Rui Vitória

Treinador, 55 anos,
Portugal
Equipa Principal: 4 épocas (2015-2019), 184 jogos (125 vitórias, 28 empates, 31 derrotas)

Títulos: Campeonato Nacional (3), Taça de Portugal (1), Supertaça (2), Taça da Liga (1)

sexta_feira

Citação de: nikas em 29 de Setembro de 2017, 17:46
Citação de: sexta_feira em 29 de Setembro de 2017, 17:45
A substituição do RV pelo Carlo Anceloti ?
...já é oficial ?

Estão na duvida, Anceloti ou Tuchel.
Mas está por horas.
o unico custo vai ser a derrota na Madeira

John F. Kennedy

Quero ganhar, mas já estou por tudo.
Uma pessoa perde completamente a vontade de fazer uma das coisas que dá mais prazer.
Obrigado, Rui.

Andre18

Citação de: PM84 em 29 de Setembro de 2017, 14:28
Benfica e Rui Vitória - uma breve estória de amor, ou a parábola da "rebound girl".

Longos anos depois de qualquer relação amorosa digna desse nome, o Benfica - cavalheiro de porte, com classe, história e reputação, ainda que algo maltratado pelos anos - conheceu, em 2009, uma moça. Por ora, chamemo-la de Janete.

Janete era aquela típica gaja de bairro social. Um bocado chunga, com grandes argolas e que masca pastilha de boca aberta, mas tesuda. Desbocada e inconveniente, mulher de poucos princípios, com mil e um defeitos, mas gostosa. Quando se conheceram, Janete fazia brilharetes na cama e, facilmente, deixou o Benfica maluco - especialmente quando o Benfica já há largos anos que não conhecia ninguém que o deixasse tão interessado.

É claro que a relação do Benfica com Janete apresentava prazo de validade definido. Como disse, o Benfica é - ainda que vezes lhe fuja o pé para o chinelo - um cavalheiro, na total acepção da palavra.

Depois do entusiasmo inicial, a relação com Janete começou a revelar-se algo decepcionante. Eram cada vez mais os episódios menos dignos com Janete, mas o Benfica entendeu que havia que tentar segurar Janete por mais algum tempo. Afinal de contas, era a primeira mulher que o interessava e que o fez verdadeiramente feliz, desde há muito tempo a esta parte.

E assim fez, sem que, no entanto, a relação deixasse de ir perdendo alguma da magia inicial. Janete, eventualmente, voltou a fazer o Benfica feliz, mas a relação estava claramente desgastada. Janete era uma mulher temperamental e, em suma, difícil de sustentar (e aturar).

Como em todas as relações longas, a relação com Janete acabou com estrondo. As coisas já andavam tremidas há algum tempo, o Benfica queria acabar com Janete, mas depois soube-se que Janete já se andava a enrolar com o seu principal rival. Impensável! Um fanfarrão, visconde falido, que não sabe estar nem falar – mas, bem vistas, as coisas estavam bem um para o outro.

Como qualquer gajo, o Benfica quando acabou com Janete já andava de olho feito no mercado.

Curiosamente, a ex-mulher desse mesmo rival do Benfica – chamemos-lhe Margarida (a qual já andava no "radar" do Benfica mesmo antes de aqueles se envolverem) - parecia uma tipa impecável. Nova, mas já com alguma experiência. Não havia quem falasse mal dela. Sofisticada. E sim, bastante tesuda também. Para além do mais, era a paga perfeita pela "traição" de Janete com o rival do Benfica.

Naquele momento, Margarida andava, no entanto, a resolver questões de partilhas com o rival do Benfica. Processo de divórcio longo e chato, já que o rival do Benfica não a queria deixar ir, sem mais – muito menos, sob risco de acabar junta com o Benfica. Visconde falido, como visconde falido, agarrava-se a tudo o que podia para não abrir os cordões à bolsa nem dar a Margarida o que era seu de direito.

Nisto, o Benfica conheceu Raquel. Raquel era uma miúda simpática e que, segundo se dizia, sempre tinha gostado dele. Um bocado chata, um bocado enfadonha, mas era simpática e dizia-se que até era boa com miúdos.

Rapidamente se envolveram, ainda que sem o fulgor de outros tempos. As coisas não começaram muito bem. Querendo ou não, a relação com Janete tinha sido marcante. O término tinha sido ruidoso e a verdade é que foi difícil a habituação àquele ritmo mais pasteloso de Raquel. A vida era mais chata e tinha menos brilho.

No entanto, com o tempo, a verdade é que o Benfica foi-se habituando a Raquel. Raquel cumpria com os objectivos base da relação. Não deixava o Benfica ficar mal, não metia a pata na poça, não envergonhava o Benfica, não fazia as tristes figuras em que Janete reincidia. E, acima de tudo, Raquel gostava e respeitava verdadeiramente o Benfica.

