Dupla inédita com Fejsa e Enzo Pérez

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Devido à ausência de Matic, por castigo, o núcleo do meio-campo deverá ser formado pela inédita dupla Fejsa/Enzo Pérez, mas os princípios de sempre deverão manter-se. Jorge Jesus voltará a apostar em dois homens de características mais ofensivas nas alas, o mesmo quer dizer o regresso à titularidade de Markovic, depois de o internacional sérvio ter iniciado o jogo com o Rio Ave no banco. Recorde-se que Enzo começou o encontro de Vila do Conde no flanco direito, deixando Matic e Fejsa na zona central e Gaitán no lado esquerdo, servindo a dupla de avançados Lima/Rodrigo. Percebe-se assim a razão da reentrada de Markovic: abre-se uma vaga no lado direito com a passagem do internacional argentino para a zona central, naquela que poderá ser a única modificação na equipa relativamente aos escolhidos para iniciarem o desafio com o Rio Ave.

Águia de Jesus voa para os 500 golos

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O Benfica recebe esta noite o Arouca, no arranque da jornada 12 da Liga, e além da conquista dos três pontos, que permitiria a liderança provisória da Liga (o Sporting só joga domingo em Barcelos), há um aliciante extra: as águias estão muito perto de atingir os 500 golos na era Jorge Jesus, número sem dúvida impressionante, independentemente das análises ao trabalho e aos títulos conquistados até ao momento pelo treinador de 59 anos da Amadora. As contas estão, para já, nos 496 remates certeiros, divididos por Liga (302, com as três centenas a serem atingidas em Vila do Conde, na última ronda), Taça de Portugal (52), Taça da Liga (44) e Provas da UEFA (98), e para chegar ao meio milhar bastaria, por exemplo, que o Benfica repetisse o resultado registado na última e única vez em que as duas equipas se defrontaram: a 16 de outubro de 2010, o Arouca, então a competir na Liga 2, foi goleado na Luz, para a Taça de Portugal, por 5-1, golos de Kardec (2), Saviola, Luisão e Gaitán para os encarnados, e de Diogo para os visitantes - por curiosidade refira-se que o médio de 29 anos joga atualmente na Roménia, no Brasov. O Benfica de Jesus não só ultrapassou sempre a barreira dos cem golos, em todas as temporadas, como apresenta uma média superior a dois tentos por partida (2,1). Mais: é certo que nesta temporada só por uma vez as águias marcaram quatro golos num jogo (no derby com o Sporting, 4-3, para a Taça de Portugal), mas vão numa sequência de 45 jogos seguidos a marcar na Liga, desde a derrota em Alvalade (0-1), a 9 de abril de 2012, na 26.ª jornada do campeonato 2011/12. Se olharmos apenas para os jogos realizados em casa, na mais importante prova do calendário nacional, é preciso recuar ainda mais para ver o Benfica terminar um jogo em branco. Com Jorge Jesus, de resto, nunca tal aconteceu na Luz, em 65 jogos. O número de partidas consecutivas a marcar em casa, para o campeonato, vai, porém, em 68, já que a sequência teve início ainda com Quique Flores, depois de o técnico espanhol, na ponta final da época 2008/09, mais precisamente a 11 de abril de 2009 (jornada 24), ter sido derrotado pela Académica, no palco encarnado, por 1-0, golo do médio Tiero. Hoje não estará em campo o jogador que mais contribuiu para esta contabilidade, Cardozo, com 130 golos (ver quadro à direita), cabendo a Lima e Rodrigo honrar a veia goleadora do Tacuara e do Benfica de Jesus - o técnico, castigado, também não vai a jogo.
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«Temos cultura de vitória» - João Freitas Pinto

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O Benfica está bem e recomenda-se. Os encarnados terminaram a primeira volta na liderança da campeonato, mas o que desejam ardentemente é poder fazer o mesmo no final da fase regular para beneficiarem do fator casa no play off. O título é, naturalmente, o principal objetivo, como salientou João Freitas Pinto, em declarações exclusivas a A BOLA no final do jogo do passado sábado frente à Académica: «Claro que na 26.ª jornada também queremos estar na liderança, é para isso que trabalhamos. O que se respira no balneário é uma cultura de vitória. Sabemos quem somos, o que queremos e para onde queremos ir. Termos consciência das nossas capacidades mas também das nossas limitações é fundamental para o sucesso. Por isso, não embandeiramos em arco, não há aqui nenhuma poção mágica, isto não é a aldeia do Astérix. É tudo fruto da entrega dos jogadores e da qualidade que eles têm. O trabalho constante é o nosso segredo. Queremos ser campeões, isso é evidente, temos capacidade para isso, mas temos ainda muito caminho a percorrer.» O jovem treinador dos encarnados está consciente das dificuldades que as outras equipas podem causar aos principais candidatos ao título, mas acredita que o cetro vai decidir-se, novamente, entre os dois grandes rivais. «O Campeonato tem tido algumas surpresas, há equipas de grande qualidade, casos do SC Braga e do Leões Porto Salvo, mas julgo que a luta vai ser entre o Benfica e o Sporting. Cabe-nos a nós fazer tudo para que o Benfica seja campeão», finalizou.

