Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

ABenficaC

Citação de: MuadDib em 16 de Março de 2021, 11:08
Citação de: ABenficaC em 16 de Março de 2021, 09:48
Formação em pantanas. Nenhum jogador convocável para as seleções.

Estás de parabéns.
Tomás Tavares, Florentino, Gedson e Jota são jogadores do Benfica e muito provavelmente vão ser todos titulares da seleção sub.21 no Europeu.
Pensar um bocadinho antes de escrever se fazes o favor.
nem sei o que te diga....  :rir:

Renato Ferreira

Vou ser honesto eu ainda tinha alguma simpatia 5% em 100% devido a tudo o que ganhamos.
Mas ao ver Paulo Gonçalves na tribuna.
E de saber que está a afastar os benfiquistas ferranhos que andaram do lado dele durante anos ajudar a promover a sua marca no futebol.

Tenho a dizer que este nojo de pessoa neste momento não está nem preocupado com os resultados do Benfica perde ou ganha. Deixou de falar a gente que ajudou o Benfica a recuperar se, tem o rei o na barriga trata mal toda gente...


ACABEM COM ESTA MERDA!

Isto vai acabar mal para nós.

E não me lixem com o Noronha.... Acho que é curto e está aproveitar a oportunidade

Ovelha

Citação de: Renato Ferreira em 16 de Março de 2021, 11:45
Vou ser honesto eu ainda tinha alguma simpatia 5% em 100% devido a tudo o que ganhamos.
Mas ao ver Paulo Gonçalves na tribuna.
E de saber que está a afastar os benfiquistas ferranhos que andaram do lado dele durante anos ajudar a promover a sua marca no futebol.

Tenho a dizer que este nojo de pessoa neste momento não está nem preocupado com os resultados do Benfica perde ou ganha. Deixou de falar a gente que ajudou o Benfica a recuperar se, tem o rei o na barriga trata mal toda gente...


ACABEM COM ESTA MERDA!

Isto vai acabar mal para nós.

E não me lixem com o Noronha.... Acho que é curto e está aproveitar a oportunidade
Outra vez com a cantiga do "não há ninguém credível que se oponha a Vieira"?
Consegues dizer alguém nos últimos 20 anos que fosse melhor candidato que Noronha (ou RGS)?

Ovelha

https://eco.sapo.pt/2021/03/16/benfica-no-mercado-para-vender-naming-do-estadio-da-luz/
CitaçãoBenfica no mercado para vender "naming" do estádio da Luz

O Benfica está à procura de parceiros que adquiram os "naming rights" do estádio da Luz e do centro de estágios no Seixal. O clube delegou a tarefa à agência WME Sports.

OBenfica vai pôr à venda os direitos de nome do estádio da Luz, em Lisboa, e do centro de estágios do clube, no Seixal. A busca por patrocínios será responsabilidade da WME Sports, o ramo desportivo da agência WME, detida pelo grupo norte-americano Endeavor.

Esta "parceria comercial exclusiva" permitirá que a WME Sports "represente dois dos mais prestigiados ativos do futebol europeu", nomeadamente o estádio do Benfica, que tem capacidade para acolher 65 mil pessoas, assim como a Academia de Formação do Benfica, também conhecida por Benfica Campus, o centro de estágios do clube no Seixal.

"A WME Sports trabalha em estreita colaboração com a rede de negócios da Endeavor, incluindo a IMG, líder mundial em desporto, eventos, moda e comunicação social, e a Endeavor Analytics, que fornece perceções acionáveis, mercado e inteligência mediática a marcas, ligas e equipas de topo. A Endeavor representa ainda várias marcas desportivas, atletas, atores, atrizes e celebridades nos EUA", lê-se num comunicado conjunto a que o ECO teve acesso.

Os naming rights são os direitos sobre a propriedade de nomes e a venda dos mesmos é uma prática comum em alguns mercados, sobretudo no que toca a infraestruturas. Em Portugal, um dos casos mais flagrantes é o da Altice Arena, que era conhecida por Pavilhão Atlântico até à compra dos naming rights pela Meo em 2013.

Contratos terão duração mínima de 10 anos
Contactado pelo ECO, Bernardo Faria de Carvalho, administrador do Benfica com o pelouro da expansão internacional, não quis revelar por que valores estão os direitos no mercado, por não poder "entrar em pormenores". Mas explicou que o clube está a fazer mira a parceiros internacionais, apesar de "dar prioridade" a empresas portuguesas.