Continuava a ser um pouco enfadonha, mas tudo corria mais ou menos bem e Raquel conseguiu, de facto, fazer o Benfica feliz.

Com o passar do tempo, no entanto, Raquel foi-se tornando demasiado certa de si – e do Benfica. Já não era bem a rapariga humilde que o Benfica tinha conhecido. Parecia mais pretensiosa e, estranhamente, menos capaz de fazer aquilo que vinha fazendo até então, com sucesso relativo.

Num dia, o Benfica e Raquel vão beber um copo com um colega de trabalho suíço daquele primeiro. Eis que Raquel – já depois de um conjunto de episódios menos felizes, em que tinha comprometido o nome do Benfica – emborca cinco garrafas de vinho. Sem apelo nem agravo. Uma delas, até foi de penalty. Escusado será dizer, Raquel fica completamente embriagada, faz uma figura ridícula perante o Benfica e o seu colega, deambulando, descalça, pelas ruas de Basileia, onde acaba por pernoitar na rua, vomitando para uma sarjeta qualquer.

O Benfica fica a aguardar justificações, no dia a seguir. A que se devia aquele comportamento? Qual o motivo para, numa ocasião formal como aquela, Raquel ter agido daquela forma – imprópria, pouco condigna e, especialmente, pouco condicente com a postura normalmente sóbria de Benfica?

Raquel reaparece, finalmente, mas nada diz a respeito do sucedido. Não há um pedido de desculpas, não há uma justificação, não há nada.

Nesse momento, o Benfica apercebeu-se. Era o fim da linha para Raquel. Não havia como continuar aquela charada.

Raquel havia sido uma rebound girl, não há como negá-lo.

Raquel tinha cumprido o seu papel, mas não era mulher para casar.

Era a hora de o Benfica encontrar uma parceira mais adequada, uma parceira com quem conseguisse pensar um projecto a médio/longo prazo.

Essa hora...é agora.
Génio.

Pequeno_Genial

Citação de: PM84 em 29 de Setembro de 2017, 14:28
Benfica e Rui Vitória - uma breve estória de amor, ou a parábola da "rebound girl".

Longos anos depois de qualquer relação amorosa digna desse nome, o Benfica - cavalheiro de porte, com classe, história e reputação, ainda que algo maltratado pelos anos - conheceu, em 2009, uma moça. Por ora, chamemo-la de Janete.

Janete era aquela típica gaja de bairro social. Um bocado chunga, com grandes argolas e que masca pastilha de boca aberta, mas tesuda. Desbocada e inconveniente, mulher de poucos princípios, com mil e um defeitos, mas gostosa. Quando se conheceram, Janete fazia brilharetes na cama e, facilmente, deixou o Benfica maluco - especialmente quando o Benfica já há largos anos que não conhecia ninguém que o deixasse tão interessado.

É claro que a relação do Benfica com Janete apresentava prazo de validade definido. Como disse, o Benfica é - ainda que vezes lhe fuja o pé para o chinelo - um cavalheiro, na total acepção da palavra.

Depois do entusiasmo inicial, a relação com Janete começou a revelar-se algo decepcionante. Eram cada vez mais os episódios menos dignos com Janete, mas o Benfica entendeu que havia que tentar segurar Janete por mais algum tempo. Afinal de contas, era a primeira mulher que o interessava e que o fez verdadeiramente feliz, desde há muito tempo a esta parte.

E assim fez, sem que, no entanto, a relação deixasse de ir perdendo alguma da magia inicial. Janete, eventualmente, voltou a fazer o Benfica feliz, mas a relação estava claramente desgastada. Janete era uma mulher temperamental e, em suma, difícil de sustentar (e aturar).

Como em todas as relações longas, a relação com Janete acabou com estrondo. As coisas já andavam tremidas há algum tempo, o Benfica queria acabar com Janete, mas depois soube-se que Janete já se andava a enrolar com o seu principal rival. Impensável! Um fanfarrão, visconde falido, que não sabe estar nem falar – mas, bem vistas, as coisas estavam bem um para o outro.

Como qualquer gajo, o Benfica quando acabou com Janete já andava de olho feito no mercado.

Curiosamente, a ex-mulher desse mesmo rival do Benfica – chamemos-lhe Margarida (a qual já andava no "radar" do Benfica mesmo antes de aqueles se envolverem) - parecia uma tipa impecável. Nova, mas já com alguma experiência. Não havia quem falasse mal dela. Sofisticada. E sim, bastante tesuda também. Para além do mais, era a paga perfeita pela "traição" de Janete com o rival do Benfica.

Naquele momento, Margarida andava, no entanto, a resolver questões de partilhas com o rival do Benfica. Processo de divórcio longo e chato, já que o rival do Benfica não a queria deixar ir, sem mais – muito menos, sob risco de acabar junta com o Benfica. Visconde falido, como visconde falido, agarrava-se a tudo o que podia para não abrir os cordões à bolsa nem dar a Margarida o que era seu de direito.

