Gonçalo Alves: "Temos de ser uns guerreiros"

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Os encarnados estão de regresso à maior competição de futsal da Europa esta época e a um passo da final-four. Para que isso aconteça, o Benfica tem de vencer esta semana o Grupo D da Ronda de Elite que se irá disputar em Bratislava.

 

Perante equipas como o Ekonomac, Lokomotiv Kharkiv e Slov-Matic, o capitão Gonçalo Alves recorda que o Benfica tem a maior responsável nesta fase por já ter ganho em 2010 esta competição.

 

“É uma competição em que o Benfica tem uma grande responsabilidade devido ao seu historial. Foi campeão europeu uma vez e pertence a um restrito grupo de clubes que conseguiram conquistar essa competição”, adianta.

 

O capitão lembra que os jogadores têm “de ser uns guerreiros” em cada jogo perante um ambiente que espera que seja "hostil e pesado" em Bratislava.

 

Já Alessandro Patias refreia as expectativas e coloca o favoritismo de lado, centrando o seu objetivo apenas e só na Ronda de Elite.

 

“O Benfica já venceu esta competição. Mas não somos favoritos, estamos longe disso. Há outros clubes com mais possibilidades, mas estamos bem preparados para passar o grupo”, começa por dizer o italo-brasileiro que diz que todo o grupo está “com os pés no chão” e “tem consciência da dificuldade”.

 

Juanjo tem muita experiência nesta competição e vai disputá-la pela primeira vez pelo Benfica. O guardião mostra-se feliz por voltar a estar na UEFA Futsal Cup e esperançado num brilharete do Benfica.

 

Para mim é muito importante jogar esta competição e sobretudo vencê-la. Sei que vai ser muito difícil, já joguei vários jogos fora e em casa com este tipo de rivais e é sempre difícil. Temos que ir jogo a jogo, tendo a consciência da nossa identidade e do que somos capazes de fazer e demonstrá-lo”, concluiu.

 

O Benfica estreia-se nesta fase da competição frente aos sérvios do Ekonomac esta terça-feira.

Chelsea de olhos postos em Gonçalo Guedes

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A ascensão de Gonçalo Guedes não passou despercebida além-fronteiras e os 'tubarões' europeus já rondam a Luz para avaliar a possibilidade de contratar o jovem talento do Benfica.

 

Segundo o jornal O Jogo, o clube mais atento é o Chelsea, que tem enviado observadores aos jogos dos 'encarnados' com o principal propósito de avaliar o extremo de 18 anos. Os 'blues' estiveram representados nos confrontos com FC Porto, Atlético de Madrid, Galatasaray, Sporting e Boavista, sendo que o emissário ficou muito impressionado e pretende agora observar o jogador ao serviço da seleção portuguesa.

 

Gonçalo Guedes, recorde-se, integra as opções da seleção principal para os encontros particulares com Rússia e Luxemburgo, que serão disputados a 14 e 17 de novembro, respetivamente.

 

Também o lateral direito Nélson Semedo foi observado pelo Chelsea neste arranque de temporada, mas a lesão sofrida deixou o processo em 'standby'.

Jardel: Benfica tem todas as condições de conquistar um bom resultado em Alvalade

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Após a vitória sobre o Boavista, para a 10.ª jornada da I Liga, Jardel antecipou a deslocação a Alvalade, já no próximo dia 21 de novembro, a contar para a Taça de Portugal. 
  
«O grupo recuperou a confiança depois destas três boas vitórias. Fizemos um jogo equilibrado [frente ao Boavista] e conquistamos um resultado importante que nos manteve entre os primeiros colocados da Liga», disse o jogador, citado pela sua assessoria de imprensa. 
  
Jardel diz que acredita que o Benfica tem todas as condições de conquistar um bom resultado em Alvalade. «Será mais um grande jogo. Como eles vieram aqui [à Luz] e ganharam, nós também podemos ganhar na casa deles. Temos um período grande de treinos pela frente em função da paragem para os jogos das seleções nacionais e vamos fazer de tudo para chegarmos bem preparados a essa grande partida», frisou.

