Novos Estatutos aprovados com 91% a favor

pexim

Citação de: abar85 em 24 de Setembro de 2024, 15:28
Citação de: pexim em 23 de Setembro de 2024, 12:04
Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola
Concordo com a premissa, mas não com a conclusão.
A participação nas AGs é extremamente diminuta e algo deveria ser feito para dar mais peso ao voto. Teremos uns novos estatutos aprovados por 3 ou 4 % dos sócios.
Se, por um lado, reflete alguma falta de militância, por outro demonstra que deveria ser alvo de análise e de busca de solução.
E, por mim, a decisão até seria bastante simples. À imagem do que aconteceu nas eleições, a AG deveria ser transmitida em direto para as Casas do Benfica, nas quais seria feita uma acreditação igual à do pavilhão e onde se poderia votar em simultâneo, com os resultados a serem transmitidos de forma imediata para a "sede".

Esta solução poderia muito bem ser testada numa AG mais "simples", como a da próxima sexta e, correndo bem, ser implementada como regra.

Isso só será possível se quem liderar o Benfica for sério para que o processo seja credível.
Neste momento ninguém poderia acreditar nos resultados transmitidos das casas sem qualquer tipo de prova que eram reais.
Os resultados seriam "live". Contados na hora em frente a todos os presentes e transmitidos de forma audível por todos. Muito mais transparente e fácil de controlar do que no pavilhão.

Elvis the Pelvis

Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola

Como disseram atrás, o Delgado é alinhado com o Vierismo/Costismo. O próprio Jornal "A Bola" há muito deixou de ser independente, esteve sempre claramente alinhado com o Vieirismo.

Mjölnir

Citação de: Golden_Adler em 24 de Setembro de 2024, 11:07
Citação de: Diogo20 em 23 de Setembro de 2024, 18:44
Citação de: LeGoat25 em 23 de Setembro de 2024, 17:47Para quem tem dúvidas sobre a questão do número de votos de cada sócio, que analise esta foto com cuidado. 1 sócio com 50 votos, vale tanto como aquela bancada toda



Vale é mais, não estão 50 pessoas nessa foto.
isso e tudo menos democracia
Não concordo com a discrepância, é um absurdo. No entanto foi a democracia que aprovou este modelo.

Torgal

Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola

Quando convém às pessoas temos que respeitar a maioria. Quando se aprovam medidas que não queriam em AG já não dá jeito respeitar a democracia.

JozeSlb

A revisão na especialidade ficou em que artigo?

Tds 28

Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:41A revisão na especialidade ficou em que artigo?
Sem certezas, mas 21º artigo

JozeSlb

Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:43
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:41A revisão na especialidade ficou em que artigo?
Sem certezas, mas 21º artigo
Não consegui ir no Sábado mas não posso faltar na próxima. Cheira-me que o 25º vai ser interessante

Tds 28

Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:47
Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:43
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:41A revisão na especialidade ficou em que artigo?
Sem certezas, mas 21º artigo
Não consegui ir no Sábado mas não posso faltar na próxima. Cheira-me que o 25º vai ser interessante
Penso que a próxima será bem mais moderada e que será necessário mais um dia. Há imensas propostas, a maioria duvido que seja retirada. Temos os temas mais tensos, como votos das casas e distribuição de votos por debater e que vai demorar

JozeSlb

Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:50
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:47
Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:43
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:41A revisão na especialidade ficou em que artigo?
Sem certezas, mas 21º artigo
Não consegui ir no Sábado mas não posso faltar na próxima. Cheira-me que o 25º vai ser interessante
Penso que a próxima será bem mais moderada e que será necessário mais um dia. Há imensas propostas, a maioria duvido que seja retirada. Temos os temas mais tensos, como votos das casas e distribuição de votos por debater e que vai demorar
Também me parece.

Do número de votos, das que li a que gostei mais foi a do Pedro Gonçalves:
1 a 5 anos: 1 voto
5 a 10 anos: 2 votos
10 a 15 anos: 3 votos
15 a 25 anos: 4 votos
Mais de 25 anos: 5 votos

MrKafafi

Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola

A malta não vai porque não quer, são praticamente 60 mil sócios que vão ao estádio todas as semanas, não faltaram portanto meios nem tempo para as pessoas se deslocarem a Lisboa, é simplesmente uma questão de prioridades.

Para mim é uma prioridade, faço centenas de Km para estar presente nas AGs mais importantes e estou.

Tantos benfiquistas com quem falo e dizem que não vão porque têm coisas mais interessantes para fazer, que não alteram o que seja na sua rotina para poderem ir à AG.

A única falha aqui, e é grave, e as AGs não serem marcadas com mais antecedência.

