Novos Estatutos aprovados com 91% a favor

LA Lakers

Citação de: pexim em 23 de Setembro de 2024, 12:04
Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola
Concordo com a premissa, mas não com a conclusão.
A participação nas AGs é extremamente diminuta e algo deveria ser feito para dar mais peso ao voto. Teremos uns novos estatutos aprovados por 3 ou 4 % dos sócios.
Se, por um lado, reflete alguma falta de militância, por outro demonstra que deveria ser alvo de análise e de busca de solução.
E, por mim, a decisão até seria bastante simples. À imagem do que aconteceu nas eleições, a AG deveria ser transmitida em direto para as Casas do Benfica, nas quais seria feita uma acreditação igual à do pavilhão e onde se poderia votar em simultâneo, com os resultados a serem transmitidos de forma imediata para a "sede".

Esta solução poderia muito bem ser testada numa AG mais "simples", como a da próxima sexta e, correndo bem, ser implementada como regra.

Isto deve ser das melhores ideias que ouvi nos últimos tempos.

Além que seria uma forma de dar uso útil as casas do Benfica no associativismo.

Golden_Adler

Citação de: pexim em 23 de Setembro de 2024, 12:04
Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola
Concordo com a premissa, mas não com a conclusão.
A participação nas AGs é extremamente diminuta e algo deveria ser feito para dar mais peso ao voto. Teremos uns novos estatutos aprovados por 3 ou 4 % dos sócios.
Se, por um lado, reflete alguma falta de militância, por outro demonstra que deveria ser alvo de análise e de busca de solução.
E, por mim, a decisão até seria bastante simples. À imagem do que aconteceu nas eleições, a AG deveria ser transmitida em direto para as Casas do Benfica, nas quais seria feita uma acreditação igual à do pavilhão e onde se poderia votar em simultâneo, com os resultados a serem transmitidos de forma imediata para a "sede".

Esta solução poderia muito bem ser testada numa AG mais "simples", como a da próxima sexta e, correndo bem, ser implementada como regra.
Ideia Brilhante.

LeGoat25

Para quem tem dúvidas sobre a questão do número de votos de cada sócio, que analise esta foto com cuidado. 1 sócio com 50 votos, vale tanto como aquela bancada toda



Diogo20

Citação de: LeGoat25 em 23 de Setembro de 2024, 17:47Para quem tem dúvidas sobre a questão do número de votos de cada sócio, que analise esta foto com cuidado. 1 sócio com 50 votos, vale tanto como aquela bancada toda



Vale é mais, não estão 50 pessoas nessa foto.

apedro.stb

Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola

fdpdc666: filho do pinto da costa 666? És tu, Alexandre?  :police:

Purple Rain

Citação de: LeGoat25 em 23 de Setembro de 2024, 17:47Para quem tem dúvidas sobre a questão do número de votos de cada sócio, que analise esta foto com cuidado. 1 sócio com 50 votos, vale tanto como aquela bancada toda




Mas com isto não está preocupado o José Manuel Delgado.

Não se atreveu (ainda) a sugerir o voto pela Internet para as AG. Devia estar mortinho por isso😁

HB

Servir o Benfica afirma que Fernando Seara «não esteve à altura»

Movimento encabeçado por Francisco Benítez aponta o dedo ao ex-presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube da Luz



O Movimento Servir o Benfica emitiu um comunicado sobre os acontecimentos da última Assembleia Geral (AG) extraordinária do clube, apontando o dedo a Fernando Seara, que se demitiu do cargo de presidente da Mesa da AG em plena reunião magna.



O Servir o Benfica esteve, tal como Fernando Seara e uma comissão formada por várias figuras do clube, envolvido no documento que foi aprovado na generalidade no sábado passado.

in abola

Torgal

Citação de: Gosepe13 em 23 de Setembro de 2024, 08:20
Citação de: Torgal em 23 de Setembro de 2024, 00:57

Deixo aqui a minha proposta, com as alterações feitas durante a Assembleia Geral de Revisão de Estatutos.

