Fits em entrevista: “Cada dia é uma aprendizagem com a equipa de futsal”

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slbenfica.pt

Chegou esta época e mostrou desde logo os seus dotes de goleador no futsal. Numa entrevista ao jornal "A Bola" acompanhada pela BTV, Fits destacou a importância de o grupo continuar focado no seu caminho e deixou rasgados elogios aos adeptos do Sport Lisboa e Benfica.

 

Sente o peso da camisola do Benfica?

Ah, isso é enorme, tanto o orgulho como a responsabilidade. Passa-me muitas vezes um filme pela cabeça. Comecei no futsal apenas há quatro anos e quando me dou conta de que estou no Benfica, a vestir a sua camisola, o Manto Sagrado... Não me passava pela cabeça estar aqui. Antes, jogava futebol de onze. Quando parei, apareceu esta oportunidade do futsal, embarquei nesta aventura a convite de um amigo. Experimentei, dei-me bem.

 

 

Jogar no Benfica e lutar por todos os títulos, nacionais e europeus, é um upgrade, então?

A cada dia que passa, é um sonho que se realiza. Quando era criança jogava descalço, não tinha condições para ter uns ténis... ou se tinha, estoirava-os logo. Estar num clube conhecido mundialmente, como o Benfica é... cada dia é especial, uma aprendizagem!

 

 

Quais as metas que traçou para esta época? Ganhar tudo?

Claro! Nem podia ser de outra forma! No Benfica, trabalhamos para sermos os melhores!

 

 

E chegar à seleção brasileira, ao escrete, é impossível... ou não?

Impossível é só questão de opinião. É possível se trabalhares bastante. Há muita concorrência, mas é possível. Há muito futsalista brasileiro em todos os países do mundo. Somos um exportador de pé de obra, sim [risos]. Em todos os países a que vamos, há jogadores brasileiros. É como os marinheiros: vamos fazendo amigos em cada porto. Mas, sim, o Brasil é uma terra abençoada em termos de futebol.

 

 

Para isso acontecer, terá de marcar não 19, mas antes 30 golos esta época. Estabeleceu alguma meta à partida?

30 ou mais [risos!!]. Seria ótimo! Mas se eu marcar 25 e todos os outros também, será ótimo também! Importante é continuarmos focados, humildes, com os pés no chão, como temos feito. É reconfortante chegar à Bélgica e ver a festa dos adeptos do Benfica! A primeira vez que senti, não vou esquecer. Apaixonante! Senti a alegria deles. São aqueles 10 ou 20 por cento mais de energia que nos podem dar a vitória, o nosso sexto jogador. Estás no limite e vês os adeptos a cantar e apoiar. O Benfica é muito grande, mesmo!

 

 

https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2018-2019/01/03/futsal-benfica-entrevista-fits

Borko Ristovski em entrevista: "A nossa equipa de andebol tem muita qualidade"

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slbenfica.pt

Numa entrevista ao jornal "A Bola" acompanhada pela BTV, Borko Ristovski explicou como prepara um jogo de andebol. Mostrou-se confiante na conquista do Campeonato Nacional e elogiou as condições proporcionadas pelo Sport Lisboa e Benfica.

 

É uma espécie de globe trotter, com paragens no Egito, Espanha, Alemanha e França, além da Macedónia, onde nasceu. Fala estas línguas quase todas. Porque escolheu Portugal nesta época?

Recebi outras propostas, nomeadamente para voltar à Alemanha e até para ficar em Barcelona. Mas há coisas mais importantes. Sou pai de um bebé de oito meses, o meu primeiro filho, e trocar Barcelona pela Alemanha não era opção, porque a vida de lá é algo diferente, um pouco dura, e não me permitia passar muito tempo com a família. Então decidimos analisar a proposta do Benfica. Perguntei a ex-jogadores daqui e falaram-me de um clube grande, com ambições. Gostei do projeto desportivo do Benfica que, no futuro, quer ganhar o Campeonato e jogar a Liga dos Campeões. Gosto de clubes que lutem por algo e, em família, decidimos assim.

 

 

O Clube surpreendeu-o?

Sabia que o Benfica era um grande clube, mas não esperava este nível. Estou surpreendido com as condições que temos, tanto na forma como nos treinamos, como ao nível das instalações. Noto, desde o primeiro dia, que o Benfica é um grande clube.

 

 

 

Acredita na conquista do título nacional?

Tenho a sensação de que seremos campeões neste ano. Se não for nesta época, seguramente na próxima. Temos de fazer um esforço para dar essa felicidade aos Benfiquistas. Não ganhamos há 10 anos e está na altura de o fazermos.

 

 

A juventude da equipa é um entrave para os objetivos que existem?

A nossa equipa tem muita qualidade em todas as posições e sabemos o que fazemos. Também temos um treinador com conhecimento e trabalhamos diariamente a nível muito elevado, com qualidade e ritmo. Só nos falta um pouco de experiência, o que se notou nos jogos contra FC Porto e Sporting. Sem falsas modéstias, digo claramente que éramos melhores.

 

 

Enquanto guarda-redes de andebol como prepara um encontro?

