João Noronha Lopes, candidato eleições 2025

Purple Rain

Citação de: van33 em 07 de Setembro de 2025, 11:13
Citação de: Barolas em 07 de Setembro de 2025, 11:12
Citação de: AndreCruz11SLB em 07 de Setembro de 2025, 11:00Tudo o que não seja uma vitória dele nestas eleições (ou seja, vitória de Rui costa ou Vieira) é uma facada enorme no futuro do Benfica!

É o desligar das máquinas e a morte do clube.
Ficará um clube para os turistas

Prestes a descarrilar e ir embater numa parede.

franciscoafonso

Citação de: GengisKhan em 07 de Setembro de 2025, 11:59Tenho só algumas reticências quando ele fala em "Content Media House" da BTV, sendo que dá como exemplo a venda de direitos do conteúdo a streamings como fonte de receita.

Há muito mais capacidade real de aumentar pelo merch e game day e seria do interesse explicar como. Eu vejo um enorme potencial na criação de merch de marca própria.
Ele ontem já falou nos retro jerseys, que se enquadra nesse nível.

De qualquer das formas são estratégias com objectivos diferentes mas complementares.

A questão da BTV é quase um posicionamento de marca enquanto posicionamento premium. É uma estratégia mais de longo prazo. Nós quando "babamos" quando vemos conteúdos do youtube de clubes da Premier League aquilo não aconteceu do dia para a noite, foi um processo.

A BTV enquanto content house tem a vantagem de que o investimento elevado que teria de ser feito já está feito - equipas, estúdios, material. É uma questão de rentabilizar o que já se tem. Aumenta a notoriedade da marca Benfica internacionalmente, os conteúdos são intemporais (um conteúdo sobre o Eusébio terá sempre saída, um conteúdo sobre o Ruben Dias ou sobre o João Neves são válidos durante dez anos - sempre que trocarem de clube ou ganharem uma Champions ou fizerem um marco qualquer, são conteúdos que os adeptos internacionais vão agarrar de novo - e diversifica de alguma forma a receita, explorando uma área que no Benfica é atualmente uma nulidade. A parte mais difícil está feita, que era ter um hook para os adeptos internacionais quererem ver os conteúdos - com a "exportação" que o Benfica faz de talentos isso já está garantido. Mas é mais uma questão de branding e posicionamento internacional do que receita a curto prazo.

A questão da linha de merchandising é lucro mais imediato mas causa uma série de outras complicações. Gerir stock é um pesadelo. Há sempre o risco de sobrestock, o que significa ficar com material parado ou vender ao preço da uva mijona passados seis meses. Há um investimento em design, produção, distribuição que o Benfica não tem no momento. E, mais importante, o nosso mercado é muito limitado tanto em capacidade como em poder de compra. Para ser relevante essa medida teria de se pensar numa óptica internacional, o que implica logística de entrega internacional e é toda uma outra linha de problemas logísticos (stock, acordos, alfândegas, customer support, enfim).

No fundo, uma puxa pela outra. Para o merchandising ser significante em termos financeiros (e não apenas umas camisolas giras para a malta vestir em Portugal), a marca tem de ter projecção internacional - que é o que se pretende atingir quando se fala de uma Content House.


LuigiSLB83

Às vezes penso que entrei num infantário.

GTtdi_SLB

Citação de: Karina em 06 de Setembro de 2025, 22:57Esperava muito mais desta entrevista.

Tenho acompanhado todas as entrevistas de todos os candidatos para decidir os meus votos.
Tirando o comboio não disse nada de novo.
Parece que tem o disco riscado sempre a dizer as mesmas coisas em todas as suas entrevistas .

Para quem anda aqui no fórum e nas redes sociais a dizer que o João Noronha Lopes é o candidato melhor preparado para presidente do Benfica.


Podia ter adoptado a estratégia do rui costa: convidava as tv's e uma dúzia de famosos para, na tribuna do estádio, aprestar-se a uma pomposa apresentaçao de um elefante branco como único acto de propaganda. Pouco importa se usou os recursos do clube em acto de campanha pessoal. Pouco importa se a sua campanha é baseada no silencio (ou desprezo). Pouco importam os golpes estatutários que estão a preparar na sombra. Pouco importa a ausência democracia.

O que importa é que noronha repete o que se propõe a fazer, isso é tudo o que está errado.