“O Benfica tem uma História a respeitar”

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Ronda de Elite

“O Benfica tem uma História a respeitar”

O Campeão Nacional está de regresso às competições europeias, iniciando na próxima terça-feira, na Eslováquia, a participação na Ronda de Elite da UEFA Futsal Cup.

 

Depois de um 2.º lugar na prova no segundo ano de existência da Secção e da conquista do título em 2010, o SL Benfica entra em competição com expetativas bem elevadas, contudo, com a humildade e seriedade dos Campeões.

 

“O Benfica tem uma História a respeitar. Parece-me que na Ronda Principal soubemos respeitar essa História, agora, nesta Ronda de Elite é um grupo extremamente matreiro porque são quatro equipas muito similares, onde qualquer uma pode ser primeira classificada e onde qualquer outra pode ser última classificada. Isto pressupõe um nível de alerta extremamente elevado, são equipas com muitos pontos em comum, todas têm grandes e contínuos hábitos de vitória e todas têm o melhor ataque e defesa dos seus campeonatos. Tudo pode acontecer. Aquilo que nós, Benfica, queremos, muito honestamente, é ter a capacidade de ser consistentes na nossa identidade ao nível dos 40 minutos dos três jogos, depois, se conseguirmos ser mais minutos consistentes do que os nossos adversários, pode ser que sejamos felizes. Vamos trabalhar muito para isso, conscientes das dificuldades e das nossas capacidades”, começou por dizer o treinador, Joel Rocha.

 

“Trabalhamos muito em função de objetivos e questões concretas. Neste momento, em relação a essa prova, prepará-la bem e entrar bem no primeiro jogo, capazes, conscientes, inteligentes. Para participar nessa prova pressupõe ser Campeão Nacional. E isso é o maior motivo de satisfação nesta estrutura. Não se trata de objetivos e de sonhos, mas sim de competir, ter a capacidade de perceber as dificuldades desta competição. Obviamente que jogadores, equipa técnica, Clube, País, não ficam indiferentes à prova. Não conheço ninguém que se prepare para não vencer. Haverá mais vida depois da UEFA Futsal Cup, há mais vida depois de 14 de Novembro. Vamos traduzir esse prazer em qualidade”, acrescentou o técnico das “águias”.

 

O que esperar do SL Benfica nesta Fase?

 

 “Vamos ter uma margem de conhecimento em relação aos adversários extremamente concreta, o que é muito importante. Podemos dizer que conhecemos cada um dos três adversários como se do nosso Campeonato fossem. Todo o contexto envolvente, ao nível das viagens, alojamento e pavilhões, temos essas situações bem identificadas para reduzir níveis de ansiedade e estabilizar níveis de capacidade e confiança. É uma questão de consistência ao nível da identidade, esse é o principal desafio”, concluiu Joel Rocha.

“O melhor Benfica para conseguir o objetivo principal”

Alessandro Patias reitera as palavras do timoneiro da equipa e realça o muito trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo coletivo.

 

“Temos trabalhado sempre para vencermos jogo após jogo. Temos feito um grande trabalho e já vencemos algumas coisas. Sabemos que a UEFA é muito importante, acho que a nível de clubes é o maior Campeonato, é o auge para um atleta. Ganhar? Não sei, não estamos a pensar nisso neste momento. Sabemos que é complicado chegar à Final Four, mas temos trabalhado muito para chegarmos à Eslováquia o mais bem preparados possível. O objetivo é esse, mas temos os pés no chão e sabemos que é muito difícil. O Benfica está pronto para o que vai encontrar na próxima semana”, começou por dizer.

 

“É sempre bom ganhar, ficamos mais confiantes. Acreditamos ainda mais no trabalho que temos feito. Temos de pôr em prática o trabalho que temos feito até hoje, vai ter de ser o melhor Benfica para conseguir o objetivo principal, que é passar esta Fase. Acredito que estamos prontos”, argumentou o jogador.

