Treinadores

serebotna

Citação de: Leonzo em 05 de Janeiro de 2019, 13:15
Qual é essa ideia de jogo?
Gosto que a minha equipa jogue com o bloco bem junto, a sair em construção por trás, com um pivô, um farol da equipa, que seja o coordenador todo do jogo, a formar triângulos à direita, à esquerda, com ligações entre os corredores feitas por vários jogadores, chegando juntos à frente. Gostamos que a nossa linha defensiva dê conforto à equipa quando estamos no momento ofensivo e que provoque os equilíbrios necessários para que quando perdemos a bola possamos, em vez de darmos passos para trás, dar passos para a frente — e isso só com uma boa colocação. Quando não temos capacidade para ganhar logo a bola, gostamos de montar linhas de cinco ou de quatro ou de três jogadores, em função da distância para a nossa baliza, e gostamos que o jogo seja interpretado por todos, sem exceção, quer no momento ofensivo quer defensivo, participando não 10 mas 11, com o nosso guarda-redes também a fazer parte desse coletivo. Gostamos de aparecer com muita gente na zona de finalização e servir quem lá está, não gostamos de cruzar para a área por cruzar, gostamos de jogar no último terço como jogamos no primeiro ou no segundo... É esta a ideia que transportamos. Umas vezes deu bem, também depende do adversário. Também damos muita importância aos pormenores, como a orientação do corpo, se está aberto, se está fechado, se tem os apoios bem colocados... Os jogadores sentiram-se muito bem com esta forma de treinar e de jogar.

Houve algum jogador surpreendido por treinar assim?
O que os jogadores diziam é que se estavam a sentir bem. A minha preocupação, sempre que treino, é saber se o jogador se sente confortável. Estando ele confortável, eu também fico. Se ele sentir insegurança aqui e ali... O único problema que tive foi a linha alta. Jogarmos com 40 metros atrás da linha defensiva era um problema para algumas cabeças, porque havia ali espaço para explorar. Por exemplo, habituaste-te a ver espaço nas costas do Barcelona, e todas as equipas que jogavam contra o Barcelona chegavam com aquela ideia: "Vamos buscar aquele espaço." Mas nunca conseguiam ir buscá-lo. Porquê? Porque aquele espaço existe mas é controlado. Nós é que estamos a dar o espaço, por isso sabemos o que estamos a dar e estamos confortáveis. Se estamos a dar é porque não precisamos daquilo para nada. Daí termos chegado ao final do campeonato sendo a quarta equipa que menos remates concedeu ao adversário — e demos aquele espaço todo... "Mister, nós a jogar tão altos, as equipas estão habituadas a jogar para ali..." "Calma, tranquilos. Vamos sofrer, mas o caminho vai ter de ser feito. Sofremos um pouco aqui e ali, mas não vamos desconfiar." Esse foi o lado mais difícil de implementar na equipa, torná-la mais compacta e com a linha mais alta. Porque isso tem muitas implicações. Também temos de ter um guarda-redes que compreenda que espaço é aquele e que saiba controlar um espaço que normalmente era controlado por vários jogadores.


Quem compara isto com o bombo só pode ser bricadeirinha de mau gosto.. Adivinhem quem o disse...
Luís Castro 👏

Phuket

Citação de: Leonzo em 05 de Janeiro de 2019, 13:15
Qual é essa ideia de jogo?
Gosto que a minha equipa jogue com o bloco bem junto, a sair em construção por trás, com um pivô, um farol da equipa, que seja o coordenador todo do jogo, a formar triângulos à direita, à esquerda, com ligações entre os corredores feitas por vários jogadores, chegando juntos à frente. Gostamos que a nossa linha defensiva dê conforto à equipa quando estamos no momento ofensivo e que provoque os equilíbrios necessários para que quando perdemos a bola possamos, em vez de darmos passos para trás, dar passos para a frente — e isso só com uma boa colocação. Quando não temos capacidade para ganhar logo a bola, gostamos de montar linhas de cinco ou de quatro ou de três jogadores, em função da distância para a nossa baliza, e gostamos que o jogo seja interpretado por todos, sem exceção, quer no momento ofensivo quer defensivo, participando não 10 mas 11, com o nosso guarda-redes também a fazer parte desse coletivo. Gostamos de aparecer com muita gente na zona de finalização e servir quem lá está, não gostamos de cruzar para a área por cruzar, gostamos de jogar no último terço como jogamos no primeiro ou no segundo... É esta a ideia que transportamos. Umas vezes deu bem, também depende do adversário. Também damos muita importância aos pormenores, como a orientação do corpo, se está aberto, se está fechado, se tem os apoios bem colocados... Os jogadores sentiram-se muito bem com esta forma de treinar e de jogar.

