Eleições 2020

thekillerjp

Desde que sou sócio do Benfica (2014), vou votar pela primeira vez pois tenho andado pela Suiça e vou votar contra o Vieira e queria a vossa ajuda em quem devo votar?

CGUERREIRO_1904

Citação de: thekillerjp em 05 de Junho de 2020, 21:21
Desde que sou sócio do Benfica (2014), vou votar pela primeira vez pois tenho andado pela Suiça e vou votar contra o Vieira e queria a vossa ajuda em quem devo votar?

Goste-se ou não, neste momento o RGS é o único que pode fazer frente ao vieira, por isso aconselho-te a votar nele.


RP89

Citação de: thekillerjp em 05 de Junho de 2020, 21:21
Desde que sou sócio do Benfica (2014), vou votar pela primeira vez pois tenho andado pela Suiça e vou votar contra o Vieira e queria a vossa ajuda em quem devo votar?
Não há ainda projectos apresentados, tirando o que o BCC vem dizendo nas redes sociais. É aguardar e esperar para ver o que as alternativas vão apresentar. Ainda falta tempo.


tiago_alexx

para quem acha que o bigode de betao nao pode sair do poleiro , recordem-se que estamos a jogar num terreno fertil em eventos historicos : 2020

ccm

Citação de: Kurt Cobain 10 em 05 de Junho de 2020, 20:39
12 razões pelas quais eu sou candidato a candidato à Presidência do Benfica

O ataque ocorrido ao autocarro da equipa de futebol, mas sobretudo às residências particulares onde vivem jogadores e o treinador do Benfica foram, para mim, o ponto sem retorno que me fez decidir-me por uma candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica.

Não me candidato por nenhuma outra razão que não seja a de tentar devolver ao Benfica a dignidade desportiva e institucional que um clube de topo mundial deve ter. Os grandes clubes e as grandes instituições não valem apenas aquilo que os museus de troféus dizem que elas valem. Os grandes clubes e as grandes instituições devem ser, acima de tudo, motores de desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equilibrada, séria, honesta. Ao Sport Lisboa e Benfica têm sobrado títulos desportivos, que eu, como adepto e sócio, muito agradeço mas tem faltado a seriedade, credibilidade e honestidade fora do campo, o que a mim, como adepto e sócio, muito me envergonha e entristece.

É sobretudo isto, embora não só isto, que me move neste momento e que me faz tomar a decisão de avançar para uma candidatura à Presidência do meu clube. Mas há mais.

Um candidato à Presidência de um clube não tem de ser alguém que se opõe a tudo o que a atual direção do clube tem feito. Seria absurdo que assim fosse. Muito do trabalho do nosso atual Presidente, Luís Filipe Vieira, e da sua equipa, tem sido bem feito e tem trazido excelentes resultados desportivos e também financeiros ao Sport Lisboa e Benfica.

Mas as vitórias, os sucessos e as coisas bem feitas não nos podem cegar, não nos podem impedir de olhar para os muitos problemas que subsistem, crescem e para os quais não se vê, por parte da atual direção, um caminho, uma solução pensada. Pior. Esses problemas não são sequer trazidos a discussão, são escondidos, retirados da agenda, tratados apenas pelos sócios, adeptos e simpatizantes em conversas de café. Não pode, e sobretudo não deve ser assim. O Benfica tem de ser muito maior fora dos campos do que tem sido, sobretudo nos últimos anos. E ser maior fora do campo não significa mandar "nos bastidores" do futebol, significa ser a locomotiva da mudança para a credibilização do clube, mas também do futebol português, significa usar o seu peso desportivo, institucional e social para agir como elemento transformador da mentalidade desportiva em Portugal, que vive de guerras, ódios, rivalidades, guerrilhas comunicacionais em programas de televisão.

O Sport Lisboa e Benfica tem de ser muito maior do que isso.

Ponto por ponto, o que pretendo com a minha candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica é o seguinte.

