Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

pguerreiro

Escolheu mal algumas palavras, mas acima de tudo fica o pedido de reacção à nação benfiquista, começando por equipa e treinador.

Zlatan

O gajo que se esconde nas derrotas, vem dizer isto :rir:

Mas dá os parabéns ao Gabriel, o texto estava muito bom. "Luto europeu", brutal.

Virus

Notei algo diferente neste discurso, cortou o cabelo?

:confused:

SLBCARLOS

Citação de: slbenfica_croft em 30 de Novembro de 2014, 01:35
Esteve bem.

um presidente teria que ter a postura que teve e fez bem em tê-la neste timing. É preciso perceber que ele não pode ter a postura que todos nós temos e já tivemos.

Não sou apoiante de vieira, mas neste ponto esteve bem. Parece-me hoje, um presidente mais maduro neste tipo de questões.
dasss  a serio que foi apenas um pequeno deslize????   por favor.

entao mais valia ter dito  -  ainda bem que nos livramos desta.

Kampz

Sinto um clima ominoso no Benfica actual, acho que isto vai começar a correr muito mal em breve...

Mestre30

Citação de: Kampz em 30 de Novembro de 2014, 02:05
Sinto um clima ominoso no Benfica actual, acho que isto vai começar a correr muito mal em breve...
Cala-te crl!!  ::bater::
















:-X

smp a malhar

Citação de: Kampz em 30 de Novembro de 2014, 02:05
Sinto um clima ominoso no Benfica actual, acho que isto vai começar a correr muito mal em breve...
Partilho a msm opinião... O0

SLBCARLOS


smp a malhar

Citação de: SLBCARLOS em 30 de Novembro de 2014, 02:21


KEEP CALM  foi um pequeno desaire.
Desaire que significa $, em qualquer empresa 1 negocio que gere perdas, por culpa dos funcionários, é considerado 1 acto de incompetência..

Não vem com falinhas mansas a dizer que não há problema...O benfica clube é um SAD, mas sem stress, o pequeno desaire vai significar mais valias financeiras, com as vendas dos activos(jogadores mais importantes)...e dps contrata-se 1 camião de pinocos com esse dinheiro...

E o treinador potencia, ve-se, quantos jogadores comprados este ano jogam?!?

Aakeonan

O problema não é o desaire.

É este jogo psicológico que faz desde que está no Benfica, como se não houvesse direito à indignação, ao protesto...faz sempre este fdp deste jogo do catalogar de mau Benfiquista quem está contra, porque está a dividir a família, porque está a causar instabilidade...como se ninguém pudesse estar insatisfeito, como que nos faz sentir que temos de estar eternamente gratos ao facto de ele ser presidente.

São técnicas já explicadas por quem estuda este tipo de fenómenos psicológicos...e resultam. Este tipo de declarações aparentemente inocentes e em nome do Benfica é que o perpetuam no poder apesar dos desaires sucessivos...são estas pequenas coisas, todas juntas, somadas ao longo de anos e anos que manipulam as massas da forma que o fazem.

SLBCARLOS

um pequeno desaire e perder um jogo do tugao. 

ser eleminado da champions e liga europa (ficando em ultimo do grupo quando se era cabeca de serie)   e um ENORME FRACASSO

e devia haver conseqüências.   

mas nao ta tudo bem

temos um treinador que passado 3 dias pensava ainda que podia ir a liga europa,  e um presidente a seguir vir dizer que foi um pequeno desaire.

dasssss   viva a incompetencia,  somos um clube a deriva.

Aakeonan

Chomsky já estudou e escreveu sobre o fenómeno de manipulação da opinião pública:

1. A estratégia da distracção

Um dos principais elementos de controle social é a estratégia da distracção: esta consiste em desviar a nossa atenção dos problemas importantes, bem como das decisões e mudanças levadas a cabo pelas elites políticas e económicas, mediante bombardeamentos contínuos de informação insignificante (como é o caso do jornalismo cor-de-rosa ou da história do senhor de Penafiel que salvou aquele macaquinho de morrer afogado...) Esta estratégia é igualmente utilizada para impedir que nos interessemos por questões essenciais da ciência, da economia, da psicologia, da política, da neurobiologia ou da cibernética, por exemplo.

2. Problema-reacção-solução

Apoiada pelos meios de comunicação, a classe dominante engendra um problema – uma "situação" prevista para causar uma determinada reacção no público – de maneira a que, como resposta, sejamos nós próprios a propor ou a exigir as medidas eles desejam implementar.
Um bom exemplo disto será o de deixar intensificar a violência urbana, ou organizar uma série de atentados sangrentos, de modo a que nos vejamos forçados a exigir novas leis e políticas de segurança, ainda que para visível prejuízo da nossa própria liberdade. Outro exemplo – muito em voga nos dias que correm – passa por forjar uma crise económica para forçar a aceitação, como um mal menor, do total retrocesso dos direitos sociais e da privatização e desmantelamento dos serviços púbicos.

3. A estratégia gradual

Para fazer com que uma medida inaceitável deixe de o parecer, basta por vezes aplicá-la gradualmente, como que a conta-gotas, por anos consecutivos. Durante as décadas de 1980 e 1990 foram sendo impostas progressivamente condições socioeconómicas radicalmente novas – minimização do poder do Estado relativamente ao das corporações, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários miseráveis – mudanças estas que, se tivessem sido aplicadas de uma só vez, teriam provavelmente levado a algum tipo de revolução.

