Jorge Jesus: "Os adeptos estão ansiosos pelo título"

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O treinador do Benfica frisa que o grande objetivo para esta temporada é vencer o campeonato, um título muito desejado pelos adeptos do clube.

«O grande objetivo do Benfica é o campeonato. Queremos vencer o campeonato, a Champions é um segundo objetivo. Os adeptos estão ansiosos de voltar a vencer o campeonato português. Sabemos que na Champions temos adversários com mais possibilidades de ganhar mas isso não quer dizer que não podemos sonhar e vamos trabalhar para isso», disse Jorge Jesus em declarações ao site da UEFA.

Nove Juvenis assinam contrato profissional com o SL Benfica

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O presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, continua a apostar fortemente na Formação. Os nove jovens futebolistas que assinaram, esta sexta-feira, contrato profissional com o Clube da Luz são a clara prova dessa aposta. 

 

Yuri Ribeiro, Ruben Dias, Francisco Ferreira, Gonçalo Rodrigues, Pedro Rodrigues, João Carvalho, Diogo Gonçalves, Aurélio Buta e Renato Sanches foram os jovens talentos que rubricaram, na presença do presidente, o vínculo que os liga ao SL Benfica.

 

Numa clara aposta na formação “encarnada”, Luís Filipe Vieira, reforça, assim, a confiança em grande parte da equipa de Juvenis, que lidera actualmente o Campeonato Nacional da categoria.

Dupla inédita com Fejsa e Enzo Pérez

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Devido à ausência de Matic, por castigo, o núcleo do meio-campo deverá ser formado pela inédita dupla Fejsa/Enzo Pérez, mas os princípios de sempre deverão manter-se. Jorge Jesus voltará a apostar em dois homens de características mais ofensivas nas alas, o mesmo quer dizer o regresso à titularidade de Markovic, depois de o internacional sérvio ter iniciado o jogo com o Rio Ave no banco. Recorde-se que Enzo começou o encontro de Vila do Conde no flanco direito, deixando Matic e Fejsa na zona central e Gaitán no lado esquerdo, servindo a dupla de avançados Lima/Rodrigo. Percebe-se assim a razão da reentrada de Markovic: abre-se uma vaga no lado direito com a passagem do internacional argentino para a zona central, naquela que poderá ser a única modificação na equipa relativamente aos escolhidos para iniciarem o desafio com o Rio Ave.

Águia de Jesus voa para os 500 golos

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O Benfica recebe esta noite o Arouca, no arranque da jornada 12 da Liga, e além da conquista dos três pontos, que permitiria a liderança provisória da Liga (o Sporting só joga domingo em Barcelos), há um aliciante extra: as águias estão muito perto de atingir os 500 golos na era Jorge Jesus, número sem dúvida impressionante, independentemente das análises ao trabalho e aos títulos conquistados até ao momento pelo treinador de 59 anos da Amadora. As contas estão, para já, nos 496 remates certeiros, divididos por Liga (302, com as três centenas a serem atingidas em Vila do Conde, na última ronda), Taça de Portugal (52), Taça da Liga (44) e Provas da UEFA (98), e para chegar ao meio milhar bastaria, por exemplo, que o Benfica repetisse o resultado registado na última e única vez em que as duas equipas se defrontaram: a 16 de outubro de 2010, o Arouca, então a competir na Liga 2, foi goleado na Luz, para a Taça de Portugal, por 5-1, golos de Kardec (2), Saviola, Luisão e Gaitán para os encarnados, e de Diogo para os visitantes - por curiosidade refira-se que o médio de 29 anos joga atualmente na Roménia, no Brasov. O Benfica de Jesus não só ultrapassou sempre a barreira dos cem golos, em todas as temporadas, como apresenta uma média superior a dois tentos por partida (2,1). Mais: é certo que nesta temporada só por uma vez as águias marcaram quatro golos num jogo (no derby com o Sporting, 4-3, para a Taça de Portugal), mas vão numa sequência de 45 jogos seguidos a marcar na Liga, desde a derrota em Alvalade (0-1), a 9 de abril de 2012, na 26.ª jornada do campeonato 2011/12. Se olharmos apenas para os jogos realizados em casa, na mais importante prova do calendário nacional, é preciso recuar ainda mais para ver o Benfica terminar um jogo em branco. Com Jorge Jesus, de resto, nunca tal aconteceu na Luz, em 65 jogos. O número de partidas consecutivas a marcar em casa, para o campeonato, vai, porém, em 68, já que a sequência teve início ainda com Quique Flores, depois de o técnico espanhol, na ponta final da época 2008/09, mais precisamente a 11 de abril de 2009 (jornada 24), ter sido derrotado pela Académica, no palco encarnado, por 1-0, golo do médio Tiero. Hoje não estará em campo o jogador que mais contribuiu para esta contabilidade, Cardozo, com 130 golos (ver quadro à direita), cabendo a Lima e Rodrigo honrar a veia goleadora do Tacuara e do Benfica de Jesus - o técnico, castigado, também não vai a jogo.
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«Temos cultura de vitória» - João Freitas Pinto