Houve algum jogador surpreendido por treinar assim?
O que os jogadores diziam é que se estavam a sentir bem. A minha preocupação, sempre que treino, é saber se o jogador se sente confortável. Estando ele confortável, eu também fico. Se ele sentir insegurança aqui e ali... O único problema que tive foi a linha alta. Jogarmos com 40 metros atrás da linha defensiva era um problema para algumas cabeças, porque havia ali espaço para explorar. Por exemplo, habituaste-te a ver espaço nas costas do Barcelona, e todas as equipas que jogavam contra o Barcelona chegavam com aquela ideia: "Vamos buscar aquele espaço." Mas nunca conseguiam ir buscá-lo. Porquê? Porque aquele espaço existe mas é controlado. Nós é que estamos a dar o espaço, por isso sabemos o que estamos a dar e estamos confortáveis. Se estamos a dar é porque não precisamos daquilo para nada. Daí termos chegado ao final do campeonato sendo a quarta equipa que menos remates concedeu ao adversário — e demos aquele espaço todo... "Mister, nós a jogar tão altos, as equipas estão habituadas a jogar para ali..." "Calma, tranquilos. Vamos sofrer, mas o caminho vai ter de ser feito. Sofremos um pouco aqui e ali, mas não vamos desconfiar." Esse foi o lado mais difícil de implementar na equipa, torná-la mais compacta e com a linha mais alta. Porque isso tem muitas implicações. Também temos de ter um guarda-redes que compreenda que espaço é aquele e que saiba controlar um espaço que normalmente era controlado por vários jogadores.


Quem compara isto com o bombo só pode ser bricadeirinha de mau gosto.. Adivinhem quem o disse...
Cuidado com os teóricos! Foge dos teóricos do futebol!

Quem lê o livro do Rui Vitória sem conhecer bem a peça, deve pensar que foi professor do Guardiola!  ;D

Marcos dos Santos

Citação de: Aguia_Vermelha em 05 de Janeiro de 2019, 13:16
Citação de: Marcos dos Santos em 05 de Janeiro de 2019, 13:11
Porra mas vocês acham mesmo que treinadores como o Conte ou o Mourinho se iam enfiar numa liga fora das seis melhores da europa? E a ganhar menos que 6 ou 7M ao ano? Ganhem mas é juízo.
Treinadores com relevância no futebol europeu não se vão meter aqui. A escolha terá que ser um português. Neste momento na europa não somos mais que um Basileia desta vida, ganhem noção. Já para não falar que jogamos numa liga que a nível de qualidade (jogo jogado, assistência nas bancadas) está ao nível da liga escocesa, e não estou a brincar.

Deve ter sido por isso que cá passaram Trapattoni,Heynckes,Koeman...tudo treinadores sem curriculo...lol
Arrisco-me a dizer que éramos um clube mais prestigiado há vinte anos atrás que agora.
E o Koeman não é treinador de topo, nem de perto.

Jigz

Tivemos lá um estagiaro na empresa, que tem um familiar que é empresário do Bruno Fernandes.
Segundo ele, é tambem quem gere a carreira de Luis Castro, disse me que Vieira reuniu com Mourinho e tambem com o agente do Luis Castro.

Não sei se é verdade ou não, mas sei que é um chavalo normal e sério.