MrKafafi

Citação de: Torgal em 23 de Setembro de 2024, 21:07
Citação de: Gosepe13 em 23 de Setembro de 2024, 08:20
Citação de: Torgal em 23 de Setembro de 2024, 00:57

Deixo aqui a minha proposta, com as alterações feitas durante a Assembleia Geral de Revisão de Estatutos.

Alguns pontos importantes:

1. A proposta que fiz para o artigo 8º aparece aqui como ponto 5. Será impressa e entregue em mão à Mesa para que esteja clara e não escrita à mão como teve de ser durante a retificação da mesma em AG, quando adicionei este ponto em que se reforça que apenas se permite a utilização do emblema original nos equipamentos. Apesar de termos o emblema descrito no artigo 8º e não haver previsão do aparecimento de monocromáticos estatutariamente, acho que é essencial, dada a história recente, ter este reforço de como deve ser utilizado.

2. Quando menciono que nas modalidades femininas os calções poderão ser pretos, não significa que, por exemplo, no equipamento principal os utilizados, se assim entenderem, não podem ser vermelhos.

3. No terceiro equipamento o caso dos calções não se aplica porque há liberdade de escolha na concepção do mesmo.

Resumindo, da proposta original foi adicionada a minha proposta do artigo 8º a este artigo 9º (ponto 5) e incluída a proibição do monocromático (ou outra variação) no terceiro equipamento.

Espero que a MAG também consiga assimilar melhor alterações feitas em AG do que apenas papéis escritos. Se o fizerem fotografem como eu fiz para terem prova da entrega da alteração e depois escrevam em casa e imprimam para ficar tudo direito, para entregarem num próximo momento. Não reunidas as possibilidades, enviar e-mail à secretaria geral.

Este texto poderá vir a sofrer alterações quando incluído nos estatutos por motivos de harmonização e inclusão de linguagem mais normativa.


Torgal,

No ponto 2 sobre os equipamentos alternativos, calções vermelhos? Não costumavam ser brancos os calções, com a camisola branca? E ocasionalmente vermelhos?

Citação de: Gosepe13 em 23 de Setembro de 2024, 08:20
Citação de: Torgal em 23 de Setembro de 2024, 00:57

Deixo aqui a minha proposta, com as alterações feitas durante a Assembleia Geral de Revisão de Estatutos.

Alguns pontos importantes:

1. A proposta que fiz para o artigo 8º aparece aqui como ponto 5. Será impressa e entregue em mão à Mesa para que esteja clara e não escrita à mão como teve de ser durante a retificação da mesma em AG, quando adicionei este ponto em que se reforça que apenas se permite a utilização do emblema original nos equipamentos. Apesar de termos o emblema descrito no artigo 8º e não haver previsão do aparecimento de monocromáticos estatutariamente, acho que é essencial, dada a história recente, ter este reforço de como deve ser utilizado.

2. Quando menciono que nas modalidades femininas os calções poderão ser pretos, não significa que, por exemplo, no equipamento principal os utilizados, se assim entenderem, não podem ser vermelhos.

3. No terceiro equipamento o caso dos calções não se aplica porque há liberdade de escolha na concepção do mesmo.

Resumindo, da proposta original foi adicionada a minha proposta do artigo 8º a este artigo 9º (ponto 5) e incluída a proibição do monocromático (ou outra variação) no terceiro equipamento.

Espero que a MAG também consiga assimilar melhor alterações feitas em AG do que apenas papéis escritos. Se o fizerem fotografem como eu fiz para terem prova da entrega da alteração e depois escrevam em casa e imprimam para ficar tudo direito, para entregarem num próximo momento. Não reunidas as possibilidades, enviar e-mail à secretaria geral.

Este texto poderá vir a sofrer alterações quando incluído nos estatutos por motivos de harmonização e inclusão de linguagem mais normativa.


Torgal,

No ponto 2 sobre os equipamentos alternativos, calções vermelhos? Não costumavam ser brancos os calções, com a camisola branca? E ocasionalmente vermelhos?


Podem-se utilizar os brancos, mas para regras de inscrição não faz sentido ter brancos registados no principal e no alternativo.

Como fazes essa leitura Torgal? Não vejo tanta liberdade no que foi aprovado no sábado.

Lellominsk

Citação de: MrKafafi em 25 de Setembro de 2024, 08:30
Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola

A malta não vai porque não quer, são praticamente 60 mil sócios que vão ao estádio todas as semanas, não faltaram portanto meios nem tempo para as pessoas se deslocarem a Lisboa, é simplesmente uma questão de prioridades.

Para mim é uma prioridade, faço centenas de Km para estar presente nas AGs mais importantes e estou.

Tantos benfiquistas com quem falo e dizem que não vão porque têm coisas mais interessantes para fazer, que não alteram o que seja na sua rotina para poderem ir à AG.

