André Gomes: AZ "é uma equipa para ser respeitada"

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André Gomes não espera facilidades na visita ao AZ Alkmaar da Holanda. O médio português avisa que, apesar da má prestação no campeonato holandês, a equipa do AZ tem feito uma boa prova na Liga Europa e poderá dificultar a vida ao Benfica.

"Vamos jogar com respeito pelo AZ. Toda a gente sabe que somos uma grande equipa, assim como eles. Não estão muito bem no campeonato, mas na Liga Europa ainda não perderam. É uma equipa para ser respeitada. Vamos dar o nosso máximo, como habitual, para levar um bom resultado para a segunda mão", sublinhou o médio, na antevisão do encontro desta quinta-feira.

Face às ausências de Fejsa e Enzo Pérez, André Gomes será o mais provável companheiro de Rúben Amorim no meio-campo Encarnado. O jogador afirma que não sabe se entrará no onze mas mostra-se preparado para ajudar, caso seja chamado

"O mister é que toma decisões, pensando no melhor para a equipa. Nós temos de estar preparados e dar o máximo pela equipa", frisou.

O Benfica defronta o AZ Alkmaar na 1.ª mão dos quartos-de-final da Liga Europa. O encontro está marcado para às 20h05 desta quinta-feira.

 

Jorge Jesus indiferente ao rival na Taça da Liga

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Jorge Jesus reagiu com indiferença ao desfecho do "caso do atraso" no Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, que opunha o Sporting ao FC Porto na pretensão da presença na meia-final da Taça da Liga.

"Não é importante se é o FC Porto ou o Sporting. O que importa é que é mais uma meia-final. Estamos em todas as frentes, para discutir todas as competições", limitou-se a responder o treinador do Benfica, à margem da conferência de imprensa de antevisão do jogo com o AZ Alkmaar, esta quinta-feira, para a primeira mão dos quartos de final da Liga Europa.

O organismo federativo deliberou esta quarta-feira a permanência do FC Porto nas meias-finais da Taça da Liga, aumentando apenas a multa a aplicar ao clube portista pelo atraso no jogo com o Marítimo.

Jorge Jesus sonha com um "bom resultado" em Alkmaar

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O treinador do Benfica admitiu hoje "imensas dificuldades" na partida de quinta-feira com o AZ Alkmaar, dos quartos de final da Liga Europa de futebol, mas antecipou "um bom resultado" que permita resolver a eliminatória em Lisboa. "(O AZ Alkmaar) é uma equipa forte, com jogadores rápidos na frente, tecnicamente muito evoluídos, que vão criar imensas dificuldades, mas no Benfica temos o direito de acreditar que vamos fazer um bom resultado, para depois discutir a eliminatória em Lisboa", sublinhou Jorge Jesus, na conferência de imprensa de antevisão da partida de quinta-feira, no estádio AFAS, em Alkmaar, na Holanda. "Todos queremos sonhar em chegar, depois desta eliminatória, às meias-finais e isso será sempre um grande feito", argumentou, antes de recordar que o Benfica e o FC Barcelona são as equipas que, nos últimos anos, têm chegado mais longe nas competições da UEFA, na Liga Europa e na Liga dos Campeões Europeus, respetivamente. O treinador dos "encarnados" chegou mesmo a realçar que o percurso da equipa nos últimos anos permitiu "recuperar o prestígio" europeu e ser "valorizada em todo o Mundo". "Só duas equipas é que conseguiram chegar tão longe! Isso é sinónimo da qualidade do Benfica. Por isso é que o Benfica recuperou todo o prestigio que tinha na Europa e é hoje é um cabeça de série. Isso é bom para os jogadores e para os treinadores, mas o mais importante é a identidade do nosso clube Benfica", acentuou. Jorge Jesus justificou a atual posição do Benfica com o facto de ter chegado à final da Liga Europa na época passada, o que disse representar "um traço da qualidade" do clube. 

"Se amanhá (quinta-feira) o Benfica sair daqui com uma vitória ou um empate, sairá muito mais satisfeito para o segundo jogo", reconheceu o técnico português, embora recordando sempre que o campeonato holandês tem "boas equipas" e "excelentes jogadores".