4. A estratégia de aceder

Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é adiá-la como "dolorosa e desnecessária", acedendo momentaneamente ao nosso descontentamento perante esta, mas abrindo por outro lado caminho para uma futura aceitação pública. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato, e nós temos sempre tendência a acreditar ingenuamente que "tudo estará melhor amanhã", e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Este processo dá-nos mais tempo para nos habituarmos à ideia de uma mudança indesejada, e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5. Dirigir-se ao público como se este fosse menor de idade

A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entoações particularmente infantis, muitas vezes próximas da debilidade mental, como se fossemos todos menores de idade ou sofrêssemos de distúrbios mentais. Ao dirigirem-se a nós como se tivéssemos 12 anos ou menos, é tanto mais provável que a nossa resposta ou reacção seja também ela desprovida de sentido crítico.

6. Sobrepor o aspecto emocional ao racional

Abusar do aspecto emocional de um facto é uma técnica clássica para causar um curto-circuito na observação racional deste e, em última análise, no nosso sentido crítico. Por outro lado, recorrer a uma abordagem emocional garante ainda uma maior facilidade de acesso ao nosso inconsciente para implantar ideias, desejos, medos ou compulsões. É típico por exemplo nas reportagens sobre os malefícios das drogas, em que se entrevista as pobres mães que viram os filhos enterrar-se no cavalo, em vez de se focar as verdadeiras origens e contornos do problema.

7. Manter o público na ignorância

Para conseguir manter um regime de controle e de escravidão, convém que nós – os controlados – sejamos o mais possível incapazes de compreender as tecnologias e os métodos que para tal são utilizados. A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve assim ser a mais pobre e medíocre possível, para que a distância – a nível de conhecimento – entre a classe dominante e as menos favorecidas, permaneça impossível de ultrapassar.
 
8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade

Esta estratégia consiste em levar o público a crer que é moda o facto de ser estúpido, vulgar e inculto. Passa pela divulgação preferencial de conteúdos medíocres como a "Casa dos Segredos", e pela coroação de ícones populares que em geral não devem demasiado à cultura nem à inteligência. Cá em Portugal, pelo menos, funciona bastante bem.

9. Reforçar a auto-culpabilização

Fazer-nos acreditar que somos culpadas pela nossa própria desgraça – seja por falta de inteligência, capacidade, esforço ou moralidade – é um truque antigo (anda por cá pelo menos desde os primórdios da religião católica). De facto, quantas vezes nos têm dado mais ou menos subtilmente a entender que a culpa da crise é nossa, e que não devíamos ter ido de férias o ano passado, ou comprado aquele casaco ou telemóvel? Desta forma, em vez de nos revoltarmos contra o sistema económico propriamente dito ou contra quem é realmente responsável pelo seu colapso, culpamo-nos a nós próprios: o estado depressivo que daí advém resulta geralmente na inibição da acção. E sem acção não há revolução.

10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles próprios

Durante os últimos 50 anos (e não obstante o fenómeno da Internet) os avanços progressivamente mais rápidos da ciência geraram um abismo crescente entre os conhecimentos partilhados com o público e os possuídos pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, essas elites têm desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, em ambos os aspectos físico e psicológico.

Neste momento, a classe dominante conhece melhor o indivíduo comum do que ele próprio. Isso significa que, na maioria dos casos, esta exerce um poder sobre os indivíduos bastante maior do que aquele que os indivíduos exercem sobre si mesmos.


É o Benfica de hoje.

SLBCARLOS

O discurso do NGL devia ser totalmente o contrario,   dizer que e inaceitável o que aconteceu, nas competições europeias que nada dignificou o Benfica , e que e inadmissível voltar a termos mais desaires destes nas competições nacionais.  Quer-se o empenho total para pelo menos voltar-mos a ganhar todos os titulos

sbremoved_34227

Citação de: Aakeonan em 30 de Novembro de 2014, 02:33
O problema não é o desaire.

É este jogo psicológico que faz desde que está no Benfica, como se não houvesse direito à indignação, ao protesto...faz sempre este fdp deste jogo do catalogar de mau Benfiquista quem está contra, porque está a dividir a família, porque está a causar instabilidade...como se ninguém pudesse estar insatisfeito, como que nos faz sentir que temos de estar eternamente gratos ao facto de ele ser presidente.

São técnicas já explicadas por quem estuda este tipo de fenómenos psicológicos...e resultam. Este tipo de declarações aparentemente inocentes e em nome do Benfica é que o perpetuam no poder apesar dos desaires sucessivos...são estas pequenas coisas, todas juntas, somadas ao longo de anos e anos que manipulam as massas da forma que o fazem.
Não é por acaso que os seus apoiantes apresentam o mesmo discurso.

Está sempre tudo bem. Não se pode criticar, é preciso apoiar sempre.

Pontix

 Confunde ser contrário à sua medíocre actuação como presidente com ser pouco leal ao clube. LFV considera-se a personalização do Benfica. Quem não está com ele divide o clube. É assim uma ditadura.

De relevante, não disse nada.