Nisto, o Benfica conheceu Raquel. Raquel era uma miúda simpática e que, segundo se dizia, sempre tinha gostado dele. Um bocado chata, um bocado enfadonha, mas era simpática e dizia-se que até era boa com miúdos.

Rapidamente se envolveram, ainda que sem o fulgor de outros tempos. As coisas não começaram muito bem. Querendo ou não, a relação com Janete tinha sido marcante. O término tinha sido ruidoso e a verdade é que foi difícil a habituação àquele ritmo mais pasteloso de Raquel. A vida era mais chata e tinha menos brilho.

No entanto, com o tempo, a verdade é que o Benfica foi-se habituando a Raquel. Raquel cumpria com os objectivos base da relação. Não deixava o Benfica ficar mal, não metia a pata na poça, não envergonhava o Benfica, não fazia as tristes figuras em que Janete reincidia. E, acima de tudo, Raquel gostava e respeitava verdadeiramente o Benfica.

Continuava a ser um pouco enfadonha, mas tudo corria mais ou menos bem e Raquel conseguiu, de facto, fazer o Benfica feliz.

Com o passar do tempo, no entanto, Raquel foi-se tornando demasiado certa de si – e do Benfica. Já não era bem a rapariga humilde que o Benfica tinha conhecido. Parecia mais pretensiosa e, estranhamente, menos capaz de fazer aquilo que vinha fazendo até então, com sucesso relativo.

Num dia, o Benfica e Raquel vão beber um copo com um colega de trabalho suíço daquele primeiro. Eis que Raquel – já depois de um conjunto de episódios menos felizes, em que tinha comprometido o nome do Benfica – emborca cinco garrafas de vinho. Sem apelo nem agravo. Uma delas, até foi de penalty. Escusado será dizer, Raquel fica completamente embriagada, faz uma figura ridícula perante o Benfica e o seu colega, deambulando, descalça, pelas ruas de Basileia, onde acaba por pernoitar na rua, vomitando para uma sarjeta qualquer.

O Benfica fica a aguardar justificações, no dia a seguir. A que se devia aquele comportamento? Qual o motivo para, numa ocasião formal como aquela, Raquel ter agido daquela forma – imprópria, pouco condigna e, especialmente, pouco condicente com a postura normalmente sóbria de Benfica?

Raquel reaparece, finalmente, mas nada diz a respeito do sucedido. Não há um pedido de desculpas, não há uma justificação, não há nada.

Nesse momento, o Benfica apercebeu-se. Era o fim da linha para Raquel. Não havia como continuar aquela charada.

Raquel havia sido uma rebound girl, não há como negá-lo.

Raquel tinha cumprido o seu papel, mas não era mulher para casar.

Era a hora de o Benfica encontrar uma parceira mais adequada, uma parceira com quem conseguisse pensar um projecto a médio/longo prazo.

Essa hora...é agora.
BRI-LHAN-TE! Tudo dito, e com humor, como eu aprecio :)
Parabéns!  :bow2:

Roy Kent

Citação de: dfernandes em 29 de Setembro de 2017, 17:41
Citação de: nana23 em 29 de Setembro de 2017, 17:40
Da segunda vez tentaram impor o Jesualdo para adjunto? Estou totalmente solidária com o Mourinho, no lugar dele também não queria o Jesualdo.

Acabou como treinador principal. Deu merda, obviamente.

Deu merda porwuebo Benfica na maioria do tempo é patético, no Porto limpou 3 campeonatos seguidos.

blueviper

Citação de: PM84 em 29 de Setembro de 2017, 14:28
Benfica e Rui Vitória - uma breve estória de amor, ou a parábola da "rebound girl".

Longos anos depois de qualquer relação amorosa digna desse nome, o Benfica - cavalheiro de porte, com classe, história e reputação, ainda que algo maltratado pelos anos - conheceu, em 2009, uma moça. Por ora, chamemo-la de Janete.

Janete era aquela típica gaja de bairro social. Um bocado chunga, com grandes argolas e que masca pastilha de boca aberta, mas tesuda. Desbocada e inconveniente, mulher de poucos princípios, com mil e um defeitos, mas gostosa. Quando se conheceram, Janete fazia brilharetes na cama e, facilmente, deixou o Benfica maluco - especialmente quando o Benfica já há largos anos que não conhecia ninguém que o deixasse tão interessado.

É claro que a relação do Benfica com Janete apresentava prazo de validade definido. Como disse, o Benfica é - ainda que vezes lhe fuja o pé para o chinelo - um cavalheiro, na total acepção da palavra.