Forçar, em período eleitoral, a discussão pública entre sócios, adeptos e simpatizantes sobre os reais problemas da instituição Sport Lisboa e Benfica, nomeadamente aqueles que afetam a credibilidade, honorabilidade, moralidade e grandeza do nosso clube. O nome do Sport Lisboa e Benfica não pode, regularmente, estar nas páginas dos jornais, nas discussões de televisão, por razões ligadas à Justiça e ao crime. É preciso mudar o rumo das coisas para que assim não seja e focar o trabalho de toda a direção do clube e administração da SAD num único objetivo: fazer do Benfica grande em todas as dimensões da palavra.
Contribuir para a elevação da discussão no clube e no futebol português, combatendo o populismo, o ambiente de guerrilha, de ódios, de violência.
Apresentar um discurso e um perfil de candidato alternativo aos que até hoje têm chegado a eleições no nosso clube, um discurso positivo, pacificador, focado unicamente na dimensão nacional e internacional do Sport Lisboa e Benfica. O futebol português precisa de rostos novos, de pessoas novas, de ideias novas, de um discurso novo. O futebol português precisa de união, de solidariedade, de rivalidade cívica e não odiosa.
Trazer a discussão da verdade desportiva para primeiro plano e liderar a transformação do futebol português, contribuindo com ideias para que se trabalhe, continuamente, em modelos mais justos, mais credíveis, mais sérios, e que, assim, se pacifiquem posições que hoje são extremadas entre clubes, federações, liga e árbitros.
Regulamentar, de vez, e de força séria, a relação entre o Sport Lisboa e Benfica e as suas claques. É fundamental acabar com a farsa em vigor do não reconhecimento dos No Name Boys, das No Name Girls ou dos Diabos Vermelhos. É imperativo reconhecer as nossas claques como oficiais, mas ao fazê-lo é obrigatório trazer os seus responsáveis à discussão sobre o verdadeiro papel das claques dentro e fora dos estádios de futebol. Um claque não é e não pode ser percecionada por todos como um bando de criminosos, que é aquilo que acontece nos dias de hoje. Eu teria muito medo e vergonha que um filho meu, nos dias de hoje, fizesse parte de uma claque de um clube de futebol. E como eu haverá muitos pais assim. É preciso mudar radicalmente este cenário, erradicar das claques (e do futebol) os reais criminosos, expulsá-los de sócios do Sport Lisboa e Benfica e levá-los à justiça. O futebol precisa das claques, o Benfica precisa das claques, mas as claques têm de ser outra coisa, e é fundamental iniciar essa transformação para que a nossa catedral se pinte a cada jogo em casa com as cores do nosso clube, é preciso que todos cantem o nosso hino, é preciso que todos possam puxar pela equipa com os nossos cânticos, e as claques são decisivas nisso. E é para isso que servem, só para isso.
É fundamental que o Sport Lisboa e Benfica lidere a transformação no futebol nacional e se junte à transformação no futebol mundial para que se acabe com o atual cenário de domínio por parte dos empresários dos jogadores, que comandam direções, lideram clubes, usam as instituições com o único objetivo de faturarem milhões à conta desses mesmos clubes. O Benfica não pode ser comandado por empresários, não pode estar dependente de empresários, e não pode permitir que sejam empresários a definir regras. Não adianta o discurso derrotista que diz que é assim em todo o lado e quem não se junta a esta realidade acaba por pagar um preço elevado. Os grandes, os maiores de todos, têm a obrigação de combater este cenário, de se unir para que a realidade mude. Só assim ela mudará.
É imperativo que o Benfica altere radicalmente a forma como se posiciona na comunicação social, como dá voz e cobertura a indivíduos que envergonham a instituição Sport Lisboa e Benfica e os sócios, adeptos e simpatizantes do nosso clube. O Benfica tem de ter uma postura elevada, centrada em si mesmo, assumindo as suas responsabilidades, sem procurar bodes expiatórios para os insucessos, e sem plantar comentadores e fazedores de opinião populistas e sem nível em programas de televisão, para que façam esse trabalho sujo. Por muito que haja quem ache que é assim que se ganham campeonatos e se constrói poder fora dos relvados, lutarei sempre para que o cenário mude, o discurso mude e o foco seja unicamente no desporto, na competição dentro dos relvados, dos pavilhões, das pistas.
O Benfica deve ser o principal promotor da união entre os clubes portugueses e trabalhar, em conjunto com todos eles, para o crescimento e a sustentabilidade de todas as instituições desportivas. O Benfica não deve fomentar ódios, guerrilhas, o Benfica deve procurar paz, entendimento, seriedade. O Benfica ganha se todos os clubes forem mais sólidos, mais competitivos, se o futebol português for mais qualificado, mais bem visto internacionalmente. Só com um campeonato mais competitivo será possível ao Benfica chegar a um nível internacional que lhe permita voltar a conquistar grandes títulos europeus e mundiais. E cabe ao Benfica liderar essa mudança no panorama nacional.
Embora seja inegável o trabalho de qualidade feito pela atual direção na tranformação de toda a cadeia de formação do Sport Lisboa e Benfica, é imperativo que esse trabalho seja melhorado, continuado, e que se explorem caminhos alternativos, que permitam que os jogadores formados no Benfica não sejam, como até aqui, mercadoria para ser vendida. É preciso criar condições para que os jogadores formados no Benfica tenham oportunidades, caminho e condições para continuarem a crescer dentro do nosso clube, que passem a sua mística aos mais novos e vivam o Benfica de águia ao peito durante os seus anos de séniores.
É um dos meus objetivos criar condições para que no médio prazo o Benfica possa reconquistar o seu prestígio internacional de forma continuada, para que, na Europa, seja visto como já o foi, com um clube temível, forte, competitivo, e que não caia, como tem acontecido com demasiada regularidade, aos pés de clubes medianos em fases muito distantes da final.
O Sport Lisboa e Benfica deverá reforçar a sua componente eclética e afirmar-se, sempre, como um clube ganhador em todas as modalidades desportivas em que compete. As modalidades extra futebol não são, não podem ser, olhadas com desdém, porque a águia que um jogador de andebol, hóquei, vólei ou basquetebol usa ao peito é a mesma águia que um jogador de futebol enverga. Benfica, somos todos.
Por fim, é fundamental que se construa um modelo desportivo para o futebol profissional que seja coerente, continuado, e que todos os sócios, adeptos e simpatizantes entendam. É fundamental definir objetivos claros, realistas, que passarão sempre pela conquista imediata de todos os títulos a nível nacional, para que, numa segunda fase, se possa começar a pensar então no renascimento do Benfica europeu.

Mais do que ganhar eleições é, para mim, fundamental que se leve a discussão todos estes temas, que se ponha cada um destes pontos em cima da mesa, para que se debata tudo isto de forma democrática, como sempre foi a cultura do Sport Lisboa e Benfica.

É pelo amor ao Benfica que assumo, hoje, a minha vontade de liderar esta discussão e de a levar a uma campanha eleitoral.

Pelo Benfica, sempre.

Ricardo Martins Pereira

https://www.facebook.com/oarrumadinho/posts/2984187141630250?__tn__=K-R

Não faço ideia quem seja o homem. Mas só com 1 texto conseguiu ser melhor do todos os candidatos e pseudo candidatos dos últimos 15 anos todos juntos.