 

Analisando o grupo do SL Benfica… não há favoritos.

 

“O grupo é muito difícil, é difícil encontrar favoritos. Acho que não somos favoritos, mas estamos muito bem preparados para passar a Fase de Grupos e chegar ao objetivo final. Temos de pensar na Fase de Grupos com humildade, jogo após jogo, sabendo que vai ser muito difícil, mas acho que temos todas as condições para chegar ao objetivo principal que é classificar-nos para a fase seguinte”, finalizou Patias.

 

O SL Benfica – que integra o grupo D - vai medir forças na Eslováquia com os sérvios do Ekonomac Kragujevac, os ucranianos do Lokomotiv Kharkiv e o Slov-Matic Bratislava, anfitriões do agrupamento.

 

O Campeão Nacional luso, recorde-se, chega a esta Ronda de Elite depois do triunfo no grupo 2 da fase de apuramento. Venceu os bósnios do Sarajevo (8-2), os búlgaros do Varna (9-2) e os eslovenos do Dobovec (6-1).

 

Os quatro vencedores das 'poules' da Ronda de Elite, cujos embates serão disputados entre 10 e 15 de novembro, qualificam-se para a Final Four, agendada para abril.

 

O primeiro encontro está agendado para as 16h30 (horas locais), no pavilhão Zimny da capital eslovaca, em Bratislava.

 

“Vencer com o apoio dos adeptos”

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Antwerp Giants – SL Benfica

“Vencer com o apoio dos adeptos”

Antuérpia é o próximo destino da equipa do SL Benfica de Basquetebol, após os jogos realizados com o Cibona e o Sopron. Dia 10, terça-feira, há novo jogo europeu, com os “encarnados” a viajarem até à Bélgica para defrontar o Antwerp Giants, num desafio referente à 3.ª ronda do Grupo B da FIBA Europe Cup.

 

Outrora designado de Racing Maes Pils Mechelen, o clube mudou de cidade e é com outro nome que reencontra as “águias” nas competições europeias.

 

Esta é uma oportunidade para os Benfiquistas equilibrarem as contas, uma vez que os dois últimos duelos terminaram com vitórias belgas. Em 1988/89, o SL Benfica perdeu na Bélgica (75-83) para a Taça Korac e depois na Luz, por 88-95.

 

O Antwerp Giants pode não ter a mesma força a nível de títulos quando tinha a anterior designação, no entanto, conta com experiência na Europa.

 

No campeonato do seu país, esta equipa tem duas vitórias e quatro derrotas. Os números mostram ainda que a defesa não é o ponto forte do adversário – segunda pior da competição.

 

Em contraponto a estes dados mais negativos, realce para o desempenho do norte-americano Melsahan Basabe. Este extremo/poste aparece, para já, como o terceiro melhor jogador, ao ter uma média de 19,2 pontos e 8,2 ressaltos por jogo.

 

Esta será a terceira partida do Benfica no Grupo B, após a derrota com o Cibona Zagreb e a vitória frente ao Sopron. Cláudio Fonseca antevê um desafio complicado, mas onde um coletivo forte tem grandes hipóteses de vitória.

 

“Estamos num momento muito bom e é para isto que nos temos preparado nas últimas semanas e desde o início da época, mas temos de continuar a trabalhar para conseguir estar ainda em melhor forma desportiva. Pressão? Não sinto que haja pressão da nossa parte, é o nosso segundo ano nesta liga e estamos a tentar fazer o melhor resultado possível, é esse o nosso objetivo. Agora, espero que o Antwerp esteja a sentir pressão porque nós vamos lá para vencer o jogo”, começou por dizer o camisola 22, em declarações à BTV.

 

Olhando para o adversário, não são esperadas facilidades, mas a meta está traçada!

