Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 75 anos,
Portugal

jorgesse

Citação de: dvck em 10 de Julho de 2021, 19:33
Citação de: sergio19azb em 10 de Julho de 2021, 19:31
Mas vai para casa na condição de pagar os 3 milhoes é isso?

Não, vai para casa até pagar a caução. Depois de pagar, bar aberto
mas a caução tem sempre um prazo... se sai hoje é prisão docimicialiara
A caução tem sempre um razão tal como foi pro Berardo

O cota do bigode

Grande vitória se n poder voltar ao Benfica! Está quase feito camaradas, 50 por cento está feito! Vamos as próximas guerras!

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Pleasure_+_Pain

Citação de: Kinkolas em 10 de Julho de 2021, 19:29
Citação de: Shoky em 10 de Julho de 2021, 19:27
Citação de: ivodaniello em 10 de Julho de 2021, 19:25
Citação de: Petrucci em 10 de Julho de 2021, 19:23
Citação de: PorscheLM1 em 10 de Julho de 2021, 19:22
Citação de: Petrucci em 10 de Julho de 2021, 19:18
Citação de: Pedro84 em 10 de Julho de 2021, 19:15
Sinceramente, o tribunal civil não me interessa, interessa-me o tribunal da Luz, e com tremenda tristeza ainda vejo muitas coisas lamentáveis.

É veres o que cada benfiquista entrevistado diz. O que este ladrão fez com as cabeças de muitas pessoas, devia de ser alvo de estudo.

Ainda há pouco um fanático Vieirista teve a lata de me dizer que se for preciso ajuda a pagar a caução.  :rir:
Por isso é urgente a marcação de eleições.

É tudo louco pa. Mesmo louco. E digo loucos porque não acredito que sejam todos burros. É doença mesmo.
Estamos fodidos.


62% dos sócios não são burros. São cúmplices

Não serão 62%, mas sim...são imensos na mesma.

Estamos intelectualmente e moralmente na fossa como clube. Pior período da nossa centenária história.

Um gajo vai ás redes sociais e só apetece atirar-se ao mar.

Cada burro do caralho que só mesmo com pancadaria nas ventas é que era capaz de acordar para a vida.

O que se vê é que Rui Costa é o melhor presidente possível neste momento e Noronha Lopes é uma ratazana que só se quer aproveitar do clube e aparece apenas nestes momentos para nos foder.

É isto que se vê aos pontapés.

Mete um nojo CAVALAR.

Ainda há quem acredite que tudo isto não passa de uma cabala para prejudicar o Benfica. O habitual. O vieirismo é uma doença lixada.

rsd

Então pode voltar ao poleiro ou não?

imightbewrong

Citação de: LFVL em 10 de Julho de 2021, 19:32
Citação de: Redceltic em 10 de Julho de 2021, 19:31
Citação de: RedHeart_95 em 10 de Julho de 2021, 19:29
TVI24 PRISÃO DOMICILIARIA!!!

O que diz mais da tvi24 do que da noticia

está proibido de ir à luz e não pode contactar o slb

Não ir a luz para ele não dá pena.

+1benfiquista

Citação de: Palk em 10 de Julho de 2021, 19:33
será público de onde vem o dinheiro? Sera de algum familiar mas certamente seria engraçado ser investigado para saber de onde realmente veio

Vai ser o Pedro Guerra a pagar...

Magistral10

Citação de: RP89 em 10 de Julho de 2021, 19:32
Citação de: djhifi em 10 de Julho de 2021, 19:32
Fui o primeiro a dizer que havia prisão domiciliária e acertei.

Sou o novo Génio da Luz
Mas hoje é sábado.
Mas disse na quarta  :cool2:

Cerelac

Proibido de qualquer contato com o Benfica, tem de se demitir

Roy Bean

Luís n te preocupes com a caução isso é automatico!