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O Benfica está bem e recomenda-se. Os encarnados terminaram a primeira volta na liderança da campeonato, mas o que desejam ardentemente é poder fazer o mesmo no final da fase regular para beneficiarem do fator casa no play off. O título é, naturalmente, o principal objetivo, como salientou João Freitas Pinto, em declarações exclusivas a A BOLA no final do jogo do passado sábado frente à Académica: «Claro que na 26.ª jornada também queremos estar na liderança, é para isso que trabalhamos. O que se respira no balneário é uma cultura de vitória. Sabemos quem somos, o que queremos e para onde queremos ir. Termos consciência das nossas capacidades mas também das nossas limitações é fundamental para o sucesso. Por isso, não embandeiramos em arco, não há aqui nenhuma poção mágica, isto não é a aldeia do Astérix. É tudo fruto da entrega dos jogadores e da qualidade que eles têm. O trabalho constante é o nosso segredo. Queremos ser campeões, isso é evidente, temos capacidade para isso, mas temos ainda muito caminho a percorrer.» O jovem treinador dos encarnados está consciente das dificuldades que as outras equipas podem causar aos principais candidatos ao título, mas acredita que o cetro vai decidir-se, novamente, entre os dois grandes rivais. «O Campeonato tem tido algumas surpresas, há equipas de grande qualidade, casos do SC Braga e do Leões Porto Salvo, mas julgo que a luta vai ser entre o Benfica e o Sporting. Cabe-nos a nós fazer tudo para que o Benfica seja campeão», finalizou.

Jorge Jesus chama 19 jogadores para o encontro com o Arouca

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O treinador da equipa principal do Sport Lisboa e Benfica, Jorge Jesus, já revelou a lista de convocados para o encontro da 12.ª ronda do Campeonato Nacional. 

 

 

O Benfica - Arouca está agendado para as 20h15 desta sexta-feira, no Estádio da Luz. 

 

Lista de convocados:

 

Guarda-redes – Artur Moraes e Paulo Lopes; 

 

Defesas – Garay, Luisão, Jardel, André Almeida, Maxi Pereira e Bruno Cortez;

 

Médios – André Gomes, Djuricic, Fejsa, Gaitán, Enzo Perez, Sulejmani e Ivan Cavaleiro;

 

Avançados – Markovic, Rodrigo, Lima e Funes Mori.

Luís Viana: “Não valia a pena continuar a conviver com alguém que não tem palavra”

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Luís Viana é um “Senhor” sobre rodas. Dá pesadelos aos guarda redes adversários e muitas alegrias tem dado aos portugueses. Com um cardápio de conquistas invejável, fala aqui em discurso direto no Indoor.pt, especialmente para si….

INDOOR – LUIS VIANA é um nome incontornável no Hóquei em Patins Português, como jogador. Juventude de Viana, Óquei de Barcelos, Infante de Sagres, Bassano e Benfica, 5 clubes que marcaram a sua carreira. De cada um deles que experiências colheu?

