Portugal

Jacinto

Nome completo
Jacinto José Martins Godinho Santos
Data de nascimento
1941-01-28
Periodo no Benfica

1962 - 1970

Primeiro jogo

Quinta, Setembro 13, 1962 - 00:00

SL Benfica: Rita, Maximiano Salvador, Jacinto, Augusto Silva, Raúl Machado, Humberto Fernandes, , Simões, , Pedras, José Torres
Treinador: Fernando Riera
Golos: Pedras (63), José Torres (51), José Torres (57)

Último jogo

Domingo, Setembro 13, 1970 - 00:00

Estádio da Luz ,

SL Benfica: José Henrique, Zeca, Matine, Barros, Jacinto, Humberto Coelho, Jaime Graça, Simões, José Torres, Artur Jorge, Eusébio
Treinador: Jimmy Hagan
Golos: Eusébio (49)

50672 - Tópico: Jacinto Santos  (Lida 5980 vezes)

Shoky

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  • 27 de Julho de 2012, 23:51


Nome Completo: JACINTO José Martins Godinho Santos
Posição: Defesa Central
Nacionalidade: Português (Internacional A)
Data de Nascimento: 28-01-1941
Número da Camisola: ?
Pé Preferido: Direito



Épocas ao serviço do Benfica: 9
Total de Jogos pelo Benfica: 166
Total de Golos pelo Benfica: 10
Títulos pelo Benfica:
7 Campeonatos Nacionais (1962/63, 1963/64, 1964/65, 1966/67, 1967/68, 1968/69, 1970/71)
2 Taças de Portugal (1968/69, 1969/70)


1962/1963
Jogos: 12
Golos: 0

1963/1964
Jogos: 7
Golos: 0

1964/1965
Jogos: 16
Golos: 0

1965/1966
Jogos: 16
Golos: 2 (0 na Liga)

1966/1967
Jogos: 29
Golos: 0

1967/1968
Jogos: 32
Golos: 4 (3 na Liga)

1968/1969
Jogos: 32
Golos: 4 (2 na Liga)

1969/1970
Jogos: 21
Golos: 0

1970/1971
Jogos: 1
Golos: 0
« Última modificação: 01 de Março de 2013, 15:21 por Shoky »

Eddie_

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  • 28 de Julho de 2012, 13:30
7 campeonatos em 9 épocas.
Como era bom jogar ao lado do Eusébio...

Shoky

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  • 28 de Julho de 2012, 13:43
Jacinto José M. G. Santos. Matosinhos. 28 de Janeiro de 1941. Defesa.
Épocas no Benfica: 9 (62/71). Jogos: 165. Golos: 10. Títulos: 7 (Campeonato Nacional) e 2 (Taça de Portugal).
Outros clubes: Leixões. Internacionalizações: 5.




Equipa 1968/1969

Jacinto é nome de planta com flores vistosas e perfumadas. Jacinto é também nome de jogador. Do jogador do Benfica. Jacinto Marques pontificou, nos anos 50, na defensiva encarnada. Poucos anos depois, outro Jacinto, Jacinto Santos, igualmente defesa, desabrochou. E cresceu em tons berrantes, durante quase uma década. Como a tal flor da planta que lhe deu nome, perfumado e vistoso.

Apresentou-se ao grande publico da bola em Matosinhos, no Leixões. Com 20 anos, partiu na direcção da Luz, tendo o conterrâneo Raul Machado, ligeiramente mais velho, por companheiro também de trajectória. Encontrou os bicampeões da Europa. Viveu a sensação do pega-lá-dá-cá com Eusébio, Coluna, Germano, Águas. De mentalidade operária, esmerou-se a trabalhar. Não chegou. Nos quatro primeiros anos, foi remetido à subalternidade, que a coisa ali era séria.

Em 66/67, braço dado com a titularidade, finalmente marcou pontos. Nascimento à baliza, Cavém à direita, Cruz à esquerda, ao lado de Raul Machado compunha o eixo na estrutura base da defensiva benfiquista. Estava-se no rescaldo do Inglaterra 66. Sem a tutelar presença de Germano, surpreendentemente cedido ao Salgueiros. No ano imediato, Jacinto apareceu no onze da final europeia, ante o Manchester United. Só no prolongamento haveria de baquear (4-1) o Benfica, orientado pelo eterno Otto Glória. Desvaneceu-se a hipótese peregrina  de ser campeão no mais importante certame mundial a nível de clubes.

Ainda deambulou à direita, com a entrada em cena de um jovem que respondia pelo nome de Humberto Coelho. Foi em 68/69, na sua última grande época no clube. Eficiente na marcação, lesto no desarme, já menos no jogo aéreo, veloz e autoritário na posse de bola, não era um defesa, era o defesa.