 

“Sabemos que o Antwerp tem uma equipa muito boa, e isso tem-se visto nos resultados. Têm jogadores muito bons jogadores, tanto de interior como de exterior. Vamos fazer o scouting e preparar a estratégia o melhor possível”, explicou o poste da equipa comandada por Carlos Lisboa.

 

Na terça-feira são esperados vários Benfiquistas em apoio às “águias”... “Sinto que é uma grande motivação. É sempre bom ter os nossos adeptos connosco e que nos venham apoiar. Quanto mais apoio melhor e faz-nos estar ainda mais preparados”, concluiu Cláudio Fonseca.

“Os jogos internacionais dão-nos outro ritmo”

O treinador-adjunto, Nuno Ferreira explica o bom momento que a equipa está a atravessar, um factor que pode pesar no desafio.

“Estamos a atravessar um período positivo, os jogos internacionais dão-nos outro ritmo. Estamos a jogar bem, principalmente defensivamente estamos a crescer de jogo para jogo. Ofensivamente nem sempre isso acontece. Mas não estamos ainda no nosso melhor, trabalhamos para estarmos melhor mais para a frente”, começou por dizer Nuno Ferreira.

 

Existe pressão na equipa?

 

“A pressão está em ambas as partes. Eles jogam em casa e tiveram uma vitória importante nesta última jornada. Vamos jogar com uma equipa complicada, mas julgo que todas são. Acho que é um grupo muito homogéneo, qualquer equipa pode ganhar. E é com esse intuito que vamos a Antuérpia, para ganhar. Se perdêssemos o apuramento era mais difícil. Agora, está um pouco melhor com a vitória que conseguimos fora. A obrigação do Benfica é entrar e lutar para ganhar”, analisou.

 

Olhando para o adversário, esta é uma formação complicada, com jogadores experientes, mas o Benfica está preparado.

 

“É uma equipa complicada, que tem seis ou sete americanos, uma equipa com muita experiência a nível europeu. Temos de ter alguns cuidados defensivos, não podemos deixar que o Antwerp faça contra-ataques, se permitirmos isso vamos ter grandes dificuldades. É uma equipa rápida, com um jogador interior muito bom. Estamos preparados e a trabalhar para tapar os pontos fortes da equipa. Se defendermos como defendemos nestes últimos jogos temos grandes possibilidades de vencer”, explicou.

 

A fechar, palavras para os muitos adeptos que são esperados amanhã em Antuérpia.

 

“É sempre bom jogar fora do País com muita gente. E o Benfica tem essa qualidade de estarmos pelo Mundo todo. Sei que há pessoas de Paris que vão ver o jogo. Isso é mais um fator que vai puxar por nós e vai consciencializar-nos de que estamos no Benfica, e o Benfica é muito grande, é mais uma oportunidade para fazermos um bom jogo e trazermos a vitória”, concluiu Nuno Ferreira.

 

Benfica vence Boavista - Resumo, fotos, relatos, crónica

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SB

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em actualização constante.

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Resumo:

 

 

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O Benfica venceu este domingo o Boavista por 2-0, em jogo a contar para a 10ª jornada, e ascendeu, à condição, ao segundo lugar da I Liga portuguesa de futebol depois de somar o segundo triunfo consecutivo após a derrota em casa diante do Sporting. Nico Gaitán e Gonçalo Guedes abriram o marcador perto do final da primeira parte num jogo que acabou por ser resolvido na segunda parte por intermédio de Carcela.

No regresso ao Estádio da Luz para um jogo do campeonato após a derrota com o Sporting, a equipa de Rui Vitória entrou determinada em assumir o domínio de jogo frente a um Boavista com as suas linhas muito recuadas. Raúl Jiménez voltou a ser titular na equipa do Benfica, enquanto que Mitroglou começou o jogo no banco. E tal como se esperava, o Benfica fez as honras de anfitrião perante os 46 362 espectadores e cedo procurou derrubar a sólida muralha 'espartana' montada por Petit. Os 'axadrezados' vieram à Luz à procura da primeira vitória em quatro jogos, mas a estratégia da equipa do Bessa parecia resumir-se a defender bem e adiar o golo dos adversários com duas linhas de quatro jogadores muito juntas a defender. A formação encarnada até dominava o jogo, mas os jogadores do Benfica raramente encontravam espaço para criar situações de perigo junto à baliza de Mika.