"As principais empresas já foram todas contactadas [no passado] e não conseguimos fazer esse negócio. Entendemos que, neste momento, queremos um parceiro internacional. Já tivemos várias conversas com parceiros internacionais. Seria uma grande surpresa para mim se aparecer uma empresa portuguesa", destacou o gestor.

Quanto à duração de um eventual contrato, Bernardo Faria de Carvalho ressalvou que terá de ser sempre por, pelo menos, uma década. "Os namings têm de ser sempre, no mínimo, por dez anos. Está-se a dar um nome a um filho, não podemos andar a trocar. O nome é uma coisa que, no mercado, tem de estar mais estabilizada. Mas gostaríamos a 20 anos. Seria o ideal, porque, quanto mais estável, melhor é", disse.

Citada em comunicado, Karen Brodkin, co-responsável da WMESports e vice-presidente executiva de estratégia e desenvolvimento de conteúdo da Endeavor, refere que o estádio da Luz e a academia do Benfica "proporcionam não só uma oportunidade para as marcas se ligarem a milhões de adeptos de futebol em todo o mundo, mas também aos seis milhões de turistas que visitam a vibrante capital de Portugal todos os anos".

A responsável sublinha ainda que o grupo WME vai usar a sua "experiência internacional em promoção de imóveis desportivos" para destacar ambas as propriedades do Benfica, salientando que, para tal, será usada "uma abordagem colaborativa e baseada em dados para encontrar os parceiros estratégicos certos".

Já Domingos Soares de Oliveira, CEO do Benfica, acrescenta, também no comunicado, que "será uma mais-valia trabalhar com a prestigiada agência WME Sports, que irá fornecer uma rede incomparável de patrocinadores globais".

Esta não é a primeira vez que o Benfica procura parceiros que adquiram os naming rights do estádio da Luz. Em janeiro de 2019, o Record avançou que o Benfica estaria a pedir 100 milhões de euros pelos naming rights do estádio em Lisboa.

Além disso, ao longo das últimas décadas, foram várias as notícias que apontaram para potenciais negócios envolvendo o nome do estádio da Luz. Em 2016, a imprensa chegou a dar como fechado um negócio pelo mesmo valor e com a duração de 10 temporadas. Todavia, o nome do estádio do Benfica não chegou a mudar.

Quanto à academia do Benfica, o clube vendeu em 2006 os direitos de nome do centro de estágios no Seixal à Caixa Geral de Depósitos por dez anos. Nessa altura, a infraestrutura passou a designar-se por Caixa Futebol Campus. No final desse contrato, em 2016, a academia adotou a designação genérica de Benfica Campus.

Estão preparados para ir ao Estádio Fly Emirates?

arruda10

Citação de: Renato Ferreira em 16 de Março de 2021, 11:45
Vou ser honesto eu ainda tinha alguma simpatia 5% em 100% devido a tudo o que ganhamos.
Mas ao ver Paulo Gonçalves na tribuna.
E de saber que está a afastar os benfiquistas ferranhos que andaram do lado dele durante anos ajudar a promover a sua marca no futebol.

Tenho a dizer que este nojo de pessoa neste momento não está nem preocupado com os resultados do Benfica perde ou ganha. Deixou de falar a gente que ajudou o Benfica a recuperar se, tem o rei o na barriga trata mal toda gente...


ACABEM COM ESTA MERDA!

Isto vai acabar mal para nós.

E não me lixem com o Noronha.... Acho que é curto e está aproveitar a oportunidade

:rir:

RGouveia.SLB

Estava na cara que o caso Palhinha não ia dar em nada.

E ainda há muitos que estão piamente convencidos que este sujeito se sabe mexer nos bastidores e que o JNL ia ser comido de cebolada.

Scorpion8

Eu gostava de saber o que é alguém credível hoje em dia... Vieira não, mas fulano x e fulano y também não servem...

Se calhar os fundadores junto de Eusébio e Coluna têm de se levantar das campas, e cria se um híbrido de todos... E mesmo assim não sei

wolfking

Citação de: Ovelha em 16 de Março de 2021, 12:13
https://eco.sapo.pt/2021/03/16/benfica-no-mercado-para-vender-naming-do-estadio-da-luz/
CitaçãoBenfica no mercado para vender "naming" do estádio da Luz

O Benfica está à procura de parceiros que adquiram os "naming rights" do estádio da Luz e do centro de estágios no Seixal. O clube delegou a tarefa à agência WME Sports.

