Clássico: No domingo venha à Catedral homenagear o Rei

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Será o primeiro clássico do ano de 2014 e mais uma forma de homenagear o eterno “Pantera Negra”. O Benfica recebe o FC Porto no Estádio da Luz, em jogo referente à 15.ª jornada do Campeonato Nacional e os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.

Locais de Venda:
- Bilheteiras do Estádio do Sport Lisboa e Benfica
- Site oficial www.slbenfica.pt
- Casas do Benfica com sistema de bilhética
- Bingo Benfica

Informações:

- Bilhete Geração Benfica – Bilhete a preço especial para crianças sócias entre 3 e os 13 anos, Sócios 12,5€, para qualquer bancada.

- Bilhete Família– 25€ = 4 pessoas (1sócio adulto maior de 18 anos + 1 acompanhante adulto + 2 acompanhantes criança doa 3 aos 13 anos). Possibilidade de adquirir ainda 1 bilhete acompanhante adulto a 10€ e bilhetes acompanhante criança (3 aos 13 anos) a 5€/cd. Bilhetes exclusivo para a Bancada Coca-Cola Piso 0, sector 21, 22 e 23.

-Bilhete Família– 35€ = 4 pessoas (1sócio adulto maior de 18 anos + 1 acompanhante adulto + 2 acompanhantes criança doa 3 aos 13 anos). Possibilidade de adquirir ainda 1 bilhete acompanhante adulto a 10€ e bilhetes acompanhante criança (3 aos 13 anos) a 5€/cd. Bilhetes exclusivo para a Bancada Meo Piso 0, sector 20.

- Os Sócios detentores de Red Pass Fundador ou Centenarium só têm acesso ao jogo caso tenham efectuado o pagamento do respectivo Bilhete de Época 13/14.

- Detentores de Red Pass devem efectuar a entrada com o respectivo cartão Red Pass;

- Os Sócios Vitalícios devem activar o bilhete para o jogo nas bilheteiras do Estádio até dia 7 de Janeiro de 2014 (inclusive).

- É proibida a entrada no Estádio a menores de 3 anos;

- Maiores de 3 anos (inclusive) necessitam comprar bilhete.

CLIQUE AQUI PARA CONSULTAR A TABELA DE PREÇOS

Benfica lidera número de inscritos no Nacional de estrada

A atleta Sara Moreira, vencedora do Campeonato Nacional de Estrada em 2012, é a grande ausência da prova.

Benfica lidera número de inscritos no Nacional de estrada

Ana Dulce Félix, Doroteia Peixoto, Cláudia Pereira e Vanessa Fernandes, femininos, e Rui Pedro silva e Ricardo Ribas, masculinos, são os destaques nos campeonatos nacionais de estrada em atletismo, no domingo, em Elvas, foi hoje anunciado.

Na apresentação da prova, a organização revelou que vão participar 40 clubes, num total de mais de 400 atletas, entre os quais se destacam Ana Dulce Félix, Doroteia Peixoto, Cláudia Pereira e Vanessa Fernandes, cabendo a Rui Pedro Silva e Ricardo Ribas os destaques no setor masculino.

A atleta Sara Moreira, vencedora do Campeonato Nacional de Estrada em 2012, é a grande ausência da prova, bem como o atleta do Sporting Rui Silva, lesionado, enquanto o também sportinguista Manuel Damião está em dúvida.

«Esperemos que os melhores atletas estejam aqui presentes e que venha a ser um espetáculo interessante de ser seguido», disse o presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, Jorge Vieira.

O responsável, que falava em conferência de imprensa na Câmara de Elvas, considerou ainda que esta prova representa um «momento importante» para os clubes, uma vez que marca o arranque da temporada.

A edição de 2014, uma organização conjunta da Federação Portuguesa de Atletismo, Câmara de Elvas e Associação de Atletismo do Distrito de Portalegre, será disputada sobre a distância de 10 quilómetros e incluirá o Campeonato Nacional de Estrada para veteranos e o Campeonato Nacional de juniores em estrada.

Em paralelo vai decorrer ainda a Corrida de Linhas de Elvas, iniciativa que reúne cerca de 200 atletas.