Depois do entusiasmo inicial, a relação com Janete começou a revelar-se algo decepcionante. Eram cada vez mais os episódios menos dignos com Janete, mas o Benfica entendeu que havia que tentar segurar Janete por mais algum tempo. Afinal de contas, era a primeira mulher que o interessava e que o fez verdadeiramente feliz, desde há muito tempo a esta parte.

E assim fez, sem que, no entanto, a relação deixasse de ir perdendo alguma da magia inicial. Janete, eventualmente, voltou a fazer o Benfica feliz, mas a relação estava claramente desgastada. Janete era uma mulher temperamental e, em suma, difícil de sustentar (e aturar).

Como em todas as relações longas, a relação com Janete acabou com estrondo. As coisas já andavam tremidas há algum tempo, o Benfica queria acabar com Janete, mas depois soube-se que Janete já se andava a enrolar com o seu principal rival. Impensável! Um fanfarrão, visconde falido, que não sabe estar nem falar – mas, bem vistas, as coisas estavam bem um para o outro.

Como qualquer gajo, o Benfica quando acabou com Janete já andava de olho feito no mercado.

Curiosamente, a ex-mulher desse mesmo rival do Benfica – chamemos-lhe Margarida (a qual já andava no "radar" do Benfica mesmo antes de aqueles se envolverem) - parecia uma tipa impecável. Nova, mas já com alguma experiência. Não havia quem falasse mal dela. Sofisticada. E sim, bastante tesuda também. Para além do mais, era a paga perfeita pela "traição" de Janete com o rival do Benfica.

Naquele momento, Margarida andava, no entanto, a resolver questões de partilhas com o rival do Benfica. Processo de divórcio longo e chato, já que o rival do Benfica não a queria deixar ir, sem mais – muito menos, sob risco de acabar junta com o Benfica. Visconde falido, como visconde falido, agarrava-se a tudo o que podia para não abrir os cordões à bolsa nem dar a Margarida o que era seu de direito.

Nisto, o Benfica conheceu Raquel. Raquel era uma miúda simpática e que, segundo se dizia, sempre tinha gostado dele. Um bocado chata, um bocado enfadonha, mas era simpática e dizia-se que até era boa com miúdos.

Rapidamente se envolveram, ainda que sem o fulgor de outros tempos. As coisas não começaram muito bem. Querendo ou não, a relação com Janete tinha sido marcante. O término tinha sido ruidoso e a verdade é que foi difícil a habituação àquele ritmo mais pasteloso de Raquel. A vida era mais chata e tinha menos brilho.

No entanto, com o tempo, a verdade é que o Benfica foi-se habituando a Raquel. Raquel cumpria com os objectivos base da relação. Não deixava o Benfica ficar mal, não metia a pata na poça, não envergonhava o Benfica, não fazia as tristes figuras em que Janete reincidia. E, acima de tudo, Raquel gostava e respeitava verdadeiramente o Benfica.

Continuava a ser um pouco enfadonha, mas tudo corria mais ou menos bem e Raquel conseguiu, de facto, fazer o Benfica feliz.

Com o passar do tempo, no entanto, Raquel foi-se tornando demasiado certa de si – e do Benfica. Já não era bem a rapariga humilde que o Benfica tinha conhecido. Parecia mais pretensiosa e, estranhamente, menos capaz de fazer aquilo que vinha fazendo até então, com sucesso relativo.

Num dia, o Benfica e Raquel vão beber um copo com um colega de trabalho suíço daquele primeiro. Eis que Raquel – já depois de um conjunto de episódios menos felizes, em que tinha comprometido o nome do Benfica – emborca cinco garrafas de vinho. Sem apelo nem agravo. Uma delas, até foi de penalty. Escusado será dizer, Raquel fica completamente embriagada, faz uma figura ridícula perante o Benfica e o seu colega, deambulando, descalça, pelas ruas de Basileia, onde acaba por pernoitar na rua, vomitando para uma sarjeta qualquer.

O Benfica fica a aguardar justificações, no dia a seguir. A que se devia aquele comportamento? Qual o motivo para, numa ocasião formal como aquela, Raquel ter agido daquela forma – imprópria, pouco condigna e, especialmente, pouco condicente com a postura normalmente sóbria de Benfica?

Raquel reaparece, finalmente, mas nada diz a respeito do sucedido. Não há um pedido de desculpas, não há uma justificação, não há nada.

Nesse momento, o Benfica apercebeu-se. Era o fim da linha para Raquel. Não havia como continuar aquela charada.

Raquel havia sido uma rebound girl, não há como negá-lo.

Raquel tinha cumprido o seu papel, mas não era mulher para casar.

Era a hora de o Benfica encontrar uma parceira mais adequada, uma parceira com quem conseguisse pensar um projecto a médio/longo prazo.

Essa hora...é agora.

Dois dos assuntos que os homens mais gostam juntos num texto...mulheres e futebol.