OBenfica vai pôr à venda os direitos de nome do estádio da Luz, em Lisboa, e do centro de estágios do clube, no Seixal. A busca por patrocínios será responsabilidade da WME Sports, o ramo desportivo da agência WME, detida pelo grupo norte-americano Endeavor.

Esta "parceria comercial exclusiva" permitirá que a WME Sports "represente dois dos mais prestigiados ativos do futebol europeu", nomeadamente o estádio do Benfica, que tem capacidade para acolher 65 mil pessoas, assim como a Academia de Formação do Benfica, também conhecida por Benfica Campus, o centro de estágios do clube no Seixal.

"A WME Sports trabalha em estreita colaboração com a rede de negócios da Endeavor, incluindo a IMG, líder mundial em desporto, eventos, moda e comunicação social, e a Endeavor Analytics, que fornece perceções acionáveis, mercado e inteligência mediática a marcas, ligas e equipas de topo. A Endeavor representa ainda várias marcas desportivas, atletas, atores, atrizes e celebridades nos EUA", lê-se num comunicado conjunto a que o ECO teve acesso.

Os naming rights são os direitos sobre a propriedade de nomes e a venda dos mesmos é uma prática comum em alguns mercados, sobretudo no que toca a infraestruturas. Em Portugal, um dos casos mais flagrantes é o da Altice Arena, que era conhecida por Pavilhão Atlântico até à compra dos naming rights pela Meo em 2013.

Contratos terão duração mínima de 10 anos
Contactado pelo ECO, Bernardo Faria de Carvalho, administrador do Benfica com o pelouro da expansão internacional, não quis revelar por que valores estão os direitos no mercado, por não poder "entrar em pormenores". Mas explicou que o clube está a fazer mira a parceiros internacionais, apesar de "dar prioridade" a empresas portuguesas.

"As principais empresas já foram todas contactadas [no passado] e não conseguimos fazer esse negócio. Entendemos que, neste momento, queremos um parceiro internacional. Já tivemos várias conversas com parceiros internacionais. Seria uma grande surpresa para mim se aparecer uma empresa portuguesa", destacou o gestor.

Quanto à duração de um eventual contrato, Bernardo Faria de Carvalho ressalvou que terá de ser sempre por, pelo menos, uma década. "Os namings têm de ser sempre, no mínimo, por dez anos. Está-se a dar um nome a um filho, não podemos andar a trocar. O nome é uma coisa que, no mercado, tem de estar mais estabilizada. Mas gostaríamos a 20 anos. Seria o ideal, porque, quanto mais estável, melhor é", disse.

Citada em comunicado, Karen Brodkin, co-responsável da WMESports e vice-presidente executiva de estratégia e desenvolvimento de conteúdo da Endeavor, refere que o estádio da Luz e a academia do Benfica "proporcionam não só uma oportunidade para as marcas se ligarem a milhões de adeptos de futebol em todo o mundo, mas também aos seis milhões de turistas que visitam a vibrante capital de Portugal todos os anos".

A responsável sublinha ainda que o grupo WME vai usar a sua "experiência internacional em promoção de imóveis desportivos" para destacar ambas as propriedades do Benfica, salientando que, para tal, será usada "uma abordagem colaborativa e baseada em dados para encontrar os parceiros estratégicos certos".

Já Domingos Soares de Oliveira, CEO do Benfica, acrescenta, também no comunicado, que "será uma mais-valia trabalhar com a prestigiada agência WME Sports, que irá fornecer uma rede incomparável de patrocinadores globais".

Esta não é a primeira vez que o Benfica procura parceiros que adquiram os naming rights do estádio da Luz. Em janeiro de 2019, o Record avançou que o Benfica estaria a pedir 100 milhões de euros pelos naming rights do estádio em Lisboa.

Além disso, ao longo das últimas décadas, foram várias as notícias que apontaram para potenciais negócios envolvendo o nome do estádio da Luz. Em 2016, a imprensa chegou a dar como fechado um negócio pelo mesmo valor e com a duração de 10 temporadas. Todavia, o nome do estádio do Benfica não chegou a mudar.

Quanto à academia do Benfica, o clube vendeu em 2006 os direitos de nome do centro de estágios no Seixal à Caixa Geral de Depósitos por dez anos. Nessa altura, a infraestrutura passou a designar-se por Caixa Futebol Campus. No final desse contrato, em 2016, a academia adotou a designação genérica de Benfica Campus.