Alguns pontos importantes:

1. A proposta que fiz para o artigo 8º aparece aqui como ponto 5. Será impressa e entregue em mão à Mesa para que esteja clara e não escrita à mão como teve de ser durante a retificação da mesma em AG, quando adicionei este ponto em que se reforça que apenas se permite a utilização do emblema original nos equipamentos. Apesar de termos o emblema descrito no artigo 8º e não haver previsão do aparecimento de monocromáticos estatutariamente, acho que é essencial, dada a história recente, ter este reforço de como deve ser utilizado.

2. Quando menciono que nas modalidades femininas os calções poderão ser pretos, não significa que, por exemplo, no equipamento principal os utilizados, se assim entenderem, não podem ser vermelhos.

3. No terceiro equipamento o caso dos calções não se aplica porque há liberdade de escolha na concepção do mesmo.

Resumindo, da proposta original foi adicionada a minha proposta do artigo 8º a este artigo 9º (ponto 5) e incluída a proibição do monocromático (ou outra variação) no terceiro equipamento.

Espero que a MAG também consiga assimilar melhor alterações feitas em AG do que apenas papéis escritos. Se o fizerem fotografem como eu fiz para terem prova da entrega da alteração e depois escrevam em casa e imprimam para ficar tudo direito, para entregarem num próximo momento. Não reunidas as possibilidades, enviar e-mail à secretaria geral.

Este texto poderá vir a sofrer alterações quando incluído nos estatutos por motivos de harmonização e inclusão de linguagem mais normativa.


Torgal,

No ponto 2 sobre os equipamentos alternativos, calções vermelhos? Não costumavam ser brancos os calções, com a camisola branca? E ocasionalmente vermelhos?

Citação de: Gosepe13 em 23 de Setembro de 2024, 08:20
Citação de: Torgal em 23 de Setembro de 2024, 00:57

Deixo aqui a minha proposta, com as alterações feitas durante a Assembleia Geral de Revisão de Estatutos.

Alguns pontos importantes:

1. A proposta que fiz para o artigo 8º aparece aqui como ponto 5. Será impressa e entregue em mão à Mesa para que esteja clara e não escrita à mão como teve de ser durante a retificação da mesma em AG, quando adicionei este ponto em que se reforça que apenas se permite a utilização do emblema original nos equipamentos. Apesar de termos o emblema descrito no artigo 8º e não haver previsão do aparecimento de monocromáticos estatutariamente, acho que é essencial, dada a história recente, ter este reforço de como deve ser utilizado.

2. Quando menciono que nas modalidades femininas os calções poderão ser pretos, não significa que, por exemplo, no equipamento principal os utilizados, se assim entenderem, não podem ser vermelhos.

3. No terceiro equipamento o caso dos calções não se aplica porque há liberdade de escolha na concepção do mesmo.

Resumindo, da proposta original foi adicionada a minha proposta do artigo 8º a este artigo 9º (ponto 5) e incluída a proibição do monocromático (ou outra variação) no terceiro equipamento.

Espero que a MAG também consiga assimilar melhor alterações feitas em AG do que apenas papéis escritos. Se o fizerem fotografem como eu fiz para terem prova da entrega da alteração e depois escrevam em casa e imprimam para ficar tudo direito, para entregarem num próximo momento. Não reunidas as possibilidades, enviar e-mail à secretaria geral.

Este texto poderá vir a sofrer alterações quando incluído nos estatutos por motivos de harmonização e inclusão de linguagem mais normativa.


Torgal,

No ponto 2 sobre os equipamentos alternativos, calções vermelhos? Não costumavam ser brancos os calções, com a camisola branca? E ocasionalmente vermelhos?


Podem-se utilizar os brancos, mas para regras de inscrição não faz sentido ter brancos registados no principal e no alternativo.

