Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

paulomaia1972

Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 17:51
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

Para primeira mensagem aplausos . Concordo com tudo

Quem concorda com isto não pode apoiar a gestão de LFV. É apenas contraditório.

paulomaia1972

Citação de: Polygraph em 26 de Julho de 2019, 18:10
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

É impossível não concordar com o que escreves. Mas esqueces-te de uma coisa muito importante: os jogadores.

E os jogadores têm egos, vontades e, quando obrigas um jogador a ficar, tens que ponderar os prós e os contras desse tipo de política.

Quer para os que "obrigas" a ficar: corres o risco de ficar com um jogador "contrariado", com os efeitos que isso pode ter no seu rendimento desportivo;

Como para os restantes que cá estão: corres o risco de criar problemas no balneário, e o mundo do futebol está cheio desses casos;

E para aqueles que queres trazer: será que consegues atrair grandes jogadores (que, vindo para Portugal, quererão invariavelmente sair um dia) se ganhares a "fama" de dificultar saídas?

Ponto 1, não consegues trazer grandes jogadores no auge da sua carreira. Pode trazer no início, jovens ou no fim de carreira, tipo Jonas.

Ponto 2, os grandes jogadores fazes com os miúdos do Seixal, que se transformam em melhores jogadores em duas, três ou 4 épocas.

Ponto 3, estes miúdos crescem e devem ser pagos devidamente, com salário no topo salarial;

Ponto 4, se apresentares um projeto ambicioso, pagares bem, com as boas condições de trabalho a maioria dos jovens aqui formados ficam 2, 3 ou 4 épocas, antes de dar o salto para um grande europeu.

Ponto 5, quando a gestão pretende é que o superagente vá bater à porta dos interessados para despachar os miúdos, fica difícil construir equipas fortes.


Vladimiro78

Citação de: paulomaia1972 em 26 de Julho de 2019, 18:44
Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 17:51
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

Para primeira mensagem aplausos . Concordo com tudo

Quem concorda com isto não pode apoiar a gestão de LFV. É apenas contraditório.

Claro que pode . A estrategia é de aumentar os risco . Tal como eu defendo

Vladimiro78

Citação de: mansas em 26 de Julho de 2019, 18:32
Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 18:15
Citação de: mansas em 26 de Julho de 2019, 18:12
Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 18:07
Citação de: mansas em 26 de Julho de 2019, 18:04
Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 17:51
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

Para primeira mensagem aplausos . Concordo com tudo

Como é que concordas com tudo, se concordaste com a venda do Félix??? Deves ter essa espinha num cristo....

Num texto com tantas ideias boas aquilo que procuras sao contradiçoes . Mostra muito o espirito reinante aqui . A venda do Felix foi por valores absurdos para a nossa realidade . Foi um acto de gestao que eu nao critico . Happy ?

Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 18:07
Citação de: mansas em 26 de Julho de 2019, 18:04
Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 17:51
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

Para primeira mensagem aplausos . Concordo com tudo

Como é que concordas com tudo, se concordaste com a venda do Félix??? Deves ter essa espinha num cristo....

Num texto com tantas ideias boas aquilo que procuras sao contradiçoes . Mostra muito o espirito reinante aqui . A venda do Felix foi por valores absurdos para a nossa realidade . Foi um acto de gestao que eu nao critico . Happy ?

O texto ta top! É aquilo que se pede a um presidente do Benfica! Mas passas a vida a defender o rei sol da merda que ele faz e agora vens aqui com a maior cara de pau dizer que concordas com tudo o que tá escrito... ca puta de lata...

Noa me importo que nao concordes agora mentires é feio . E mentir num forum mais feio é ainda . Já critiquei varios pontos desta direçao . Varios . Se nao sabes nao opines . Nao mintas

Nao vires o jogo. Toda a gente sabe que o mentiroso aqui és tu....

Nao sei se vai dar em algo , mas fiz denuncia . Tu apenas envenenas a discussao aqui. Crias barreiras entre Benfiquistas com formas diferente de pensar .

iloy

Citação de: Polygraph em 26 de Julho de 2019, 18:10
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

É impossível não concordar com o que escreves. Mas esqueces-te de uma coisa muito importante: os jogadores.

E os jogadores têm egos, vontades e, quando obrigas um jogador a ficar, tens que ponderar os prós e os contras desse tipo de política.

