Chiqui Vera observado por Vitória

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Francisco Vera, avançado da formação secundária do Benfica, foi chamado por Rui Vitória para trabalhar com a equipa principal. O avançado paraguaio, de 21 anos, chegou este ano à Luz, após ter sido contratado ao Rubio Ñu, aproveitando agora para tentar mostrar serviço ao treinador encarnado, ele que, sob as ordens de Hélder Cristóvão, ainda não conseguiu conquistar um lugar no onze inicial - soma três jogos, sempre como suplente utilizado, tendo feito um golo nos 96 minutos disputados, no desaire frente ao Atlético.

Face às baixas de Mitroglou e Jiménez, presentes nas seleções da Grécia e México, respetivamente, Rui Vitória decidiu dar oportunidade ao avançado, que não fez parte inicialmente das contas da equipa B para o arranque de temporada.

O treinador benfiquista, que já estreou esta época dois jogadores dos bês, Nélson Semedo e Victor Andrade - a dupla até partilhou a titularidade com o Moreirense -, está atento a mais jogadores da formação secundária, tendo chamado também Hildeberto Pereira nos últimos dias. Também avançado, Hildeberto Pereira iniciou a temporada fora das primeiras contas de Hélder Cristóvão, tendo agarrado a titularidade na última jornada, frente ao Varzim, na derrota por 2-1.

Telma Monteiro quer chegar em forma ao Rio'2016

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sapo

Os atletas olímpicos Telma Monteiro e Emanuel Silva salientaram hoje a importância de uma boa preparação para estarem nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em forma e a lutar pelas medalhas.

 

À margem da entrega dos prémios de obtenção de resultados de mérito desportivo 2014, Telma Monteiro, que recebeu dois prémios, comentou a preparação que está a levar a cabo para o Rio2016, esperando evoluir para chegar à competição preparada.

 

"[A preparação para o Rio2016] começou desde que terminaram os Jogos Olímpicos de Londres, na reflexão daquilo que havia para melhorar. Penso que desde aí até agora evolui muito, em todos os aspetos, físico, mentalmente, taticamente, e esse é o meu objetivo, continuar a evoluir e a melhorar e chegar lá na minha máxima força", afirmou.

 

A judoca, sexta no 'ranking' olímpico, que procura a primeira medalha olímpica depois de ter atingido o 17.º posto em 2012, em Londres, e dois nonos lugares, em Atenas, em 2004, e em Pequim, em 2008, reiterou que tem de estar preparada para vencer qualquer adversária.

 

"A competição para mim decide-se num dia. Já tenho experiência para perceber isso, todo o trabalho é essencial para que possamos estar no máximo das capacidades e depois é naquele dia conseguir tirar o máximo partido dessa condição. Todas as atletas que estiverem nos Jogos Olímpicos são as adversárias a bater, na minha cabeça agora tenho de me preparar para vencer qualquer adversária", sublinhou.

 

Também o canoísta Emanuel Silva, que esteve recentemente no Rio de Janeiro a participar numa prova de teste na Lagoa Rodrigo de Freitas, esteve presente no evento e apontou o vento e o trânsito como os principais problemas no local onde se disputarão as competições de canoagem nos Jogos Olímpicos.

 

"O grande problema tem a ver com o vento e ervas que o próprio lago tem. Um condicionante podem ser as algas, da poluição, outro problema pode ser o trânsito, pois, da Aldeia Olímpica à pista de canoagem, a viagem demora cerca de 45 minutos, mas, se eles (organização) solucionarem o problema, com uma faixa olímpica, onde só podem andar veículos autorizados para o evento, acho que não haverá problema", explicou.

 

Mesmo com esperança na rapidez da chegada à Lagoa Rodrigo de Freitas, o canoísta assumiu que a "solução pode passar por arranjar alojamento mais perto da pista de canoagem".

 

Em termos positivos, o medalha de prata nos Jogos de 2012, na categoria de K-2 1000 metros, destacou a "beleza natural" da pista de canoagem e espera "trabalhar para conquistar medalhas".

 

"[Em termos positivos] destaco o enquadramento da pista, dá para ver o Cristo Redentor, logo a beleza natural e todo o enquadramento da pista é fenomenal, está no centro da cidade do Rio de Janeiro. Haja muita força de vontade da nossa parte. Se os portugueses querem medalhas temos de trabalhar para isso", afirmou.

Nélson Évora: "Ultrapassar os 18 metros é a minha principal meta"

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Depois de ter conquistado a medalha de bronze, nos Mundiais de Pequim, Nélson Évora já aponta baterias aos Jogos Olímpicos do próximo ano no Rio de Janeiro.