Nirvana_87

Citação de: Pleasure_+_Pain em 10 de Julho de 2021, 19:34
Citação de: Kinkolas em 10 de Julho de 2021, 19:29
Citação de: Shoky em 10 de Julho de 2021, 19:27
Citação de: ivodaniello em 10 de Julho de 2021, 19:25
Citação de: Petrucci em 10 de Julho de 2021, 19:23
Citação de: PorscheLM1 em 10 de Julho de 2021, 19:22
Citação de: Petrucci em 10 de Julho de 2021, 19:18
Citação de: Pedro84 em 10 de Julho de 2021, 19:15
Sinceramente, o tribunal civil não me interessa, interessa-me o tribunal da Luz, e com tremenda tristeza ainda vejo muitas coisas lamentáveis.

É veres o que cada benfiquista entrevistado diz. O que este ladrão fez com as cabeças de muitas pessoas, devia de ser alvo de estudo.

Ainda há pouco um fanático Vieirista teve a lata de me dizer que se for preciso ajuda a pagar a caução.  :rir:
Por isso é urgente a marcação de eleições.

É tudo louco pa. Mesmo louco. E digo loucos porque não acredito que sejam todos burros. É doença mesmo.
Estamos fodidos.


62% dos sócios não são burros. São cúmplices

Não serão 62%, mas sim...são imensos na mesma.

Estamos intelectualmente e moralmente na fossa como clube. Pior período da nossa centenária história.

Um gajo vai ás redes sociais e só apetece atirar-se ao mar.

Cada burro do caralho que só mesmo com pancadaria nas ventas é que era capaz de acordar para a vida.

O que se vê é que Rui Costa é o melhor presidente possível neste momento e Noronha Lopes é uma ratazana que só se quer aproveitar do clube e aparece apenas nestes momentos para nos foder.

É isto que se vê aos pontapés.

Mete um nojo CAVALAR.

Ainda há quem acredite que tudo isto não passa de uma cabala para prejudicar o Benfica. O habitual. O vieirismo é uma doença lixada.

Bando de labregos egocêntricos.

RedHeart_95

Citação de: rsd em 10 de Julho de 2021, 19:34
Então pode voltar ao poleiro ou não?

Não, o Vieira acabou.

Aora é mandar abaixo os restantes.

filc

Citação de: dreadrocK em 10 de Julho de 2021, 19:31
Citação de: Petrucci em 10 de Julho de 2021, 19:30
Citação de: SigaPaVinho em 10 de Julho de 2021, 19:27
TVI com furo a dizer que é prisão domiciliaria?

Epa já és o segundo a dizer isso e ainda não vi nada.
Ou a minha TVI24 é diferente da vossa?


https://tvi24.iol.pt/sociedade/luis-filipe-vieira/juiz-carlos-alexandre-decreta-prisao-domiciliaria-para-vieira



O juiz Carlos Alexandre decretou a obrigação de permanência na habitação (também apelidada de prisão domiciliária) para Luís Filipe Vieira, segundo apurou a TVI.

O presidente suspenso do Benfica ficará sem pulseira eletrónica, sem vigilância policial.

Para ficar em liberdade, terá de pagar uma caução de três milhões de euros.

Segunda feira já paga..

resendepereira

Citação de: futeboldelite em 10 de Julho de 2021, 18:59
Citação de: resendepereira em 10 de Julho de 2021, 18:55
Citação de: futeboldelite em 10 de Julho de 2021, 18:49
Citação de: resendepereira em 10 de Julho de 2021, 18:47
Citação de: futeboldelite em 10 de Julho de 2021, 16:19
Citação de: resendepereira em 10 de Julho de 2021, 16:04
Citação de: futeboldelite em 10 de Julho de 2021, 16:01
Citação de: EagleSL1904 em 10 de Julho de 2021, 15:55
Citação de: futeboldelite em 10 de Julho de 2021, 15:51
Citação de: EagleSL1904 em 10 de Julho de 2021, 15:47
Citação de: futeboldelite em 10 de Julho de 2021, 15:44
Citação de: EagleSL1904 em 10 de Julho de 2021, 15:42
Citação de: pedrocairrao em 10 de Julho de 2021, 14:11
A lei diz que ninguém pode estar preso para ser ouvido por mais de 48h. Já vamos no terceiro dia.