Jorge Jesus chama 19 jogadores para o encontro com o Arouca

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O treinador da equipa principal do Sport Lisboa e Benfica, Jorge Jesus, já revelou a lista de convocados para o encontro da 12.ª ronda do Campeonato Nacional. 

 

 

O Benfica - Arouca está agendado para as 20h15 desta sexta-feira, no Estádio da Luz. 

 

Lista de convocados:

 

Guarda-redes – Artur Moraes e Paulo Lopes; 

 

Defesas – Garay, Luisão, Jardel, André Almeida, Maxi Pereira e Bruno Cortez;

 

Médios – André Gomes, Djuricic, Fejsa, Gaitán, Enzo Perez, Sulejmani e Ivan Cavaleiro;

 

Avançados – Markovic, Rodrigo, Lima e Funes Mori.

Luís Viana: “Não valia a pena continuar a conviver com alguém que não tem palavra”

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Luís Viana é um “Senhor” sobre rodas. Dá pesadelos aos guarda redes adversários e muitas alegrias tem dado aos portugueses. Com um cardápio de conquistas invejável, fala aqui em discurso direto no Indoor.pt, especialmente para si….

INDOOR – LUIS VIANA é um nome incontornável no Hóquei em Patins Português, como jogador. Juventude de Viana, Óquei de Barcelos, Infante de Sagres, Bassano e Benfica, 5 clubes que marcaram a sua carreira. De cada um deles que experiências colheu?

LUÍS VIANA – Em todos eles todos tive muitos bons momentos, mas sem duvida o Benfica pela sua dimensão marcou me de forma especial.

INDOOR – Como surgiu o hóquei em patins na sua vida?

LUÍS VIANA – Foi através de amigos.

INDOOR – Neste momento o hóquei em patins para si é uma paixão ou um vício?

LUÍS VIANA –Uma paixão.

INDOOR – Dos vários títulos que alcançou, que lembranças recolhe, quais aquele(s) que que destaca e porquê?

LUÍS VIANA – Os que mais me marcaram foram as vitórias no campeonato do mundo de oliveira de azeméis, no campeonato do mundo de clubes em Luanda, o campeonato nacional pelo Benfica, e a liga dos campeões no ano passado.

 

INDOOR – Das referencias do hóquei em patins qual a sua preferência: Livramento, Vítor Hugo, Cristiano, Ramalhete? Outros?

LUÍS VIANA – Para mim, a maior referência é o Pedro Alves.

 

INDOOR – Já jogou no estrangeiro. Como se sentiu enquanto emigrante? Foi difícil a adaptação? Compensou ter jogado no Bassano? Voltaria a emigrar?

LUÍS VIANA – Foi uma experiência fantástica, a adaptação foi rápida e sem dúvida foi uma boa decisão. De momento não penso em voltar a emigrar.

 

INDOOR – Em Itália, o hóquei tem implantação regional ou nacional? A comunicação social dá-lhe algum relevo?

LUÍS VIANA – O hóquei é mais regional em Itália como tal só a imprensa regional lhe dá algum relevo.

 

INDOOR – O que sentiu quando defrontou, e venceu, o FCP no dragão caixa, para a liga europeia? Teve um sabor especial?

LUÍS VIANA – Foi muito especial!

 

INDOOR – O facto de terem sido 2 equipas portuguesas nessa final significa a recuperação do hóquei em patins português relativamente ao espanhol? Que diferenças nota entre os dois países? Na formação? Nos apoios?

LUÍS VIANA – Sem dúvida que mostrou que o Hóquei português se pode bater com qualquer outro. Existem naturalmente diferenças mas isso faz parte até da cultura dos dois países.