O jogo entre AZ Alkmaar e Benfica está marcado para as 20h05, na quinta-feira.

 

Jorge Jesus: “Ambição e valor são traços da nossa identidade”

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Na próxima quinta-feira o Sport Lisboa e Benfica tem mais um compromisso para as contas do “Velho Continente”. Frente ao AZ Alkmaar, o Glorioso disputa a 1.ª mão dos quartos-de-final da Liga Europa, uma partida que Jorge Jesus anteviu ao final da tarde desta quarta-feira.

A iniciar a conferência de imprensa, um olhar imediato acerca da partida e, mais concretamente, sobre o adversário que o Sport Lisboa e Benfica vai defrontar amanhã.

“Temos consciência de que vamos jogar com uma boa equipa. As equipas do Campeonato holandês são boas, com jogadores de grande qualidade, daí que – também por isso – viemos aqui recrutar dois jogadores. Se têm excelentes jogadores, têm de ter boas equipas, e o AZ Alkmaar é uma das melhores equipas da Holanda… apesar de não ter o nome ou o prestígio, por assim dizer, de outros clubes deste país”, começou por analisar Jorge Jesus friamente.

Mantendo um discurso firme e com uma ideia orientadora clara, o técnico benfiquista manteve a linha de raciocínio, aludindo à qualidade do adversário: “Quando se chega aos quartos-de-final, seja em que competição for, é sabido que se vai encontrar pela frente uma equipa forte. O AZ tem jogadores tecnicamente muito evoluídos e, com toda a certeza, vai criar-nos dificuldades”.

Apesar do discurso prudente, Jorge Jesus mantém uma óbvia e natural ambição, não estivesse o Sport Lisboa e Benfica presente nas decisões finais de todas as frentes.

“Acreditamos que podemos fazer um bom resultado aqui, amanhã, e levar para Lisboa uma boa vantagem que nos permita passar mais uma eliminatória. Nesta fase, não é muito importante o nome do clube, aqui o que é importante é a eliminatória em si. Todos queremos sonhar em chegar às meias-finais e isso será sempre um grande feito”, analisou o técnico português.

A última temporada não foi esquecida e as últimas caminhadas europeias, segundo Jorge Jesus, são “sinónimo da qualidade do Benfica. Temos vindo a recuperar o nosso prestígio na Europa, daí sermos cabeça-de-série nas competições. Tudo isso é bom para os jogadores, treinadores, e, acima de tudo, para o próprio Clube que, actualmente é valorizado em todo o Mundo”, afirmou sem deixar margem para argumentação.

A fechar, e voltando à partida dentro das quatro linhas, o sonho é o mote… “Amanhã disputamos um jogo muito importante, queremos chegar a mais uma meia-final e sonhar em chegar à Final como no ano passado o fizemos”, afirmou, pois a ambição e o valor são “traços da qualidade e identidade da nossa equipa”, conclui Jorge Jesus.

O AZ Alkmaar-SL Benfica tem apito inicial marcado para as 20h05, no Estádio AFAS, com arbitragem do norueguês Svein Oddvar Moen.

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André Gomes: “Vamos dar o nosso máximo”

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Na antevisão ao AZ Alkmaar-SL Benfica, referente à 1.ª mão dos quartos-de-final da Liga Europa, o médio, André Gomes, salientou a importância de se respeitar a equipa holandesa no jogo de amanhã.

“Vamos jogar com respeito pelo AZ. Toda a gente sabe que somos uma grande equipa, assim como eles. É certo que não estão muito bem no campeonato, mas na Liga Europa ainda não perderam. Vamos dar o nosso máximo para levar um bom resultado para a 2.ª mão, em Lisboa”.

Sobre a possibilidade de ser titular amanhã, o médio diz que “essa pergunta é para o mister. Ele é que toma decisões, pensando no melhor para a equipa. Nós, jogadores, só temos de estar preparados e dar o máximo pela equipa”, acrescentou.

O encontro está marcado para as 20h05, desta quinta-feira, no Estádio AFAS.

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Advocaat: «Se o Ajax pode vencer o Barcelona, por que não pode o AZ ganhar ao Benfica?»