Só pode sair coisa boa hehehe

GonPat90

Citação de: nana23 em 29 de Setembro de 2017, 17:36
Citação de: GonPat90 em 29 de Setembro de 2017, 17:33
Citação de: dfernandes em 29 de Setembro de 2017, 17:29
Citação de: GonPat90 em 29 de Setembro de 2017, 17:24
Citação de: dfernandes em 29 de Setembro de 2017, 17:18
Citação de: GonPat90 em 29 de Setembro de 2017, 17:14
Citação de: dfernandes em 29 de Setembro de 2017, 17:11
Citação de: magoslb em 29 de Setembro de 2017, 17:06
Citação de: fpie em 29 de Setembro de 2017, 17:02
com estes jogadores duvido que o Mourinho fizesse muito melhor...

sem ovos nunca haverá omoletes

Boa piada.

Caso não te lembres, o Mourinho já esteve no Benfica e preparava-se para fazer melhor com muito menos do que este tem. Mas a gerência actual não deixou/quis.

E a seguir foi para um Porto que esteve 3 anos sem ganhar e que estava a dar claros sinais de desgaste e fraqueza, e conseguiu ganhar vários campeonatos, a Taça UEFA e uma Champions.

Benfica... Sempre a dar tiros nos pés desde (pelo menos) 1994.

Pouca gente se lembra do que aconteceu com o Mourinho quando ele andou por cá...

Mourinho... Nem pintado de ouro!



Eu lembro-me bem. Sentiu que não era desejado pela nova direcção (e não era!), fez um ultimato à mesma e a seguir foi de vela. Quis um voto de confiança e não o teve.

Segundo se sabe ele ia ter esse voto de confiança...Queria era mais dinheiro e já tinha o sporting à espreita.
Ameaçou o presidente que se iria embora e o Vilarinho recém eleito não aceitou! (Lembro-me da "história" do Toni)

Esta foi a história que ouvi





O treinador que o Vilarinho queria era o Toni. Nunca o escondeu durante a campanha. O Mourinho estava associado ao seu rival nas eleições, porque foi contratado por ele.

Quando o Vilarinho foi eleito naturalmente que o treinador que ficou quis saber se tinha ou não um voto de confiança da nova direcção. Não teve, saiu, foi para o Leiria, ainda se deu ao luxo de dar uma nega ao Benfica na altura em que o Toni saiu, e por fim foi ganhar tudo o que havia para ganhar para um Porto que andava a seco há uns anos.

Isso do Toni acho normal... Não vejo o problema.

Agora o Mourinho foi ameaçar o Vilarinho, que provas ele tinha dado? Ganhar 3-0 ao Sporting? hmmm...
Houve já um user que descreveu esta situação com o mourinho e concordo plenamente...

Apesar do que o Mourinho conquistou depois da saída do Benfica, Vilarinho mostrou carácter e não quis ser comido por um rapazola! Isso dou-lhe mérito!

O Vilarinho teria mostrado caráter se não tivesse dito "o meu treinador é o Toni", porque o que importa é o treinador do Benfica, e esse é aquele que for melhor para o clube

Foi a estratégia dele numa campanha em que era necessário tirar um gajo que nos estava a roubar... Quanto a isso é discutível. Quanto a situação do Mourinho, na minha opinião fez bem!

vrtds

Citação de: PM84 em 29 de Setembro de 2017, 14:28
Benfica e Rui Vitória - uma breve estória de amor, ou a parábola da "rebound girl".

Longos anos depois de qualquer relação amorosa digna desse nome, o Benfica - cavalheiro de porte, com classe, história e reputação, ainda que algo maltratado pelos anos - conheceu, em 2009, uma moça. Por ora, chamemo-la de Janete.

Janete era aquela típica gaja de bairro social. Um bocado chunga, com grandes argolas e que masca pastilha de boca aberta, mas tesuda. Desbocada e inconveniente, mulher de poucos princípios, com mil e um defeitos, mas gostosa. Quando se conheceram, Janete fazia brilharetes na cama e, facilmente, deixou o Benfica maluco - especialmente quando o Benfica já há largos anos que não conhecia ninguém que o deixasse tão interessado.

É claro que a relação do Benfica com Janete apresentava prazo de validade definido. Como disse, o Benfica é - ainda que vezes lhe fuja o pé para o chinelo - um cavalheiro, na total acepção da palavra.

Depois do entusiasmo inicial, a relação com Janete começou a revelar-se algo decepcionante. Eram cada vez mais os episódios menos dignos com Janete, mas o Benfica entendeu que havia que tentar segurar Janete por mais algum tempo. Afinal de contas, era a primeira mulher que o interessava e que o fez verdadeiramente feliz, desde há muito tempo a esta parte.