Quer para os que "obrigas" a ficar: corres o risco de ficar com um jogador "contrariado", com os efeitos que isso pode ter no seu rendimento desportivo;

Como para os restantes que cá estão: corres o risco de criar problemas no balneário, e o mundo do futebol está cheio desses casos;

E para aqueles que queres trazer: será que consegues atrair grandes jogadores (que, vindo para Portugal, quererão invariavelmente sair um dia) se ganhares a "fama" de dificultar saídas?

Os jogadores não ficam porque ja sabem que no Benfica nao Ha nem projeto desportivo ambicioso nem dinheiro para aumentar os salários.

volt

Citação de: Polygraph em 26 de Julho de 2019, 18:10
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

É impossível não concordar com o que escreves. Mas esqueces-te de uma coisa muito importante: os jogadores.

E os jogadores têm egos, vontades e, quando obrigas um jogador a ficar, tens que ponderar os prós e os contras desse tipo de política.

Quer para os que "obrigas" a ficar: corres o risco de ficar com um jogador "contrariado", com os efeitos que isso pode ter no seu rendimento desportivo;

Como para os restantes que cá estão: corres o risco de criar problemas no balneário, e o mundo do futebol está cheio desses casos;

E para aqueles que queres trazer: será que consegues atrair grandes jogadores (que, vindo para Portugal, quererão invariavelmente sair um dia) se ganhares a "fama" de dificultar saídas?

Ninguém aponta uma pistola à cabeça dos jogadores e os obriga a assinar.

Ademais, os seus contratos contemplam as clausulas de rescisão, que em Portugal são facultativas, só pões clausula se quiseres. Em Espanha por exemplo são obrigatórias.

Já nem digo para activarem a clausula, mas pelo menos para sair pelo valor dela. Mas não, sai tudo abaixo.

Querem sair para um real ou um barça desta vida? É um sonho legitimo, mas há um contrato assinado, contrato esse que é para cumprir. Depois de cá estarem 2/3/4 anos e tirar-mos o rendimento desportivo deles, aí sim, podemos facilitar e vender ligeiramente abaixo, permitir ao jogador realizar os seus sonhos de jogar numa liga mais competitiva e num clube de nomeada maior. Até lá? Até lá é o Benfica que devia estar primeiro.

Tinha de ser esta a politica, tinha de ser esta a mensagem a ser passada aos jogadores, quer aos que sobem da formação quer aos que chegam. Mas não, 6 meses depois de dar pontapés na bola já os estão a querer empandeirar para um lado qualquer a troco de meia duzia de patacas.

E enquanto assim for, nunca passaremos de uma virgula no futebol europeu.

paulomaia1972

Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 18:51
Citação de: paulomaia1972 em 26 de Julho de 2019, 18:44
Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 17:51
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

Para primeira mensagem aplausos . Concordo com tudo

Quem concorda com isto não pode apoiar a gestão de LFV. É apenas contraditório.

Claro que pode . A estrategia é de aumentar os risco . Tal como eu defendo

Vladimir, se calhar não compreendeste, mas:

- "Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva".

- "Comprar menos mas melhor".

- "Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível".

- "esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal... numa lógica de mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer".

-"A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito"

Conclusão:
Estas 5 frases são claras sobre o Benfica de LFV. E após 16 anos de LFV ainda não vi isto a ser feito.

Se defendeste isto, no passado não ocorreu e no futuro próximo, esta época também não vai acontecer.

A sério que tens um problema.

volt

Folgo em ver que o encartado é um trabalhador exemplar, continuar aqui a fazer valer o seu ordenado, excelente profissional !

Tavares SLB

Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços
Excelente análise.  Concordo 100% com a mesma.
Temo no entanto que todo o processo de potencialização dos próprios jovens como futuro do clube , esteja enquinado de origem. Pois se adoptas , desde cedo uma politica mercantilista co. Todas as parcerias sobejamente conhecidas por todos , crias desde logo a noção nos proprios desde a sua formação  que a estadia no clube será sempre curta desvalorizando assim o proprio estatuto do clube que representam. E esse fator rouba afirmação internacional ao clube , e claro torna bastante mais complicada a vontade de permanecer no mesmo com propostas superiores que irão sempre surgir de outros mercados. É um enorme ciclo vicioso que só mudará com a implementação de um novo projeto de afirmação do próprio Benfica.

paulomaia1972

Citação de: Tavares SLB em 26 de Julho de 2019, 19:08
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços
Excelente análise.  Concordo 100% com a mesma.
Temo no entanto que todo o processo de potencialização dos próprios jovens como futuro do clube , esteja enquinado de origem. Pois se adoptas , desde cedo uma politica mercantilista co. Todas as parcerias sobejamente conhecidas por todos , crias desde logo a noção nos proprios desde a sua formação  que a estadia no clube será sempre curta desvalorizando assim o proprio estatuto do clube que representam. E esse fator rouba afirmação internacional ao clube , e claro torna bastante mais complicada a vontade de permanecer no mesmo com propostas superiores que irão sempre surgir de outros mercados. É um enorme ciclo vicioso que só mudará com a implementação de um novo projeto de afirmação do próprio Benfica.