Não só é contra a lei como todo este linxamento público quando ainda nem foi julgado, é ridículo. Mas enfim, é a justiça portuguesa.

Mais um jurista de café, foda-se. O prazo de 48 horas é contado apenas até que seja iniciado o interrogatório judicial.

Vai tomar um Rennie que isso passa, vieirista.


Mas não devia, não é isso que dizem os artigos.
Não é por ser o LFV que essa prática deixa de ser uma vergonha

Mas tu és jurista? Sabes o que são fontes de Direito? Conheces a jurisprudência do Tribunal Constitucional sobre a interpretação dos artigos 141.° e 254.° do CPP?

Não fales do que não sabes, rapaz.

Sou advogado em direito criminal.

Desculpa mas tenho muitas dificuldades em acreditar nisso. Das duas uma: Ou estás a mentir ou é gravíssimo que não conheças jurisprudência constitucional com quase 20 anos, ainda por mais sobre uma matéria tão notória quanto a detenção em processo penal.

Acredita no que quiseres. Eu não acredito que não defendas a interpretação mais favorável ao teu cliente.

Também não leste o comunicado do bastonário que tem a mesma interpretação que partilho? Aquela que enviou para o correio profissional?

Se quiseres partilho aqui.

Um acórdão do Tribunal Constitucional (TC) considera constitucional que a detenção de uma pessoa suspeita possa ultrapassar as 48 horas sem ser validada por um juiz, desde que já se tenha iniciado o interrogatório judicial.
O acórdão, cujo relator foi o conselheiro Paulo Mota Pinto e que apreciou um recurso de uma arguida ("A") suspeita de co-autoria de um crime de tráfico de estupefacientes, centrou-se na questão fulcral de saber se ao juiz de instrução "era permitido validar a detenção de "A" e impor-lhe uma medida de coacção, já depois de ultrapassado o prazo de 48 horas sobre essa mesma detenção, não obstante a apresentação da detida e início do interrogatório tenham ocorrido dentro do aludido prazo".

A arguida "A" foi detida pela PSP nas bombas de combustível de Almodôvar, sentido Sul/Norte, juntamente com outros suspeitos, cerca das 23:30 de dia 14 de Junho de 2004, quando regressavam de Espanha, na posse de 86 quilogramas de haxixe.

A arguida foi confrontada com os factos de que era suspeita pelas 19:00 do dia 16 de Junho de 2004 e, devido aos interrogatórios dos demais arguidos e intervalos, chegou-se às 23:15 de 18 de Junho - quatro dias depois da detenção - sem que houvesse validação da prisão.

Esta demora levou depois o seu advogado a pedir "nulidade insanável" do interrogatório a que foi sujeita, a inconstitucionalidade da interpretação dada à lei processual (artigo 141 do CPP) sobre "primeiro interrogatório de arguido detido" e solicitou a imediata libertação da sua cliente.

Ao ver a pretensão indeferida pelo juiz, interpôs recurso, incluindo para o TC.

O acórdão do Tribunal Constitucional sublinha que "é indiscutível que a pessoa detida deve ser apresentada a um magistrado no prazo máximo de 48 horas a contar da data da sua detenção", nos termos da Constituição (artigo 28) e do Código de Processo Penal/CCP (artigos 141 e 254), mas que, contudo, "dessa obrigação não decorre, directa e necessariamente, o direito da pessoa detida ser ouvida num determinado prazo".