Estão preparados para ir ao Estádio Fly Emirates?
Arena Rei dos Frangos

BENFIKA

Para vender jogadores e naming's vais tu ao mercado...para criar um departamento de futebol de elite e independente é que já nem mexes o cú.

Não te convém porque depois deixavas de poder andar nas negociatas, o Benfica começava a ganhar e tu deixavas de ser o centro das atenções (só nas vitórias, porque nas derrotas ninguém te vê)  :disgust:

pipoca123

Não sabia onde escrever isto por isso aqui vai.

Ninguém achou estranho na entrevista do Presi ele falar na questão dos jogadores não voltarem a equipar em balneários que não sejam nossos???

O surto de covid aconteceu depois do jogo no Porto, eu não duvido que a porcada era bem capaz de uma dessas...

Mas passou tudo despercebido...

Vaiguelll

Citação de: wolfking em 16 de Março de 2021, 12:26
Citação de: Ovelha em 16 de Março de 2021, 12:13
https://eco.sapo.pt/2021/03/16/benfica-no-mercado-para-vender-naming-do-estadio-da-luz/
CitaçãoBenfica no mercado para vender "naming" do estádio da Luz

O Benfica está à procura de parceiros que adquiram os "naming rights" do estádio da Luz e do centro de estágios no Seixal. O clube delegou a tarefa à agência WME Sports.

OBenfica vai pôr à venda os direitos de nome do estádio da Luz, em Lisboa, e do centro de estágios do clube, no Seixal. A busca por patrocínios será responsabilidade da WME Sports, o ramo desportivo da agência WME, detida pelo grupo norte-americano Endeavor.

Esta "parceria comercial exclusiva" permitirá que a WME Sports "represente dois dos mais prestigiados ativos do futebol europeu", nomeadamente o estádio do Benfica, que tem capacidade para acolher 65 mil pessoas, assim como a Academia de Formação do Benfica, também conhecida por Benfica Campus, o centro de estágios do clube no Seixal.

"A WME Sports trabalha em estreita colaboração com a rede de negócios da Endeavor, incluindo a IMG, líder mundial em desporto, eventos, moda e comunicação social, e a Endeavor Analytics, que fornece perceções acionáveis, mercado e inteligência mediática a marcas, ligas e equipas de topo. A Endeavor representa ainda várias marcas desportivas, atletas, atores, atrizes e celebridades nos EUA", lê-se num comunicado conjunto a que o ECO teve acesso.

Os naming rights são os direitos sobre a propriedade de nomes e a venda dos mesmos é uma prática comum em alguns mercados, sobretudo no que toca a infraestruturas. Em Portugal, um dos casos mais flagrantes é o da Altice Arena, que era conhecida por Pavilhão Atlântico até à compra dos naming rights pela Meo em 2013.

Contratos terão duração mínima de 10 anos
Contactado pelo ECO, Bernardo Faria de Carvalho, administrador do Benfica com o pelouro da expansão internacional, não quis revelar por que valores estão os direitos no mercado, por não poder "entrar em pormenores". Mas explicou que o clube está a fazer mira a parceiros internacionais, apesar de "dar prioridade" a empresas portuguesas.

"As principais empresas já foram todas contactadas [no passado] e não conseguimos fazer esse negócio. Entendemos que, neste momento, queremos um parceiro internacional. Já tivemos várias conversas com parceiros internacionais. Seria uma grande surpresa para mim se aparecer uma empresa portuguesa", destacou o gestor.

Quanto à duração de um eventual contrato, Bernardo Faria de Carvalho ressalvou que terá de ser sempre por, pelo menos, uma década. "Os namings têm de ser sempre, no mínimo, por dez anos. Está-se a dar um nome a um filho, não podemos andar a trocar. O nome é uma coisa que, no mercado, tem de estar mais estabilizada. Mas gostaríamos a 20 anos. Seria o ideal, porque, quanto mais estável, melhor é", disse.

Citada em comunicado, Karen Brodkin, co-responsável da WMESports e vice-presidente executiva de estratégia e desenvolvimento de conteúdo da Endeavor, refere que o estádio da Luz e a academia do Benfica "proporcionam não só uma oportunidade para as marcas se ligarem a milhões de adeptos de futebol em todo o mundo, mas também aos seis milhões de turistas que visitam a vibrante capital de Portugal todos os anos".

