Resposta do JN ao comunicado do Benfica

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1. O Sport Lisboa e Benfica emitiu um comunicado em que refere o Jornal de Notícias como um dos órgãos de Comunicação Social que, citamos, "continuam a dar apoio ao sistema". Os factos provam que o magno problema do SLB - pouquíssimos títulos conquistados nos últimos anos para tamanha legião de adeptos - resultam do sistema sim, mas do seu próprio: de gestão desportiva. Quanto ao JN, limita-se a relatar factos e a dar-lhes o relevo e enquadramento que a sua Direção editorial decide. 2. Não foi o JN quem patrocinou a cena em que o treinador do SLB se envolveu à pancada com a Polícia no final do jogo de domingo último. Nem esta, nem anteriores como, por exemplo, a que protagonizou com o seu próprio atleta Cardozo, também em pleno relvado, após a final da Taça de Portugal da época passada. 3. Não foi o JN quem patrocinou a cena em que o capitão da equipa insultou os adeptos do seu clube no final do jogo da Luz com o Gil Vicente. 4. Não foi o JN quem patrocinou as cenas pós-jogo, como, por exemplo, a rega e o apagão com que o Benfica brindou, na Luz, uma das festas de um dos campeonatos ganhos pelo F. C. Porto. 5. Não foi o JN quem patrocinou as cenas de falta de "fair play" dos jogadores do Benfica no final da Taça de Portugal, ganha pelo Vitória de Guimarães. P. S.: "Dragão travado com penálti fora da área e golo fora de jogo. Nervoso, Jorge Jesus envolve-se em rixa com a Polícia no final do jogo". Para quem não se recorda - e para memória futura - aqui ficam os títulos do JN de segunda-feira que mexeram com os nervos da estrutura pensante do Benfica, que debalde tentou atirar argumentos contra factos.

Sem sofrer golos com Fejsa no onze

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A águia voltou a alguns velhos hábitos: ganhar jogos em série e terminá-los a zero no que diz respeito a golos sofridos. Sensações distantes no tempo, que o tempo agora recupera. Há mais de seis meses, por exemplo, que o Benfica não terminava dois jogos consecutivos sem Artur Moraes encaixar qualquer golo. A última vez que tal se verificou foi na série Bordéus-Gil Vicente, a 7 e 10 de março, respetivamente, em jogo para a Liga Europa e Campeonato, por esta ordem. Posteriormente seguiram-se 16 partidas em 2012/13, e apenas três terminaram sem golos sofridos (V. Guimarães, Olhanense e Sporting), mas de forma alternada. Já na presente temporada foi preciso esperar até à série Anderlecht-V. Guimarães para ver os encarnados apresentarem uma sequência deste género. 180 minutos seguidos com a baliza inviolada (com a repetição do mesmo onze, pela primeira vez na presente temporada) serviram também para dar corpo a outro registo relevante: o triunfo em Guimarães foi o terceiro consecutivo em todas as provas (Paços de Ferreira-Anderlecht-V. Guimarães), sequência que a equipa comandada por Jorge Jesus não conseguia desde a série Rio-Ave-Newcastle-Olhanense, de 30 de março a 7 de abril. Por coincidência (ou não...) a melhor fase da época dos encarnados dá-se com a entrada de Fejsa na equipa, assinando com Matic uma nova fórmula a meio-campo, com os dois sérvios a formarem um bloco capaz de filtrar muitas bolas. Siqueira também pode reclamar protagonismo: desde que entrou na equipa (Paços de Ferreira), os encarnados venceram sempre.
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Suspensão desportiva a Jorge Jesus pode ir até aos 3 anos

