Assembleias Gerais Ordinárias, 27Jun. Sáb. 08h30/14h00

Di_Maria

Tudo ilegal.

E não acontece nada.

O voto eletrônico foi REJEITADO NOS ESTATUTOS e eles continuam.

É inacreditável

Bullseye_SLB

#16
Citação de: Kurt Cobain 10 em 13 de Maio de 2026, 14:39Se ninguém fizer nada, estes gajos vão se perpetuar para sempre como donos do clube.

Saem uns entram outros da mesma trupe.

Esta trupe já há muito tempo que tomou o clube de assalto! Nestas jogadas são eles bons...

melo7

Mais um atropelo aos estatutos aprovados pelos socios.

O proximo será o simbolo.

joaom86

Os estatutos deveriam ser a base da governação do clube.

Estes gajos apelam aos estatutos quando lhes dá jeito e quando não dá...cagam neles.

Não há nada neste clube que funcione como deve ser

Grizzli


OMonarca


Roting

#21
Voto electrónico, AG de avaliação à época desportiva marcada para depois do dia 15/06 e metem no mesmo dia do orçamento para não durar muito tempo.




Helder1977


28Fevereiro1904


mercurialSLB

Citação de: Alvi_Rubro em 13 de Maio de 2026, 15:05Caros consócios,

Olá. Para quem não me conhece, estive muito activo na batalha contra as publicidades com cores no nosso equipamento. Esse foi um movimento que se iniciou aqui e teve sucesso. Temos mais força do que pensamos. Quem for da opinião que o que eu proponho em baixo "não vale a pena" escusa de postar.

Uma Assembleia Geral é um órgão deliberativo presencial do clube. Não é um referendo digital feito numa app.

Os novos estatutos do Benfica foram aprovados num contexto de enorme exigência de transparência, fiscalização e controlo democrático. Aliás, os próprios estatutos mostram clara desconfiança relativamente ao voto eletrónico, ao exigirem verificação física nas eleições.

Agora pretende-se realizar votações online para AGs através do site e da app, sem que exista uma base estatutária clara e inequívoca para transformar a Assembleia Geral num sistema remoto massificado.

Uma AG pressupõe:

- debate;
- contraditório;
- formação colectiva de vontade;
- fiscalização efectiva do acto deliberativo.

Votar remotamente, desligado da dinâmica da assembleia, descaracteriza a própria natureza jurídica da Assembleia Geral.

Mais: onde está:

- a auditoria independente?
- a verificabilidade técnica?
- a possibilidade real de fiscalização pelos sócios?
- o mecanismo de recontagem?
- o regulamento especificamente aprovado para este modelo?

Não está em causa impedir sócios de participar. Está em causa defender a legalidade, a transparência e o espírito democrático que justificou a revisão estatutária.

Por isso, considero existir fundamento sério para avançar com uma providência cautelar destinada a suspender as votações online destas AGs.

Quem tiver interesse em integrar um grupo de sócios para avaliar juridicamente e avançar com esta iniciativa, envie mensagem privada.

(Eu demoro a responder. Mas respondo)

Diria que tentar entrar em contacto com o Gonçalo Almeida Ribeiro, através do Linkedin, pode ser um primeiro passo a considerar

BENFIKA

Citação de: Roting em 13 de Maio de 2026, 20:52Voto electrónico, AG de avaliação à época desportiva marcada para depois do dia 15/06 e metem no mesmo dia do orçamento para não durar muito tempo.





E vês alguma oposição a criticar isso?? Ninguém quer saber, quanto muito o SoB vem exigir respeito pelos estatutos.

!N$4N3_J7

E se houvesse um esforço concentrado para afastar o pessoal à volta do Rui Costa?

Ninguém consegue tirar de lá o mamão da lágrima, mas a maioria dos 65% está completamente indiferente às figuras que o rodeiam. Não seria então viável construir a narrativa do Rui Costa mal aconselhado — o coitadinho com boas intenções mas cercado de gente incompetente? Substituir progressivamente esse círculo por pessoal competente, transformando o Rui Costa num verdadeiro testa de ferro e mitigando assim o seu impacto real na gestão do clube.

Para este efeito, seria crucial aproveitar a próxima AG para exigir respostas concretas sobre os seguintes pontos:

Relatórios de scouting

Plano desportivo — o Rui Costa deve apresentar não apenas a visão para a próxima época, mas para as duas seguintes. Não basta afirmar que existe um plano — é necessário explicá-lo.

Dependência do treinador — o que acontece se Mourinho sair? Um clube da dimensão do Benfica não pode assentar todo o projecto desportivo numa única figura.

Arbitragens — o que foi feito concretamente, com quem se reuniu, o que foi proposto e quais as respostas obtidas. Chega de declarações vagas.

Modelo das AGs — o formato actual não serve os sócios. É necessário maior interacção e diálogo real. Concentrar duas assembleias num único dia é uma forma de fugir ao escrutínio.