The_Riggs

Citação de: LuigiSLB83 em 07 de Setembro de 2025, 14:27Às vezes penso que entrei num infantário.
e porque é que deixas a acusação de endeusamento mas apagas a resposta ? Como sempre , quem instiga é que sai por cima

Depois admiram se de ambiente estar assim quando provocar em resposta a posts normais tem apoio de quem manda

vasco13

Gostei da entrevista de ontem. Principalmente, no inicio, onde o achei bastante assertivo e a atacar diretamente as fraudes eleitorais que se andam a preparar.

Continuo na dúvida sobre a minha intenção de voto, mas gostei

LuigiSLB83

Citação de: The_Riggs em 07 de Setembro de 2025, 14:36
Citação de: LuigiSLB83 em 07 de Setembro de 2025, 14:27Às vezes penso que entrei num infantário.
e porque é que deixas a acusação de endeusamento mas apagas a resposta ? Como sempre , quem instiga é que sai por cima

Depois admiram se de ambiente estar assim quando provocar em resposta a posts normais tem apoio de quem manda

Porque a vida não anda à velocidade que tu queres.

Goldberg

Citação de: GengisKhan em 07 de Setembro de 2025, 11:54A malta que espera bombas a cada entrevista, sendo que eles dão 2 por semana...

Eu achei muito relevante esta, não tanto pelo comboio - que apesar de ser uma boa medida, não é uma inovação per si.

Mas o mais importante foi ele mostrar às pessoas o que está a ver feito pelo PMAG e pela atual direção em relação às eleições. A marosca tem de ser denunciada, e acima de tudo explicada para todos perceberem.
na btv há debates? há calendario com horario?

GengisKhan

Citação de: franciscoafonso em 07 de Setembro de 2025, 13:15
Citação de: GengisKhan em 07 de Setembro de 2025, 11:59Tenho só algumas reticências quando ele fala em "Content Media House" da BTV, sendo que dá como exemplo a venda de direitos do conteúdo a streamings como fonte de receita.

Há muito mais capacidade real de aumentar pelo merch e game day e seria do interesse explicar como. Eu vejo um enorme potencial na criação de merch de marca própria.
Citação de: franciscoafonso em 07 de Setembro de 2025, 13:15
Citação de: GengisKhan em 07 de Setembro de 2025, 11:59Tenho só algumas reticências quando ele fala em "Content Media House" da BTV, sendo que dá como exemplo a venda de direitos do conteúdo a streamings como fonte de receita.

Há muito mais capacidade real de aumentar pelo merch e game day e seria do interesse explicar como. Eu vejo um enorme potencial na criação de merch de marca própria.
Ele ontem já falou nos retro jerseys, que se enquadra nesse nível.

De qualquer das formas são estratégias com objectivos diferentes mas complementares.

A questão da BTV é quase um posicionamento de marca enquanto posicionamento premium. É uma estratégia mais de longo prazo. Nós quando "babamos" quando vemos conteúdos do youtube de clubes da Premier League aquilo não aconteceu do dia para a noite, foi um processo.

A BTV enquanto content house tem a vantagem de que o investimento elevado que teria de ser feito já está feito - equipas, estúdios, material. É uma questão de rentabilizar o que já se tem. Aumenta a notoriedade da marca Benfica internacionalmente, os conteúdos são intemporais (um conteúdo sobre o Eusébio terá sempre saída, um conteúdo sobre o Ruben Dias ou sobre o João Neves são válidos durante dez anos - sempre que trocarem de clube ou ganharem uma Champions ou fizerem um marco qualquer, são conteúdos que os adeptos internacionais vão agarrar de novo - e diversifica de alguma forma a receita, explorando uma área que no Benfica é atualmente uma nulidade. A parte mais difícil está feita, que era ter um hook para os adeptos internacionais quererem ver os conteúdos - com a "exportação" que o Benfica faz de talentos isso já está garantido. Mas é mais uma questão de branding e posicionamento internacional do que receita a curto prazo.

A questão da linha de merchandising é lucro mais imediato mas causa uma série de outras complicações. Gerir stock é um pesadelo. Há sempre o risco de sobrestock, o que significa ficar com material parado ou vender ao preço da uva mijona passados seis meses. Há um investimento em design, produção, distribuição que o Benfica não tem no momento. E, mais importante, o nosso mercado é muito limitado tanto em capacidade como em poder de compra. Para ser relevante essa medida teria de se pensar numa óptica internacional, o que implica logística de entrega internacional e é toda uma outra linha de problemas logísticos (stock, acordos, alfândegas, customer support, enfim).