 

INDOOR – Qual a sua opinião das rivalidades existentes entre os grandes clubes? Acha que são excessivas?

LUÍS VIANA – Acho apenas que não devem passar certos limites.

 

INDOOR – O Sporting regressou à luta de novo, os grandes clubes são desejados?

LUÍS VIANA – Claro que sim. É bom para o Hóquei português a presença do Sporting.

 

INDOOR – No capítulo das emoções, o que sentiu no último jogo, com a camisola do Benfica, como jogador. São difíceis as despedidas?

LUÍS VIANA – Sempre difíceis, principalmente quando se deixa para trás grandes amigos, companheiros de varias lutas e conquistas, um grupo fantástico que sofreu muitos ataques até de pessoas de dentro do Benfica, mas soube dar a volta e ter sucesso ficando na historia do clube conseguindo títulos nunca antes alcançados, juntando também aqueles adeptos que sempre nos apoiaram e que nunca esqueceremos.

 

INDOOR – A saída do clube foi pacífica ou ficaram mágoas?

LUÍS VIANA – Foi um processo difícil. Tudo começou quando o grupo, presenciou um momento em que se apercebeu que estava em marcha a destruição do mesmo, incluindo a equipa técnica, manipulado por alguém que ainda continua no Benfica, nesse processo seriam dispensados ainda mais alguns jogadores do que aqueles que saíram, alguns ainda com contrato e a forma escamoteada como o fariam pois tinham receio da opinião publica mas o mais grave é que estas escolhas estavam a ser feitas por alguém que não pertencia ao clube e apenas o estava a fazer por interesses pessoais e afinidades e estavam se a aproveitar do facto de quem conduzia o processo não ter o mínimo de formação desportiva nem humana e muito menos a intenção de servir o Benfica. Isto revoltou todo o grupo e nos motivou ainda mais para conquistarmos o que nunca foi conquistado e demonstrar que o Benfica tinha ali, no hóquei em patins, para mim e para muitos a melhor equipa de sempre. Esta conquista complicou o processo que estava em marcha e para o esconder tentaram de forma pouco hábil recuar em alguns casos, mas para mim não fazia sentido continuar a conviver com alguém que tentou prejudicar o grupo e por consequência o Benfica e ainda por cima alguém que não tem palavra, nem honra os seus compromissos.

 

INDOOR – Com 36 anos, vai regressar ao Juventude Viana e vai assumir o comando técnico dos juniores. O facto de ser jogador vai ajudá-lo? Que valores e exigências vai incutir nos mais novos?

LUÍS VIANA – Vou apenas tentar ajudar no seu crescimento dentro e fora do hóquei.

 

INDOOR – Para ganhar títulos também é fundamental a organização/estrutura dum clube, No seu caso, sentiu que essa estrutura/organização foi importante?

LUÍS VIANA – Sem dúvida que é muito importante para alcançar os objetivos propostos, ser o mais eficiente possível em todos os componentes de um clube.

 

INDOOR – Já jogou em clubes de diferentes dimensões. O peso das camisolas sente-se no rendimento dos jogadores? E dos árbitros?

LUÍS VIANA – Depende dos jogadores e dos árbitros.

 

INDOOR – Como é dos mais experientes, que argumento usava e usa para a integração dos jogadores que chegam de novo a um clube?

LUÍS VIANA – Penso que o mais importante é estar disponível para ajudar naquilo que for necessário.

 

INDOOR – Um balneário é, por vezes, uma micro sociedade. Sente isso. É difícil gerir as diversas culturas e personalidades?

LUÍS VIANA – O balneário é a meu ver um dos pontos mais importantes para se conseguir o sucesso. Onde mesmo existindo diferenças, essas devem ser postas de lado, em razão de um objetivo comum, quando isso acontece torna se menos difícil atingir esse mesmo objetivo.

 

INDOOR – Como devem ser geridos os consensos e a união do grupo?

LUÍS VIANA – Com diálogo, decisões ajustadas em prol do sucesso do grupo.

 

INDOOR – Como é a sua relação com os adversários? Fez amigos no hóquei?

LUÍS VIANA – Posso dizer mesmo que alguns dos meus melhores amigos foi no hóquei que os conheci.

 

INDOOR – No hóquei em patins ainda há homens de palavra? Sentiu-se alguma vez traído?