Ponto de situação dos projectos paralelos — rádio, District e hotel: valores envolvidos, gastos e receitas actuais.

Situação financeira real
— Dívida actual da SAD, condições dos empréstimos, covenants bancários e trajectória financeira dos próximos anos. Os sócios têm direito a perceber a saúde real do clube.

Modelo de formação
Estamos cada vez mais a perder jovens talentos cada vez mais novos, como corrigir esta tendência.

Política de contratações
— Critérios usados nas últimas contratações, quem decide, qual o papel real do director desportivo versus o presidente versus o treinador.

Comunicação institucional
— Porquê a opacidade sistemática? Que critérios definem o que é comunicado publicamente e o que não é? Porque é que não saiem logo à defesa do Benfica?

Análise interna
- Quando um projecto falha — uma contratação, uma aposta na formação, uma decisão táctica — existe um processo interno de aprendizagem ou simplesmente avança-se sem consequências?

HB

Benfica: candidato a vice-presidente nas últimas eleições contesta legalidade de AG

José Rosário defende que reunião magna para apreciação e discussão da época desportiva, marcada para 27 de junho, tem de realizar-se até 15 de junho


José Rosário foi candidato a vice-presidente com o pelouro do Associativismo na lista de João Diogo Manteigas nas últimas eleições

Spoiler
José Rosário, candidato a vice-presidente na lista de João Diogo Manteigas nas últimas eleições, contesta a marcação de Assembleia Geral para discussão da época desportiva para 27 julho.

«A decisão de José Pereira da Costa, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Sport Lisboa e Benfica, de convocar duas Assembleias Gerais em simultâneo e com votação eletrónica seria, por si só, matéria suficiente para debate. Mas o problema central não está na duplicidade de convocatórias. Está na violação estatutária que uma delas representa: a Assembleia Geral Ordinária para apreciação e discussão da época desportiva tem de realizar-se até 15 de junho. Foi marcada para dia 27. Não há margem para interpretação – o prazo existe e foi ignorado pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube», defendeu.

«Os estatutos não são uma formalidade. São o alicerce da democracia interna do clube e um compromisso coletivo que vincula todos os órgãos sociais. Quando quem tem a missão de os fazer cumprir os contorna, o problema deixa de ser processual e passa a ser institucional. O que hoje parece um detalhe burocrático pode amanhã servir de justificação para decisões muito mais graves. Se os estatutos podem ser ultrapassados por conveniência, o clube passa a ser governado por vontades e não por regras», argumentou.

«Se amanhã uma direção decidisse avançar com uma operação estrutural profundamente polémica — como a venda da SAD — com que legitimidade se poderia contestar quem decide ignorar os estatutos quando lhe convém, se hoje já se aceita que uma Assembleia Geral Ordinária pode ser marcada fora do prazo previsto? A pergunta não é retórica», prosseguiu.

«As instituições sólidas medem-se pela capacidade de respeitar as suas próprias regras, sobretudo quando seria mais fácil não o fazer. O Sport Lisboa e Benfica tem mais de 120 anos porque sempre pertenceu aos seus sócios e assentou numa identidade associativa forte. Fragilizar essa cultura é enfraquecer o clube», rematou José Rosário.

Em declarações à BTV, José Pereira da Costa justificou a opção por 27 de junho: «A norma que a rege tem duas condicionantes. Diz, por um lado, que deve realizar-se até dia 15 de junho, mas apenas se a época desportiva estiver terminada até lá. Naturalmente, o Sport Lisboa e Benfica discute essencialmente temas relacionados com as suas modalidades – e neste caso também com o futebol –, e, como a 15 de junho ainda não estarão fechadas as épocas desportivas das modalidades, tínhamos de encontrar a data mais próxima possível entre essa data e o final da época desportiva. Tendo em conta que a época desportiva do futebol começará, em termos regulamentares e de calendário oficial da UEFA, no início de julho, teria de ser também nesse fim de semana de 27 de junho. Então, o que fizemos? Separámos as duas Assembleias Gerais, que têm matrizes normativas diferentes e objetos distintos. Uma realizar-se-á de manhã, a outra da parte da tarde, ambas com tempo para os sócios analisarem aquilo que houver para analisar e, no caso da segunda, deliberarem aquilo que tiver de ser deliberado.»

https://www.abola.pt/noticias/benfica-candidato-a-vice-presidente-nas-ultimas-eleicoes-contesta-legalidade-de-ag-2026051322242177911
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Soundwave

Como caralho é que se continua a atropelar os estatutos de todas as formas e feitios? Como é possível?

Andris

Citação de: Di_Maria em 13 de Maio de 2026, 16:01Tudo ilegal.

E não acontece nada.

O voto eletrônico foi REJEITADO NOS ESTATUTOS e eles continuam.

É inacreditável
É que dão um gozo do caralho, impressionante.