"Sem dúvida, ultrapassar a barreira dos 18 metros é a minha principal meta e, se com esse resultado ganhar a medalha de Ouro nos Jogos, melhor. Mas antes disso, há muito trabalho pela frente", afirmou o atleta em resposta aos adeptos do Benfica no Facebook.

Nélson Évora explicou a sensação de subir ao pódio.

"É muito difícil explicar o que se sente precisamente naquele momento mas o que mais me vem à cabeça é que todos os portugueses devem estar felizes por verem a nossa bandeira ser hasteada".

O atleta do triplo salto revelou ainda os segredos do seu sucesso enquanto atleta.

"O meu segredo passa pela paixão por aquilo que faço pensando somente no puro prazer pelo triplo salto e nada mais. O resto, é um bónus".

Vanessa Fernandes integra o 'Hall of Fame' do triatlo mundial

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Vanessa Fernandes, triatleta vice-campeã olímpica em Pequim2008, vai integrar o ‘Hall of Fame’ da federação internacional (ITU), revelou hoje a federação portuguesa.

 

A desportista lusa, que se retirou definitivamente em 2011, foi cinco vezes consecutivas campeã da Europa, uma vez campeã do mundo e conquistou ainda 20 taças do mundo, um recorde que ainda permanece.

 

“Vanessa chegou ao triatlo em 1999 com apenas 14 anos e desde cedo revelou talento, capacidade de superação, dedicação e sacrifício”, congratula-se a federação.

 

Em 2014, quando cumpriu 25 anos, a ITU elegeu os sete primeiros elementos aos quais junta, entre outros, Vanessa Fernandes, em cerimónia a realizar a 17 de setembro em Chicago, Estados Unidos, onde terminam os Mundiais.

Novo contrato segura Gaitán no Benfica

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O Benfica já falou com Nico Gaitán para a renovação de contrato do extremo argentino, com um aumento de ordenado, apurou o Correio da Manhã.

 

A SAD propõe subir em cerca de 300 mil euros anuais limpos o ordenado anual do extremo argentino, passando o esquerdino do milhão e 200 mil euros para auferir 1,5 milhões de euros anuais livres de impostos. Pelo que o CM apurou, o jogador, 27 anos, quer continuar na Luz, onde sempre se sentiu muito acarinhado pela estrutura e pelos adeptos, e existirá mesmo um princípio de acordo para a permanência do atleta. Gaitán tem contrato até junho de 2018 e o Benfica pretende manter o atleta por mais uma ou duas temporadas, apurou o CM.

 

O argentino, sabe o CM, em momento algum se sentiu contrariado por permanecer na Luz caso falhassem as negociações com vista à transferência do atleta, como aconteceu até 31 de agosto.

 

Chegaram propostas muito tentadoras pelo jogador, mas que não chegaram ao valor da cláusula de rescisão, cifrada nos 35 milhões de euros. Manchester United e Valência foram dois dos mais destacados pretendentes a garantir a contratação de Nico Gaitán. A permanência do jogador acabou por ser considerada internamente como um dos principais reforços do Benfica, pela qualidade e polivalência do jogador.

 

Gaitán é decisivo nas assistências e oferece enormes garantias tanto a jogar a partir do flanco esquerdo, como a partir da zona central, como um número dez. Rui Vitória reconhece que o argentino é uma arma de peso nas duas posições.

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Golos só com Talisca no miolo

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ojogo
Os sete tiros certeiros que o Benfica fez na Liga aconteceram depois de o brasileiro saltar no banco, sempre a substituir Pizzi. A jogar na posição 8, o ex-Bahia tem ajudado a evitar desastres
Talisca tem rimado com talismã no início da época, com o médio-ofensivo brasileiro a ter de entrar em campo para os encarnados conseguirem marcar golos. Não um, mas todos os sete que as águias levam na I Liga (quatro ao Estoril e três ao Moreirense) apareceram depois de o brasileiro entrar em campo, no lugar de Pizzi. Contra os canarinhos, o internacional português deu lugar a Talisca aos 61" e os encarnados desbloquearam o nulo 13 minutos depois; frente aos de Moreira de Cónegos, Pizzi ficou nos balneários ao intervalo e, após 27 minutos, Jiménez empatava (1-1) o jogo, que acabaria com triunfo encarnado (3-2).