Permaneceu nove anos na Luz. Tem adscritos sete Campeonatos e duas Taças. Quando o vermelho sobressaia no colorido nacional, uma mão cheia de contributos deu à equipa portuguesa. Despediu-se a 13 de Setembro de 1970, com a CUF (1-0), na Catedral, era já Jimmy Hagan o treinador.

Jacinto Santos talvez não tivesse atingido o brilhantismo de alguns dos seus companheiros de rota. Nem tanto lhe fora pedido. Mas sempre lhe é devido um lugar VIP na tribuna dos notáveis do Benfica.


Tópico: Memorial Benfica, Glórias
Autor: Ednilson
Link: http://serbenfiquista.com/forum/index.php?topic=22362.75
« Última modificação: 20 de Abril de 2013, 18:03 por Shoky »

Pedro Marques

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  • A razão da experiência é menos importante que a própria experiência.
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  • 25 de Agosto de 2012, 15:57















Aloutre

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  • Mensagens: 31810
  • 27 de Agosto de 2012, 13:14
9 anos, 9 títulos

Bola7

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  • San Sebastian
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  • Perdido no limbo do serbenf
  • 06 de Fevereiro de 2013, 15:20
mais um conterraneo...

Zlatan

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  • 20 de Abril de 2013, 17:45
Jacinto José M. G. Santos. Matosinhos. 28 de Janeiro de 1941. Defesa.
Épocas no Benfica: 9 (62/71). Jogos: 165. Golos: 10. Títulos: 7 (Campeonato Nacional) e 2 (Taça de Portugal).
Outros clubes: Leixões. Internacionalizações: 5.




Equipa 1968/1969

Jacinto é nome de planta com flores vistosas e perfumadas. Jacinto é também nome de jogador. Do jogador do Benfica. Jacinto Marques pontificou, nos anos 50, na defensiva encarnada. Poucos anos depois, outro Jacinto, Jacinto Santos, igualmente defesa, desabrochou. E cresceu em tons berrantes, durante quase uma década. Como a tal flor da planta que lhe deu nome, perfumado e vistoso.

Apresentou-se ao grande publico da bola em Matosinhos, no Leixões. Com 20 anos, partiu na direcção da Luz, tendo o conterrâneo Raul Machado, ligeiramente mais velho, por companheiro também de trajectória. Encontrou os bicampeões da Europa. Viveu a sensação do pega-lá-dá-cá com Eusébio, Coluna, Germano, Águas. De mentalidade operária, esmerou-se a trabalhar. Não chegou. Nos quatro primeiros anos, foi remetido à subalternidade, que a coisa ali era séria.

Em 66/67, braço dado com a titularidade, finalmente marcou pontos. Nascimento à baliza, Cavém à direita, Cruz à esquerda, ao lado de Raul Machado compunha o eixo na estrutura base da defensiva benfiquista. Estava-se no rescaldo do Inglaterra 66. Sem a tutelar presença de Germano, surpreendentemente cedido ao Salgueiros. No ano imediato, Jacinto apareceu no onze da final europeia, ante o Manchester United. Só no prolongamento haveria de baquear (4-1) o Benfica, orientado pelo eterno Otto Glória. Desvaneceu-se a hipótese peregrina  de ser campeão no mais importante certame mundial a nível de clubes.

Ainda deambulou à direita, com a entrada em cena de um jovem que respondia pelo nome de Humberto Coelho. Foi em 68/69, na sua última grande época no clube. Eficiente na marcação, lesto no desarme, já menos no jogo aéreo, veloz e autoritário na posse de bola, não era um defesa, era o defesa.

Permaneceu nove anos na Luz. Tem adscritos sete Campeonatos e duas Taças. Quando o vermelho sobressaia no colorido nacional, uma mão cheia de contributos deu à equipa portuguesa. Despediu-se a 13 de Setembro de 1970, com a CUF (1-0), na Catedral, era já Jimmy Hagan o treinador.

Jacinto Santos talvez não tivesse atingido o brilhantismo de alguns dos seus companheiros de rota. Nem tanto lhe fora pedido. Mas sempre lhe é devido um lugar VIP na tribuna dos notáveis do Benfica.


Tópico: Memorial Benfica, Glórias
Autor: Ednilson
Link: http://serbenfiquista.com/forum/index.php?topic=22362.75

Rodolfo Dias

  • Sénior
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  • Museu Rodolfo Dias, à cata de fotos e recortes.
  • Mensagens: 2102
  • Sport Vieira e Benfiquinha? Não, obrigado!
  • 21 de Janeiro de 2018, 15:22