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 Dick Advocaat tem uma vasta experiência no futebol europeu. É, de resto, o único treinador presente nos quartos-de-final da Liga Europa que já conquistou a competição. Fê-lo em 2008, com o Zenit, quando a prova ainda era conhecida por Taça UEFA. Por isso também já viu muita coisa inesperada acontecer, mesmo quando há diferenças significativas entre duas equipas.

O técnico do AZ não está preocupado com o favoritismo do Benfica à partida para esta eliminatória. E inspira-se num exemplo holandês recente para justificar o pensamento.

«Não acho que seja um jogo entre um David e um Golias», começou por dizer Advocaat, na conferência de imprensa de antevisão ao jogo. «Jogamos em casa, temos essa vantagem, por muito que respeitemos o adversário. Mas, se o Ajax pode ganhar ao Barcelona, por que não poderá o AZ fazer o mesmo ao Benfica?»

Ainda assim, isso não significa que a equipa de Alkmaar entre em campo com a convicção de que vai mandar no jogo e obrigar a outra equipa a encolher-se.  «O Benfica é uma equipa de alto nível. Normalmente é preciso pagar muito dinheiro para trazê-los para um jogo particular. É muito importante que se jogue de uma maneira racional e que evitemos sofrer golos», assume o treinador.

«O Benfica está sete ou oito pontos acima do FC Porto»

Advocaat foi ainda desafiado a dizer se o Benfica seria o adversário mais duro que o AZ teve pela frente até agora, esta época. Na resposta, o holandês de 66 anos acabou por se desviar um pouco dos factos.

«O Benfica está sete ou oito pontos acima do FC Porto, que também é uma equipa de grande nível», disse o treinador. Ora, os dragões estão a 15 pontos do primeiro lugar enquanto, enquanto o Sporting, sim, está a sete.

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AZ Alkmaar: Análise detalhada por Nuno Travassos

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Ponto forte: pragmatismo do tridente ofensivo
O setor mais forte do AZ Alkmaar é, indiscutivelmente, o ofensivo. Beerens, Berghuis, Jóhannsson ou mesmo Gudmundsson combinam muito bem, e encaixam no mesmo estilo: velocidade e pragmatismo no ataque à baliza contrária. São unidades muito móveis, difíceis de encaixar na marcação, e que exploram muito bem os espaços, sobretudo quando o jogo está partido. Beerens e Berghuis saíram tocados do último jogo, mas devem recuperar.


Ponto fraco: transição defensiva
Mas é quando o jogo está partido que o AZ mostra a sua pior faceta. A equipa de Dick Advocaat é muito pouco competente a recuperar no terreno, a reagir à perda de bola. Tanto demora a reorganizar-se como é incapaz de pressionar assim que a bola cai nos pés do adversário. Falta claramente agressividade e equilíbrio neste momento importante do jogo. A goleada sofrida com o Heerenveen, em dezembro, é elucidativa das dificuldades defensivas do AZ, sobretudo em transição ( veja o resumo).


Principal ameaça: Aron Jóhannsson
Não atravessa um bom momento, e Dick Advocaat não só o deixou no banco, no passado fim de semana, como ainda o criticou publicamente, por falta de empenho. Em todo o caso é a grande figura da equipa holandesa, já com 25 golos apontados na presente temporada (nenhum colega chegou sequer à dezena de golos). Internacional americano de ascendência islandesa, é um avançado muito móvel, que responde muito bem a passes de rutura entre os centrais e os laterais. Finaliza com frieza e mostra também apurada capacidade técnica na forma como se desembaraça dos marcadores diretos na área, em situações de 1x1.


Onze base:

Esteban Alvarado: o guarda-redes da Costa Rica não tem sido sinónimo de segurança na baliza do AZ. Para além das dificuldades evidentes a jogar com os pés, mostra também muita tendência para largar as bolas em resposta a remates mais fortes, nomeadamente de fora da área, tanto junto à relva como mais altos. Uma mão cheia de erros desse tipo.