RP89

Citação de: tiago_alexx em 05 de Junho de 2020, 21:27
para quem acha que o bigode de betao nao pode sair do poleiro , recordem-se que estamos a jogar num terreno fertil em eventos historicos : 2020
Ainda nem tinha pensado nisto. Realmente 2020 é o ano que o tricolor pode sair do poleiro.

andoaleme

Citação de: Kurt Cobain 10 em 05 de Junho de 2020, 20:39
12 razões pelas quais eu sou candidato a candidato à Presidência do Benfica

O ataque ocorrido ao autocarro da equipa de futebol, mas sobretudo às residências particulares onde vivem jogadores e o treinador do Benfica foram, para mim, o ponto sem retorno que me fez decidir-me por uma candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica.

Não me candidato por nenhuma outra razão que não seja a de tentar devolver ao Benfica a dignidade desportiva e institucional que um clube de topo mundial deve ter. Os grandes clubes e as grandes instituições não valem apenas aquilo que os museus de troféus dizem que elas valem. Os grandes clubes e as grandes instituições devem ser, acima de tudo, motores de desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equilibrada, séria, honesta. Ao Sport Lisboa e Benfica têm sobrado títulos desportivos, que eu, como adepto e sócio, muito agradeço mas tem faltado a seriedade, credibilidade e honestidade fora do campo, o que a mim, como adepto e sócio, muito me envergonha e entristece.

É sobretudo isto, embora não só isto, que me move neste momento e que me faz tomar a decisão de avançar para uma candidatura à Presidência do meu clube. Mas há mais.

Um candidato à Presidência de um clube não tem de ser alguém que se opõe a tudo o que a atual direção do clube tem feito. Seria absurdo que assim fosse. Muito do trabalho do nosso atual Presidente, Luís Filipe Vieira, e da sua equipa, tem sido bem feito e tem trazido excelentes resultados desportivos e também financeiros ao Sport Lisboa e Benfica.

Mas as vitórias, os sucessos e as coisas bem feitas não nos podem cegar, não nos podem impedir de olhar para os muitos problemas que subsistem, crescem e para os quais não se vê, por parte da atual direção, um caminho, uma solução pensada. Pior. Esses problemas não são sequer trazidos a discussão, são escondidos, retirados da agenda, tratados apenas pelos sócios, adeptos e simpatizantes em conversas de café. Não pode, e sobretudo não deve ser assim. O Benfica tem de ser muito maior fora dos campos do que tem sido, sobretudo nos últimos anos. E ser maior fora do campo não significa mandar "nos bastidores" do futebol, significa ser a locomotiva da mudança para a credibilização do clube, mas também do futebol português, significa usar o seu peso desportivo, institucional e social para agir como elemento transformador da mentalidade desportiva em Portugal, que vive de guerras, ódios, rivalidades, guerrilhas comunicacionais em programas de televisão.

O Sport Lisboa e Benfica tem de ser muito maior do que isso.

Ponto por ponto, o que pretendo com a minha candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica é o seguinte.

