Stromberg voltou à Luz e sentiu-se uma criança - entrevista

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Glenn Stromberg é mais do que apenas um sueco: é o sueco original. Chegou a Lisboa em 1982 e deu início a um fluxo interessante de jogadores altos e loiros entre Estocolmo e o Estádio da Luz. Mais de trinta anos depois, o Maisfutebol descobriu o sueco original outra vez na Luz.

Naturalmente mais velho, mas tão elegante como quando era jogador. Anda eufórico: quase emocionado. Sorri, fala com toda a gente, não para quieto muito tempo.

«Hoje dei um passeio por fora do estádio e parecia um miúdo de sete anos. Tirei fotos à águia, sentei-me ao lado da estátua do Eusébio, parecia uma criança encantada.»

O estádio antigo trazia-lhe melhores recordações, mas Lisboa continua a ser Lisboa e o Benfica continua a ser o Benfica. Tanto encarnado enche-lhe a alma. «É um estádio lindo.Vejo-o muitas vezes durante o ano, porque vejo o Arsenal jogar muitas vezes em casa e o estádio é igual», sorri. «Estou a falar a sério: foi o mesmo artiqueto que o construiu e é igual. É um estádio ótimo.»

Não é a primeira vez que está na nova Luz: mas sente que cada vez é como se fosse a primeira. «Quando venho cá por causa dos jogos da Liga dos Campeões, ficamos no Marriot, que é perto daqui, e eu insisto sempre em vir a pé até ao estádio, olhar e sentir Lisboa.»

Nessas alturas é um lisboeta misturado na multidão: insiste em sê-lo, aliás. «Às vezes vou comprar um frango do churrasco e vou pelas ruas com ele na mão para o comer mais tarde.»

Ele é afinal de contas o primeiro sueco do Benfica: foi por ali que tudo começou. Esta também é a casa dele.

«Sentia muitas saudades de Lisboa. Uma coisa é verdade, e também é estranho: quando saí do avião e meti o pé no chão, senti-me em casa. É inacreditável», revela. «Acontece-me sempre que venho.»

«Tenho um amigo que está cá agora, era suposto ter vindo na segunda-feira para ficar por cá uns dias em férias, mas não consegui. Quando cheguei ao hotel tive de lhe ligar e dizer: oh meu Deus, como me sinto bem, estou em casa. E olhe que venho a Lisboa quatro ou cinco vezes por ano.»  
A conversa segue fluída sem parar: não há bem perguntas, há um discurso imparável de Stromberg a contar como se sente bem em Portugal, como gosta de voltar, como se sente em casa aqui. O Maisfutebol limita-se a alimentar o assunto com pequenos comentários.

«Adoro a comida, o tempo, as pessoas, tudo é ótimo aqui. É importante voltar todos os anos, porque este é um sítio especial: foi aqui que tudo começou.» Ele volta quatro a cinco vezes por ano. «Vim quando tinha 22 anos e nunca mais voltei à Suécia enquanto não me reformei. Comecei aqui e depois joguei em Itália. Lisboa, e o Benfica, foi o início de tudo.»

Passaram muitos anos desde então, Stromberg deixou de jogar à bola e ganhou até o que não tinha antes. Sinal dos tempos. «Agora já sou avô, sabia?». Não, claro que não. «É verdade. O meu neto nasceu há cinco dias e tenho tido muitas coisas para fazer.»

Deixou de jogar futebol mas mantém-se ligado à modalidade: tem um site de futebol. É jornalista, agora?, pergunta-se. «Não sou jornalista, não escrevo, eu dou indicações, dou ideias e depois os jornalistas fazem o trabalho deles», responde.

«Não sou tão bom a escrever. Mas comento para uma televisão. Faço mais de 300 jogos por ano, incluindo Liga dos Campeões. Esse site é meu, existe há um ano e funciona em cinco línguas. Até ao Natal vai arrancar a versão em alemão e depois será em polaco e em português.»