Mattias Johansson: o lateral direito sueco ataca bastante, e por isso tem quatro golos já marcados esta época, mas depois está quase sempre desposicionado, algo que não é notório apenas em transição defensiva. Mesmo quando está em zonas mais recuadas o antigo jogador do Kalmar tem tendência para perder as referências posicionais.

Gouweleeuw: contratado no início da época ao Heerenveen, acaba por ser muitas vezes chamado a «dobrar» Johansson no lado direito, e mostra dificuldades nos duelos de um contra um. Se jogar, Rodrigo pode explorar o espaço entre o central e o lateral, como tanto gosta.

Viergever: fez a primeira metade da época quase sempre como lateral esquerdo, mas após a contratação de Poulsen tem sido mais regular a sua utilização no eixo defensivo. Jogador perigoso nas bolas paradas ofensivas, já com cinco golos apontados esta época (e quatro assistências).

Poulsen: contratado à Sampdoria no mercado de inverno, parece ainda estar a adaptar-se aos colegas e ao futebol holandês. Tem estado inibido e algo inseguro.

Ortiz: elemento mais recuado do meio-campo, o paraguaio acaba, contudo, por deixar muitas vezes a zona à frente da defesa. É um jogador com qualidade técnica, que procura a bola, mas que não impõe a sua presença naquele terreno.

Elm: médio interior que habitualmente aparece ligeiramente descaído à esquerda, destaca-se pela estatura, mas raramente participa na construção de jogo.

Gudelj: estreou-se pela seleção sérvia no início do mês, pela mão de Drulovic, e é o elemento mais influente do meio-campo. Embora não seja um «playmaker», é ele que acaba quase sempre por pegar no jogo. Fez já oito passes para golo.

Berghuis: jovem esquerdino que atua habitualmente pelo flanco direito, com tendência para aparecer em posição central, à procura da bola, ou então para a conduzir para essa zona, na perspetiva de um remate ou de um passe de rutura para Jóhannsson. É o segundo melhor marcador da equipa, mas a larga distância do ponta de lança, com nove tentos.

Beerens: joga habitualmente pelo flanco esquerdo, embora o pé preferencial seja o direito. Tecnicamente evoluído, procura mais os duelos individuais e a velocidade. Cinco golos e cinco assistências esta época.


Outras opções:

Gudmundsson é a principal alternativa para os flancos do ataque, e no fundo é um resumo dos habituais titulares: um esquerdino que gosta de jogar pela direita, como Berghuis, mas rápido e com tendência para o 1x1, como Beerens.
Wuytens tem sido suplente nos últimos tempo, após a contratação de Poulsen (Viegever passou para central), mas durante a primeira metade da época foi presença regular no eixo defensivo. Está, contudo, castigado para a primeira mão. A outra alternativa defensiva é Reijnen, que tanto pode jogar a central como a lateral direito. Durante algum tempo roubou, de resto, a titularidade a Johansson.
Henriksen, jovem internacional norueguês, pode colmatar a ausência de qualquer um dos médios, embora o seu «concorrente direto» seja Ortiz. Gorter e Van Overeem são outras possibilidades, mas menos utilizadas por Dick Advocaat.
No ataque, para além de Gudmundsson, referência mais concreta a Avdic, internacional sueco contratato ao Werder Bremen, que está na «sombra» de Jóhannsson, apenas com dois golos marcados.


Análise detalhada:

A teoria conta pouco no futebol, mas esta diz-nos que o AZ Alkmaar é mesmo o melhor adversário que podia ter calhado ao Benfica nos quartos de final da Liga Europa. Até pelo mau momento que a equipa holandesa atravessa, com apenas uma vitória nos últimos cinco jogos, e problemas entre o melhor jogador e o treinador, que já anunciou que sai no final da época.

Com um «onze» que oscila pouco, a equipa de Dick Advocaat apresenta-se normalmente em 4x3x3, embora com recursos pontual a três centrais, como se verificou na visita ao Anzhi [imagem A]. Uma possibilidade para a Luz, caso alcance um bom resultado em casa.

Pertencente a um futebol que vive de desequílibrios, o AZ é uma equipa que tem na transição defensiva o seu maior problema, conforme já referido. A equipa reage com lentidão à perda de bola, quer a pressionar o adversário quer a regressar à posição defensiva.