Estou um bocado desconfiado é com o Mourinho, vinha se meter nesta casa a arder? Saiu de uma...

pedr0

wenger
setien
rose
marco silva
faria
mourinho

3 portugueses e 3 estrangeiros. ficava satisfeito com qualquer um para a proxima epoca. ate ao final desta ficava o lage ate pq com os jogos que vamos ter agr, vir um treinador novo era estar a criar as condicoes para o queimar em 3 tempos. se o lage tiver resultados, fica ele para o ano que vem.

serebotna

Citação de: Aguia_Vermelha em 05 de Janeiro de 2019, 13:16
Citação de: Marcos dos Santos em 05 de Janeiro de 2019, 13:11
Porra mas vocês acham mesmo que treinadores como o Conte ou o Mourinho se iam enfiar numa liga fora das seis melhores da europa? E a ganhar menos que 6 ou 7M ao ano? Ganhem mas é juízo.
Treinadores com relevância no futebol europeu não se vão meter aqui. A escolha terá que ser um português. Neste momento na europa não somos mais que um Basileia desta vida, ganhem noção. Já para não falar que jogamos numa liga que a nível de qualidade (jogo jogado, assistência nas bancadas) está ao nível da liga escocesa, e não estou a brincar.

Deve ter sido por isso que cá passaram Trapattoni,Heynckes,Koeman...tudo treinadores sem curriculo...lol
A escocesa tem muito melhores assistências. Fora os 3 grandes, a nossa liga é em tudo semelhante à liga croata ou da sérvia.

BENFIKA

Eu por acaso acho que o Vieira não gosta de futebol de posse e muitas trocas de bola. Parece-me ser claramente daqueles que gosta de grandes correrias, á Judas.

Marcos dos Santos

Citação de: Phuket em 05 de Janeiro de 2019, 13:17
Citação de: Leonzo em 05 de Janeiro de 2019, 13:15
Qual é essa ideia de jogo?
Gosto que a minha equipa jogue com o bloco bem junto, a sair em construção por trás, com um pivô, um farol da equipa, que seja o coordenador todo do jogo, a formar triângulos à direita, à esquerda, com ligações entre os corredores feitas por vários jogadores, chegando juntos à frente. Gostamos que a nossa linha defensiva dê conforto à equipa quando estamos no momento ofensivo e que provoque os equilíbrios necessários para que quando perdemos a bola possamos, em vez de darmos passos para trás, dar passos para a frente — e isso só com uma boa colocação. Quando não temos capacidade para ganhar logo a bola, gostamos de montar linhas de cinco ou de quatro ou de três jogadores, em função da distância para a nossa baliza, e gostamos que o jogo seja interpretado por todos, sem exceção, quer no momento ofensivo quer defensivo, participando não 10 mas 11, com o nosso guarda-redes também a fazer parte desse coletivo. Gostamos de aparecer com muita gente na zona de finalização e servir quem lá está, não gostamos de cruzar para a área por cruzar, gostamos de jogar no último terço como jogamos no primeiro ou no segundo... É esta a ideia que transportamos. Umas vezes deu bem, também depende do adversário. Também damos muita importância aos pormenores, como a orientação do corpo, se está aberto, se está fechado, se tem os apoios bem colocados... Os jogadores sentiram-se muito bem com esta forma de treinar e de jogar.

Houve algum jogador surpreendido por treinar assim?
O que os jogadores diziam é que se estavam a sentir bem. A minha preocupação, sempre que treino, é saber se o jogador se sente confortável. Estando ele confortável, eu também fico. Se ele sentir insegurança aqui e ali... O único problema que tive foi a linha alta. Jogarmos com 40 metros atrás da linha defensiva era um problema para algumas cabeças, porque havia ali espaço para explorar. Por exemplo, habituaste-te a ver espaço nas costas do Barcelona, e todas as equipas que jogavam contra o Barcelona chegavam com aquela ideia: "Vamos buscar aquele espaço." Mas nunca conseguiam ir buscá-lo. Porquê? Porque aquele espaço existe mas é controlado. Nós é que estamos a dar o espaço, por isso sabemos o que estamos a dar e estamos confortáveis. Se estamos a dar é porque não precisamos daquilo para nada. Daí termos chegado ao final do campeonato sendo a quarta equipa que menos remates concedeu ao adversário — e demos aquele espaço todo... "Mister, nós a jogar tão altos, as equipas estão habituadas a jogar para ali..." "Calma, tranquilos. Vamos sofrer, mas o caminho vai ter de ser feito. Sofremos um pouco aqui e ali, mas não vamos desconfiar." Esse foi o lado mais difícil de implementar na equipa, torná-la mais compacta e com a linha mais alta. Porque isso tem muitas implicações. Também temos de ter um guarda-redes que compreenda que espaço é aquele e que saiba controlar um espaço que normalmente era controlado por vários jogadores.