A preparação de um jogo já é um processo mecanizado. Vejo muitos vídeos e tenho de me recordar de muitas coisas. Há sete jogadores em campo e há outros sete que não estão. Temos de nos recordar dos pontos fracos e fortes de todos. Estas coisas ajudam muito nos jogos. Mas é importante termos cabeça fria. Se não soubermos processar todas estas informações, de nada servem. Não ajudam a equipa. Por isso, temos de estar concentrados.

 

https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2018-2019/01/02/andebol-benfica-borko-ristovski-entrevista

Miguel Maria em entrevista: “Juntos podemos alcançar grandes feitos para o basquetebol do Benfica”

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slbenfica.pt

O basquetebolista Miguel Maria tem sido uma das figuras da equipa orientada por Arturo Álvarez. Numa entrevista à BTV, o camisola n.º 1 do Benfica mostrou-se confiante para o ano que aí vem.

 

 

Foi fácil a adaptação à cidade de Lisboa?

Vivi sempre no Norte, depois tive uma passagem por França e outra pela Alemanha, e no ano passado regressei a Guimarães. Tive, portanto, a oportunidade de estar em várias cidades durante o meu trajeto desportivo. Por isso, foi fácil adaptar-me, Lisboa é uma cidade fantástica, com muita coisa para fazer nos tempos livres. Jogar no Sport Lisboa e Benfica e viver em Lisboa é, sem dúvida, uma ótima oportunidade para a minha carreira. Sinto-me bem aqui.

 

 

Como foi recebido pelo Clube, pelos seus colegas, adaptar-se a esta nova realidade?

O Sport Lisboa e Benfica não precisa de apresentações. Todas as infraestruturas que temos ao nosso dispor são de um nível acima da média, de top mundial. Enquanto atletas só temos de fazer o nosso máximo, trabalhar cada dia e dar vitórias aos nossos adeptos. A minha adaptação foi fácil, já conhecia muitos dos meus atuais companheiros de equipa, principalmente os da Seleção. São todos excelentes seres humanos e tudo se torna mais fácil, damo-nos todos muito bem e acho que isso também se nota dentro de campo. Temos um balneário muito saudável e muito positivo. Os treinadores-adjuntos estão também cá há muitos anos e fazem com que essa integração dos jogadores que acabam de chegar seja mais fácil, mostram aquela mística benfiquista e a raça que caracteriza o Sport Lisboa e Benfica. Tem sido fantástico.

 

 

Com que idade começou a sonhar ser basquetebolista profissional?

Comecei a jogar com quatro anos em Ponte de Lima, ou seja, são 21 anos até agora. Eu não sonhei, as etapas foram passando e fui tendo oportunidades em plantéis seniores. Tudo surgiu de forma natural, assinei contrato profissional sem tentar queimar etapas. Os meus pais e a minha família apoiaram-me muito.

 

 

Tem sido uma figura em destaque, com muitos elogios ao seu desempenho. Como vê esse feedback ao seu trabalho?

Não vou esconder que me sinto muito bem, mas isso é fruto do meu trabalho. Empenho-me a 100% em tudo aquilo que faço, o basquetebol é a minha profissão neste momento e não me contento com a mediocridade. Quero ser bom, quero ser muito bom e julgo que isso é a chave para o sucesso, seja em que profissão for.

 

 

A equipa começou bem a época. Sente que tem existido uma evolução desde início?

É verdade que estamos cada vez melhores, os conceitos estão cada vez mais assimilados por todos. O basquetebol que temos oferecido aos nossos adeptos é cativante, com espectáculo, não só pelos pontos marcados, mas também pela raça apresentada na defesa. Acredito que só tende a melhorar, jogo após jogo.

 

 

O que destaca na forma de trabalhar do treinador Arturo Álvarez?

É, sem dúvida, uma excelente pessoa e um excelente líder de seres humanos. Quer nos treinos, quer nos jogos tem uma paixão e um fervor que o caracteriza, nunca está satisfeito com o que acontece. Quer sempre mais e mais, e isso é ótimo. Julgo que juntos podemos alcançar grandes feitos.

 

 

Como sente a força dos benfiquistas em torno da equipa de basquetebol?

Desde o início do campeonato têm aparecido cada vez mais adeptos e isso dá-nos ânimo, dá-nos força para continuarmos a enfrentar cada jogo como mais garra e entusiasmo. O papel dos adeptos é, sem dúvida, importante. É tudo mais fácil com o apoio deles no Pavilhão, é um sentimento fantástico.

 

 

Falava-se no início da época que seria a mais competitiva dos últimos anos. Sente isso?

Sem dúvida! Isso é nítido, há equipas candidatas ao título que já perderam. O campeonato está cada vez mais equilibrado, há mais jogadores a mostrarem que podem jogar na Liga Portuguesa, que têm qualidade, sejam norte-americanos ou europeus. As equipas são mais fortes, o campeonato é mais aguerrido e há mais indecisão até ao final.

 

 

Que votos faz para 2019?

Saúde, paz, tranquilidade e muito sucesso em termos desportivos. Que seja um 2019 repleto de conquistas quer para o basquetebol, quer para as outras modalidades. Acredito que vai ser um ano fantástico.

 

 

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