 

«Eusébio foi um amigo e adversário leal» - Trapattoni

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Giovanni Trapattoni nada pôde fazer. Eusébio marcou o primeiro - e único - golo do Benfica na final da Taça dos Campeões Europeus em 1963, sem que o então médio italiano do Milan o conseguisse travar. Para a história ficará a vitória dos rossoneri por 2-1 (Altafini acabaria por bisar) e o início da maldição de Béla Guttman para os encarnados, que de facto não voltaram a estar no topo da Europa após duas épocas de reinado. Mas o antigo treinador das águias não esquece o momento com o pantera negra, eternizado na célebre fotografia que aqui reproduzimos. «É uma fotografia que tenho no meu livro de recordações, que mostra quando Eusébio arranca do meio-campo, em potência, e eu corro direito a ele, mas ele era muito mais veloz que eu e fez um golo incrível, e agora devo reconhecer que era impossível detê-lo», recordou Trapattoni, de 74 anos, em declarações à agência Lusa. O técnico italiano, sem clube desde que deixou o comando da seleção da República da Irlanda, diz ter perdido um amigo. «Era um amigo, um adversário muito leal e quando o encontrei no Benfica, como elemento da estrutura do clube; foi um grande amigo. Vai fazer muita falta, é uma grande perda, não só para mim mas também para o futebol mundial», lamentou. Para Trapattoni, que levou o Benfica ao título nacional em 2004/05, só Pelé esteve ao nível do pantera negra. «Antes de Eusébio, o Benfica tinha o Coluna, mas o Eusébio era o maior do seu tempo. Aí só se falava de Pelé e Eusébio», recordou.
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Cardozo, o ‘miúdo’ paraguaio que também chora

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A polémica estava tão quente quanto a temperatura estival: Cardozo empurrara Jesus na final da Taça de Portugal, andara a treinar-se à parte e a possibilidade de sair fora uma constante. Mas houve quem se opusesse: na inauguração do Museu Cosme Damião, Eusébio pediu para que houvesse um entendimento, que o Benfica não podia prescindir de um goleador como o paraguaio. Foi, apenas, um exemplo da admiração que o pantera negra tinha pelo Tacuara. E Cardozo foi, ontem, um dos jogadores mais emocionados na despedida de quem nunca viu jogar. Ainda na entrada principal, quando o corpo se encontrava junto à águia de mármore, o ponta de lança pediu para ver-lhe o rosto. Seguiram-se segundos de introspeção e alguma comoção, transportando com os dedos um beijo à testa do king. No cemitério, Cardozo raramente saiu de perto do carro funerário, exibindo uma linguagem facial e corporal reveladoras de um apego quase familiar. Ao que A BOLA apurou, a razão é simples: o avançado desenvolveu com Eusébio uma relação estreita, porque se encontravam muitas vezes à noite num restaurante em Sete Rios, jantando juntos e mantendo longas conversas sobre futebol, o Benfica e aquilo que tanto os unia: a arte de marcar golos. As palavras de Cardozo, à entrada para a missa, na Igreja do Seminário, no Largo da Luz, foram curtas para tanto sentimento do jogador de 30 anos. «Aprendi muito com Eusébio», disse o camisola 7 do Benfica. Mais não disse, devido aos condicionalismos que rodeiam a equipa profissional dos encarnados. Mas percebeu-se que queria dizer mais. Exprimiu-se, depois, com lágrimas, no momento de o caixão descer à terra, no cemitério do Lumiar. Habitualmente fleumático, o «miúdo» paraguaio mostrou, afinal, que também chora. «Miúdo» era como Eusébio tratava os jovens jogadores. Era assim, por exemplo, que o king se referia a Maradona.
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Ajax chega aos €600 mil por Ola John

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O Ajax subiu a parada por Ola John, numa demonstração inequívoca de que a contratação do jovem extremo holandês de 21 anos é prioritária para o clube de Amesterdão, treinado por Frank de Boer. Segundo o nosso jornal apurou, o campeão holandês em título e atual líder da Eredivisie (em igualdade pontual com o Vitesse), melhorou em €200 mil a oferta inicial de €400 mil, o que significa que neste momento estão em cima da mesa €600 mil pelo empréstimo de seis meses. A palavra está agora do lado do Benfica, mas o acordo está mais próximo, já que a SAD encarnada tinha torcido o nariz à primeira proposta do Ajax, o que gerou um impasse nos últimos dias, apesar de as partes nunca terem deixado de conversar. Há ainda a questão salarial - o Benfica pretende que o Ajax assuma o pagamento integral do salário do jogador - mas também essa parece ultrapassável.
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Empréstimo de Carlos Martins em risco

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O negócio de cedência de Carlos Martins ao Al Wahda, dos Emirados Árabes Unidos, estava praticamente concluído mas, segundo A BOLA apurou, complicou-se nas últimas horas e está em risco. Ainda assim, à hora de fecho desta edição as partes ainda conversavam no sentido de tentarem ultrapassar os obstáculos que surgiram entretanto e que se prendem com o facto de o Al Wahda não estar a cumprir o que tinha sido inicialmente acordado. O médio de 31 anos foi dispensado no início da época, e desde então tem trabalhado na equipa B, tendo rejeitado, inclusive, a possibilidade de rescindir contrato com as águias, já que não abdica de receber a totalidade dos salários a que tem direito pelo contrato até 2016. O treinador do Al Wahda é o português José Peseiro, que orientou Carlos Martins no Sporting em 2004/05, e o negócio parecia ser bom para todas as partes. No caso do Benfica, pouparia cerca de 900 mil euros em salários.
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"France Football" coloca "Pantera Negra no paraíso"