JoMiJoAn

Citação de: Vlsm1971 em 22 de Setembro de 2024, 11:27
Citação de: JoMiJoAn em 21 de Setembro de 2024, 23:09
Citação de: Vlsm1971 em 21 de Setembro de 2024, 23:03
Citação de: ziabloO em 21 de Setembro de 2024, 23:02Um gajo percebe a dor que esta AG provocou, quando vê os bots a espernear nas redes sociais.
Ridículos


Muito bom.... E a terra gira em torno do sol
Sim, a terra gira em torno do sol.
Porquê? Estavas a tentar ser sarcático?

Não.. estava a acompanhar o ser argumento inteligente.
Então concordas com o argumento do user Ziablo

Gosepe13

Citação de: Torgal em 23 de Setembro de 2024, 21:07
Citação de: Gosepe13 em 23 de Setembro de 2024, 08:20
Citação de: Torgal em 23 de Setembro de 2024, 00:57

Deixo aqui a minha proposta, com as alterações feitas durante a Assembleia Geral de Revisão de Estatutos.

Alguns pontos importantes:

1. A proposta que fiz para o artigo 8º aparece aqui como ponto 5. Será impressa e entregue em mão à Mesa para que esteja clara e não escrita à mão como teve de ser durante a retificação da mesma em AG, quando adicionei este ponto em que se reforça que apenas se permite a utilização do emblema original nos equipamentos. Apesar de termos o emblema descrito no artigo 8º e não haver previsão do aparecimento de monocromáticos estatutariamente, acho que é essencial, dada a história recente, ter este reforço de como deve ser utilizado.

2. Quando menciono que nas modalidades femininas os calções poderão ser pretos, não significa que, por exemplo, no equipamento principal os utilizados, se assim entenderem, não podem ser vermelhos.

3. No terceiro equipamento o caso dos calções não se aplica porque há liberdade de escolha na concepção do mesmo.

Resumindo, da proposta original foi adicionada a minha proposta do artigo 8º a este artigo 9º (ponto 5) e incluída a proibição do monocromático (ou outra variação) no terceiro equipamento.

Espero que a MAG também consiga assimilar melhor alterações feitas em AG do que apenas papéis escritos. Se o fizerem fotografem como eu fiz para terem prova da entrega da alteração e depois escrevam em casa e imprimam para ficar tudo direito, para entregarem num próximo momento. Não reunidas as possibilidades, enviar e-mail à secretaria geral.

Este texto poderá vir a sofrer alterações quando incluído nos estatutos por motivos de harmonização e inclusão de linguagem mais normativa.


Torgal,

No ponto 2 sobre os equipamentos alternativos, calções vermelhos? Não costumavam ser brancos os calções, com a camisola branca? E ocasionalmente vermelhos?

Citação de: Gosepe13 em 23 de Setembro de 2024, 08:20
Citação de: Torgal em 23 de Setembro de 2024, 00:57

Deixo aqui a minha proposta, com as alterações feitas durante a Assembleia Geral de Revisão de Estatutos.

Alguns pontos importantes:

1. A proposta que fiz para o artigo 8º aparece aqui como ponto 5. Será impressa e entregue em mão à Mesa para que esteja clara e não escrita à mão como teve de ser durante a retificação da mesma em AG, quando adicionei este ponto em que se reforça que apenas se permite a utilização do emblema original nos equipamentos. Apesar de termos o emblema descrito no artigo 8º e não haver previsão do aparecimento de monocromáticos estatutariamente, acho que é essencial, dada a história recente, ter este reforço de como deve ser utilizado.

2. Quando menciono que nas modalidades femininas os calções poderão ser pretos, não significa que, por exemplo, no equipamento principal os utilizados, se assim entenderem, não podem ser vermelhos.

