que o Benfica é um clube de muitos adeptos e onde vamos temos sempre apoio. É muito importante fora de casa, porque parece que estamos no nosso estádio".

Jara confessou ainda que a época arrancou da melhor maneira: "Começar o campeonato com uma vitória é muito importante. É uma motivação para todo o plantel". "Estar aqui, no Estádio da Luz, é um privilégio. Felizmente, pude regressar", congratulou-se ainda o jogador pelo regresso do empréstimo.

«Nunca falámos com Luisão» - Marotta

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Giuseppe Marotta, diretor-geral da Juventus, veio garantir que o clube nunca entrou em contacto com Luisão, pelo que a alegada ameaça das águias de uma queixa à FIFA «não tem motivo de ser».

O responsável da Juventus acrescenta que as relações entre os dois clubes são boas e que a direção do emblema italiano não tem, para já, planos para contratar um novo defesa-central.

«Nunca falámos com Luisão: a posição do Benfica não tem motivo de ser. Temos uma excelente relação com esse clube, se quiséssemos um jogador deles teríamos falado diretamente com eles. No geral, estamos à espera das oportunidades que os últimos dias de mercado vão trazer, até porque Allegri está contente com Marrone, e Barzagli está a recuperar de uma lesão mais depressa do que o previsto», afirmou o dirigente da Juventus.

Juventus admite subir oferta por Luisão para dois milhões de euros

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Apesar de inicialmente não estar disposta a dar mais de um milhão de euros para garantir a contratação de Luisão, a Juventus já admite subir a oferta para o dobro. O valor é avançado, esta quarta-feira, pelo "Tuttosport".


O jornal italiano insiste na determinação do clube de Turim em garantir a aquisição do central do Benfica, que terá ficado agradado com a proposta que lhe foi feita (3 milhões de euros por época).


O Benfica exige 4 milhões de euros para libertar Luisão, verba considerada muito elevada pela Juventus.

Em defesa da memória de Jorge Brito

Em defesa da memória de Jorge Brito

A história do Benfica faz-se do presente, das vitórias, dos títulos, dos troféus e das medalhas, mas nos alicerces do presente está o testemunho, o esforço e o empenho dos que no passado serviram o Clube de forma dedicada e que sem o seu contributo o Clube seria, hoje, diferente, seguramente para pior. Vem isto a propósito de um artigo que a revista Sábado publicou na sua última edição e em que a memória de Jorge Brito, Águia de Ouro e Presidente do SL Benfica entre 1992 e 1994, foi denegrida de forma gratuita e grosseira. Seremos tanto maiores quanto melhor soubermos defender a memória e a honra daqueles que nos serviram, por isso o Clube associa-se à indignação da família de Jorge de Brito publicando o direito de resposta que o seu filho João de Brito enviou para publicação na próxima edição da revista Sábado.

"Sob o título “Descubra as Diferenças”, a revista Sábado dedicou 6 páginas ao que consta do subtítulo: “Escândalos: Como o caso do BES quase repete o que aconteceu há 40 anos com o Banco de Jorge de Brito”.

Este artigo é totalmente opinativo, tendo por único objetivo denegrir a imagem do Sr. Jorge de Brito, falecido há 8 anos. São acontecimentos de há 40 anos, em pleno PREC, no auge do designado Gonçalvismo, um dos momentos de maior anarquia que Portugal conheceu no século XX.

O Banco Intercontinental Português (BIP) era um banco de investimentos, que financiava investimentos que tinham um ciclo próprio de retorno. O BIP financiava-se, como qualquer outro banco, no mercado externo. O principal banco externo que financiava o BIP era um banco nórdico que, perante o radicalismo das alterações políticas, económicas e sociais verificadas em Portugal, exigiu ao BIP o reembolso imediato e antecipado do financiamento em curso. O BIP teve de reembolsar esse financiamento. É esta a operação de pagamento ao exterior que o BIP realiza e que é um facto público. É totalmente falso que o BIP ou o Sr. Jorge de Brito tenham, como é invocado no artigo, realizado exportação ilícita de capitais, acusação com base na qual o artigo constrói a ideia de que milhões foram roubados e ilicitamente desviados.

Este reembolso que o BIP se viu forçado a ter de realizar ao seu banco financiador, o banco nórdico, correspondia a um montante muito elevado, o que teve de ser feito de forma totalmente imprevisível e imediata, num contexto totalmente anárquico e revolucionário que impossibilitou o BIP de se refinanciar, pois, por razões óbvias, os mercados fecharam-se. É, pois, totalmente falso que a falta de liquidez do BPI se tenha ficado a dever a ação fraudulenta.

O artigo refere vagamente que o Sr. Jorge de Brito estaria a ganhar parte dos processos de falência decretados unilateralmente pelo Estado português a 23 sociedades por ele controladas. Ora, este facto é falso. O Sr. Jorge de Brito ganhou não parte mas todos os 23 processos de pedido de falência que foram requeridos pelo Estado. Os tribunais portugueses dessa época, insuspeitos de favorecer o capital, recusaram decretar as falências pedidas pelo Estado, tendo concluído que os ativos superavam em muito os respetivos passivos.