E assim fez, sem que, no entanto, a relação deixasse de ir perdendo alguma da magia inicial. Janete, eventualmente, voltou a fazer o Benfica feliz, mas a relação estava claramente desgastada. Janete era uma mulher temperamental e, em suma, difícil de sustentar (e aturar).

Como em todas as relações longas, a relação com Janete acabou com estrondo. As coisas já andavam tremidas há algum tempo, o Benfica queria acabar com Janete, mas depois soube-se que Janete já se andava a enrolar com o seu principal rival. Impensável! Um fanfarrão, visconde falido, que não sabe estar nem falar – mas, bem vistas, as coisas estavam bem um para o outro.

Como qualquer gajo, o Benfica quando acabou com Janete já andava de olho feito no mercado.

Curiosamente, a ex-mulher desse mesmo rival do Benfica – chamemos-lhe Margarida (a qual já andava no "radar" do Benfica mesmo antes de aqueles se envolverem) - parecia uma tipa impecável. Nova, mas já com alguma experiência. Não havia quem falasse mal dela. Sofisticada. E sim, bastante tesuda também. Para além do mais, era a paga perfeita pela "traição" de Janete com o rival do Benfica.

Naquele momento, Margarida andava, no entanto, a resolver questões de partilhas com o rival do Benfica. Processo de divórcio longo e chato, já que o rival do Benfica não a queria deixar ir, sem mais – muito menos, sob risco de acabar junta com o Benfica. Visconde falido, como visconde falido, agarrava-se a tudo o que podia para não abrir os cordões à bolsa nem dar a Margarida o que era seu de direito.

Nisto, o Benfica conheceu Raquel. Raquel era uma miúda simpática e que, segundo se dizia, sempre tinha gostado dele. Um bocado chata, um bocado enfadonha, mas era simpática e dizia-se que até era boa com miúdos.

Rapidamente se envolveram, ainda que sem o fulgor de outros tempos. As coisas não começaram muito bem. Querendo ou não, a relação com Janete tinha sido marcante. O término tinha sido ruidoso e a verdade é que foi difícil a habituação àquele ritmo mais pasteloso de Raquel. A vida era mais chata e tinha menos brilho.

No entanto, com o tempo, a verdade é que o Benfica foi-se habituando a Raquel. Raquel cumpria com os objectivos base da relação. Não deixava o Benfica ficar mal, não metia a pata na poça, não envergonhava o Benfica, não fazia as tristes figuras em que Janete reincidia. E, acima de tudo, Raquel gostava e respeitava verdadeiramente o Benfica.

Continuava a ser um pouco enfadonha, mas tudo corria mais ou menos bem e Raquel conseguiu, de facto, fazer o Benfica feliz.

Com o passar do tempo, no entanto, Raquel foi-se tornando demasiado certa de si – e do Benfica. Já não era bem a rapariga humilde que o Benfica tinha conhecido. Parecia mais pretensiosa e, estranhamente, menos capaz de fazer aquilo que vinha fazendo até então, com sucesso relativo.

Num dia, o Benfica e Raquel vão beber um copo com um colega de trabalho suíço daquele primeiro. Eis que Raquel – já depois de um conjunto de episódios menos felizes, em que tinha comprometido o nome do Benfica – emborca cinco garrafas de vinho. Sem apelo nem agravo. Uma delas, até foi de penalty. Escusado será dizer, Raquel fica completamente embriagada, faz uma figura ridícula perante o Benfica e o seu colega, deambulando, descalça, pelas ruas de Basileia, onde acaba por pernoitar na rua, vomitando para uma sarjeta qualquer.

O Benfica fica a aguardar justificações, no dia a seguir. A que se devia aquele comportamento? Qual o motivo para, numa ocasião formal como aquela, Raquel ter agido daquela forma – imprópria, pouco condigna e, especialmente, pouco condicente com a postura normalmente sóbria de Benfica?

Raquel reaparece, finalmente, mas nada diz a respeito do sucedido. Não há um pedido de desculpas, não há uma justificação, não há nada.

Nesse momento, o Benfica apercebeu-se. Era o fim da linha para Raquel. Não havia como continuar aquela charada.

Raquel havia sido uma rebound girl, não há como negá-lo.

Raquel tinha cumprido o seu papel, mas não era mulher para casar.

Era a hora de o Benfica encontrar uma parceira mais adequada, uma parceira com quem conseguisse pensar um projecto a médio/longo prazo.

Essa hora...é agora.
só não concordo com a cena de teres escolhido este lindo nome que é Raquel, agora vai ser tipo a historia da Sofia...


:rua:


A unica cena que se pode associar à Raquel é que somos realmente doentes e amamos loucamente o Benfica.

JMFCardoso

Citação de: PM84 em 29 de Setembro de 2017, 14:28
Benfica e Rui Vitória - uma breve estória de amor, ou a parábola da "rebound girl".