Os juízes do TC entenderam que o CPP, ao fixar o prazo de 48 horas, "pretende, tão só, garantir que um arguido não possa permanecer detido, por tempo superior àquele, sem que se tenha iniciado o interrogatório judicial, podendo a decisão judicial subsequente, relativamente às medidas de coacção aplicáveis, ser proferida já depois de esgotado esse prazo, caso se justifique".

No caso em apreciação, o TC diz que isso se verifica "dado o elevado número de arguidos detidos a ouvir (33) e a impossibilidade prática de temporal de todos os interrogatórios estarem findos nesse período de tempo".

Segundo esta orientação do TC, também seguida pelo Ministério Público nas contra-alegações ao recurso, nem a Constituição nem a lei ordinária estabelecem um "prazo certo para o juiz de instrução validar a detenção e aplicar uma medida de coacção a arguido que lhe foi apresentado detido, assim permanecendo depois do seu interrogatório".

Assim, o prazo de 48 horas previsto na Constituição refere-se "à submissão da detenção à apreciação judicial e é de interpretar como um prazo para apresentação ao juiz, como resulta da própria letra e da evolução da disposição, bem como da sua razão de ser".

"Importa reconhecer, também, a necessidade de alguma flexibilidade na fixação ao juiz de instrução criminal de prazos para a decisão sobre a aplicação da medida de coacção", referem os juízes, acrescentando que basta pensar num processo com várias dezenas ou centenas de arguidos para concluir que pode haver casos em que o prazo de 48 horas "poderia não ser suficiente sequer para inquirir todos os arguidos sobre a sua identidade e antecedentes criminais".

No presente caso, o TC entendeu que a arguida foi apresentada ao juiz "atempadamente e foi também ouvida no próprio dia da apresentação", mas "tendo em conta o número de arguidos detidos em conexão com os mesmos factos que haviam determinado a detenção da arguida (Ó) ficou a aguardar o fim destas diligências não só num prazo breve, como sem demora, isto é sem hiatos, salvo motivados pelo dispensável descanso nocturno".

"Durante este tempo, a arguida esteve sob custódia do juiz de instrução criminal que - é curial recordar - como garante dos direitos fundamentais do arguido, designadamente como garante do seu direito à liberdade, sem que (o juiz) tenha, com a sua conduta, violado qualquer disposição constitucional que lhe fixasse um prazo.

E foi validada a detenção da arguida e proferida a decisão sobre a medida de coacção na madrugada de dia 19, menos de 72 horas depois da apresentação ao juiz.

O acórdão do TC foi votado pelos conselheiros Mário Araújo Torres, Benjamin Rodrigues e Rui Manuel Moura Ramos, tendo Fernanda Palma votado vencida, ao discordar de duas razões fundamentais, a primeira das quais ligada à interpretação que o acórdão faz do numero 1 do artigo 28 da Constituição.

Para Fernanda Palma, tal artigo não lhe permite "concluir com segurança que o prazo máximo de detenção sem decisão judicial possa exceder as 48 horas, correspondendo tão-só a um prazo máximo de restrição não validade judicialmente do direito à liberdade".

"Tal interpretação é, na realidade, algo criativa, em face dos elementos literal, histórico, sistemático e até teleológico da Constituição", defendeu na declaração de voto.

A segunda ordem de razões que a levou a votar vencida, "sem hesitação", foi o facto de que a interpretação do artigo 28 número 1 da Constituição levada a cabo pelo TC "embora prudentemente não chegue a admitir prazos desproporcionados de decisão judicial e, por isso, reconheça implicitamente um certo direito a um prazo razoável (que no caso concreto não terá sido excedido), admite que não tenha de caber ao legislador estabelecer esse prazo de garantia".

"Ora a meu ver, se há matéria em que não é aceitável que vigorem meras razões de proporcionalidade e uma apreciação caso a caso é esta matéria do prazo máximo de detenção sem validação judicial. Poder-se- á mesmo falar aqui de um direito a um prazo legal máximo de garantia que está intimamente associado ao direito à liberdade num estado de Direito", justifica na declaração de voto.

