Presidente do Cruzeiro revela que Luisão "queria voltar"
Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, admitiu, em entrevista exclusiva publicada ontem em A BOLA, que os reforços para janeiro «estão na equipa B ou nos jogadores emprestados».
Esta nova política da SAD encarnada, embora dependente de eventuais saídas, abre novas janelas de oportunidade para futebolistas com ligações ao clube, entre eles Pizzi e Luís Martins.
O primeiro, um médio ofensivo de 24 anos emprestado ao Espanhol até final da temporada, um jogador capaz de atuar atrás do ponta de lança ou nas linhas atacantes, atravessa um momento infeliz da carreira, não tendo tantos minutos na equipa de Barcelona como aqueles que pretendia, sobretudo depois de uma grande temporada na Corunha, com golos, assistências e grandes exibições.
A situação de Luís Martins é ligeiramente diferente. O lateral-esquerdo de 21 anos transferiu-se para o Gil Vicente, onde se tem destacado e confirmado qualidades, mas as águias mantêm 50 por cento do passe e gozam igualmente do direito de recompra.
Com a saída de Cortez e os problemas físicos de Sílvio e Siqueira, recorrer ao defesa português não seria uma surpresa e o jogador também se encaixa perfeitamente nessa nova filosofia da SAD.
O passivo consolidado de 457 milhões de euros apresentado no último relatório e contas da SAD causou alguma apreensão no universo e João Carvalho, antigo vice-presidente do Benfica, está bastante preocupado com os números, ainda que mostre confiança no administrador executivo da SAD das águias, Domingos Soares de Oliveira. "Este caminho que se está a seguir tem o risco de os bancos decidirem cortar o financiamento. Sei que Domingos Soares de Oliveira é um homem competente e certamente vai evitar isso. Resta saber se tem força suficiente para evitar este cenário", atirou ao "Record", o presidente do conselho directivo do Instituto de Mobilidade e dos Transportes. Para o gestor, a prioridade do Benfica terá de passar por "reduzir drasticamente a despesa" e o corte no plantel parece ser a solução mais imediata. "É imperioso reduzir os custos com os jogadores, pois são muito elevados. Mesmo a estrutura do Benfica parece-me pesada. Vejo lá antigos jogadores sem saber o que fazer... É preciso diminuir o passivo", realçou. Jaime Antunes muito preocupado Tal como João Carvalho, também o ex-candidato à presidência do Benfica, Jaime Antunes, está muito preocupado com o caminho que os encarnados estão a levar, apelando à necessidade de acabar com os empréstimos à banca. "O endividamento bancário tem de acabar. O empréstimo obrigacionista realizado em meados do mês passado só veio servir para pagar outro feito há um ano", atirou, antes de acusar a SAD do Benfica de não estar a atacar o problema com a celeridade necessária. "Quando se tem um passivo de 457 milhões de euros, é preciso aumentar a receita ou baixar a despesa. Há quatro ou cinco anos que a SAD continua a empurrar o problema com a barriga. Ainda por cima nesta fase, com a troika em Portugal, os bancos consideram o futebol um negócio de risco... Os juros estão cada vez mais altos, por isso, é preciso acabar com isto", explicou. O medo de Jaime Antunes, afinal, tal como é notório em João Carvalho é que acabe por acontecer ao Benfica o que sucedeu recentemente com o Sporting: "Mudamos voluntariamente ou os bancos obrigam-nos a mudar", finalizou ao "Record".
O Arsenal entrou na corrida pelo sérvio Matic e já tera entrado em contacto com o empresário do jogador do Benfica, escreve esta quinta-feira o site inglês talksport.com.
Se acordo com o site, os gunners pretendem antecipar-se à forte concorrência na luta pelo médio e já encetaram contacto com o seu empresário.
Matic tem sido associado a vários clubes, especialmente em Inglaterra.