LUÍS VIANA – Em todos eles todos tive muitos bons momentos, mas sem duvida o Benfica pela sua dimensão marcou me de forma especial.

INDOOR – Como surgiu o hóquei em patins na sua vida?

LUÍS VIANA – Foi através de amigos.

INDOOR – Neste momento o hóquei em patins para si é uma paixão ou um vício?

LUÍS VIANA –Uma paixão.

INDOOR – Dos vários títulos que alcançou, que lembranças recolhe, quais aquele(s) que que destaca e porquê?

LUÍS VIANA – Os que mais me marcaram foram as vitórias no campeonato do mundo de oliveira de azeméis, no campeonato do mundo de clubes em Luanda, o campeonato nacional pelo Benfica, e a liga dos campeões no ano passado.

 

INDOOR – Das referencias do hóquei em patins qual a sua preferência: Livramento, Vítor Hugo, Cristiano, Ramalhete? Outros?

LUÍS VIANA – Para mim, a maior referência é o Pedro Alves.

 

INDOOR – Já jogou no estrangeiro. Como se sentiu enquanto emigrante? Foi difícil a adaptação? Compensou ter jogado no Bassano? Voltaria a emigrar?

LUÍS VIANA – Foi uma experiência fantástica, a adaptação foi rápida e sem dúvida foi uma boa decisão. De momento não penso em voltar a emigrar.

 

INDOOR – Em Itália, o hóquei tem implantação regional ou nacional? A comunicação social dá-lhe algum relevo?

LUÍS VIANA – O hóquei é mais regional em Itália como tal só a imprensa regional lhe dá algum relevo.

 

INDOOR – O que sentiu quando defrontou, e venceu, o FCP no dragão caixa, para a liga europeia? Teve um sabor especial?

LUÍS VIANA – Foi muito especial!

 

INDOOR – O facto de terem sido 2 equipas portuguesas nessa final significa a recuperação do hóquei em patins português relativamente ao espanhol? Que diferenças nota entre os dois países? Na formação? Nos apoios?

LUÍS VIANA – Sem dúvida que mostrou que o Hóquei português se pode bater com qualquer outro. Existem naturalmente diferenças mas isso faz parte até da cultura dos dois países.

 

INDOOR – Qual a sua opinião das rivalidades existentes entre os grandes clubes? Acha que são excessivas?

LUÍS VIANA – Acho apenas que não devem passar certos limites.

 

INDOOR – O Sporting regressou à luta de novo, os grandes clubes são desejados?

LUÍS VIANA – Claro que sim. É bom para o Hóquei português a presença do Sporting.

 

INDOOR – No capítulo das emoções, o que sentiu no último jogo, com a camisola do Benfica, como jogador. São difíceis as despedidas?

LUÍS VIANA – Sempre difíceis, principalmente quando se deixa para trás grandes amigos, companheiros de varias lutas e conquistas, um grupo fantástico que sofreu muitos ataques até de pessoas de dentro do Benfica, mas soube dar a volta e ter sucesso ficando na historia do clube conseguindo títulos nunca antes alcançados, juntando também aqueles adeptos que sempre nos apoiaram e que nunca esqueceremos.

 

INDOOR – A saída do clube foi pacífica ou ficaram mágoas?

LUÍS VIANA – Foi um processo difícil. Tudo começou quando o grupo, presenciou um momento em que se apercebeu que estava em marcha a destruição do mesmo, incluindo a equipa técnica, manipulado por alguém que ainda continua no Benfica, nesse processo seriam dispensados ainda mais alguns jogadores do que aqueles que saíram, alguns ainda com contrato e a forma escamoteada como o fariam pois tinham receio da opinião publica mas o mais grave é que estas escolhas estavam a ser feitas por alguém que não pertencia ao clube e apenas o estava a fazer por interesses pessoais e afinidades e estavam se a aproveitar do facto de quem conduzia o processo não ter o mínimo de formação desportiva nem humana e muito menos a intenção de servir o Benfica. Isto revoltou todo o grupo e nos motivou ainda mais para conquistarmos o que nunca foi conquistado e demonstrar que o Benfica tinha ali, no hóquei em patins, para mim e para muitos a melhor equipa de sempre. Esta conquista complicou o processo que estava em marcha e para o esconder tentaram de forma pouco hábil recuar em alguns casos, mas para mim não fazia sentido continuar a conviver com alguém que tentou prejudicar o grupo e por consequência o Benfica e ainda por cima alguém que não tem palavra, nem honra os seus compromissos.