Nesta altura pensa-se que a versão em português servirá como uma bela desculpa para Stromberg vir mais vezes a Portugal: o sueco garante que não é preciso.

«Um amigo meu sueco tem casa aqui, num sítio que começaram a construir quando eu vim para Portugal: a Quinta da Marinha. Quando eu vim para Portugal, não havia lá nada, não havia golfe, não havia casas, não havia nada. E agora é um sítio lindo», explica.

«A Quinta da Marinha nasceu em Portugal ao mesmo tempo que eu. Sempre que posso, ligo a esse meu amigo e pergunto: Quando vais? Ele lá diz quando vem e eu respondo Então vou contigo.» 

A conversa vai longa e quase só se falou de Portugal, Lisboa e as saudades que o nosso país deixa num homem sueco. Falta falar do essencial, claro: o Portugal-Suécia. Afinal de contas a razão que trouxe desta vez Stromberg a Lisboa.

«Vai ser um jogo disputado. Basta ver os últimos jogos entre Portugal e Suécia: 0-0, 0-0 e 2-2. É muito importante não se cometer erros, quem cometer um erro pode ficar de fora do Mundial», diz.

«Depois, claro, é preciso ver como vão estar Ibrahimovic e Ronaldo: qualquer um deles pode decidir um jogo da importância deste num dia inspirado. Claro que as equipas são importantes, mas estes dois, bem... Não há muitos como eles no mundo. O Messi, sim, talvez o Falcao, mas mais ninguém.»

E qual dos dois vai decidir?, pergunta-se. «Deixe-me ver dez minutos do jogo amanhã. Em dez minutos vejo logo qual deles está com a disposição naquele dia para decidir o jogo.»

Stromberg espera naturalmente que seja Ibrahimovic, mas garante não ficar chateado se for Portugal. Não iria ver a Suécia ao Brasil, o que considera uma pena. Mas terá sempre Portugal, e a Quinta da Marinha. «Aqui ando sempre de sorriso nos lábios.»

 

Pizzi: “No me están saliendo las cosas como esperaba"

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Pizzi aterrizó en el Espanyol el pasado verano como uno de los grandes fichajes para la 12-13, pero su mejor versión aún está por llegar. El propio futbolista da la cara y reconoce que no está al nivel que debería aunque promete pelear para alcanzarlo. Desde la entidad, técnicos y directivos, tampoco esconden que esperan más del portugués, pero están tranquilos y convencidos de que no tardará en mostrar su mejor cara. Su reacción puede ser clave en el resurgir del bloque perico.

El extremo recaló en Cornellà en calidad de cedido procedente del Benfica, sin opción de compra, y con la idea de que fuese un futbolista que marcarse las diferencias. Precisamente, fue el fichaje de más renombre del verano tras su paso por el Deportivo y el Atlético de Madrid. Pizzi ha participado en diez partidos de Liga, pero aún no ha explotado todo su potencial.

De todos modos, el futbolista ha detectado dónde está el problema: “Todavía no me están saliendo las cosas como esperaba y tengo que recuperar esa confianza en mí mismo”. Los aficionados del Espanyol tienen ganas de volver a ver al Pizzi que brilló la temporada pasada en Riazor. Con la elástica del conjunto gallego en Liga disputó 35 encuentros y firmó ocho dianas.

“El año pasado en el Dépor las cosas me salían bien, marcaba goles, daba asistencias… y eso que el equipo iba mal, pero este curso no estoy marcando y creo que sería clave ver puerta”, reconoce el blanquiazul. Precisamente, Pizzi considera que recuperaría sus buenas sensaciones si lograse ya un gol como perico: “Lo bonito del fútbol es que uno marque, eso aumenta la confianza”.

El extremo, debido a las rotaciones que introduce Javier Aguirre cada semana tanto de jugadores como de sistemas, ha disputado diez partidos, ocho como titular y dos como suplente. “Creo que los cambios en el once pueden ser buenos porque todos sabemos que un día puedes no ir convocado y jugar al siguiente. En esta plantilla no hay jugadores titulares ni suplentes”, concluye el futbolista luso.