No fundo, uma puxa pela outra. Para o merchandising ser significante em termos financeiros (e não apenas umas camisolas giras para a malta vestir em Portugal), a marca tem de ter projecção internacional - que é o que se pretende atingir quando se fala de uma Content House.


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Ele ontem já falou nos retro jerseys, que se enquadra nesse nível.

De qualquer das formas são estratégias com objectivos diferentes mas complementares.

A questão da BTV é quase um posicionamento de marca enquanto posicionamento premium. É uma estratégia mais de longo prazo. Nós quando "babamos" quando vemos conteúdos do youtube de clubes da Premier League aquilo não aconteceu do dia para a noite, foi um processo.

A BTV enquanto content house tem a vantagem de que o investimento elevado que teria de ser feito já está feito - equipas, estúdios, material. É uma questão de rentabilizar o que já se tem. Aumenta a notoriedade da marca Benfica internacionalmente, os conteúdos são intemporais (um conteúdo sobre o Eusébio terá sempre saída, um conteúdo sobre o Ruben Dias ou sobre o João Neves são válidos durante dez anos - sempre que trocarem de clube ou ganharem uma Champions ou fizerem um marco qualquer, são conteúdos que os adeptos internacionais vão agarrar de novo - e diversifica de alguma forma a receita, explorando uma área que no Benfica é atualmente uma nulidade. A parte mais difícil está feita, que era ter um hook para os adeptos internacionais quererem ver os conteúdos - com a "exportação" que o Benfica faz de talentos isso já está garantido. Mas é mais uma questão de branding e posicionamento internacional do que receita a curto prazo.

A questão da linha de merchandising é lucro mais imediato mas causa uma série de outras complicações. Gerir stock é um pesadelo. Há sempre o risco de sobrestock, o que significa ficar com material parado ou vender ao preço da uva mijona passados seis meses. Há um investimento em design, produção, distribuição que o Benfica não tem no momento. E, mais importante, o nosso mercado é muito limitado tanto em capacidade como em poder de compra. Para ser relevante essa medida teria de se pensar numa óptica internacional, o que implica logística de entrega internacional e é toda uma outra linha de problemas logísticos (stock, acordos, alfândegas, customer support, enfim).

No fundo, uma puxa pela outra. Para o merchandising ser significante em termos financeiros (e não apenas umas camisolas giras para a malta vestir em Portugal), a marca tem de ter projecção internacional - que é o que se pretende atingir quando se fala de uma Content House.



Há potencial na linha retro, talvez o maior.
Mas também em explorar linhas mais simples como uma mera tshirt, camisola ou hoodie - basta veres a nossa coleção oficial de marca própria e deixa muito a desejar face ao potencial.

Hoje temos na loja uma de baseball, ok nada contra em arriscar até lá para fora, mas depois de atletismo ou rugby não há nada, se for bem feito, há potencial de vendas aqui.

Há dificuldades sem dúvidas, mas hoje temos vários postos de venda próprios, localizados em zona prime de turismo (aeroporto, baixa p.ex), mas temos uma coleção em parceria com o Nuno Gama que ninguém lhe pega...

Parceria de shipping não é difícil hoje em dia. O mais difícil é ter uma produção controlada, e malta a pensar este tipo de produto com pés e cabeça, e não ter os melhores produtos esgotados nas alturas críticas (Natal, Páscoa e Verão), quando somos visitados pelos emigrantes e turistas.

Merch de marca própria não obrigaria a esses prazos loucos da moda convencional, mas também é possível controlar isso com edições limitadas, pré-vendas e colecionáveis.
Um exemplo, quando foi feita a homenagem ao Preud'Homme, porque não foi feito uma edição especial retro? Entre outros milhares de exemplos.

Reverendo_Bonifácio

Boa entrevista, não foi demasiado extensa e creio que as perguntas foram sobre alguns temas muito importantes. Rebentou a MAG de alto a baixo e com razão, é só mais um reflexo da impunidade e desrespeito de alguns altos funcionários do clube.