Quem compara isto com o bombo só pode ser bricadeirinha de mau gosto.. Adivinhem quem o disse...
Cuidado com os teóricos! Foge dos teóricos do futebol!

Quem lê-o livro do Rui Vitória sem conhecer bem a peça, deve pensar que foi professor do Guardiola!  ;D
O Rui Vitória não fala de futebol em lado nenhum, simplesmente porque não sabe. Comparar RV a LC é pura demagogia. Aceito que tenham outras preferências, mas pelo menos usem argumentos que façam sentido.

Menino de Ouro RS

Citação de: Jigz em 05 de Janeiro de 2019, 13:18
Tivemos lá um estagiaro na empresa, que tem um familiar que é empresário do Bruno Fernandes.
Segundo ele, é tambem quem gere a carreira de Luis Castro, disse me que Vieira reuniu com Mourinho e tambem com o agente do Luis Castro.

Não sei se é verdade ou não, mas sei que é um chavalo normal e sério.


Estou um bocado desconfiado é com o Mourinho, vinha se meter nesta casa a arder? Saiu de uma...
O Mourinho esta em Inglaterra

Bros

Citação de: _Huji_ em 05 de Janeiro de 2019, 13:15
Do que ouvi falar o Viera quer o Castro mas o Castro nao quer vir para o Benfica nesta altura , disse que so no inicio da proxima temporada e que estava disponivel .

Para isso é tentar o Paulo Fonseca a todo o custo

capelada

Citação de: Leonzo em 05 de Janeiro de 2019, 13:15
Qual é essa ideia de jogo?
Gosto que a minha equipa jogue com o bloco bem junto, a sair em construção por trás, com um pivô, um farol da equipa, que seja o coordenador todo do jogo, a formar triângulos à direita, à esquerda, com ligações entre os corredores feitas por vários jogadores, chegando juntos à frente. Gostamos que a nossa linha defensiva dê conforto à equipa quando estamos no momento ofensivo e que provoque os equilíbrios necessários para que quando perdemos a bola possamos, em vez de darmos passos para trás, dar passos para a frente — e isso só com uma boa colocação. Quando não temos capacidade para ganhar logo a bola, gostamos de montar linhas de cinco ou de quatro ou de três jogadores, em função da distância para a nossa baliza, e gostamos que o jogo seja interpretado por todos, sem exceção, quer no momento ofensivo quer defensivo, participando não 10 mas 11, com o nosso guarda-redes também a fazer parte desse coletivo. Gostamos de aparecer com muita gente na zona de finalização e servir quem lá está, não gostamos de cruzar para a área por cruzar, gostamos de jogar no último terço como jogamos no primeiro ou no segundo... É esta a ideia que transportamos. Umas vezes deu bem, também depende do adversário. Também damos muita importância aos pormenores, como a orientação do corpo, se está aberto, se está fechado, se tem os apoios bem colocados... Os jogadores sentiram-se muito bem com esta forma de treinar e de jogar.

Houve algum jogador surpreendido por treinar assim?
O que os jogadores diziam é que se estavam a sentir bem. A minha preocupação, sempre que treino, é saber se o jogador se sente confortável. Estando ele confortável, eu também fico. Se ele sentir insegurança aqui e ali... O único problema que tive foi a linha alta. Jogarmos com 40 metros atrás da linha defensiva era um problema para algumas cabeças, porque havia ali espaço para explorar. Por exemplo, habituaste-te a ver espaço nas costas do Barcelona, e todas as equipas que jogavam contra o Barcelona chegavam com aquela ideia: "Vamos buscar aquele espaço." Mas nunca conseguiam ir buscá-lo. Porquê? Porque aquele espaço existe mas é controlado. Nós é que estamos a dar o espaço, por isso sabemos o que estamos a dar e estamos confortáveis. Se estamos a dar é porque não precisamos daquilo para nada. Daí termos chegado ao final do campeonato sendo a quarta equipa que menos remates concedeu ao adversário — e demos aquele espaço todo... "Mister, nós a jogar tão altos, as equipas estão habituadas a jogar para ali..." "Calma, tranquilos. Vamos sofrer, mas o caminho vai ter de ser feito. Sofremos um pouco aqui e ali, mas não vamos desconfiar." Esse foi o lado mais difícil de implementar na equipa, torná-la mais compacta e com a linha mais alta. Porque isso tem muitas implicações. Também temos de ter um guarda-redes que compreenda que espaço é aquele e que saiba controlar um espaço que normalmente era controlado por vários jogadores.