Longos anos depois de qualquer relação amorosa digna desse nome, o Benfica - cavalheiro de porte, com classe, história e reputação, ainda que algo maltratado pelos anos - conheceu, em 2009, uma moça. Por ora, chamemo-la de Janete.

Janete era aquela típica gaja de bairro social. Um bocado chunga, com grandes argolas e que masca pastilha de boca aberta, mas tesuda. Desbocada e inconveniente, mulher de poucos princípios, com mil e um defeitos, mas gostosa. Quando se conheceram, Janete fazia brilharetes na cama e, facilmente, deixou o Benfica maluco - especialmente quando o Benfica já há largos anos que não conhecia ninguém que o deixasse tão interessado.

É claro que a relação do Benfica com Janete apresentava prazo de validade definido. Como disse, o Benfica é - ainda que vezes lhe fuja o pé para o chinelo - um cavalheiro, na total acepção da palavra.

Depois do entusiasmo inicial, a relação com Janete começou a revelar-se algo decepcionante. Eram cada vez mais os episódios menos dignos com Janete, mas o Benfica entendeu que havia que tentar segurar Janete por mais algum tempo. Afinal de contas, era a primeira mulher que o interessava e que o fez verdadeiramente feliz, desde há muito tempo a esta parte.

E assim fez, sem que, no entanto, a relação deixasse de ir perdendo alguma da magia inicial. Janete, eventualmente, voltou a fazer o Benfica feliz, mas a relação estava claramente desgastada. Janete era uma mulher temperamental e, em suma, difícil de sustentar (e aturar).

Como em todas as relações longas, a relação com Janete acabou com estrondo. As coisas já andavam tremidas há algum tempo, o Benfica queria acabar com Janete, mas depois soube-se que Janete já se andava a enrolar com o seu principal rival. Impensável! Um fanfarrão, visconde falido, que não sabe estar nem falar – mas, bem vistas, as coisas estavam bem um para o outro.

Como qualquer gajo, o Benfica quando acabou com Janete já andava de olho feito no mercado.

Curiosamente, a ex-mulher desse mesmo rival do Benfica – chamemos-lhe Margarida (a qual já andava no "radar" do Benfica mesmo antes de aqueles se envolverem) - parecia uma tipa impecável. Nova, mas já com alguma experiência. Não havia quem falasse mal dela. Sofisticada. E sim, bastante tesuda também. Para além do mais, era a paga perfeita pela "traição" de Janete com o rival do Benfica.

Naquele momento, Margarida andava, no entanto, a resolver questões de partilhas com o rival do Benfica. Processo de divórcio longo e chato, já que o rival do Benfica não a queria deixar ir, sem mais – muito menos, sob risco de acabar junta com o Benfica. Visconde falido, como visconde falido, agarrava-se a tudo o que podia para não abrir os cordões à bolsa nem dar a Margarida o que era seu de direito.

Nisto, o Benfica conheceu Raquel. Raquel era uma miúda simpática e que, segundo se dizia, sempre tinha gostado dele. Um bocado chata, um bocado enfadonha, mas era simpática e dizia-se que até era boa com miúdos.

Rapidamente se envolveram, ainda que sem o fulgor de outros tempos. As coisas não começaram muito bem. Querendo ou não, a relação com Janete tinha sido marcante. O término tinha sido ruidoso e a verdade é que foi difícil a habituação àquele ritmo mais pasteloso de Raquel. A vida era mais chata e tinha menos brilho.

No entanto, com o tempo, a verdade é que o Benfica foi-se habituando a Raquel. Raquel cumpria com os objectivos base da relação. Não deixava o Benfica ficar mal, não metia a pata na poça, não envergonhava o Benfica, não fazia as tristes figuras em que Janete reincidia. E, acima de tudo, Raquel gostava e respeitava verdadeiramente o Benfica.

Continuava a ser um pouco enfadonha, mas tudo corria mais ou menos bem e Raquel conseguiu, de facto, fazer o Benfica feliz.

Com o passar do tempo, no entanto, Raquel foi-se tornando demasiado certa de si – e do Benfica. Já não era bem a rapariga humilde que o Benfica tinha conhecido. Parecia mais pretensiosa e, estranhamente, menos capaz de fazer aquilo que vinha fazendo até então, com sucesso relativo.

Num dia, o Benfica e Raquel vão beber um copo com um colega de trabalho suíço daquele primeiro. Eis que Raquel – já depois de um conjunto de episódios menos felizes, em que tinha comprometido o nome do Benfica – emborca cinco garrafas de vinho. Sem apelo nem agravo. Uma delas, até foi de penalty. Escusado será dizer, Raquel fica completamente embriagada, faz uma figura ridícula perante o Benfica e o seu colega, deambulando, descalça, pelas ruas de Basileia, onde acaba por pernoitar na rua, vomitando para uma sarjeta qualquer.