Quando está recuado o AZ é bem mais competente a defender, mesmo longe de ser uma verdadeira muralha. O ponta de lança Jóhannsson trabalha pouco na primeira linha defensiva, na qual limita-se quase a cortar a ligação entre os centrais, e mesmo assim sem grande convicção. Logo a seguir forma-se uma linha de cinco elementos, mas sobretudo na zona central nota-se uma tendência para acompanhar mais os adversários do que para definir referências posicionais. Isso faz com que estejam sempre a aparecer espaços, e que muitas vezes o médio mais defensivo (normalmente Ortiz) abandone a zona à frente dos centrais, que assim ficam desprotegidos [imagem B].

Fiel ao estilo holandês, o AZ é uma equipa que procura sempre sair em ataque apoiado, mesmo que a qualidade técnica não seja, globalmente, nada exorbitante. Sente dificuldades, no entanto, frente a adversários defensivamente coesos, sobretudo pela falta de um elemento capaz de alimentar o tridente ofensivo. Basta ter em conta que Martens, transferido para o PAOK no mercado de inverno, continua a ser o «rei das assistências» (dez). Gudelj tem menos duas e procura colmatar esta lacuna, mas não é propriamente o seu perfil.

Merece destaque ainda o peso das bolas paradas nos golos do AZ. Nas bolas paradas é de 30 por cento (24 de 80 tentos assim), com destaque para os cantos (onze). A nível defensivo as bolas paradas têm um peso ligeiramente superior (32 por cento, correspondentes a 19 golos em 59), mas com a «tipologia» mais distribuída.

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Ola John: «Sei que Jorge Jesus gosta e confia nas minhas capacidades»

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O extremo holandês reconheceu ter que «trabalhar mais» e desejou um regresso ao clube da Luz, de onde saiu «por vontade própria» para o Hamburger SV para jogar com maior regularidade. A confiança tem, como base, o exemplo de Nemanja Matic e a perspetiva é de que também Sulejmani possa «dar mais» ao Benfica, embora reconhecendo ser «difícil superar Gaitán».

«A minha primeira época no Benfica foi muito boa, joguei 42 partidas, nem esperava tanto. A segunda época já não estava a correr tão bem, pois chegaram excelentes jogadores, como Markovic, havia muita concorrência na minha posição e não estava a jogar tanto quanto gostaria. Fui eu que quis sair do Benfica para ter mais minutos. E com o treinador Bert van Marwijk no Hamburger SV tinha essa expectativa. Infelizmente foi despedido. Mas acredito que ainda posso triunfar no Benfica. Quem sabe já na próxima época», começou por dizer, em entrevista ao jornal O Jogo.

O extremo holandês explicou também que se mudou para o clube alemão «a pensar no Mundial», reconhecendo que as coisas falharam, embora não tenha encontrado mais culpados, para além do próprio: «Penso que não preciso de mudar muito, só trabalhar mais».

Para o desejo de voltar, Ola John suporta a sua intenção de ainda triunfar de águia ao peito com um recurso à história de Matic no Benfica: «O Matic também não teve uma primeira época no Benfica mais ou menos e depois tornou-se um jogador de topo, de tal modo que agora já está no Chelsea? É como o caso de Sulejmani: conheço-o bem, porque jogou na Holanda, e sei que pode dar muito mais ao Benfica. Mas, além de ser o seu primeiro ano no clube – para cada jogador é diferente a adaptação –, é difícil também, neste momento, qualquer jogador chegar e tirar o lugar a Gaitán. E isso serve também para mim: é difícil superar Gaitán».

Os exemplos de jogadores foi alargado ainda a Óscar Cardozo, numa entrevista onde também couberam elogios a Jorge Jesus.

«É um técnico de topo, jogou quase todas as provas. Era simpático, não só para mim mas para todos os jogadores. Com ele, se um jogador trabalhar muito e jogar bem, merece uma oportunidade. Sei que ele gosta e confia nas minhas qualidades. Posso jogar bem. Mas há tantos bons jogadores no plantel nesta altura! Posso dar o exemplo de Cardozo: o que se passou comigo é o que se está a passar com ele agora. Porque é que o Cardozo não está a jogar tanto e a marcar? Porque há melhores do que ele neste momento», rematou.