O artigo apresenta o BIP como um banco falido por causa dos “esquemas” do Sr. Jorge de Brito. Omite-se no artigo que o BIP foi, tardiamente, é certo, objeto de uma avaliação amplamente positiva para efeitos de indemnização a pagar no quadro da sua nacionalização, facto que confirma e evidencia que o BIP era um banco com valor.

Uma análise isenta, que não foi a apresentada no artigo, concluiria, pois, que o Estado português - após a derrota total nos processos judiciais que intentou, e encontrando-se em fase de conclusão a avaliação do BIP no quadro da nacionalização que também lhe era desfavorável - teve, naquela conjuntura, de negociar um acordo com o Sr. Jorge de Brito.

Em 1995 aquele acordo foi dado como totalmente executado e concluído, com a última partilha patrimonial entre a Finangeste, em representação do Estado, e o Sr. Jorge de Brito. Foram integralmente saldadas todas as dívidas pessoais e societárias. Facto que mais uma vez prova a razão do Sr. Jorge de Brito e que o artigo omite deliberadamente.

O Sr. Jorge de Brito ficou, desde o início da execução deste acordo, na posse dos seus bens pessoais. Após a total liquidação da integralidade dos passivos, o Sr. Jorge de Brito e as sociedades ainda mantiveram património próprio, tendo ainda recuperado outros ativos que tinham sido dados em garantia.

O Sr. Jorge de Brito foi indemnizado da carteira de títulos de empresas nacionalizadas com um juro anual de 2,5%, quando os passivos que amortizou venciam juros a taxas de 14% ou 15%.

É conhecido o trauma antigo que o Dr. Silva Lopes tem para com o Sr. Jorge de Brito, que lhe motiva uma incansável e repetitiva tarefa de denegrimento público, assim como são sabidas, por muitos, as verdadeiras causas que o motivam a isso, o que, face à gravidade do que consta do artigo, não deixará de ter tratamento na sede adequada. O que é inadmissível é publicar um artigo com este teor, em que se denigre e humilha um falecido, com base numa total falta de rigor e com uma grosseira descontextualização. De forma propositada, o artigo sustenta-se em episódios que nunca levaram, em qualquer foro, a qualquer tipo de condenação do Sr. Jorge de Brito, omitindo tudo isso para deturpar totalmente a realidade.

Os herdeiros do Sr. Jorge de Brito, que, como filho e cabeça de casal, aqui represento, reservam-se na faculdade de avançar com o procedimento judicial adequado para vos imputar a responsabilidade decorrente da publicação daquele artigo."

João de Brito

 

Markovic: «Vou estar agradecido ao Benfica até ao fim da minha vida»

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Lazar Markovic confessou esta quarta-feira em entrevista ao site oficial do Liverpool toda a importância que o clube da Luz teve na sua ainda curta carreira na época que viveu em Portugal. "A época que passei no Benfica ajudou-me a amadurecer, a tornar-me mais sério, fisicamente mais forte e a evoluir taticamente. Até ao fim da minha vida vou esta agradecido a Jorge Jesus, à sua equipa técnica, ao presidente e aos adeptos, por fazerem de mim o jogador que sou hoje", afirmou o sérvio de 20 anos. O avançado espera agora fazer uma temporada 2014/2015 de grande nível: "Os adeptos esperam muito de mim e merecem regressar aos títulos importantes. Vamos lutar pelo campeonato e pela Liga dos Campeões. Queremos estar nas duas frentes". Markovic tem estado afastado por lesão, mas ao que tudo indica estará apto para a segunda jornada da Premier League, diante do Man. City.   

«Para o Benfica foi um grande desgosto ficar sem Oblak», diz presidente do At. Madrid

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Enrique Cerezo, presidente do Atlético Madrid, diz que as negociações com o Benfica para a contratação de Jan Oblak «foram bastante difíceis», uma vez que Luís Filipe Vieira não estava interessado em abrir mão do guarda-redes esloveno.

«É a primeira vez na história que o Atlético Madrid gasta tanto dinheiro na contratação de um guarda-redes. Mas, se ele veio é porque todos os relatórios técnicos indicavam tratar-se de um dos melhores da Europa e está totalmente recuperado da sua lesão», afirmou o presidente dos colchoneros, em entrevista à rádio Onda Cero.

«Para o Benfica foi um grande desgosto ter de ficar sem Oblak. As conversações com o seu presidente e dirigentes foram bastante difíceis, pois não queriam que ele saísse», indicou.

Cerezo congratula-se por ver no plantel dois guardiões «de luxo» a discutir um lugar na baliza do Atlético Madrid.

«Não era fácil substituir Courtois e temos duas opções de luxo como Moyá e Oblak. São dois grandes guarda-redes e a concorrência entre eles vai ser forte», perspetivou.

11:26 - 19-08-2014