LUÍS VIANA – Como em todas as áreas existem pessoas com palavra, que honram os seus compromissos, e aqueles que não o fazem, enganam, não têm valores, mas que mais cedo ou mais tarde lhes cai a mascara. Traído não, mas enganado sim e ainda recentemente por alguém com responsabilidades no Benfica, e que faz parte do segundo grupo de pessoas que acima referi.

 

INDOOR – Já jogou lesionado alguma vez?

LUÍS VIANA – Sim.

 

INDOOR – Treinadores com quem trabalhou. Que marcas deixaram

LUÍS VIANA – Todos foram importantes para mim, mas tenho que destacar dois: Luís Sénica, e Fernando Fallé. Trabalhei com eles em dois momentos distintos da minha carreira. Mas em ambos os momentos, foram fundamentais para mim, seja como jogador ou como ser humano.

 

INDOOR – É possível escolher um «cinco» em que lhe deu prazer jogar e orientado por quem?

LUÍS VIANA – Não consigo. Seria muito difícil, pois tenho a sorte de ter tido grandes jogadores e treinadores ao meu lado.

 

INDOOR – Como geriu as emoções das vitórias e as decepções das derrotas?

LUÍS VIANA – Tem que se gerir da mesma maneira, nem a vitoria é eterna e o mesmo acontece com a derrota, por isso a melhor forma de as gerir é trabalhar para conseguir ultrapassar o próximo obstáculo.

 

INDOOR – Que características, no seu entendimento, são fundamentais para responder às altas exigências do hóquei em patins na alta competição?

LUÍS VIANA – O mais importante é a persistência e a paixão por aquilo que fazemos.

 

INDOOR – Para um hóquei em patins mais apelativo o que deve ser alterado?

LUÍS VIANA – Neste momento, penso apenas que o hóquei em termos de espetáculo e emoção tem vindo a evoluir.

 

INDOOR – Que balanço faz das primeiras jornadas. O leque de candidatos tende a reduzir-se. É um retrocesso? Acha possível a aproximação competitiva entre mais clubes? Este nacional está mais ou menos competitivo?

LUÍS VIANA – Ainda é cedo para tirar conclusões mas acho que vamos ter muita emoção ate ao fim.

 

INDOOR – A contratação de jogadores estrangeiros tem permitido a melhoria competitiva e a qualidade do nosso hóquei em patins? Trouxeram uma mais-valia?

LUÍS VIANA – Eu sempre fui a favor disso mesmo, estrangeiros só sendo mais-valias.

 

INDOOR – A recente vitória da selecção de sub-20 poderá ser um caso esporádico ou já significa essa melhoria?

LUÍS VIANA – Sem dúvida que não foi um caso esporádico pois está se a fazer um excelente trabalho nas seleções mais jovens que demonstram e continuarão a demonstrar essa melhoria.

 

INDOOR – Ao longo dos anos, criou-se a ideia que o hóquei em patins perdeu alguma preponderância entre os jovens. Sente isso? Se é verdade, como contornar? Através do desporto escolar?

LUÍS VIANA – Penso que tem a ver com a maior oferta que existe para os jovens nas mais diversas áreas, mas acho também que o hóquei continua a ter uma forte preponderância no desporto português, em relação ao desporto escolar seria sem dúvida um veículo importante na consolidação e crescimento dessa mesma preponderância.

 

INDOOR – Os equipamentos são caros? Será isso uma razão fundamental?

LUÍS VIANA – Sim. Poderá ser, ainda para mais no atual momento da nossa sociedade, um entrave.

 

INDOOR – Que ambições para o Juventude de Viana? Que equilíbrio deve ter um plantel, em termos etários?

LUÍS VIANA – As ambições para a Juventude de Viana são as de conseguir o mais rápido possível atingir os objetivos propostos. Em termos etários penso que é fundamental haver uma mescla de experiencia e juventude aliadas à união e partilha de objetivos.

 

INDOOR – Agora no Juventude de Viana é um regresso. É também um fim de carreira?

LUÍS VIANA – Não penso nesse momento para já, prefiro me concentrar apenas no presente e faze lo da melhor forma possível.

 

INDOOR – O que fica para si, de mais marcante, desta passagem pelo hóquei em patins?

LUÍS VIANA – Muita coisa. Mas o mais importante são os ensinamentos em relação á convivência, as partilhas de momentos bons e menos bons em grupo, e também as amizades e cumplicidades que ficam para toda a vida.

 

INDOOR – Que mensagem quer deixar para os mais jovens?

LUÍS VIANA – Que sejam persistentes em tudo que façam. E que o façam com paixão.