 

INDOOR – Com 36 anos, vai regressar ao Juventude Viana e vai assumir o comando técnico dos juniores. O facto de ser jogador vai ajudá-lo? Que valores e exigências vai incutir nos mais novos?

LUÍS VIANA – Vou apenas tentar ajudar no seu crescimento dentro e fora do hóquei.

 

INDOOR – Para ganhar títulos também é fundamental a organização/estrutura dum clube, No seu caso, sentiu que essa estrutura/organização foi importante?

LUÍS VIANA – Sem dúvida que é muito importante para alcançar os objetivos propostos, ser o mais eficiente possível em todos os componentes de um clube.

 

INDOOR – Já jogou em clubes de diferentes dimensões. O peso das camisolas sente-se no rendimento dos jogadores? E dos árbitros?

LUÍS VIANA – Depende dos jogadores e dos árbitros.

 

INDOOR – Como é dos mais experientes, que argumento usava e usa para a integração dos jogadores que chegam de novo a um clube?

LUÍS VIANA – Penso que o mais importante é estar disponível para ajudar naquilo que for necessário.

 

INDOOR – Um balneário é, por vezes, uma micro sociedade. Sente isso. É difícil gerir as diversas culturas e personalidades?

LUÍS VIANA – O balneário é a meu ver um dos pontos mais importantes para se conseguir o sucesso. Onde mesmo existindo diferenças, essas devem ser postas de lado, em razão de um objetivo comum, quando isso acontece torna se menos difícil atingir esse mesmo objetivo.

 

INDOOR – Como devem ser geridos os consensos e a união do grupo?

LUÍS VIANA – Com diálogo, decisões ajustadas em prol do sucesso do grupo.

 

INDOOR – Como é a sua relação com os adversários? Fez amigos no hóquei?

LUÍS VIANA – Posso dizer mesmo que alguns dos meus melhores amigos foi no hóquei que os conheci.

 

INDOOR – No hóquei em patins ainda há homens de palavra? Sentiu-se alguma vez traído?

LUÍS VIANA – Como em todas as áreas existem pessoas com palavra, que honram os seus compromissos, e aqueles que não o fazem, enganam, não têm valores, mas que mais cedo ou mais tarde lhes cai a mascara. Traído não, mas enganado sim e ainda recentemente por alguém com responsabilidades no Benfica, e que faz parte do segundo grupo de pessoas que acima referi.

 

INDOOR – Já jogou lesionado alguma vez?

LUÍS VIANA – Sim.

 

INDOOR – Treinadores com quem trabalhou. Que marcas deixaram

LUÍS VIANA – Todos foram importantes para mim, mas tenho que destacar dois: Luís Sénica, e Fernando Fallé. Trabalhei com eles em dois momentos distintos da minha carreira. Mas em ambos os momentos, foram fundamentais para mim, seja como jogador ou como ser humano.

 

INDOOR – É possível escolher um «cinco» em que lhe deu prazer jogar e orientado por quem?

LUÍS VIANA – Não consigo. Seria muito difícil, pois tenho a sorte de ter tido grandes jogadores e treinadores ao meu lado.

 

INDOOR – Como geriu as emoções das vitórias e as decepções das derrotas?

LUÍS VIANA – Tem que se gerir da mesma maneira, nem a vitoria é eterna e o mesmo acontece com a derrota, por isso a melhor forma de as gerir é trabalhar para conseguir ultrapassar o próximo obstáculo.