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O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol reúne-se hoje e, tudo indica, irá analisar o episódio que envolveu Jorge Jesus no final do jogo V. Guimarães-Benfica, anteontem. Aquele órgão deve anunciar a abertura de um processo disciplinar ao técnico, e, em última instância, ou seja, se for provada a agressão, Jesus será suspenso entre três meses e três anos (artigo 131º do Regulamento Disciplinar), dado que em causa está um agente da autoridade - se fosse um assistente de recinto desportivo, por exemplo, a pena iria de dois meses a dois anos. A BOLA falou com Ricardo Costa, jurista e ex-presidente da Comissão Disciplinar da Liga. «A avaliação feita pelo CD dependerá dos relatórios dos delegados da Liga e das forças policiais. Se em ambos não existir algo que indicie a agressão, ou seja, o cenário mais grave, o ato pode então ser entendido como uma infração intermédia ao regulamento disciplinar, que prevê gestos grosseiros e injúrias, cuja pena vai de oito dias a três meses. Há uma terceira hipótese, que dá apenas multa e tem a ver com a violação do dever de correção para com outros agentes», sublinhou, acrescentando que a decisão só seria tomada hoje ou esta semana pelo CD caso tivesse um enquadramento leve, ou seja, «multa ou suspensão até oito dias». Ao invés, «as sanções que implicam imputação de pena acima de um mês passam pela abertura de processo disciplinar e não podem ser objeto de um castigo sumário». A confirmar-se o procedimento disciplinar, o processo é enviado então para a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga, que formulará acusação ou arquivará o caso. «Não arrisco a decisão que será tomada porque a experiência diz-me que muitas vezes o que se vê na televisão não tem correspondência nos relatórios, cuja descrição é mais vaga. Por isso é que muitas vezes resulta num enquadramento intermédio», explicou Ricardo Costa. Apesar de, em termos regulamentares, não estar colocada de parte a possibilidade de suspensão preventiva de Jorge Jesus (artigo 41.º, 3 do Regulamento Disciplinar), até ser conhecida a decisão do processo disciplinar, esse cenário parece pouco provável. Note-se ainda que uma eventual suspensão preventiva nunca poderia ser superior a 25 dias.
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Polícia acusa Jorge Jesus de impropérios e empurrões

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CM

Impropérios e empurrões. Foi desta forma que a polícia presente no Estádio D. Afonso Henriques descreveu o comportamento de Jorge Jesus no final do V. Guimarães-Benfica (0-1), na participação que fez à Direção Nacional da PSP. O relatório final dos acontecimentos estava ontem a ser redigido e seguirá, posteriormente, para o Ministério Público de Guimarães, já que foi na cidade que a partida se realizou.

O técnico deverá ser constituído arguido e poderá responder por dois crimes: coação e resistência a agente do Estado e intromissão no trabalho da polícia.

A participação dos acontecimentos foi feita pelos spotters - agentes do Comando de Lisboa com a missão de zelar pela segurança dos intervenientes em encontros de futebol e que são destacados para os de maior risco.

A forma como Jesus defendeu um dos adeptos que invadiram o campo e que estava a ser manietado pela polícia poderia ter tido outras consequências. Segundo o CM apurou, o treinador só não foi detido (e poderia ter sido, já que se tratou de uma situação de flagrante delito) para evitar que os incidentes atingissem outras proporções, pondo em causa a ordem pública. Jesus acabou por ser identificado numa sala exclusiva do estádio.

O CM sabe ainda que o treinador dos encarnados pediu desculpa ao agente da PSP a quem tentou resgatar o adepto.

MULTA OU CASTIGO PESADO

O castigo a aplicar a Jorge Jesus pela Justiça do futebol vai depender do que constar nos relatórios da PSP e dos delegados da Liga presentes no Estádio D. Afonso Henriques. Se falarem em agressões a agentes da PSP e stewards, o técnico arrisca uma suspensão de 3 meses a 3 anos, no primeiro caso, e dois meses a dois anos, no segundo (será depois feito o cúmulo jurídico), mais multa de 2500 a 25 mil euros. Se os empurrões não forem considerados como agressão (o que geralmente sucede no futebol), o regulamento disciplinar da Liga prevê que Jesus poderá ser punido por comportamento grosseiro e apanhar uma suspensão máxima de três meses e mínima de oito dias, mais multa entre 1000 e 10 000 euros.

A terceira hipótese prevê uma multa entre 300 e 2500 euros, se for condenado por violação dos deveres de correção. O caso deve começar a ser hoje analisado pelo Conselho de Disciplina da FPF, que pode castigar já o treinador ou então avançar para um processo disciplinar que será tramitado pela Comissão de Instrução e Inquéritos (CII) da Liga, voltando depois à FPF.

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Jesus foi apenas identificado pela PSP

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O treinador do Benfica, Jorge Jesus, foi apenas identificado pela PSP e não constituído arguido devido aos incidentes após o encontro das águias com o V. Guimarães, no domingo. A informação foi agora corrigida pela Polícia.

Segundo fonte da PSP, a informação inicialmente veiculada pela subcomissária Carla Duarte, afirmando que o técnico foi "identificado e constituído arguido", após a elaboração do auto de notícia, foi agora retificada.

No final do jogo entre o Vitória de Guimarães e o Benfica (0-1), da quinta jornada da I Liga de futebol, Jorge Jesus intrometeu-se numa ação da polícia que tentava retirar do relvado do estádio D. Afonso Henriques adeptos do Benfica.

Na zona de entrevista rápidas, o treinador Jorge Jesus justificou a sua decisão com a necessidade de defender os adeptos do Benfica.

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