Quando faltavam poucos minutos para o intervalo, Nico Gaitán consegue enganar a defesa do Boavista e num excelente passe permite a Gonçalo Guedes abrir o marcador aos 38 minutos.

O jogo foi para intervalo com o Benfica em vantagem no marcador depois de uma primeira parte em que o Boavista não fez qualquer remate à baliza de Júlio César e a percentagem de posse de bola foi claramente superior para os 'encarnados' com 68 por cento, contra 32 por cento para a equipa de Petit.

No segundo tempo, as equipas regressaram dos balneários sem alterações e o fluxo de jogo foi em tudo semelhante ao do primeiro tempo: mais Benfica, pouco Boavista. Rui Vitória lançou então Mitroglou em jogo já no decorrer da etapa complementar e o jogo dos 'encarnados' ganhou um novo protagonista em Jonas. Os lances de perigo foram-se intensificando junto à área dos 'axadrezados' mas sem consequências, uma vez que os jogadores do Benfica apresentavam algum nervosismo no instante decisivo e acabavam por enrolar-se em fintas desnecessárias.

Com o Benfica à procura do golo da tranquilidade, o Boavista ainda procurou o empate através de lances de contra-ataque. Já com Mehdi Carcela em campo, a equipa de Rui Vitória acabou por resolver o jogo aos 88 minutos com o golo do extremo marroquino já depois dos 'encarnados' terem enviado quatro bolas aos ferros da baliza de Mika.

A formação da Luz, que tem um jogo em atraso, passa a somar 18 pontos, os mesmos do FC Porto, que recebe hoje o Vitória de Setúbal, e Rio Ave, derrotado por 3-2 no reduto do Marítimo, e menos cinco face ao líder Sporting, de viagem a Arouca.

texto sapo.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Sábado, contamos com o vosso apoio”

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Esta sexta-feira, dia 6 de novembro

“Sábado, contamos com o vosso apoio”

A tarde desta sexta-feira fica marcada pela presença de dois atletas do Clube no Facebook Oficial. Daequan Cook, do Basquetebol, e Justin Duff, do Voleibol, estiveram à conversa com os internautas, respondendo a muitas das diversas questões colocadas.

 

Com boa disposição e grande à vontade, os jogadores responderam a questões sobre o SL Benfica, mas também a curiosidades pessoais, como por exemplo, quais as suas bandas preferidas.

 

Para Cook, Drake, Jayz, Meek Mill, The Game, Jhene Aiko, Adele, Rich Homie Quan e Lil Wayne são os escolhidos. Já Duff, gosta de todo o tipo de música excepto… Country!

 

Quanto à iniciativa, o basquetebolista reconheceu que “é muito importante", não só para ele como "para a equipa sentir o apoio dos adeptos” e ainda reforça que a adaptação está a ser boa e que “o Benfica é o melhor Clube de Portugal”.

 

Tendo jogado na Liga NBA, há uma maior expetativa em relação a Cook, mas o jogador não se mostrou afetado: “Não sinto pressão de jogar a alto nível porque já estou habituado a jogar a esse nível. Amo jogar Basquetebol, portanto, isso faz com que seja fácil jogar e sem pressão”, esclareceu, Daequan.

 

Quanto à variedade de modalidades do Clube da Luz, Duff não tem dúvidas: “Só na Universidade é que representei um «clube» com tantas modalidades. De um ponto de vista profissional, o Benfica tem mais atletas do que alguma vez vi com um só símbolo! É bom, porque contribui para uma comunidade de pessoas que gostam e participam no Desporto”, afirmou.