Forçar, em período eleitoral, a discussão pública entre sócios, adeptos e simpatizantes sobre os reais problemas da instituição Sport Lisboa e Benfica, nomeadamente aqueles que afetam a credibilidade, honorabilidade, moralidade e grandeza do nosso clube. O nome do Sport Lisboa e Benfica não pode, regularmente, estar nas páginas dos jornais, nas discussões de televisão, por razões ligadas à Justiça e ao crime. É preciso mudar o rumo das coisas para que assim não seja e focar o trabalho de toda a direção do clube e administração da SAD num único objetivo: fazer do Benfica grande em todas as dimensões da palavra.
Contribuir para a elevação da discussão no clube e no futebol português, combatendo o populismo, o ambiente de guerrilha, de ódios, de violência.
Apresentar um discurso e um perfil de candidato alternativo aos que até hoje têm chegado a eleições no nosso clube, um discurso positivo, pacificador, focado unicamente na dimensão nacional e internacional do Sport Lisboa e Benfica. O futebol português precisa de rostos novos, de pessoas novas, de ideias novas, de um discurso novo. O futebol português precisa de união, de solidariedade, de rivalidade cívica e não odiosa.
Trazer a discussão da verdade desportiva para primeiro plano e liderar a transformação do futebol português, contribuindo com ideias para que se trabalhe, continuamente, em modelos mais justos, mais credíveis, mais sérios, e que, assim, se pacifiquem posições que hoje são extremadas entre clubes, federações, liga e árbitros.
Regulamentar, de vez, e de força séria, a relação entre o Sport Lisboa e Benfica e as suas claques. É fundamental acabar com a farsa em vigor do não reconhecimento dos No Name Boys, das No Name Girls ou dos Diabos Vermelhos. É imperativo reconhecer as nossas claques como oficiais, mas ao fazê-lo é obrigatório trazer os seus responsáveis à discussão sobre o verdadeiro papel das claques dentro e fora dos estádios de futebol. Um claque não é e não pode ser percecionada por todos como um bando de criminosos, que é aquilo que acontece nos dias de hoje. Eu teria muito medo e vergonha que um filho meu, nos dias de hoje, fizesse parte de uma claque de um clube de futebol. E como eu haverá muitos pais assim. É preciso mudar radicalmente este cenário, erradicar das claques (e do futebol) os reais criminosos, expulsá-los de sócios do Sport Lisboa e Benfica e levá-los à justiça. O futebol precisa das claques, o Benfica precisa das claques, mas as claques têm de ser outra coisa, e é fundamental iniciar essa transformação para que a nossa catedral se pinte a cada jogo em casa com as cores do nosso clube, é preciso que todos cantem o nosso hino, é preciso que todos possam puxar pela equipa com os nossos cânticos, e as claques são decisivas nisso. E é para isso que servem, só para isso.
É fundamental que o Sport Lisboa e Benfica lidere a transformação no futebol nacional e se junte à transformação no futebol mundial para que se acabe com o atual cenário de domínio por parte dos empresários dos jogadores, que comandam direções, lideram clubes, usam as instituições com o único objetivo de faturarem milhões à conta desses mesmos clubes. O Benfica não pode ser comandado por empresários, não pode estar dependente de empresários, e não pode permitir que sejam empresários a definir regras. Não adianta o discurso derrotista que diz que é assim em todo o lado e quem não se junta a esta realidade acaba por pagar um preço elevado. Os grandes, os maiores de todos, têm a obrigação de combater este cenário, de se unir para que a realidade mude. Só assim ela mudará.
É imperativo que o Benfica altere radicalmente a forma como se posiciona na comunicação social, como dá voz e cobertura a indivíduos que envergonham a instituição Sport Lisboa e Benfica e os sócios, adeptos e simpatizantes do nosso clube. O Benfica tem de ter uma postura elevada, centrada em si mesmo, assumindo as suas responsabilidades, sem procurar bodes expiatórios para os insucessos, e sem plantar comentadores e fazedores de opinião populistas e sem nível em programas de televisão, para que façam esse trabalho sujo. Por muito que haja quem ache que é assim que se ganham campeonatos e se constrói poder fora dos relvados, lutarei sempre para que o cenário mude, o discurso mude e o foco seja unicamente no desporto, na competição dentro dos relvados, dos pavilhões, das pistas.
O Benfica deve ser o principal promotor da união entre os clubes portugueses e trabalhar, em conjunto com todos eles, para o crescimento e a sustentabilidade de todas as instituições desportivas. O Benfica não deve fomentar ódios, guerrilhas, o Benfica deve procurar paz, entendimento, seriedade. O Benfica ganha se todos os clubes forem mais sólidos, mais competitivos, se o futebol português for mais qualificado, mais bem visto internacionalmente. Só com um campeonato mais competitivo será possível ao Benfica chegar a um nível internacional que lhe permita voltar a conquistar grandes títulos europeus e mundiais. E cabe ao Benfica liderar essa mudança no panorama nacional.
Embora seja inegável o trabalho de qualidade feito pela atual direção na tranformação de toda a cadeia de formação do Sport Lisboa e Benfica, é imperativo que esse trabalho seja melhorado, continuado, e que se explorem caminhos alternativos, que permitam que os jogadores formados no Benfica não sejam, como até aqui, mercadoria para ser vendida. É preciso criar condições para que os jogadores formados no Benfica tenham oportunidades, caminho e condições para continuarem a crescer dentro do nosso clube, que passem a sua mística aos mais novos e vivam o Benfica de águia ao peito durante os seus anos de séniores.
É um dos meus objetivos criar condições para que no médio prazo o Benfica possa reconquistar o seu prestígio internacional de forma continuada, para que, na Europa, seja visto como já o foi, com um clube temível, forte, competitivo, e que não caia, como tem acontecido com demasiada regularidade, aos pés de clubes medianos em fases muito distantes da final.
O Sport Lisboa e Benfica deverá reforçar a sua componente eclética e afirmar-se, sempre, como um clube ganhador em todas as modalidades desportivas em que compete. As modalidades extra futebol não são, não podem ser, olhadas com desdém, porque a águia que um jogador de andebol, hóquei, vólei ou basquetebol usa ao peito é a mesma águia que um jogador de futebol enverga. Benfica, somos todos.
Por fim, é fundamental que se construa um modelo desportivo para o futebol profissional que seja coerente, continuado, e que todos os sócios, adeptos e simpatizantes entendam. É fundamental definir objetivos claros, realistas, que passarão sempre pela conquista imediata de todos os títulos a nível nacional, para que, numa segunda fase, se possa começar a pensar então no renascimento do Benfica europeu.

Mais do que ganhar eleições é, para mim, fundamental que se leve a discussão todos estes temas, que se ponha cada um destes pontos em cima da mesa, para que se debata tudo isto de forma democrática, como sempre foi a cultura do Sport Lisboa e Benfica.

É pelo amor ao Benfica que assumo, hoje, a minha vontade de liderar esta discussão e de a levar a uma campanha eleitoral.

Pelo Benfica, sempre.

Ricardo Martins Pereira

https://www.facebook.com/oarrumadinho/posts/2984187141630250?__tn__=K-R
Há vários pontos que me revejo e apoio, mas discordo em absoluto do argumento primário de lançamento da sua candidatura futura, não carecia de justificação muito menos na que se apoiou o argumento, mas entendo-a no âmbito profissional e nas várias ligações pessoais que mantém, pensando ser imperativo publicá-las.

nuno16577

Citação de: thekillerjp em 05 de Junho de 2020, 21:21
Desde que sou sócio do Benfica (2014), vou votar pela primeira vez pois tenho andado pela Suiça e vou votar contra o Vieira e queria a vossa ajuda em quem devo votar?
RGS de caras.

andoaleme

Citação de: R3nas em 05 de Junho de 2020, 21:20
Citação de: dreadrocK em 05 de Junho de 2020, 20:56
Citação de: 4x4x2 em 05 de Junho de 2020, 20:45
É o marido da Pipoca mais doce  :rir:

Só pelo facto de conseguir aturar essa gaja, deveria de ser considerado como mais que acto.