A responsável sublinha ainda que o grupo WME vai usar a sua "experiência internacional em promoção de imóveis desportivos" para destacar ambas as propriedades do Benfica, salientando que, para tal, será usada "uma abordagem colaborativa e baseada em dados para encontrar os parceiros estratégicos certos".

Já Domingos Soares de Oliveira, CEO do Benfica, acrescenta, também no comunicado, que "será uma mais-valia trabalhar com a prestigiada agência WME Sports, que irá fornecer uma rede incomparável de patrocinadores globais".

Esta não é a primeira vez que o Benfica procura parceiros que adquiram os naming rights do estádio da Luz. Em janeiro de 2019, o Record avançou que o Benfica estaria a pedir 100 milhões de euros pelos naming rights do estádio em Lisboa.

Além disso, ao longo das últimas décadas, foram várias as notícias que apontaram para potenciais negócios envolvendo o nome do estádio da Luz. Em 2016, a imprensa chegou a dar como fechado um negócio pelo mesmo valor e com a duração de 10 temporadas. Todavia, o nome do estádio do Benfica não chegou a mudar.

Quanto à academia do Benfica, o clube vendeu em 2006 os direitos de nome do centro de estágios no Seixal à Caixa Geral de Depósitos por dez anos. Nessa altura, a infraestrutura passou a designar-se por Caixa Futebol Campus. No final desse contrato, em 2016, a academia adotou a designação genérica de Benfica Campus.

Estão preparados para ir ao Estádio Fly Emirates?
Arena Rei dos Frangos
Isso e a mudança de símbolo que se avizinha, a águia vai passar a ter bigode

Carlos Amorim

Citação de: Ovelha em 16 de Março de 2021, 12:13
https://eco.sapo.pt/2021/03/16/benfica-no-mercado-para-vender-naming-do-estadio-da-luz/
CitaçãoBenfica no mercado para vender "naming" do estádio da Luz

O Benfica está à procura de parceiros que adquiram os "naming rights" do estádio da Luz e do centro de estágios no Seixal. O clube delegou a tarefa à agência WME Sports.

OBenfica vai pôr à venda os direitos de nome do estádio da Luz, em Lisboa, e do centro de estágios do clube, no Seixal. A busca por patrocínios será responsabilidade da WME Sports, o ramo desportivo da agência WME, detida pelo grupo norte-americano Endeavor.

Esta "parceria comercial exclusiva" permitirá que a WME Sports "represente dois dos mais prestigiados ativos do futebol europeu", nomeadamente o estádio do Benfica, que tem capacidade para acolher 65 mil pessoas, assim como a Academia de Formação do Benfica, também conhecida por Benfica Campus, o centro de estágios do clube no Seixal.

"A WME Sports trabalha em estreita colaboração com a rede de negócios da Endeavor, incluindo a IMG, líder mundial em desporto, eventos, moda e comunicação social, e a Endeavor Analytics, que fornece perceções acionáveis, mercado e inteligência mediática a marcas, ligas e equipas de topo. A Endeavor representa ainda várias marcas desportivas, atletas, atores, atrizes e celebridades nos EUA", lê-se num comunicado conjunto a que o ECO teve acesso.

Os naming rights são os direitos sobre a propriedade de nomes e a venda dos mesmos é uma prática comum em alguns mercados, sobretudo no que toca a infraestruturas. Em Portugal, um dos casos mais flagrantes é o da Altice Arena, que era conhecida por Pavilhão Atlântico até à compra dos naming rights pela Meo em 2013.

Contratos terão duração mínima de 10 anos
Contactado pelo ECO, Bernardo Faria de Carvalho, administrador do Benfica com o pelouro da expansão internacional, não quis revelar por que valores estão os direitos no mercado, por não poder "entrar em pormenores". Mas explicou que o clube está a fazer mira a parceiros internacionais, apesar de "dar prioridade" a empresas portuguesas.

"As principais empresas já foram todas contactadas [no passado] e não conseguimos fazer esse negócio. Entendemos que, neste momento, queremos um parceiro internacional. Já tivemos várias conversas com parceiros internacionais. Seria uma grande surpresa para mim se aparecer uma empresa portuguesa", destacou o gestor.

Quanto à duração de um eventual contrato, Bernardo Faria de Carvalho ressalvou que terá de ser sempre por, pelo menos, uma década. "Os namings têm de ser sempre, no mínimo, por dez anos. Está-se a dar um nome a um filho, não podemos andar a trocar. O nome é uma coisa que, no mercado, tem de estar mais estabilizada. Mas gostaríamos a 20 anos. Seria o ideal, porque, quanto mais estável, melhor é", disse.