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A revista "France Football" dedica um artigo a Eusébio, com o título "Pantera Negra no paraíso", na sua edição desta terça-feira, no qual recorda a carreira do antigo futebolista português. "Apesar de sabermos que estava fragilizado, o anúncio da sua morte provocou uma viva emoção no mundo do futebol, como fica demonstrado nos numerosos testemunhos provenientes de todo o Mundo", destaca a publicação francesa, que fez de Eusébio o primeiro português a conquistar a Bola de Ouro, em 1965. O autor do texto, Roberto Notarinni, escreve que Portugal é o "país que mais chora a morte de um dos seus filhos mais brilhantes", exemplificando com os três dias de luto nacional decretados pelo Governo, pelos milhares de adeptos presentes na homenagem ao "Pantera Negra". "A emoção está à altura do que significa para o futebol o desaparecimento de Eusébio", garante a "France Football", que recupera os depoimentos de Cristiano Ronaldo, José Mourinho, José Altafini, num artigo em que detalha a vida de Eusébio, desde o Bairro da Mafalala, na então Lourenço Marques (atual Maputo), passando pelo Benfica, desviado do Sporting, da desejada mas falhada transferência para Itália e terminando no título canadiano, ofuscando o Cosmos de Pelé. A "France Football" garante um lugar a Eusébio no "Panteão" dos vencedores da Bola de Ouro, que já conta com o russo Lev Yachine, os ingleses Stanley Matthews e George Best, o italo-argentino Omar Sivori e o húngaro Florián Albert. "Foi o melhor avançado de todos os tempos em Portugal. O 'avô' de Cristiano Ronaldo, que tinha grandes capacidades físicas, marcava de cabeça, de pé esquerdo, de pé direito. Tanto driblava o guarda-redes, como rematava a 30 metros. Ainda por cima, era um rapaz afável fora do terreno de jogo. Não o vamos esquecer tão cedo", referiu o antigo internacional francês Just Fontaine, melhor marcador do Mundial1958. Eusébio da Silva Ferreira morreu no domingo, aos 71 anos, vítima de paragem cardiorrespiratória. Além da Bola de Ouro em 1965, o "Pantera Negra" conquistou duas Botas de Ouro (1967/68 e 1972/73). No Mundial de Inglaterra, em 1966, foi considerado o melhor jogador e foi o melhor marcador, com nove golos, levando Portugal ao terceiro lugar.
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À espera da melhor casa

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O clássico frente ao FC Porto, marcado para o próximo domingo, poderá marcar a primeira grande enchente da temporada no Estádio da Luz. Até ao momento, a melhor casa aconteceu na receção ao Sporting, numa partida a contar para a 4.ª eliminatória da Taça de Portugal onde marcaram presença 47.156 espectadores. Uma assistência, ainda assim, longe dos números registados habitualmente neste tipo de duelos. Refira-se que já seria de esperar que a venda de bilhetes para o compromisso entre águias e dragões decorresse a bom ritmo, mas a verdade é que o desaparecimento de Eusébio, no domingo, poderá contribuir para que a afluência ao recinto encarnado seja ainda maior. Os adeptos não vão querer perder, certamente, a reação da equipa após o fatídico acontecimento. A hora do jogo também poderá ter enorme contributo no que diz respeito à afluência de público. A Liga Portugal agendou o encontro para as 16 horas de domingo, o que certamente contribuirá para que oEstádio da Luz bata o recorde da presente época.
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Negócio de Parzyszek cancelado

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Está descartada a transferência de Parzyszek para o Benfica. O jovem polaco tinha praticamente tudo acertado com os encarnados, mas divergências nos últimos dias no que diz respeito aos termos do contrato acabaram por inviabilizar o acordo. Esta informação já tinha sido avançada à imprensa holandesa pelo empresário do jogador, Van Vossen, e de acordo com as informações recolhidas por Record junto de fonte próxima do processo, o negócio caiu mesmo por terra. Aliás, o agente disse ainda que já estavam a ser estudadas outras hipóteses para o avançado polaco, que tem bastantes clubes interessados depois das exibições conseguidas, na segunda divisão da Holanda. Ainda assim, o diretor-desportivo do emblema holandês, Roland Vroomans, em conversa com o nosso jornal negou que a transferência tenha abortado, embora reconheça que ainda não existe acordo entre algumas das partes envolvidas no processo. “Vi as declarações do empresário do jogador, mas, para já, não tenho conhecimento que o negócio tenha sido cancelado. Entre o Benfica e o De Graafschap está tudo acertado, mas sei que com o jogador não exista acordo. Sei é que o Piotr já devia ter ido a Lisboa na última semana e isso não aconteceu. Alguma coisa se complicou, isso é certo”, vincou. Tudo isto depois do internacional Sub-21 polaco ter assumido publicamente que estava muito perto de ser reforço dos encarnados e ter assumido que queria vingar com a camisola do clube da Luz. Desejos, que não se irão concretizar, pelos menos para já.