A única falha aqui, e é grave, e as AGs não serem marcadas com mais antecedência.

Acho que já custa pagar o balúrdio das quotas quando mais ir a Lisboa ... Não conseguimos dar o passo para reuniões como se fizeram na pandemia ... quem chateia muito desliga-se o micro :D :D :D

Tds 28

Citação de: JozeSlb em 25 de Setembro de 2024, 00:24
Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:50
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:47
Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:43
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:41A revisão na especialidade ficou em que artigo?
Sem certezas, mas 21º artigo
Não consegui ir no Sábado mas não posso faltar na próxima. Cheira-me que o 25º vai ser interessante
Penso que a próxima será bem mais moderada e que será necessário mais um dia. Há imensas propostas, a maioria duvido que seja retirada. Temos os temas mais tensos, como votos das casas e distribuição de votos por debater e que vai demorar
Também me parece.

Do número de votos, das que li a que gostei mais foi a do Pedro Gonçalves:
1 a 5 anos: 1 voto
5 a 10 anos: 2 votos
10 a 15 anos: 3 votos
15 a 25 anos: 4 votos
Mais de 25 anos: 5 votos
Qualquer descida eu aprovaria, não sendo 1 sócio = 1 voto, esse parece-me bem. Mas os sócios de 50 e 70 também deviam ter distinção, então

Limentaen

Citação de: Tds 28 em 25 de Setembro de 2024, 12:02
Citação de: JozeSlb em 25 de Setembro de 2024, 00:24
Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:50
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:47
Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:43
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:41A revisão na especialidade ficou em que artigo?
Sem certezas, mas 21º artigo
Não consegui ir no Sábado mas não posso faltar na próxima. Cheira-me que o 25º vai ser interessante
Penso que a próxima será bem mais moderada e que será necessário mais um dia. Há imensas propostas, a maioria duvido que seja retirada. Temos os temas mais tensos, como votos das casas e distribuição de votos por debater e que vai demorar
Também me parece.

Do número de votos, das que li a que gostei mais foi a do Pedro Gonçalves:
1 a 5 anos: 1 voto
5 a 10 anos: 2 votos
10 a 15 anos: 3 votos
15 a 25 anos: 4 votos
Mais de 25 anos: 5 votos
Qualquer descida eu aprovaria, não sendo 1 sócio = 1 voto, esse parece-me bem. Mas os sócios de 50 e 70 também deviam ter distinção, então

Apesar de ter 50 votos, quase 30 anos de sócio, na minha opinião seria 1 sócio 1 voto e quando fizesse os 25 anos, emblema de prata, passaria a ter 2 votos, com os votos a aumentarem aos 50 e 75 anos de sócio, para um máximo de 4 ou 5 votos, se aos 75 anos de sócio em vez de passar para 4 votos fosse 5 votos

Hugalf

Citação de: Limentaen em 25 de Setembro de 2024, 12:12
Citação de: Tds 28 em 25 de Setembro de 2024, 12:02
Citação de: JozeSlb em 25 de Setembro de 2024, 00:24
Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:50
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:47
Citação de: Tds 28 em 24 de Setembro de 2024, 23:43
Citação de: JozeSlb em 24 de Setembro de 2024, 23:41A revisão na especialidade ficou em que artigo?
Sem certezas, mas 21º artigo
Não consegui ir no Sábado mas não posso faltar na próxima. Cheira-me que o 25º vai ser interessante
Penso que a próxima será bem mais moderada e que será necessário mais um dia. Há imensas propostas, a maioria duvido que seja retirada. Temos os temas mais tensos, como votos das casas e distribuição de votos por debater e que vai demorar
Também me parece.

Do número de votos, das que li a que gostei mais foi a do Pedro Gonçalves:
1 a 5 anos: 1 voto
5 a 10 anos: 2 votos
10 a 15 anos: 3 votos
15 a 25 anos: 4 votos
Mais de 25 anos: 5 votos
Qualquer descida eu aprovaria, não sendo 1 sócio = 1 voto, esse parece-me bem. Mas os sócios de 50 e 70 também deviam ter distinção, então

Apesar de ter 50 votos, quase 30 anos de sócio, na minha opinião seria 1 sócio 1 voto e quando fizesse os 25 anos, emblema de prata, passaria a ter 2 votos, com os votos a aumentarem aos 50 e 75 anos de sócio, para um máximo de 4 ou 5 votos, se aos 75 anos de sócio em vez de passar para 4 votos fosse 5 votos

A proposta do Tiago Godinho do SoB é muito parecida com isso:

1 Votos, -25 Anos de sócio;
2 Votos, 25—50 Anos de sócio;
3 Votos, 50—75 Anos de sócio;
5 Votos, +75 Anos de sócio;

Não sendo "1 sócio — 1 voto" parece-me uma solução bastante razoável e lógica.