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Rodrigo, Djuricic e Ola John para analisar em janeiro

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O Benfica depositou fortes expectativas e, mais do que isso, investiu muitos milhões nas contratações de Rodrigo (€5M), Djuricic (€6M) e Ola John (€9M), três jovens de inequívoco talento que, porém, por razões que serão diferentes consoante o caso, não têm rendido o que seria de esperar e não têm sido apostas fortes de Jorge Jesus esta época. Por outras palavras, não têm gozado de grandes oportunidades e, de uma forma geral, desaproveitaram as que tiveram. Contas feitas, estes três ativos da SAD encarnada, que em conjunto representam €20M, não estão, para já, a render juros, não estão a valorizar-se do ponto de vista desportivo e financeiro. Se o atual cenário se mantiver até janeiro, altura em que reabre o mercado de transferências, a SAD do Benfica irá analisar estes três processos.

Nápoles avança com contactos por Matic

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Tem sido um dos temas em destaque na imprensa italiana nos últimos dias e promete dar que falar com a aproximação da reabertura de mercado: o interesse do Nápoles em contratar Nemanja Matic já em janeiro ganha consistência, pelo menos a avaliar pelas notícias que têm surgido de Itália. O calcionews24.com garantia mesmo que o clube italiano já terá efetuado os primeiros esforços para saber por quanto estará o Benfica disposto a libertar o passe do sérvio. A mesma fonte informa que o treinador do Nápoles, o espanhol Rafa Benítez, há muito aprecia as características do sérvio e tem pedido com insistência a contratação de mais um médio para equilibrar o meio campo, e o nome de Matic é prioritário. Não escondendo tratar-se de «um processo complexo» os italianos acreditam que a transferência pode avançar. Matic, de 25 anos, é desde o último verão um dos alvos mais requisitados do plantel encarnado, mas a SAD sempre recusou ceder o médio abaixo do valor da cláusula de rescisão (50 milhões de euros).

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Boxe Olímpico: André Fialho sagra-se Campeão Nacional

Decorreu no passado fim-de-semana, no Pavilhão da Ajuda,  o Campeonato Nacional de Boxe de Seniores – Iniciados, no qual estiveram em competição dois atletas do Sport Lisboa e Benfica.

 

André Fialho destacou-se na categoria de 75 Kg ao conquistar o titulo de Campeão Nacional. O benfiquista cedo impôs o seu Boxe, sob orientação dos Treinadores Paulo Magalhães e José Fialho, e viria a derrotar o seu adversário na final, um  atleta da Associação de Boxe do Porto, por KO.

 

HC Turquel 3-3 Benfica: Empate ao cair do pano

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O conjunto orientado por Pedro Nunes empatou, esta quarta-feira, no difícil terreno do HC Turquel, por 3-3, já ao fechar do pano, na 3.ª jornada do Campeonato Nacional. Num recinto onde já se previa um encontro complicado, foi mesmo o Benfica a inaugurar o marcador, pelo stick de Tuco. Minutos depois a turma de casa chegou à igualdade. Um empate que não durou muito tempo, já que através de Diogo Rafael, os “encarnados” estavam novamente em vantagem. 1-2 era o resultado ao intervalo. Na segunda metade, o HC Turquel chegou mais uma vez ao empate, passando depois para a frente do marcador. Mas, como sempre, o Benfica não desistiu e, mesmo ao cair do pano, chegou ao empate através de Valter Neves. Estava feito o resultado final em 3-3. O técnico Pedro Nunes fez alinhar o seguinte cinco inicial: Guillem Trabal, Valter Neves, Tuco, João Rodrigues e Carlos López. Recorde-se que, antes da próxima jornada do Campeonato Nacional, os Campeões Europeus jogam a Taça Intercontinental. O desafio diante do SC Recife terá lugar no próximo sábado, 16 de Novembro, às 17 horas, em Torres Novas.