Uma chama imensa

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Lágrimas, palmas, emoção. Mito, rei, lenda, o melhor de sempre! Faltam palavras para Eusébio da Silva Ferreira; para o dia que Lisboa viveu ontem, no adeus, o último adeus, à maior figura do futebol português. As 15 mil pessoas que correram ao Estádio da Luz foram, certamente, poucas comparadas com aquelas que gostariam de ter estado na homenagem ao Pantera Negra. Foi ali, em pleno relvado, que tantas vezes tratou por “tu”, e que poucos segredos lhe escondia, que Eusébio se despediu dos que o amam, idolatram e não o esquecem. Foi ali que se cumpriu o último desejo de uma figura mundial. Foi ali que a família de sangue, Flora, a companheira de todas as horas, e as filhas, Sandra e Carla, choraram o adeus partilhado com a multidão, e com a outra família, a do futebol. Luís Filipe Vieira foi apenas o anfitrião numa casa pequena para tantos anónimos e conhecidos, para jogadores da Seleção, que perde um embaixador, para os futebolistas do Benfica, alguns inconsoláveis no momento do adeus. Em Dia de Reis, Lisboa parou para acenar ao Pantera Negra. Na Luz, ou ao longo do trajeto até à Praça do Município, foram muitos os anónimos que se renderam a Eusébio, que coloriram o momento, e que estenderam pela capital a figura duma enorme passadeira vermelha, onde só os melhores têm direito a passar. Luto por um ano. O momento é de emoção, mas Vieira quer que o país não o esqueça e promete um ano de luto na equipa e no clube por Eusébio.Uma forma, mais uma, de homenagear a maior figura do emblema encarnado. Falar no dia de ontem é sinónimo de intensidade, de multidão.Foi assim durante todas as cerimónias fúnebres, cujos horários foram religiosamente cumpridos até à chegada ao cemitério do Lumiar, onde, para já, na campa número 439, está Eusébio. A trasladação para o Panteão é, agora, um assunto em discussão, um desejo dos benfiquistas e dos amantes do futebol em geral. Foi ali, no Lumiar, muito perto do local onde vivia, que a multidão teve séria dificuldade em despedir-se de Eusébio. As ruas estreitas complicaram a passagem do carro que transportava o Rei.Há imagens que ficam para a eternidade.A de Cardozo agarrado ao carro, de Luisão a chorar compulsivamente, de Rui Costa em apoio a Flora e a tentar, juntamente com Jesus, organizar a entrada no cemitério, são algumas das que ninguém vai esquecer. São as caras de um clube que Eusébio amou até ao fim. De um clube, um país que lhe mostrou respeito e admiração. Sinónimo de união Hoje é dia de treino no Seixal, de trabalho para a generalidade dos portugueses. O ponteiro dos relógios vai andar à velocidade normal de um outro qualquer dia, menos acelerado do que o palpitar de milhões de corações que se despediram de Eusébio, presencialmente ou através da televisão. Sem política, sem cores, sem clubes. De cumprimentos entre Luís Filipe Vieira e Bruno de Carvalho, entre Passos Coelho e António José Seguro. Uma chama imensa, uma prova de união. Uma forma dos portugueses lhe dizerem as últimas palavras. Um enorme obrigado! Rui Costa, Jesus, Luisão e Cardozo resistiram a tudo O dia foi muito longo, mas nem a chuva nem o frio nem mesmo o enorme número de pessoas que marcaram presença no cemitério do Lumiar impediu Rui Costa, Jorge Jesus, Luisão e Cardozo de ficarem ao lado da viúva de Eusébio, Flora, e das duas filhas da antiga glória das águias, Sandra e Carla. O quarteto aguentou até ao fim: acompanhou de perto o carro funerário, assistiu atentamente à missa no cemitério e manteve-se bem perto da família mais próxima de Eusébio, enquanto os restos mortais do antigo internacional português eram entregues à terra. Visivelmente emocionados por todo o contexto, o administrado da SAD Rui Costa, o treinador Jorge Jesus e os capitães Luisão e Cardozo resistiram a tudo e a todos. Mantiveram-se hirtos e firmes no acompanhamento da última viagem de Eusébio e não arredaram pé enquanto Flora, Sandra e Carla prestavam a última homenagem ao marido e ao pai.