 

INDOOR – Que características, no seu entendimento, são fundamentais para responder às altas exigências do hóquei em patins na alta competição?

LUÍS VIANA – O mais importante é a persistência e a paixão por aquilo que fazemos.

 

INDOOR – Para um hóquei em patins mais apelativo o que deve ser alterado?

LUÍS VIANA – Neste momento, penso apenas que o hóquei em termos de espetáculo e emoção tem vindo a evoluir.

 

INDOOR – Que balanço faz das primeiras jornadas. O leque de candidatos tende a reduzir-se. É um retrocesso? Acha possível a aproximação competitiva entre mais clubes? Este nacional está mais ou menos competitivo?

LUÍS VIANA – Ainda é cedo para tirar conclusões mas acho que vamos ter muita emoção ate ao fim.

 

INDOOR – A contratação de jogadores estrangeiros tem permitido a melhoria competitiva e a qualidade do nosso hóquei em patins? Trouxeram uma mais-valia?

LUÍS VIANA – Eu sempre fui a favor disso mesmo, estrangeiros só sendo mais-valias.

 

INDOOR – A recente vitória da selecção de sub-20 poderá ser um caso esporádico ou já significa essa melhoria?

LUÍS VIANA – Sem dúvida que não foi um caso esporádico pois está se a fazer um excelente trabalho nas seleções mais jovens que demonstram e continuarão a demonstrar essa melhoria.

 

INDOOR – Ao longo dos anos, criou-se a ideia que o hóquei em patins perdeu alguma preponderância entre os jovens. Sente isso? Se é verdade, como contornar? Através do desporto escolar?

LUÍS VIANA – Penso que tem a ver com a maior oferta que existe para os jovens nas mais diversas áreas, mas acho também que o hóquei continua a ter uma forte preponderância no desporto português, em relação ao desporto escolar seria sem dúvida um veículo importante na consolidação e crescimento dessa mesma preponderância.

 

INDOOR – Os equipamentos são caros? Será isso uma razão fundamental?

LUÍS VIANA – Sim. Poderá ser, ainda para mais no atual momento da nossa sociedade, um entrave.

 

INDOOR – Que ambições para o Juventude de Viana? Que equilíbrio deve ter um plantel, em termos etários?

LUÍS VIANA – As ambições para a Juventude de Viana são as de conseguir o mais rápido possível atingir os objetivos propostos. Em termos etários penso que é fundamental haver uma mescla de experiencia e juventude aliadas à união e partilha de objetivos.

 

INDOOR – Agora no Juventude de Viana é um regresso. É também um fim de carreira?

LUÍS VIANA – Não penso nesse momento para já, prefiro me concentrar apenas no presente e faze lo da melhor forma possível.

 

INDOOR – O que fica para si, de mais marcante, desta passagem pelo hóquei em patins?

LUÍS VIANA – Muita coisa. Mas o mais importante são os ensinamentos em relação á convivência, as partilhas de momentos bons e menos bons em grupo, e também as amizades e cumplicidades que ficam para toda a vida.

 

INDOOR – Que mensagem quer deixar para os mais jovens?

LUÍS VIANA – Que sejam persistentes em tudo que façam. E que o façam com paixão.

Ola John entre Liverpool e Ajax

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O interesse de Liverpool e Ajax em Ola John não é novo (o clube de Amesterdão até já o assumiu), mas tem vindo a ganhar força nos últimos dias, de tal forma que, segundo a Imprensa internacional, o futuro imediato do extremo de 21 anos passará inevitavelmente pela cedência a um destes emblemas, apesar de haver mais clubes interessados. Ola John, contratado ao Twente há ano e meio, a troco de nove milhões de euros, está sem margem de manobra na Luz e pretende jogar com regularidade para tentar ir ao Mundial, ao passo que o Benfica pretende que o jogador recupere a confiança e se valorize, sob pena de ver hipotecado o elevado investimento efetuado.
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