Red Bullet

#26065
É fantástica a quantidade de "juvenis", alguns com anos de inscrição no SB, e q aparecem aqui por "milagre" a dizer repetidamente q esperavam mto mais do Noronha.

Voltem para o buraco de onde estiveram estes anos todos.

franciscoafonso

Citação de: GengisKhan em 07 de Setembro de 2025, 14:55
Citação de: franciscoafonso em 07 de Setembro de 2025, 13:15
Citação de: GengisKhan em 07 de Setembro de 2025, 11:59Tenho só algumas reticências quando ele fala em "Content Media House" da BTV, sendo que dá como exemplo a venda de direitos do conteúdo a streamings como fonte de receita.

Há muito mais capacidade real de aumentar pelo merch e game day e seria do interesse explicar como. Eu vejo um enorme potencial na criação de merch de marca própria.
Citação de: franciscoafonso em 07 de Setembro de 2025, 13:15
Citação de: GengisKhan em 07 de Setembro de 2025, 11:59Tenho só algumas reticências quando ele fala em "Content Media House" da BTV, sendo que dá como exemplo a venda de direitos do conteúdo a streamings como fonte de receita.

Há muito mais capacidade real de aumentar pelo merch e game day e seria do interesse explicar como. Eu vejo um enorme potencial na criação de merch de marca própria.
Ele ontem já falou nos retro jerseys, que se enquadra nesse nível.

De qualquer das formas são estratégias com objectivos diferentes mas complementares.

A questão da BTV é quase um posicionamento de marca enquanto posicionamento premium. É uma estratégia mais de longo prazo. Nós quando "babamos" quando vemos conteúdos do youtube de clubes da Premier League aquilo não aconteceu do dia para a noite, foi um processo.

A BTV enquanto content house tem a vantagem de que o investimento elevado que teria de ser feito já está feito - equipas, estúdios, material. É uma questão de rentabilizar o que já se tem. Aumenta a notoriedade da marca Benfica internacionalmente, os conteúdos são intemporais (um conteúdo sobre o Eusébio terá sempre saída, um conteúdo sobre o Ruben Dias ou sobre o João Neves são válidos durante dez anos - sempre que trocarem de clube ou ganharem uma Champions ou fizerem um marco qualquer, são conteúdos que os adeptos internacionais vão agarrar de novo - e diversifica de alguma forma a receita, explorando uma área que no Benfica é atualmente uma nulidade. A parte mais difícil está feita, que era ter um hook para os adeptos internacionais quererem ver os conteúdos - com a "exportação" que o Benfica faz de talentos isso já está garantido. Mas é mais uma questão de branding e posicionamento internacional do que receita a curto prazo.

A questão da linha de merchandising é lucro mais imediato mas causa uma série de outras complicações. Gerir stock é um pesadelo. Há sempre o risco de sobrestock, o que significa ficar com material parado ou vender ao preço da uva mijona passados seis meses. Há um investimento em design, produção, distribuição que o Benfica não tem no momento. E, mais importante, o nosso mercado é muito limitado tanto em capacidade como em poder de compra. Para ser relevante essa medida teria de se pensar numa óptica internacional, o que implica logística de entrega internacional e é toda uma outra linha de problemas logísticos (stock, acordos, alfândegas, customer support, enfim).

No fundo, uma puxa pela outra. Para o merchandising ser significante em termos financeiros (e não apenas umas camisolas giras para a malta vestir em Portugal), a marca tem de ter projecção internacional - que é o que se pretende atingir quando se fala de uma Content House.


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Ele ontem já falou nos retro jerseys, que se enquadra nesse nível.

De qualquer das formas são estratégias com objectivos diferentes mas complementares.

A questão da BTV é quase um posicionamento de marca enquanto posicionamento premium. É uma estratégia mais de longo prazo. Nós quando "babamos" quando vemos conteúdos do youtube de clubes da Premier League aquilo não aconteceu do dia para a noite, foi um processo.