Óbvio. Excelente observação. É necessário uma futura na política desportiva, que LFV, DSO e JM, não têm esse capacidade ou até vontade de mudar.

Hugo1989


[/quote]

É impossível não concordar com o que escreves. Mas esqueces-te de uma coisa muito importante: os jogadores.

E os jogadores têm egos, vontades e, quando obrigas um jogador a ficar, tens que ponderar os prós e os contras desse tipo de política.

Quer para os que "obrigas" a ficar: corres o risco de ficar com um jogador "contrariado", com os efeitos que isso pode ter no seu rendimento desportivo;

Como para os restantes que cá estão: corres o risco de criar problemas no balneário, e o mundo do futebol está cheio desses casos;

E para aqueles que queres trazer: será que consegues atrair grandes jogadores (que, vindo para Portugal, quererão invariavelmente sair um dia) se ganhares a "fama" de dificultar saídas?
[/quote]

Óbvio que os jogadores têm egos, vontades e ambições na sua carreira profissional. E acontece em todos os clubes. É possível contudo, na minha opinião, mitigar algumas dessas questões com uma estratégia definida:
1. Aumentar o tecto salarial substancialmente. Ao início poderá parecer até desmesurado mas no futuro permitirá contratar jogadores que nos parecem impossíveis agora, e reter os nossos jovens talentos mais tempo.
2. Teremos de abordar as épocas com plantéis reduzidos (22, 23 jogadores no máximo). Mas em que todos têm qualidade real e exponencial para lutar pelo lugar
3. O projecto desportivo tem de ser aliciante e claro. Um jogador do Benfica tem de perceber que a participação na champions não é um fim em si mesmo. Há que tentar lutar pela competição de forma a honrar o passado do clube. Hoje em dia qualquer jogador do SLB sabe que o "Benfica europeu" é uma miragem.
4. Esta estratégia passa também por definir e explicar esta filosofia a todo o clube, todos os escalões. Os jogadores têm de perceber desde o início que se espera rendimento e compromisso com a equipa durante alguns anos.
5. Por fim, qualquer jogador da formação, após algumas épocas (com 24, 25, 26 anos) poderá obviamente procurar outros desafios na sua carreira. O Benfica nunca poderá ter a "fama" de cortar as pernas ao jogador.

Todos estes pontos têm um denominador comum: contêm risco. Mas o futebol como é hoje, com assimetrias claras e tendência para estas se agravarem, exige do nosso clube uma postura de risco. E a janela de oportunidade para o fazermos está a estreitar-se na minha opinião.

Vladimiro78

Citação de: paulomaia1972 em 26 de Julho de 2019, 19:04
Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 18:51
Citação de: paulomaia1972 em 26 de Julho de 2019, 18:44
Citação de: Vladimiro78 em 26 de Julho de 2019, 17:51
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços

Para primeira mensagem aplausos . Concordo com tudo

Quem concorda com isto não pode apoiar a gestão de LFV. É apenas contraditório.

Claro que pode . A estrategia é de aumentar os risco . Tal como eu defendo

Vladimir, se calhar não compreendeste, mas:

- "Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva".

- "Comprar menos mas melhor".

- "Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível".

- "esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal... numa lógica de mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer".

-"A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito"

Conclusão:
Estas 5 frases são claras sobre o Benfica de LFV. E após 16 anos de LFV ainda não vi isto a ser feito.

Se defendeste isto, no passado não ocorreu e no futuro próximo, esta época também não vai acontecer.

A sério que tens um problema.

O facto dizeres que tenho um problema deixa me preocupado , como deves imaginar . Muito . Eu sei o que li . O que tenho escrito . O que concordo naquele texto . O que apoio nesta direçao e o que exigo mais . Simples . Se nao compreendes a questao do problema poderá afinal estar mal direccionada 

Vladimiro78

Citação de: paulomaia1972 em 26 de Julho de 2019, 19:11
Citação de: Tavares SLB em 26 de Julho de 2019, 19:08
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços
Excelente análise.  Concordo 100% com a mesma.
Temo no entanto que todo o processo de potencialização dos próprios jovens como futuro do clube , esteja enquinado de origem. Pois se adoptas , desde cedo uma politica mercantilista co. Todas as parcerias sobejamente conhecidas por todos , crias desde logo a noção nos proprios desde a sua formação  que a estadia no clube será sempre curta desvalorizando assim o proprio estatuto do clube que representam. E esse fator rouba afirmação internacional ao clube , e claro torna bastante mais complicada a vontade de permanecer no mesmo com propostas superiores que irão sempre surgir de outros mercados. É um enorme ciclo vicioso que só mudará com a implementação de um novo projeto de afirmação do próprio Benfica.