 

Quanto ao jogo de sábado, o voleibolista espera uma vitória: “A qualidade da nossa equipa nesta competição é muito elevada, portanto, vamos para vencer e contamos com o apoio de todos os adeptos”.

 

O Voleibol é o primeiro a entrar em campo, no Pavilhão n.º 2, com a recepção ao V. Guimarães marcada para as 16h00, relativa à 7.ª Jornada do Campeonato Nacional.

 

O Basquetebol entra em acção às 18h30, no Pavilhão Fidelidade, para defrontar o CAB-Madeira, um jogo relativo à 7.ª Jornada do Campeonato Nacional.

 

Todos aos Pavilhões!

 

El Benfica, primer club 'hiperconectado': Estadio, plantilla y seguidores

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Con 14 millones de fans en todo el mundo, 120 jugadores, un estadio con 65.000 asientos y 500.000 suscriptores en su canal de televisión, parece lógico que la tecnología forme parte de la estrategia de negocio del Benfica. Pero no es habitual encontrar un equipo de fútbol con una visión tecnológica integral que aporte soluciones tanto a la infraestructura como a los jugadores y los seguidores. Este club conectado hasta tiene su propio centro de datos (data center), en colaboración con Huawei, para controlar desde casa toda la información que gestiona, como las personas que hay en el campo durante un partido o las horas que ha dormido cada deportista.

La razón de este interés por la tecnología reside en que el equipo directivo del club portugués no cuenta con experiencia previa en el fútbol. «Venimos de mundos distintos y hemos intentado traer a este negocio la visión de otros sectores», afirma a INNOVADORES el CEO del Benfica, Domingos Soares de Oliveira, que ha participado esta semana en el Huawei CIO Forum and Network Congress celebrado en Lisboa. Admite que «seguro que hay clubes más avanzados en niveles más específicos, por ejemplo, en CRM, pero nuestra visión integrada es única». Y es que el equipo ha abordado con tecnología los tres puntales del fútbol: el campo, el jugador y el fan.

Para abordar el primer foco de interés, las infrestructuras, el club ha firmado un acuerdo con la multinacional china con el fin de mejorar las conexiones del Estádio da Luz, en Lisboa, a través de WiFi de alta densidad. «Ahora nuestros seguidores pueden interactuar con nosotros mientras disfrutan del partido», indica Soares de Oliveira. Pero aún hay más. En su afán por aprovechar toda la información disponible en el campo, el Benfica ha abierto, con la tecnología de Huawei, su propio centro de datos modular en sus instalaciones. «Podríamos haberlo subcontratado, pero preferimos tenerlo en casa con la ayuda de un proveedor, que depender de un sistema que esté fuera de la ciudad o del país», explica. «No hay ningún club en Europa que tenga una infraestructura así», añade.

El segundo grupo al que el Benfica aplica la tecnología son sus deportistas. A través de sensores, el equipo monitoriza a los jugadores y, con sistemas de aprendizaje automático, se perfilan estrategias más personalizadas. También trabaja en el análisis de vídeo para detectar los puntos fuertes y los débiles de cada uno. Y hasta controla en tiempo real las horas que duermen para que, al día siguiente, el entrenador pueda diseñar sesiones adaptadas a su descanso.

El club ha creado una habitación interactiva donde cada pared consiste en una pantalla LED sensorizada. Esta instalación sirve para «controlar todo lo que el jugador hace a nivel físico, pero también la evolución de la calidad del pase o del disparo a puerta». La información se envía al entrenador y al preparador físico y, con el paso del tiempo, el nivel de dificultad se va incrementando para controlar su progresión.

El Benfica también busca satisfacer a sus seguidores. En este sentido, por ejemplo, ha desarrollado una plataforma de vídeo en streaming donde retransmiten sus partidos. Ahora el club se encuentra en mitad del proyecto Benfica Fans, donde está aprendiendo todo sobre sus aficionados a través de las redes sociales (como sus intereses o jugadores preferidos) para, en el futuro, ofrecerles información personalizada y abrir nuevas vías de negocio.