Ao mesmo tempo, por estar casado com essa gaja, deveria de ser excluido.  :rir:

O D E I O ESSA BACANA!

Seria a nova Margarida Prieto. De sonho...
Nada a ver!!! Não poderiam ser mais díspares!

A Ana nunca escondeu o seu benfiquismo e está muito acima da citada por ti em várias áreas.

JUST4FUN

Socios no estrangeiro podem votar ?

Vou votar no RGS e acender uma vela.

Kurt Cobain 10

Citação de: ccm em 05 de Junho de 2020, 21:28
Citação de: Kurt Cobain 10 em 05 de Junho de 2020, 20:39
12 razões pelas quais eu sou candidato a candidato à Presidência do Benfica

O ataque ocorrido ao autocarro da equipa de futebol, mas sobretudo às residências particulares onde vivem jogadores e o treinador do Benfica foram, para mim, o ponto sem retorno que me fez decidir-me por uma candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica.

Não me candidato por nenhuma outra razão que não seja a de tentar devolver ao Benfica a dignidade desportiva e institucional que um clube de topo mundial deve ter. Os grandes clubes e as grandes instituições não valem apenas aquilo que os museus de troféus dizem que elas valem. Os grandes clubes e as grandes instituições devem ser, acima de tudo, motores de desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equilibrada, séria, honesta. Ao Sport Lisboa e Benfica têm sobrado títulos desportivos, que eu, como adepto e sócio, muito agradeço mas tem faltado a seriedade, credibilidade e honestidade fora do campo, o que a mim, como adepto e sócio, muito me envergonha e entristece.

É sobretudo isto, embora não só isto, que me move neste momento e que me faz tomar a decisão de avançar para uma candidatura à Presidência do meu clube. Mas há mais.

Um candidato à Presidência de um clube não tem de ser alguém que se opõe a tudo o que a atual direção do clube tem feito. Seria absurdo que assim fosse. Muito do trabalho do nosso atual Presidente, Luís Filipe Vieira, e da sua equipa, tem sido bem feito e tem trazido excelentes resultados desportivos e também financeiros ao Sport Lisboa e Benfica.

Mas as vitórias, os sucessos e as coisas bem feitas não nos podem cegar, não nos podem impedir de olhar para os muitos problemas que subsistem, crescem e para os quais não se vê, por parte da atual direção, um caminho, uma solução pensada. Pior. Esses problemas não são sequer trazidos a discussão, são escondidos, retirados da agenda, tratados apenas pelos sócios, adeptos e simpatizantes em conversas de café. Não pode, e sobretudo não deve ser assim. O Benfica tem de ser muito maior fora dos campos do que tem sido, sobretudo nos últimos anos. E ser maior fora do campo não significa mandar "nos bastidores" do futebol, significa ser a locomotiva da mudança para a credibilização do clube, mas também do futebol português, significa usar o seu peso desportivo, institucional e social para agir como elemento transformador da mentalidade desportiva em Portugal, que vive de guerras, ódios, rivalidades, guerrilhas comunicacionais em programas de televisão.

O Sport Lisboa e Benfica tem de ser muito maior do que isso.

Ponto por ponto, o que pretendo com a minha candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica é o seguinte.