3. No terceiro equipamento o caso dos calções não se aplica porque há liberdade de escolha na concepção do mesmo.

Resumindo, da proposta original foi adicionada a minha proposta do artigo 8º a este artigo 9º (ponto 5) e incluída a proibição do monocromático (ou outra variação) no terceiro equipamento.

Espero que a MAG também consiga assimilar melhor alterações feitas em AG do que apenas papéis escritos. Se o fizerem fotografem como eu fiz para terem prova da entrega da alteração e depois escrevam em casa e imprimam para ficar tudo direito, para entregarem num próximo momento. Não reunidas as possibilidades, enviar e-mail à secretaria geral.

Este texto poderá vir a sofrer alterações quando incluído nos estatutos por motivos de harmonização e inclusão de linguagem mais normativa.


Torgal,

No ponto 2 sobre os equipamentos alternativos, calções vermelhos? Não costumavam ser brancos os calções, com a camisola branca? E ocasionalmente vermelhos?


Podem-se utilizar os brancos, mas para regras de inscrição não faz sentido ter brancos registados no principal e no alternativo.

Ok já percebi, consideraste cada peça do equipamento separadamente, e não o equipamento como um todo. Muito bem.

Eagle 0nE

Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola

Esse Delgado é só mais um alinhado com o sistema vieirista e agora costista. Aos anos. O Serpa é outro.

Ainda sou do tempo em que estes dois e ainda um tal de Fernando Guerra, um autêntico mentecapto vieirsta, vinham à bola tv destilar propaganda vieirista.

Esse Guerra parecia o autor dos hits vieiristas: "o Benfica é muito apetecível", "Estas minorias ruidosas com sede de poder", "A recuperação da credibilidade não pode ser posta em risco" etc etc etc.

Só merda.

Golden_Adler

Citação de: Diogo20 em 23 de Setembro de 2024, 18:44
Citação de: LeGoat25 em 23 de Setembro de 2024, 17:47Para quem tem dúvidas sobre a questão do número de votos de cada sócio, que analise esta foto com cuidado. 1 sócio com 50 votos, vale tanto como aquela bancada toda



Vale é mais, não estão 50 pessoas nessa foto.
isso e tudo menos democracia

dm_benfica

Citação de: LeGoat25 em 23 de Setembro de 2024, 17:47Para quem tem dúvidas sobre a questão do número de votos de cada sócio, que analise esta foto com cuidado. 1 sócio com 50 votos, vale tanto como aquela bancada toda




Ao menos não era o único com um papel de cor diferente naquela bancada, estava com medo de chatear o Sr Seara  :cheerleaders:

ff77

Citação de: Golden_Adler em 24 de Setembro de 2024, 11:07
Citação de: Diogo20 em 23 de Setembro de 2024, 18:44
Citação de: LeGoat25 em 23 de Setembro de 2024, 17:47Para quem tem dúvidas sobre a questão do número de votos de cada sócio, que analise esta foto com cuidado. 1 sócio com 50 votos, vale tanto como aquela bancada toda



Vale é mais, não estão 50 pessoas nessa foto.
isso e tudo menos democracia
Discordo, mas terás oportunidade de votar numa alternativa aquando da próxima AGE.
Será retomada no Art 22 e o numero de votos consta no Art 25.

abar85

Citação de: pexim em 23 de Setembro de 2024, 12:04
Citação de: fdpdc666 em 23 de Setembro de 2024, 11:03AG's do Benfica, um tema incómodo.
O Benfica tem 115.681 sócios com capacidade eleitoral; nas últimas eleições votaram 40.085; na importantíssima AG de sábado estiveram 1.644. Faz sentido?