Óbvio. Excelente observação. É necessário uma futura na política desportiva, que LFV, DSO e JM, não têm esse capacidade ou até vontade de mudar.

Noa só acredito que têm , como algo mudará

slbfuckfcp

deixem de criticar tanto... exijam jogadores isso concordo, mas pedimos máximo apoio ao BENFICA...

com os adversários fragilizados temos tudo para seguir a VENCER.

Tavares SLB

Citação de: paulomaia1972 em 26 de Julho de 2019, 19:11
Citação de: Tavares SLB em 26 de Julho de 2019, 19:08
Citação de: Hugo1989 em 26 de Julho de 2019, 17:48
Olá pessoal,
Já acompanho este fórum há algum tempo mas é a primeira vez que escrevo! Vou escrever neste tópico porque acho que é o mais adequado ao que tenho a dizer. Tenho lido muito aqui acerca do "Benfica Europeu" e de construção de plantéis. O plantel que temos neste momento tem bastante soluções de qualidade principalmente no meio campo e ataque. Chegará perfeitamente para pelo menos nos considerarmos favoritos no campeonato. Mas quando falamos de fazermos prestações ambiciosas na champions, a nata do futebol europeu, o caso muda de figura. Para se ser bom na champions, consistentemente bons, é preciso outro tipo de política desportiva. É preciso trazer jogadores de qualidade, que são caros, para as posições mais carenciadas. Comprar menos mas melhor. Reter o talento da nossa formação o mais tempo possível. Ou seja teremos de invariavelmente aumentar o nosso tecto salarial. Esse aumento será depois recompensado com os valores que receberemos na prova milionária. Poder-me-ão dizer que é uma jogada de risco. Mas o NEGÓCIO do futebol é um negócio de risco. Muitas vezes fico com a sensação que esta direção vende jovens jogadores ao fim de 6, 7 meses de equipa principal (Renato, Guedes, Lindelof) numa lógica de "mais vale valorizar agora porque no futuro nunca se sabe o que pode acontecer". Na minha opinião essa é uma estratégia errada. Devemos evitar ao máximo vender os jovens da formação, visto que não temos a capacidade financeira de outros clubes europeus. Só criando uma equipa base que se mantenha junto durante 3 ou 4 anos poderemos almejar a estar nas decisões da liga dos campeões (quartos, meias, final) de forma RECORRENTE. A aposta no Seixal foi a correcta. A questão é que essa aposta implica uma estratégia de risco na forma como nos posicionamos no mercado (enquanto vendedores e compradores). E isso não está a ser feito. Não digo que devamos arriscar tudo de forma a ficarmos com instabilidade financeira, mas um clube como o nosso, na situação que temos, tem de arriscar muito mais.

Abraços
Excelente análise.  Concordo 100% com a mesma.
Temo no entanto que todo o processo de potencialização dos próprios jovens como futuro do clube , esteja enquinado de origem. Pois se adoptas , desde cedo uma politica mercantilista co. Todas as parcerias sobejamente conhecidas por todos , crias desde logo a noção nos proprios desde a sua formação  que a estadia no clube será sempre curta desvalorizando assim o proprio estatuto do clube que representam. E esse fator rouba afirmação internacional ao clube , e claro torna bastante mais complicada a vontade de permanecer no mesmo com propostas superiores que irão sempre surgir de outros mercados. É um enorme ciclo vicioso que só mudará com a implementação de um novo projeto de afirmação do próprio Benfica.

Óbvio. Excelente observação. É necessário uma futura na política desportiva, que LFV, DSO e JM, não têm esse capacidade ou até vontade de mudar.
Concordo. Talvez seja mesmo uma questão de vontade. Mas sinceramente,  o que me assusta cada vez mais , é não surgir ninguém com propostas válidas,  assentes numa equipa diretiva solida , sem cultos de personalidade, e que nos permitam a nós sócios , podermos escolher o destino que queremos para o clube. Esse facto para mim é  sem duvida o mais preocupante.