A BTV enquanto content house tem a vantagem de que o investimento elevado que teria de ser feito já está feito - equipas, estúdios, material. É uma questão de rentabilizar o que já se tem. Aumenta a notoriedade da marca Benfica internacionalmente, os conteúdos são intemporais (um conteúdo sobre o Eusébio terá sempre saída, um conteúdo sobre o Ruben Dias ou sobre o João Neves são válidos durante dez anos - sempre que trocarem de clube ou ganharem uma Champions ou fizerem um marco qualquer, são conteúdos que os adeptos internacionais vão agarrar de novo - e diversifica de alguma forma a receita, explorando uma área que no Benfica é atualmente uma nulidade. A parte mais difícil está feita, que era ter um hook para os adeptos internacionais quererem ver os conteúdos - com a "exportação" que o Benfica faz de talentos isso já está garantido. Mas é mais uma questão de branding e posicionamento internacional do que receita a curto prazo.

A questão da linha de merchandising é lucro mais imediato mas causa uma série de outras complicações. Gerir stock é um pesadelo. Há sempre o risco de sobrestock, o que significa ficar com material parado ou vender ao preço da uva mijona passados seis meses. Há um investimento em design, produção, distribuição que o Benfica não tem no momento. E, mais importante, o nosso mercado é muito limitado tanto em capacidade como em poder de compra. Para ser relevante essa medida teria de se pensar numa óptica internacional, o que implica logística de entrega internacional e é toda uma outra linha de problemas logísticos (stock, acordos, alfândegas, customer support, enfim).

No fundo, uma puxa pela outra. Para o merchandising ser significante em termos financeiros (e não apenas umas camisolas giras para a malta vestir em Portugal), a marca tem de ter projecção internacional - que é o que se pretende atingir quando se fala de uma Content House.



Há potencial na linha retro, talvez o maior.
Mas também em explorar linhas mais simples como uma mera tshirt, camisola ou hoodie - basta veres a nossa coleção oficial de marca própria e deixa muito a desejar face ao potencial.

Hoje temos na loja uma de baseball, ok nada contra em arriscar até lá para fora, mas depois de atletismo ou rugby não há nada, se for bem feito, há potencial de vendas aqui.

Há dificuldades sem dúvidas, mas hoje temos vários postos de venda próprios, localizados em zona prime de turismo (aeroporto, baixa p.ex), mas temos uma coleção em parceria com o Nuno Gama que ninguém lhe pega...

Parceria de shipping não é difícil hoje em dia. O mais difícil é ter uma produção controlada, e malta a pensar este tipo de produto com pés e cabeça, e não ter os melhores produtos esgotados nas alturas críticas (Natal, Páscoa e Verão), quando somos visitados pelos emigrantes e turistas.

Merch de marca própria não obrigaria a esses prazos loucos da moda convencional, mas também é possível controlar isso com edições limitadas, pré-vendas e colecionáveis.
Um exemplo, quando foi feita a homenagem ao Preud'Homme, porque não foi feito uma edição especial retro? Entre outros milhares de exemplos.
A edição especial do preudhomme (que devia ter sido vendida online e eu adorava ter) é um belo exemplo do que disse de "coisas giras para a malta usar" mas que têm pouco impacto porque o nosso mercado é limitado.

O que não quer dizer que não se faça. Mas para ativar uma linha inteira de merch convém começar a ativar público internacional também. Marca global.

Cor_rubrum

https://geracaobenfica.blogspot.com/2025/09/exclusivo-carta-aberta-aos-socios-do-sl.html

Entendam esta minha citação como uma recomendação do Infarmed ou da DGS acerca dos perigos de contacto com uma substância altamente nociva e com um cheiro nauseabundo num obscuro site da web.
Perdão aos mais sensíveis.

Red Bullet

Citação de: Cor_rubrum em 07 de Setembro de 2025, 15:23https://geracaobenfica.blogspot.com/2025/09/exclusivo-carta-aberta-aos-socios-do-sl.html

Entendam esta minha citação como uma recomendação do Infarmed ou da DGS acerca dos perigos de contacto com uma substância altamente nociva e com um cheiro nauseabundo num obscuro site da web.
Perdão aos mais sensíveis.

verme do pior!

van33

Disseram que ele tocou no assunto de poder regressar o comboio Benfica (era 1 dos maiores desejos que tenho neste momento para o clube), não se esqueçam que por mais vontade que ele outro tenha de o fazer regressar a decisão é sempre da CP. Aqui há uns largos anos alguém do Benfica tinha dito que a CP ia encomendar uns 10 ou mais comboios a Espanha mas que as entregas iam ser muito longas...vários anos. Isto uma cena que já li há uns 6 anos