O Benfica fica a aguardar justificações, no dia a seguir. A que se devia aquele comportamento? Qual o motivo para, numa ocasião formal como aquela, Raquel ter agido daquela forma – imprópria, pouco condigna e, especialmente, pouco condicente com a postura normalmente sóbria de Benfica?

Raquel reaparece, finalmente, mas nada diz a respeito do sucedido. Não há um pedido de desculpas, não há uma justificação, não há nada.

Nesse momento, o Benfica apercebeu-se. Era o fim da linha para Raquel. Não havia como continuar aquela charada.

Raquel havia sido uma rebound girl, não há como negá-lo.

Raquel tinha cumprido o seu papel, mas não era mulher para casar.

Era a hora de o Benfica encontrar uma parceira mais adequada, uma parceira com quem conseguisse pensar um projecto a médio/longo prazo.

Essa hora...é agora.
É para vir a Sofia agora?

SLBCARLOS

nunca deviam ter renovado.  ate parece que andava meia europa atras dele, quando no dia que sair do Benfica, o melhor que vai conseguir e ir treinar um olympiacos desta vida.....  e depois vai ser sempre a descer...

mas como e amigo do Vieira, e como o dinheiro nao sai do bolso do Vieira,  o Vieira foi logo a correr aumentar e prolongar o contrato mais 3 anos e assim se o tiver que o mandar embora dara sempre para ir com os bolsos cheios...

Neste momento se nao tivessem renovado, andava a fazer pela vida,  em vez de ter as costas safas e com isso andar a brincar aos almeidas, augustos, luisoes, varelas etc. etc....


Bleach

vai dar a volta por cima , já recuperou 8 pontos..
vamos fazer uma boa época , ja mostramos na supertaça e nas primeiras jornadas que podemos fazer melhor   e sempre podemos reforçarmos nos em janeiro , vamos benfica , vamos mister , já provaste que és capaz de GANHAR.

Baron_Davis

Este 442 bombo na frente é um insulto ao futebol, especialmente aos adeptos do Maior

Jamal

Citação de: Baron_Davis em 29 de Setembro de 2017, 18:23
Este 442 bombo na frente é um insulto ao futebol, especialmente aos adeptos do Maior
:cry2:

andoaleme

Citação de: SLBCARLOS em 29 de Setembro de 2017, 18:16
nunca deviam ter renovado.  ate parece que andava meia europa atras dele, quando no dia que sair do Benfica, o melhor que vai conseguir e ir treinar um olympiacos desta vida.....  e depois vai ser sempre a descer...

mas como e amigo do Vieira, e como o dinheiro nao sai do bolso do Vieira,  o Vieira foi logo a correr aumentar e prolongar o contrato mais 3 anos e assim se o tiver que o mandar embora dara sempre para ir com os bolsos cheios...

Neste momento se nao tivessem renovado, andava a fazer pela vida,  em vez de ter as costas safas e com isso andar a brincar aos almeidas, augustos, luisoes, varelas etc. etc....
O timing de uma possível renovação seria esta época a última, para mim seria a derradeira prova.

Claro para quem olha o futebol apenas pelo prisma dos resultados, apoiou a renovação há 9 meses, mas o rendimento em futebol é outro factor muito importante no futebol profissional e esse ele tem falhado muito, apenas consegue a espaços, não conseguindo evoluir ou consolidar sequer.

também não tem tido o apoio necessário da estrutura, porque os nossos problemas começam aí, sendo inevitável estenderem-se ao treinador, mas ainda assim deveria haver um lampejo que fosse do seu carácter e trabalho técnico-táctico como treinador espelhado em campo e não observamos nada, nem na leitura do jogo enquanto este decorre demonstra qualidade, basta ver as alterações tácticas que recorrentemente erra.

Já me mentalizei para esta época, não apenas pela inoperância da estrutura, pouco profissional em vários campos num clube da nossa dimensão, com a projecção da marca que vem tendo, mas dificilmente consegue atrair o maior mercado e a conjectura do país é desculpa esfarrapada e mal estaríamos se assim tivessem pensado os dirigentes, técnicos e jogadores do nosso glorioso passado, quando o país vivia tão fechado ao exterior sob a égide da ditadura Salazarista.

blueviper

Citação de: Bleach em 29 de Setembro de 2017, 18:23
vai dar a volta por cima , já recuperou 8 pontos..
vamos fazer uma boa época , ja mostramos na supertaça e nas primeiras jornadas que podemos fazer melhor   e sempre podemos reforçarmos nos em janeiro , vamos benfica , vamos mister , já provaste que és capaz de GANHAR.

Se o Rui conseguir dar a volta por cima vais ficar com um ego que não cabe na luz Bleach.

Mas atenção este dar a volta por cima é principalmente ser campeão....vai ser difícil.