Assembleia Geral do Benfica

Não é de agora que me parece desproporcionado o poder que se atribui às Assembleias Gerais (AG) dos clubes que sendo de âmbito nacional, também extravasam fronteiras. Peguemos no exemplo mais recente, o do Benfica, que teve uma reunião magna para decidir sobre matéria constituinte, que requeria três quartos dos votos para ser aprovada. Segundo números oficiais de 2021, haveria 115.681 sócios do clube da Luz com capacidade eleitoral; na AG do último sábado, realizada no pavilhão da Luz, e que foi, para os padrões habituais, bastante concorrida, estiveram presentes 1644 sócios, ou seja, 1,4% daqueles que tinham direito a voto.

Deixando aqui de lado (por irrelevante, perante tamanha disparidade) a valoração feita pelos anos de filiação clubista, quer isto dizer que, de um universo de 115.681 sócios aptos a participar na AG, bastariam 1233 para perfazer os 75% requeridos para alterar os estatutos. Mas aceitemos, por ser mais do que razoável, que nem todos os 115.681 sócios praticam uma militância clubista ativa, e passemos a considerar apenas os votantes nas últimas eleições, há quase três anos, que colocaram frente a frente Rui Costa e Francisco Benitez: foram às urnas, dizer de sua justiça, 40.085 sócios do Benfica, 24,3 vezes mais do que aqueles que estiveram na AG de sábado.

Num clube de bairro, resolver os assuntos através de uma Assembleia Geral é adequado, e sê-lo-á, também, num clube de cidade. Quando a dimensão do emblema ultrapassa este âmbito, por uma questão de justiça, para que uns, por razões geográficas, não sejam discriminados positivamente, para que as decisões tomadas sejam inclusivas e vinculem os principais ativos dos clubes – os sócios – a fórmula tem de ser outra, porque longe vão os tempos das mesas de voto na secretaria-geral do Jardim do Regedor. E o mais estranho, no Benfica e não só, é que não se vê ninguém realmente preocupado com este problema e empenhado em encontrar uma solução – quiçá seguindo o exemplo do Real Madrid, que continua a ser um clube dos sócios - criando uma Assembleia Delegada onde cada votante representasse, imagine-se apenas como hipótese académica, cem sócios.

A meu ver, para os clubes que querem continuar a viver sob o primado dos sócios, e não dos investidores, só esta solução poderá, eficazmente, compatibilizar passado e futuro, fazendo com que todos se sintam incluídos e representados.

A viver uma fase delicada do ponto de vista desportivo, social e económico (outras AG's, em breve, aprofundarão estas questões), a entrada de Bruno Lage teve um primeiro efeito libertador e agregador, que foi suficiente para que a equipa da Luz recuperasse a alegria, colocasse quase todas as pedras no sítio, e conseguisse dois triunfos importantes. Mas o trilho é estreito e ladeado por areias movediças. Nesta fase de instabilidade externa, só os triunfos do futebol poderão ser a cola que não precipite nenhum desenlace. Bruno Lage está, para já, apenas a erguer, com jeito e paciência, um castelo de cartas. Ainda sem margem de erro... 

José Manuel Delgado in A Bola
Concordo com a premissa, mas não com a conclusão.
A participação nas AGs é extremamente diminuta e algo deveria ser feito para dar mais peso ao voto. Teremos uns novos estatutos aprovados por 3 ou 4 % dos sócios.
Se, por um lado, reflete alguma falta de militância, por outro demonstra que deveria ser alvo de análise e de busca de solução.
E, por mim, a decisão até seria bastante simples. À imagem do que aconteceu nas eleições, a AG deveria ser transmitida em direto para as Casas do Benfica, nas quais seria feita uma acreditação igual à do pavilhão e onde se poderia votar em simultâneo, com os resultados a serem transmitidos de forma imediata para a "sede".

Esta solução poderia muito bem ser testada numa AG mais "simples", como a da próxima sexta e, correndo bem, ser implementada como regra.

Isso só será possível se quem liderar o Benfica for sério para que o processo seja credível.
Neste momento ninguém poderia acreditar nos resultados transmitidos das casas sem qualquer tipo de prova que eram reais.