Ola John entre Liverpool e Ajax

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O interesse de Liverpool e Ajax em Ola John não é novo (o clube de Amesterdão até já o assumiu), mas tem vindo a ganhar força nos últimos dias, de tal forma que, segundo a Imprensa internacional, o futuro imediato do extremo de 21 anos passará inevitavelmente pela cedência a um destes emblemas, apesar de haver mais clubes interessados. Ola John, contratado ao Twente há ano e meio, a troco de nove milhões de euros, está sem margem de manobra na Luz e pretende jogar com regularidade para tentar ir ao Mundial, ao passo que o Benfica pretende que o jogador recupere a confiança e se valorize, sob pena de ver hipotecado o elevado investimento efetuado.
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Parzyszek negociado na próxima semana

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Benfica e De Graafschap, clube da II Divisão holandesa, devem reunir-se em breve para discutir a transferência de Piotr Parzyszek, avançado de 20 anos. O diretor técnico do clube holandês, Roland Vroomans, revelou a A BOLA, que os encarnados manifestaram interesse na contratação do internacional sub-21 polaco e que as negociações devem conhecer depressa um desfecho. O diretor técnico do clube holandês não revela com quem falou do Benfica, mas confirma que os passos para o entendimento entre os clubes prosseguem, estando previsto um encontro com responsáveis encarnados: «Vêm à Holanda discutir a transferência na próxima semana.» O De Graafschap, esclarece o dirigente, «não tem interesse» em que o processo «seja demorado» e considera que «quanto mais rápido as coisas se resolverem melhor para os clubes e para o jogador». Está, por isso, disposto a negociar, embora seja já clara a estratégia que preparou - «Parzyszek tem contrato até 2016, sem cláusula de rescisão, e vamos ver o que o Benfica tem para oferecer», diz Vroomans - para tentar tirar o máximo proveito do interesse do Benfica. Fica claro que os holandeses veem com bons olhos uma transferência para a Luz, anunciando, já, que gostariam que Parzyszek «ficasse no De Graafschap até ao final da época». O dirigente fala da «grande importância para a equipa e do enorme potencial» de Parzyszek, reconhecendo que uma mudança para um clube como o Benfica, de uma dimensão muito maior do que o De Graafschap, vai «exigir algum tempo de adaptação». Melhor marcador da II Divisão da Holanda com 15 golos em 17 jogos, Parzyszek fez a formação no De Graafschap desde 2007, chegando à equipa principal na época passada, na qual assinou 13 golos em 28 jogos. Esta temporada continuou a progredir e atraiu a atenção do selecionador dos sub-21 polacos, Marcin Dorna, que enviou um emissário à Holanda para observá-lo, tendo em conta que desde muito novo deixou a Polónia. Foi chamado a representar o país de origem e jogou duas vezes na qualificação para o Euro-2015.

Italianos insistem em Pablo Armero

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A Imprensa italiana insistiu ontem na hipótese de o lateral-esquerdo Pablo Armero, 27 anos, deixar o Nápoles em janeiro, sendo o Benfica apontado como destino provável, não só porque se trata de um jogador bem referenciado na Luz (foi equacionado no verão), mas também porque as águias têm tido problemas naquela posição. Armero até tem jogado de forma regular, mas sem convencer, o que se soma à recente contratação de Réveillère (custo zero), ao regresso de Zuniga (tem estado lesionado) e à esperada contratação de Antonelli ao Génova. O colombiano, que a Imprensa diz ser «peixe fora de água na defesa do Nápoles», pode ter de mudar de clube para chegar ao Mundial em forma.

Eusébio aplaudido de pé em Dortmund

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Eusébio foi a grande figura da festa que o museu do Dortmund promoveu para assinalar os 50 anos da vitória do clube alemão sobre o Benfica, por 5-0, em jogo da segunda mão da segunda eliminatória da Liga dos Campeões Europeus. O king, questionado sobre a ausência nesse jogo, revelou que fez um teste antes do apito inicial, mas não estava em condições físicas de pisar o relvado coberto de neve. Eusébio foi mesmo o rei da festa e a simplicidade do discurso arrebatou cerca de 300 pessoas, que o aplaudiram de pé. Assinalou o Pantera Negra que mais importante do que lembrar o triunfo histórico do Dortmund foi a oportunidade de reencontrar amigos passados tantos anos. E, sobretudo, vincou que foi campeão da Europa pelo Benfica mas que nessa grande equipa também aprendeu a perder com dignidade.
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