Forçar, em período eleitoral, a discussão pública entre sócios, adeptos e simpatizantes sobre os reais problemas da instituição Sport Lisboa e Benfica, nomeadamente aqueles que afetam a credibilidade, honorabilidade, moralidade e grandeza do nosso clube. O nome do Sport Lisboa e Benfica não pode, regularmente, estar nas páginas dos jornais, nas discussões de televisão, por razões ligadas à Justiça e ao crime. É preciso mudar o rumo das coisas para que assim não seja e focar o trabalho de toda a direção do clube e administração da SAD num único objetivo: fazer do Benfica grande em todas as dimensões da palavra.
Contribuir para a elevação da discussão no clube e no futebol português, combatendo o populismo, o ambiente de guerrilha, de ódios, de violência.
Apresentar um discurso e um perfil de candidato alternativo aos que até hoje têm chegado a eleições no nosso clube, um discurso positivo, pacificador, focado unicamente na dimensão nacional e internacional do Sport Lisboa e Benfica. O futebol português precisa de rostos novos, de pessoas novas, de ideias novas, de um discurso novo. O futebol português precisa de união, de solidariedade, de rivalidade cívica e não odiosa.
Trazer a discussão da verdade desportiva para primeiro plano e liderar a transformação do futebol português, contribuindo com ideias para que se trabalhe, continuamente, em modelos mais justos, mais credíveis, mais sérios, e que, assim, se pacifiquem posições que hoje são extremadas entre clubes, federações, liga e árbitros.
Regulamentar, de vez, e de força séria, a relação entre o Sport Lisboa e Benfica e as suas claques. É fundamental acabar com a farsa em vigor do não reconhecimento dos No Name Boys, das No Name Girls ou dos Diabos Vermelhos. É imperativo reconhecer as nossas claques como oficiais, mas ao fazê-lo é obrigatório trazer os seus responsáveis à discussão sobre o verdadeiro papel das claques dentro e fora dos estádios de futebol. Um claque não é e não pode ser percecionada por todos como um bando de criminosos, que é aquilo que acontece nos dias de hoje. Eu teria muito medo e vergonha que um filho meu, nos dias de hoje, fizesse parte de uma claque de um clube de futebol. E como eu haverá muitos pais assim. É preciso mudar radicalmente este cenário, erradicar das claques (e do futebol) os reais criminosos, expulsá-los de sócios do Sport Lisboa e Benfica e levá-los à justiça. O futebol precisa das claques, o Benfica precisa das claques, mas as claques têm de ser outra coisa, e é fundamental iniciar essa transformação para que a nossa catedral se pinte a cada jogo em casa com as cores do nosso clube, é preciso que todos cantem o nosso hino, é preciso que todos possam puxar pela equipa com os nossos cânticos, e as claques são decisivas nisso. E é para isso que servem, só para isso.
É fundamental que o Sport Lisboa e Benfica lidere a transformação no futebol nacional e se junte à transformação no futebol mundial para que se acabe com o atual cenário de domínio por parte dos empresários dos jogadores, que comandam direções, lideram clubes, usam as instituições com o único objetivo de faturarem milhões à conta desses mesmos clubes. O Benfica não pode ser comandado por empresários, não pode estar dependente de empresários, e não pode permitir que sejam empresários a definir regras. Não adianta o discurso derrotista que diz que é assim em todo o lado e quem não se junta a esta realidade acaba por pagar um preço elevado. Os grandes, os maiores de todos, têm a obrigação de combater este cenário, de se unir para que a realidade mude. Só assim ela mudará.
É imperativo que o Benfica altere radicalmente a forma como se posiciona na comunicação social, como dá voz e cobertura a indivíduos que envergonham a instituição Sport Lisboa e Benfica e os sócios, adeptos e simpatizantes do nosso clube. O Benfica tem de ter uma postura elevada, centrada em si mesmo, assumindo as suas responsabilidades, sem procurar bodes expiatórios para os insucessos, e sem plantar comentadores e fazedores de opinião populistas e sem nível em programas de televisão, para que façam esse trabalho sujo. Por muito que haja quem ache que é assim que se ganham campeonatos e se constrói poder fora dos relvados, lutarei sempre para que o cenário mude, o discurso mude e o foco seja unicamente no desporto, na competição dentro dos relvados, dos pavilhões, das pistas.
O Benfica deve ser o principal promotor da união entre os clubes portugueses e trabalhar, em conjunto com todos eles, para o crescimento e a sustentabilidade de todas as instituições desportivas. O Benfica não deve fomentar ódios, guerrilhas, o Benfica deve procurar paz, entendimento, seriedade. O Benfica ganha se todos os clubes forem mais sólidos, mais competitivos, se o futebol português for mais qualificado, mais bem visto internacionalmente. Só com um campeonato mais competitivo será possível ao Benfica chegar a um nível internacional que lhe permita voltar a conquistar grandes títulos europeus e mundiais. E cabe ao Benfica liderar essa mudança no panorama nacional.
Embora seja inegável o trabalho de qualidade feito pela atual direção na tranformação de toda a cadeia de formação do Sport Lisboa e Benfica, é imperativo que esse trabalho seja melhorado, continuado, e que se explorem caminhos alternativos, que permitam que os jogadores formados no Benfica não sejam, como até aqui, mercadoria para ser vendida. É preciso criar condições para que os jogadores formados no Benfica tenham oportunidades, caminho e condições para continuarem a crescer dentro do nosso clube, que passem a sua mística aos mais novos e vivam o Benfica de águia ao peito durante os seus anos de séniores.
É um dos meus objetivos criar condições para que no médio prazo o Benfica possa reconquistar o seu prestígio internacional de forma continuada, para que, na Europa, seja visto como já o foi, com um clube temível, forte, competitivo, e que não caia, como tem acontecido com demasiada regularidade, aos pés de clubes medianos em fases muito distantes da final.
O Sport Lisboa e Benfica deverá reforçar a sua componente eclética e afirmar-se, sempre, como um clube ganhador em todas as modalidades desportivas em que compete. As modalidades extra futebol não são, não podem ser, olhadas com desdém, porque a águia que um jogador de andebol, hóquei, vólei ou basquetebol usa ao peito é a mesma águia que um jogador de futebol enverga. Benfica, somos todos.
Por fim, é fundamental que se construa um modelo desportivo para o futebol profissional que seja coerente, continuado, e que todos os sócios, adeptos e simpatizantes entendam. É fundamental definir objetivos claros, realistas, que passarão sempre pela conquista imediata de todos os títulos a nível nacional, para que, numa segunda fase, se possa começar a pensar então no renascimento do Benfica europeu.

Mais do que ganhar eleições é, para mim, fundamental que se leve a discussão todos estes temas, que se ponha cada um destes pontos em cima da mesa, para que se debata tudo isto de forma democrática, como sempre foi a cultura do Sport Lisboa e Benfica.

É pelo amor ao Benfica que assumo, hoje, a minha vontade de liderar esta discussão e de a levar a uma campanha eleitoral.

Pelo Benfica, sempre.

Ricardo Martins Pereira

https://www.facebook.com/oarrumadinho/posts/2984187141630250?__tn__=K-R

Não faço ideia quem seja o homem. Mas só com 1 texto conseguiu ser melhor do todos os candidatos e pseudo candidatos dos últimos 15 anos todos juntos.
não me digas que está feito com o viiera ? realmente ele costuma ir ás festas  :confused:corporate ... :confused:

bmuc79

Citação de: Kurt Cobain 10 em 05 de Junho de 2020, 20:39
12 razões pelas quais eu sou candidato a candidato à Presidência do Benfica

O ataque ocorrido ao autocarro da equipa de futebol, mas sobretudo às residências particulares onde vivem jogadores e o treinador do Benfica foram, para mim, o ponto sem retorno que me fez decidir-me por uma candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica.