Objetivamente, com Talisca a 8 saído do banco e em situações de aperto no marcador, a equipa de Rui Vitória conseguiu reagir às adversidades, ganhando ambas as partidas. É verdade que o médio brasileiro não marcou nem fez assistências nos sete golos das águias no campeonato, mas a sua dinâmica foi determinante. Quem assim o analisa é Manuel José, treinador que já orientou o Benfica e que vê em Talisca mais-valias que contribuem para o crescimento da capacidade atacante da equipa da Luz. "Talisca tem mais bola no pé, apoia os avançados, tem capacidade de rutura no um para um, leva a equipa para o ataque e é um bom atirador de longa distância. Por isso, quando o Benfica precisa virar resultados adversos, entra Talisca e a pressão com bola melhora", afirma a O JOGO. Já João Alves, também treinador e antigo médio das águias, reconhece no internacional sub-23 do Brasil qualidades que podem explicar o sucesso de uma aposta mais firme de Rui Vitória no jogador. "Pizzi é um bom jogador, mais traquejado, que estabilizou o seu rendimento no meio-campo enquanto Talisca tem muito ainda por progredir. Mas é um miúdo de grande talento, capaz de marcar a diferença e descobrir soluções", diz o antigo luvas pretas.

Aposta sem sucesso como titular no primeiro jogo oficial da época, na Supertaça, embora como segundo avançado e não mais recuado, Talisca não ganhou ainda lugar no onze. Além dos jogos onde foi lançado, não saiu do banco contra o Arouca, vendo o Benfica perder em Aveiro (1-0). No entanto, as respostas positivas contra Estoril e Moreirense, ambas na Luz, fazem com que Rui Vitória coloque Talisca como hipótese no onze que receberá o Belenenses na sexta-feira. O que, mantendo-se fiel ao 4x4x2, significa que o ex-Bahia já aperta Pizzi, até porque a saída do português ao intervalo no último jogo pode ser encarada como um aviso ou indicador das intenções do treinador.

Tapado para jogar como segundo ponta de lança, face à concorrência de Jonas, e principalmente após as chegadas de Mitroglou e Jiménez, Talisca pode ter no meio-campo mais possibilidades de jogar. Até porque tem faltado capacidade de pressão, defensiva e ofensiva, naquela zona do terreno. "Na época passada, o Benfica ganhava por pressão e, quando perdia a bola, os seus jogadores caiam em cima dos adversários e não os deixavam pensar. Agora, ganha por exaustão, dá espaços e deixa jogar. A equipa joga de acordo com as ideias do treinador e a mentalidade mudou", garante Manuel José, que aposta em Talisca para a mudança. 
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Meio-campo já teve três duplas

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correio manhã
 Treinador das águias montou de início várias combinações na intermediária com Samaris, Fejsa e Pizzi
Com quatro partidas oficiais já disputadas, Rui Vitória já experimentou três combinações com os jogadores que mais probabilidades têm de ser primeiras opções para os dois lugares no centro da intermediária, sem Talisca à mistura. Nesta rotação, sobressai Samaris, que tendo sido três vezes titular, ora ao lado de Fejsa ora com Pizzi, soma 240 minutos de competição. Logo atrás, vem o internacional português, com 130 minutos, também ele com três presenças no onze inicial.

A aposta inicial de Rui Vitória recaiu em Fejsa e Samaris, dupla que não mais se voltou a juntar depois da derrota contra o Sporting, para a Supertaça. No jogo a seguir, na estreia do Benfica no campeonato, frente ao Estoril, o treinador das águias remodelou o centro da intermediária, mantendo Fejsa e trocando Samaris por Pizzi. Este, aliás, já não perderia mais o lugar no onze nos jogos que se seguiram - Arouca e Moreirense -, variando apenas o seu parceiro.

Após o embate com os canarinhos, onde teve o sérvio atrás de si, Pizzi passou a ter a companhia de Samaris. Com o grego como trinco, à semelhança do que sucedeu boa parte da época passada, Pizzi tem cumprido o papel de médio de transporte (o 8). Contra o Arouca, que o Benfica perdeu por 1-0, o camisola 21 esteve em campo os 90 minutos mas na receção ao Moreirense, e com o resultado em vantagem para os visitantes (0-1), foi vítima do ajuste tático de Rui Vitória, sendo substituído ao intervalo por Talisca. Foi nestes dois jogos, no entanto, que o técnico repetiu pela única vez a dupla de médios.

Taarabt apto para Rui Vitória

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Adel Taarabt chegou esta temporada mas, até ao momento, ainda não se conseguiu fixar no onze de Rui Vitória. O jogador terá estado a ultrapassar alguns problemas físicos mas, nesta fase, já poderá ser opção para Rui Vitória, caso o técnico das águias assim entenda.

De acordo com o jornal Record, «o futebolista perdeu peso e também massa gorda e tem tentado recuperar a forma física que lhe permita enfrentar os jogos na melhor condição. Em muitos treinos não realizou o mesmo trabalho dos companheiros, sendo sujeito a exercícios próprios e com outro tipo de intensidade».

Depois de um ano em Inglaterra em que pouco jogou (realizou sete encontros oficiais), o marroquino estará, ainda de acordo com o Record, «ansioso para se estrear oficialmente com a camisola do Benfica e assumir-se como opção regular para Rui Vitória».