Para Fernanda Palma a análise da questão que motivou este acórdão "revela bem como há muito a fazer na articulação do sistema do processo penal com os direitos fundamentais, papel que cabe ao legislador".


resende, essa decisão decorre de uma fiscalização concreta da constitucionalidade, com força restrita ao caso.

só perante a fiscalização abstrata da constitucionalidade (preventiva ou sucessiva) pode ser declarada a inconstitucionalidade com força geral de uma norma.
Mas a norma não foi declarada inconstitucional, estás a falar de que?


hã?

estou a falar do acórdão do TC que transcreveste!
Que interessa o que disseste?
#só perante a fiscalização abstrata da constitucionalidade (preventiva ou sucessiva) pode ser declarada a inconstitucionalidade com força geral de uma norma.

No ambito de determinado processo recorreram para o tc , pq considerava tal interpretaçao inc. , tal nao teve acolhimento nesse ac., que é precisamente a mesma situaçao do vieira estar ha 3 dias a espera das medias , mas ter sido levado em 48h.
Podes encontrar outros que digam o contrário, mas esse vai de acordo com o que é até o aceitavel, pq de outra forma seria impossivel cumprir esse prazo.
Mas ainda nao percebi qual é a tua posiçao, desculpa.
Nem vou andar a pesquisar por causa do vieira .. lol.


estou a dizer que esse Acordão do TC não tem força vinculativa..

A minha posição é que o prazo máximo para a aplicação das medidas de coação deve ser tido como o de 48 horas, mesmo que se considere esse um prazo meramente indicativo.
Tem dentro daquele processo, mas é a forma que entendo que assim seja, dei como exemplo. A norma (essa interpretação) não foi declarada inconstitucional em fiscalizaçao abstracta.
Para apresentação e aplicação? Tudo em 48 horas?ok, mas que fontes (decisoes em casos concretos, doutrina, etc) tens que solidificam a tua posiçao?
Nunca pensei mto no assunto, julgo que se tiver 20 dias detido ja se pode falar em despropocinonalidade, artigo 18 crp e o diabo a 7, agora ... estes 3 dias estao dentro da razoabilidade.
Mas o advogado pode no final tb ressalvar esta questão para futuramente recorrer... pelo menos para ter sp alguma coisa para o tc no fim.



Aslio

Citação de: djhifi em 10 de Julho de 2021, 19:34
Citação de: Aslio em 10 de Julho de 2021, 19:32
Citação de: dreadrocK em 10 de Julho de 2021, 19:30
https://tvi24.iol.pt/sociedade/luis-filipe-vieira/juiz-carlos-alexandre-decreta-prisao-domiciliaria-para-vieira



O juiz Carlos Alexandre decretou a obrigação de permanência na habitação (também apelidada de prisão domiciliária) para Luís Filipe Vieira, segundo apurou a TVI.

O presidente suspenso do Benfica ficará sem pulseira eletrónica, sem vigilância policial.

Para ficar em liberdade, terá de pagar uma caução de três milhões de euros.
Obrigação de permanecer na residência, mas sem pulseira? Sem vigilância?

Oi?

Porque é para pagar a caução.

É uma TIR diferente do que a malta conhece.
Então mas quem garante que o homem fica lá? Que controlo há? Zero? Acho estranho.

Não tenho dúvidas que ele pague fácil e rapidamente a caução, mas ser obrigado a ficar em casa sem controlo algum, acho estranho.

Shoky

Suspensão não está prevista nos estatutos do clube.

Ou renuncia e a direcção cai. Ou fica e não há Presidente novo...e a direcção cai também.

Não há caminho a não ser novas eleições. Eu bem sei que eles gostam de limpar o cú aos estatutos, mas a oposição tem a palavra.