Não me candidato por nenhuma outra razão que não seja a de tentar devolver ao Benfica a dignidade desportiva e institucional que um clube de topo mundial deve ter. Os grandes clubes e as grandes instituições não valem apenas aquilo que os museus de troféus dizem que elas valem. Os grandes clubes e as grandes instituições devem ser, acima de tudo, motores de desenvolvimento de uma sociedade mais justa, equilibrada, séria, honesta. Ao Sport Lisboa e Benfica têm sobrado títulos desportivos, que eu, como adepto e sócio, muito agradeço mas tem faltado a seriedade, credibilidade e honestidade fora do campo, o que a mim, como adepto e sócio, muito me envergonha e entristece.

É sobretudo isto, embora não só isto, que me move neste momento e que me faz tomar a decisão de avançar para uma candidatura à Presidência do meu clube. Mas há mais.

Um candidato à Presidência de um clube não tem de ser alguém que se opõe a tudo o que a atual direção do clube tem feito. Seria absurdo que assim fosse. Muito do trabalho do nosso atual Presidente, Luís Filipe Vieira, e da sua equipa, tem sido bem feito e tem trazido excelentes resultados desportivos e também financeiros ao Sport Lisboa e Benfica.

Mas as vitórias, os sucessos e as coisas bem feitas não nos podem cegar, não nos podem impedir de olhar para os muitos problemas que subsistem, crescem e para os quais não se vê, por parte da atual direção, um caminho, uma solução pensada. Pior. Esses problemas não são sequer trazidos a discussão, são escondidos, retirados da agenda, tratados apenas pelos sócios, adeptos e simpatizantes em conversas de café. Não pode, e sobretudo não deve ser assim. O Benfica tem de ser muito maior fora dos campos do que tem sido, sobretudo nos últimos anos. E ser maior fora do campo não significa mandar "nos bastidores" do futebol, significa ser a locomotiva da mudança para a credibilização do clube, mas também do futebol português, significa usar o seu peso desportivo, institucional e social para agir como elemento transformador da mentalidade desportiva em Portugal, que vive de guerras, ódios, rivalidades, guerrilhas comunicacionais em programas de televisão.

O Sport Lisboa e Benfica tem de ser muito maior do que isso.

Ponto por ponto, o que pretendo com a minha candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica é o seguinte.