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Bilhetes para a Taça de Portugal à venda esta quarta-feira

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Ainda com hora e dia a confirmar, Sport Lisboa e Benfica e FC Porto lutam por um lugar na Final da Taça de Portugal. Depois da 1.ª mão das meias-finais realizada no Estádio do Dragão (1-0), será agora altura do Estádio do Glorioso receber a derradeira partida, num desafio em que o apoio de todos os adeptos será fundamental. A partir das 10 horas desta quarta-feira, dia 2 de Abril, já pode adquirir o seu ingresso nos locais habituais. SL Benfica x FC Porto
2.ª mão – meia-final da Taça de Portugal
Data e hora do jogo: A confirmar
Data de Venda: 2 de Abril às 10 horas

Locais de Venda
· Bilheteiras do Estádio do Sport Lisboa e Benfica
· Casas do Benfica
· Bingo Benfica
· Spot Colombo (Piso 0 do Centro Comercial Colombo)
· Site oficial www.slbenfica.pt

Informações SL Benfica x FC Porto
· Sócios Vitalícios devem activar o bilhete para o jogo nas bilheteiras do Estádio até dia 11 de Abril (inclusive).
· Os Sócios detentores de Red Pass Fundador ou Centenarium só têm acesso ao jogo caso tenham efectuado o pagamento do respectivo Bilhete de Época 13/14.
· Os Sócios detentores de Red Pass devem efectuar o acesso ao estádio usando o respectivo Red Pass e seguindo as indicações do bilhete adquirido.
· Os detentores de Red Pass Fundador, Centenarium, Premium ou Total para a época 13/14 têm acesso ao jogo.
· É proibida a entrada no Estádio a menores de 3 anos.
· Maiores de 3 anos (inclusive) necessitam comprar bilhete.
· Existe preço especial para sócios das Casas do Benfica.
· O pagamento por multibanco estará indisponível nas bilheteiras do Estádio do Sport Lisboa e Benfica.

CLIQUE AQUI PARA CONSULTAR A TABELA DE PREÇOS

Pedro Rebocho e a UEFA Youth League: “Estamos muito confiantes”

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Os Juniores do Sport Lisboa e Benfica realizam uma época de sonho. Pedro Rebocho esteve no “105x68” de terça-feira à noite, programa da Benfica TV, onde revelou toda a ambição do conjunto benfiquista para a recta final da época.

Com os pés bem assentes na terra, Pedro Rebocho garantiu que a motivação do conjunto na Youth League desenvolveu-se de jogo para jogo e que agora a ambição é muito superior.

“Estávamos muito expectantes por ser uma nova prova de carácter europeu. Com o decorrer dos jogos e a conquistarmos vitórias começámos a acreditar. Só tivemos dois empates e ainda não consentimos nenhuma derrota. Estamos muito confiantes e é claro que tudo isto nos faz sonhar alto. Já pensamos que a conquista da Youth League é possível”, revelou.

Olhando para a meia-final com o Real Madrid, no dia 11 de Abril, em Nyon, o defesa assegurou que a vontade dos benfiquistas pode sobrepor-se, afirmando que daqui em diante não haverá favoritos: “Vamos abordar o jogo com o Real Madrid como uma final, e as finais não se jogam, ganham-se. Sabemos que vai ser um adversário complicado, mas se conseguimos chegar até aqui, porque não podemos ir mais longe? É uma questão de darmos tudo em campo, sermos jogadores “à Benfica” e tudo pode acontecer”.

No panorama nacional, o Benfica lidera com 19 pontos e Rebocho, que já contribuiu com dois tentos, comentou a caminhada da formação. “A primeira fase não nos correu da melhor maneira, mas a nível europeu estávamos a exceder as expectativas com grandes vitórias. As pessoas questionavam a nossa qualidade, mas agora com o decorrer dos jogos já comprovámos o nosso valor. O objectivo passa pela revalidação do título de Campeão”, indicou.