José Boto, scout do Benfica para a Europa, em conferência: scouting profissional em clubes de excelência

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As dezenas de pessoas que encheram o auditório Agostinho da Silva, na Universidade Lusófona, na tarde desta segunda-feira, ainda mal se tinham sentado quando começaram logo a perceber o que é isso de ser scout (no tempo do Gabriel Alves dizia-se "olheiro"), mesmo antes dos convidados começarem a falar. É que um dos nomes anunciados para o seminário "Scouting profissional em clubes de excelência", Gilles Grimandi, do Arsenal, não pôde estar presente.

 

"Esta coisa do scouting tem isto mesmo, num dia tens um plano, no outro estás a viajar inesperadamente para um país qualquer", explicou aos presentes - a maioria alunos do mestrado em futebol da Lusófona, mas também estavam lá os treinadores José Couceiro, ex-Estoril, Renato Paiva, dos juvenis do Benfica, e Hugo Oliveira, treinador de guarda-redes da equipa principal da Luz - a professora Helena Costa, que moderou o debate, juntamente com o jornalista Rui Miguel Mendonça.

 

Coube a José Boto, scout do Benfica para a Europa, e Laurent Busser, chief scout (que é como quem diz o líder da equipa de scouts) do Bayer Leverkusen, explicar o que fazem no dia a dia. "A nossa filosofia, no Leverkusen, é procurar jovens que possamos potenciar no futuro. Não somos o Bayern de Munique ou o PSG, que podem pagar 25 milhões de euros por um jogador", revelou Laurent Busser, que lidera a prospeção do clube alemão há dois anos, depois de ter estado no Hoffenheim.

 

"Para mim é mais interessante trabalhar num clube assim, porque ver que o Ibrahimovic é bom qualquer um vê", explicou, acrescentando que é preciso ter em conta muitos factores sobre um jogador, incluindo o psicológico (daí que até se façam visitas à família e a ex-treinadores). "Se for como o vosso Cristiano Ronaldo, um trabalhador incansável que quer ganhar sempre... É a diferença entre um jogador top e um normal".

 

No Benfica, a perspetiva é semelhante. "Queremos jogadores que sejam competitivos na nossa liga e possam crescer para depois serem vendidos", diz José Boto, que é scout há oito anos, depois de ter sido treinador. "Somos concorrentes do Leverkusen, mas eles com mais orçamento do que nós", gracejou Boto, que faz parte de uma equipa de quatro pessoas dedicadas ao scouting na Luz. No Leverkusen, são dez. "Em França e na Alemanha, na 1ª e 2ª ligas, quase todos os clubes têm quatro ou cinco pessoas dedicadas ao scouting", diz Boto.

 

Busser confirma, mas elogia, ainda assim, a qualidade do que se faz em Portugal. "Para nós, o Benfica e o FC Porto são um exemplo. Fazem um grande trabalho a descobrir jogadores desconhecidos e a valorizá-los". A reverência é tal que quando o Benfica perguntou aos alemães pelo preço de um puto que andava emprestado numa divisão secundária, em 2013, o Leverkusen pensou duas vezes sobre o futuro daquele jogador. "Se o Benfica o queria, é porque ele tinha qualquer coisa que não estávamos a ver", confessou Busser. A solução foi renovar com o jogador e emprestá-lo a um clube da Bundesliga, para ver se crescia. Hoje, Christoph Kramer (aquele que bateu com a cabeça na final do Mundial-2014) é titular do Leverkusen.

 

O problema é que está cada vez mais difícil arranjar jovens de qualidade dispostos a vir para Portugal. "Por exemplo, na ex-Jugoslávia, que é um mercado que conheço bem, é perfeitamente natural haver jogadores de 16 e 17 anos na 1ª liga. Isto cria-nos um problema porque já estão num patamar que não é adequado para as nossas equipas jovens, mas para entrar diretamente na nossa I Liga também não estão preparados", explica Boto, antes de apontar um exemplo que é capaz de deixar os benfiquistas a salivar. "Vi o Hazard a estrear-se no Lille, aos 16 anos, mas um miúdo de 16 anos que já valia alguns milhões não podia jogar no Benfica".