Citada em comunicado, Karen Brodkin, co-responsável da WMESports e vice-presidente executiva de estratégia e desenvolvimento de conteúdo da Endeavor, refere que o estádio da Luz e a academia do Benfica "proporcionam não só uma oportunidade para as marcas se ligarem a milhões de adeptos de futebol em todo o mundo, mas também aos seis milhões de turistas que visitam a vibrante capital de Portugal todos os anos".

A responsável sublinha ainda que o grupo WME vai usar a sua "experiência internacional em promoção de imóveis desportivos" para destacar ambas as propriedades do Benfica, salientando que, para tal, será usada "uma abordagem colaborativa e baseada em dados para encontrar os parceiros estratégicos certos".

Já Domingos Soares de Oliveira, CEO do Benfica, acrescenta, também no comunicado, que "será uma mais-valia trabalhar com a prestigiada agência WME Sports, que irá fornecer uma rede incomparável de patrocinadores globais".

Esta não é a primeira vez que o Benfica procura parceiros que adquiram os naming rights do estádio da Luz. Em janeiro de 2019, o Record avançou que o Benfica estaria a pedir 100 milhões de euros pelos naming rights do estádio em Lisboa.

Além disso, ao longo das últimas décadas, foram várias as notícias que apontaram para potenciais negócios envolvendo o nome do estádio da Luz. Em 2016, a imprensa chegou a dar como fechado um negócio pelo mesmo valor e com a duração de 10 temporadas. Todavia, o nome do estádio do Benfica não chegou a mudar.

Quanto à academia do Benfica, o clube vendeu em 2006 os direitos de nome do centro de estágios no Seixal à Caixa Geral de Depósitos por dez anos. Nessa altura, a infraestrutura passou a designar-se por Caixa Futebol Campus. No final desse contrato, em 2016, a academia adotou a designação genérica de Benfica Campus.

Estão preparados para ir ao Estádio Fly Emirates?
Eu estou. Para mim é o estádio da luz. Desde que entre o guito.
Agora, não sei é se é o timing correcto para fazer um negócio deste género.

+1benfiquista

Vai negociar o naming do estádio na pior altura possível... Até com o patrocínio na camisola e o contrato da Adidas vamos ter dores de cabeça. A equipa é cada vez mais irrelevante na europa, não há público nos estádios há um ano e estamos num período de incerteza... E entramos logo como parte fraca no processo...

Curioso para saber como estão as contas na realidade...

ooficioso

Citação de: Diogo.Cris em 15 de Março de 2021, 14:29
Citação de: gizmo em 15 de Março de 2021, 11:57
Citação de: RP89 em 14 de Março de 2021, 12:07
McNoronhas. Foda-se, onde chegámos como clube. Estamos rodeados de retardos mentais, velhos traumatizados e avençados.

Isto para mim tem um significado muito forte, nunca antes ninguém tinha mexido tanto com a vieirada e dragartada como o JNL. Isto é tudo cheiro a medo, isto é a maior razão de todas para o apoiarmos cada vez mais. Ele é o homem certo para o clube certo e custe o que custar, temos de o fazer chegar lá.
Outra das coisas que mais impressão me faz é a ignorância das pessoas a falarem da McDonalds.

Os donos dos franchises da McDonalds são pessoas sempre com um grande background profissional e, normalmente, são pessoas com grande capacidade de gestão e liderança.

Falar de um ex-diretor de uma das maiores cadeias alimentares a nível mundial (com resultados comprovados) como se falasse de um gajo que tivesse um pequeno restaurante é uma desonestidade intelectual enorme.

Só para se ter uma ideia da dimensão que a McDonald's tem (dados de 2020):

Receitas - 19,21B
Lucros (Receitas - custos) - 4,73B
Ativos totais - 52,6B
Fluxo de caixa gratuito - 4,6B

Quem nos dera a nós que um gestor da McDonald's decidisse pegar no Benfica. Mas vindo de um país que se contenta com Ricardo Salgado, Manso Neto e António Mexia e desdenha os outros, não se poderia esperar outra coisa.

Sexta-Feira

Ainda nao foi preso o artista?

O que se segue? O nome do estádio?!

E depois? Qual é o próximo passo?

O objectivo é mesmo destruir o clube não é...