Forçar, em período eleitoral, a discussão pública entre sócios, adeptos e simpatizantes sobre os reais problemas da instituição Sport Lisboa e Benfica, nomeadamente aqueles que afetam a credibilidade, honorabilidade, moralidade e grandeza do nosso clube. O nome do Sport Lisboa e Benfica não pode, regularmente, estar nas páginas dos jornais, nas discussões de televisão, por razões ligadas à Justiça e ao crime. É preciso mudar o rumo das coisas para que assim não seja e focar o trabalho de toda a direção do clube e administração da SAD num único objetivo: fazer do Benfica grande em todas as dimensões da palavra.
Contribuir para a elevação da discussão no clube e no futebol português, combatendo o populismo, o ambiente de guerrilha, de ódios, de violência.
Apresentar um discurso e um perfil de candidato alternativo aos que até hoje têm chegado a eleições no nosso clube, um discurso positivo, pacificador, focado unicamente na dimensão nacional e internacional do Sport Lisboa e Benfica. O futebol português precisa de rostos novos, de pessoas novas, de ideias novas, de um discurso novo. O futebol português precisa de união, de solidariedade, de rivalidade cívica e não odiosa.
Trazer a discussão da verdade desportiva para primeiro plano e liderar a transformação do futebol português, contribuindo com ideias para que se trabalhe, continuamente, em modelos mais justos, mais credíveis, mais sérios, e que, assim, se pacifiquem posições que hoje são extremadas entre clubes, federações, liga e árbitros.
Regulamentar, de vez, e de força séria, a relação entre o Sport Lisboa e Benfica e as suas claques. É fundamental acabar com a farsa em vigor do não reconhecimento dos No Name Boys, das No Name Girls ou dos Diabos Vermelhos. É imperativo reconhecer as nossas claques como oficiais, mas ao fazê-lo é obrigatório trazer os seus responsáveis à discussão sobre o verdadeiro papel das claques dentro e fora dos estádios de futebol. Um claque não é e não pode ser percecionada por todos como um bando de criminosos, que é aquilo que acontece nos dias de hoje. Eu teria muito medo e vergonha que um filho meu, nos dias de hoje, fizesse parte de uma claque de um clube de futebol. E como eu haverá muitos pais assim. É preciso mudar radicalmente este cenário, erradicar das claques (e do futebol) os reais criminosos, expulsá-los de sócios do Sport Lisboa e Benfica e levá-los à justiça. O futebol precisa das claques, o Benfica precisa das claques, mas as claques têm de ser outra coisa, e é fundamental iniciar essa transformação para que a nossa catedral se pinte a cada jogo em casa com as cores do nosso clube, é preciso que todos cantem o nosso hino, é preciso que todos possam puxar pela equipa com os nossos cânticos, e as claques são decisivas nisso. E é para isso que servem, só para isso.
É fundamental que o Sport Lisboa e Benfica lidere a transformação no futebol nacional e se junte à transformação no futebol mundial para que se acabe com o atual cenário de domínio por parte dos empresários dos jogadores, que comandam direções, lideram clubes, usam as instituições com o único objetivo de faturarem milhões à conta desses mesmos clubes. O Benfica não pode ser comandado por empresários, não pode estar dependente de empresários, e não pode permitir que sejam empresários a definir regras. Não adianta o discurso derrotista que diz que é assim em todo o lado e quem não se junta a esta realidade acaba por pagar um preço elevado. Os grandes, os maiores de todos, têm a obrigação de combater este cenário, de se unir para que a realidade mude. Só assim ela mudará.
É imperativo que o Benfica altere radicalmente a forma como se posiciona na comunicação social, como dá voz e cobertura a indivíduos que envergonham a instituição Sport Lisboa e Benfica e os sócios, adeptos e simpatizantes do nosso clube. O Benfica tem de ter uma postura elevada, centrada em si mesmo, assumindo as suas responsabilidades, sem procurar bodes expiatórios para os insucessos, e sem plantar comentadores e fazedores de opinião populistas e sem nível em programas de televisão, para que façam esse trabalho sujo. Por muito que haja quem ache que é assim que se ganham campeonatos e se constrói poder fora dos relvados, lutarei sempre para que o cenário mude, o discurso mude e o foco seja unicamente no desporto, na competição dentro dos relvados, dos pavilhões, das pistas.
O Benfica deve ser o principal promotor da união entre os clubes portugueses e trabalhar, em conjunto com todos eles, para o crescimento e a sustentabilidade de todas as instituições desportivas. O Benfica não deve fomentar ódios, guerrilhas, o Benfica deve procurar paz, entendimento, seriedade. O Benfica ganha se todos os clubes forem mais sólidos, mais competitivos, se o futebol português for mais qualificado, mais bem visto internacionalmente. Só com um campeonato mais competitivo será possível ao Benfica chegar a um nível internacional que lhe permita voltar a conquistar grandes títulos europeus e mundiais. E cabe ao Benfica liderar essa mudança no panorama nacional.
Embora seja inegável o trabalho de qualidade feito pela atual direção na tranformação de toda a cadeia de formação do Sport Lisboa e Benfica, é imperativo que esse trabalho seja melhorado, continuado, e que se explorem caminhos alternativos, que permitam que os jogadores formados no Benfica não sejam, como até aqui, mercadoria para ser vendida. É preciso criar condições para que os jogadores formados no Benfica tenham oportunidades, caminho e condições para continuarem a crescer dentro do nosso clube, que passem a sua mística aos mais novos e vivam o Benfica de águia ao peito durante os seus anos de séniores.
É um dos meus objetivos criar condições para que no médio prazo o Benfica possa reconquistar o seu prestígio internacional de forma continuada, para que, na Europa, seja visto como já o foi, com um clube temível, forte, competitivo, e que não caia, como tem acontecido com demasiada regularidade, aos pés de clubes medianos em fases muito distantes da final.
O Sport Lisboa e Benfica deverá reforçar a sua componente eclética e afirmar-se, sempre, como um clube ganhador em todas as modalidades desportivas em que compete. As modalidades extra futebol não são, não podem ser, olhadas com desdém, porque a águia que um jogador de andebol, hóquei, vólei ou basquetebol usa ao peito é a mesma águia que um jogador de futebol enverga. Benfica, somos todos.
Por fim, é fundamental que se construa um modelo desportivo para o futebol profissional que seja coerente, continuado, e que todos os sócios, adeptos e simpatizantes entendam. É fundamental definir objetivos claros, realistas, que passarão sempre pela conquista imediata de todos os títulos a nível nacional, para que, numa segunda fase, se possa começar a pensar então no renascimento do Benfica europeu.

Mais do que ganhar eleições é, para mim, fundamental que se leve a discussão todos estes temas, que se ponha cada um destes pontos em cima da mesa, para que se debata tudo isto de forma democrática, como sempre foi a cultura do Sport Lisboa e Benfica.

É pelo amor ao Benfica que assumo, hoje, a minha vontade de liderar esta discussão e de a levar a uma campanha eleitoral.

Pelo Benfica, sempre.

Ricardo Martins Pereira

https://www.facebook.com/oarrumadinho/posts/2984187141630250?__tn__=K-R

Voto mais depressa neste homem que no RGS.

nuno16577

Citação de: Tomahawk em 05 de Junho de 2020, 21:08
Citação de: _JonasThern_ em 05 de Junho de 2020, 14:58
Citação de: Pagost em 05 de Junho de 2020, 14:56
:bandeira1:por muito que RGS não queria perturbar o que resta da temporada, está na hora de apresentar a equipa, apresentar o programa, pra convencer de vez os indecisos que por falta de programa preferem votar no mentiroso

E depois o Benfica calha a ser campeão e aí é que deixa de ter hipótese alguma.
DISCORDO QUE O RGS DEVA ABRIR O JOGO ANTECIPADAMENTE... Agora é tempo de não desestabilizar uma equipa, fraca e sem chama, e deixar o LFV ser cozinhado em lume brando jornada após jornada, com as sucessivas manifestações de incapacidade do plantel em se superiorizar ao Porko , aproveitando os escorregões deste!!!

Para além disso, há certamente muitos nomes com peso , que serão mais-valias para a sua Direcção (RGS) e que ainda não se terão decidido a avançar com o seu apoio por ainda pensarem que é uma luta perdida, ou precisarem ainda de mais tempo para verem a maré anti-LFV encher, antes de darem o seu apoio, ou até aceitarem fazer parte da sua Direcção!!!

Para já, é o péssimo trabalho e planeamento desportivo desta Direcção que se encarregarão de ser cabalmente evidenciados semana após semana, servindo de autênticos tiros nos pés de LFV.
NA Mouche.