 

Busser diz que o problema é delicado, porque "dar cinco milhões de euros por alguém tão jovem é sempre um risco", pelo que têm de arranjar outras soluções. "Há quatro anos, encontrámos o Carvajal no Castilla [equipa secundária do Real Madrid]. Vimos 15 jogos dele - o processo é sempre moroso - e concluímos que tinha um bom perfil para nós e não ia jogar com o Mourinho [então treinador do Real]. Pedimos o empréstimo e o Real aceitou, com uma cláusula de recompra. A verdade é que ele jogou tão bem connosco que o Real acionou a cláusula na época seguinte", conta.

 

Às vezes, o mais importante é mesmo ver primeiro do que os outros, explica Busser. Foi o caso com o brasileiro Wendell, hoje lateral do Bayer Leverkusen. "Mandaram-me ao Brasil ver o Alex Telles, do Grémio. Não achei que tivesse o perfil indicado para nós, mas perguntei por que razão queriam vender. Responderam-me que tinham um outro puto pronto para entrar na equipa. Quando vi esse outro puto a jogar, percebi logo que era top. Era o Wendell", conta Busser. Boto sorri: "Quando o Wendell foi ao torneio de Toulon com o Brasil, foi uma excitação pelo miúdo. Mas na altura lembro-me que o Laurent estava ao meu lado e disse-me logo: 'Escusas de escrever um relatório porque este já é nosso'".

 

Mas as observações in loco nem sempre correm assim tão bem, conta o francês Busser num inglês respeitável - o mesmo que lhe permitiu arranjar o primeiro trabalho numa agência de jogadores, porque para ser scout convém ser poliglota (Busser fala francês, inglês, alemão e está a aprender espanhol, e Boto fala português, inglês, francês e arranha o alemão). "Imagina fazeres 10 mil quilómetros só para veres um jogador e ele aos cinco minutos leva um vermelho [risos]". Boto conta uma história semelhante: "Viajei para Paris, aluguei um carro e fiz 300 quilómetros para ir ver um jogador, isto com graus negativos e neve à mistura. Cheguei lá e não via o jogador, apesar de estar na ficha de jogo. Porquê? Lesionou-se no aquecimento".

 

É por isso que Boto diz que, para ser scout, é preciso muita determinação. "Diz-se que é como jogar ao 'Football Manager' na vida real [risos]. Mas as pessoas não sabem das horas nos aeroportos, nos carros, nos hotéis... É preciso ter muita capacidade de adaptação. E a experiência conta muito, tal como a observação, o entendimento do jogo e a intuição".

 

E quando um jogador é contratado... e não rende? "Eu choro", responde Busser ao Expresso, entre gargalhadas. "O nosso trabalho também é evitar as más contratações, porque se compramos alguém por cinco milhões de euros e ele não joga, os custos são altos", acrescenta. "Acho que não há culpados, nem scouts nem treinadores. Acontece em todo o lado, porque são muitas variáveis em ação", diz Boto.

 

Busser acrescenta que faz uma reflexão pessoal. "Tento perceber quais as principais razões para não ter funcionado. Mas não podemos acertar em tudo. Por exemplo, vi o Dante no Lille e achei que não era nada de especial. Nunca pensei que fosse ser campeão europeu com o Bayern de Munique", confessa.

 

"É o futebol", conclui Boto. "Claro que pagarem-te para veres futebol é sempre bom, mas levamos na cabeça se falhamos. Ser scout é uma profissão muito solitária. Muitas vezes lutas e lutas para que contratem um jogador e depois, quando ele passa por ti no corredor, nem sabe quem és. Nem tem de saber."

 

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