Quem compara isto com o bombo só pode ser bricadeirinha de mau gosto.. Adivinhem quem o disse...

Por acaso esta frase parece tirada do reportório do bombo.

Citação"Calma, tranquilos. Vamos sofrer, mas o caminho vai ter de ser feito."

Baron_Davis

Citação de: BENFIKA em 05 de Janeiro de 2019, 13:19
Eu por acaso acho que o Vieira não gosta de futebol de posse e muitas trocas de bola. Parece-me ser claramente daqueles que gosta de grandes correrias, á Judas.

curiosamente o tipo que diz à boca cheia que nao percebe nada de futebol

Jigz

Citação de: Menino de Ouro RS em 05 de Janeiro de 2019, 13:19
Citação de: Jigz em 05 de Janeiro de 2019, 13:18
Tivemos lá um estagiaro na empresa, que tem um familiar que é empresário do Bruno Fernandes.
Segundo ele, é tambem quem gere a carreira de Luis Castro, disse me que Vieira reuniu com Mourinho e tambem com o agente do Luis Castro.

Não sei se é verdade ou não, mas sei que é um chavalo normal e sério.


Estou um bocado desconfiado é com o Mourinho, vinha se meter nesta casa a arder? Saiu de uma...
O Mourinho esta em Inglaterra

Tão e o iPad do Vieira serve para que? Só para o porno queres ver! :rir:

andoaleme

Citação de: Phuket em 05 de Janeiro de 2019, 13:07
Citação de: 2fenix2die em 05 de Janeiro de 2019, 13:04
Citação de: Phuket em 05 de Janeiro de 2019, 12:45
A minha preferência seria por esta ordem:

1. Mourinho
2. Marco Silva
3. Jorge Jesus.
4. Rui Faria.


Os treinadores que NÃO quero mesmo:

1. Luis Castro
2. Abel Ferreira
3. Vítor Pereira.

Amigo a tua opinião vale tanto como a minha e eu respeito, mas diz-me só uma coisa num clube que têm os melhores jogadores da formação, em que o maior investimento feito é na formação a tua escolha nr1 e 3 são treinadores que pura e simplesmente ignoram a formação:
Mourinho teve no Chelsea (De Bruyne,Salah e Lukaku e já não eram miudos como os nossos mas correu com eles porque não eram produtos acabados)
JJ- Bernardo, Cancelo, Andre Gomes, etc tudo jogadores que não eram aproveitados porque o JJ prefiria os craques que contratava no Brasil como os Filipe Meneses e Patric outros como tal.

Só por esta razão não entendo como se pode querer estes 2 treinadores!
Faz algum sentido o que escreves.
Mas se houver um compromisso assumido com a estrutura que há limites nas contratações e que têm obrigatoriamente de apostar nos miúdos de qualidade, então, nesse caso, acho que tem tudo para dar certo.
O JJ já apostou nos miúdos, é verdade que tinha algum complexo com os miúdos portugueses, mas apostou em Di Maria, na David Luiz, no próprio Rodrigo, etc. Não considero miúdo apenas quem tem menos de 20 anos.
Todos os que citas eram jovens contratados, JJ jamais aproveitou a formação e poderia tê-lo feito. É um facto irrefutável e uma lacuna dele enquanto treinador.

Peter Buck

Citação de: BENFIKA em 05 de Janeiro de 2019, 13:19
Eu por acaso acho que o Vieira não gosta de futebol de posse e muitas trocas de bola. Parece-me ser claramente daqueles que gosta de grandes correrias, á Judas.

O Vieira não tem qualquer tipo de entendimento sobre o jogo.